Ácido Acetilsalicílico Aas Protect 100mg Com 30 Comprimidos
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Medicamento Referência
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Medicamento Tarja Vermelha
Registro Ministério da Saúde: 11300.0991/002-1
Uso Oral
Uso adulto
Para que serve
AAS Protect é indicado para diminuir o agrupamento das plaquetas, principalmente:
- Na angina de peito instável (dor no peito causada pela má circulação do sangue nas artérias coronárias);
- No infarto agudo do miocárdio;
- Para redução do risco de novo infarto em doentes que já sofreram infarto (prevenção de reinfarto);
- Após cirurgias ou outras intervenções nas artérias (por exemplo, cirurgia de ponte de safena);
- Para evitar a ocorrência de distúrbios transitórios da circulação cerebral (ataque de isquemia cerebral transitória) e de infarto cerebral após as primeiras manifestações (paralisia transitória da face ou dos músculos dos braços ou perda transitória da visão).
Como o AAS Protect funciona?
AAS Protect contém a substância ativa ácido acetilsalicílico. O ácido acetilsalicílico tem, entre outras, a capacidade de evitar o agrupamento das plaquetas, componentes do sangue que agem na formação dos coágulos sanguíneos.
Ao inibir o agrupamento das plaquetas, o ácido acetilsalicílico previne a formação de coágulos (trombos) nos vasos sanguíneos, evitando assim certas doenças cardiovasculares.
Como usar
Para uso oral.
Tomar os comprimidos com bastante líquido, de preferência antes das refeições.
Os comprimidos não devem ser esmagados, quebrados ou mastigados para garantir sua liberação no meio alcalino do intestino. Para o tratamento de ataque cardíaco agudo, o comprimido deve ser esmagado ou mastigado e engolido.
Posologia do AAS Protect
Infarto agudo do miocárdio
Uma dose inicial de 100 a 300 mg é administrada assim que houver suspeita de infarto do miocárdio. A dose de manutenção é de 100 mg a 300 mg por dia por 30 dias após o infarto. Após 30 dias deve-se considerar terapia adicional para prevenção de novo infarto do miocárdio. Por serem comprimidos com revestimento gastrorresistente, para esta indicação a dose inicial deve ser mastigada para obter a absorção rápida.
Antecedente de infarto do miocárdio
100 a 300 mg por dia.
Prevenção secundária de derrame (acidente vascular cerebral)
100 a 300 mg por dia.
Em pacientes com ataques isquêmicos transitórios (AIT)
100 mg a 300 mg por dia.
Em pacientes com angina de peito estável e instável
100 a 300 mg por dia.
Prevenção do tromboembolismo após cirurgia vascular ou intervenções
100 a 300 mg por dia.
Prevenção de trombose venosa profunda e embolia pulmonar
100 a 200 mg por dia ou 300 mg em dias alternados.
Redução do risco de primeiro infarto do miocárdio
100 mg por dia ou 300 mg em dias alternados.
Duração do tratamento
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Pacientes pediátricos
A segurança e eficácia de ASS Protect em crianças abaixo de 18 anos não foram estabelecidas. Não há dados disponíveis. Desta forma, ASS Protect não é recomendado para uso em pacientes pediátricos abaixo de 18 anos.
Pacientes com insuficiência hepática
ASS Protect é contraindicado em pacientes com insuficiência grave do fígado. ASS Protect deve ser utilizado com cautela em pacientes com mau funcionamento do fígado.
Pacientes com insuficiência renal
ASS Protect é contraindicado em pacientes com insuficiência grave dos rins. ASS Protect deve ser utilizado com cautela em pacientes com problema nos rins, uma vez que o ácido acetilsalicílico pode aumentar ainda mais o risco de problema nos rins e insuficiência aguda dos rins.
O que devo fazer quando eu me esquecer de usar o AAS Protect?
Composição
Apresentação
Comprimidos revestidos de liberação entérica de 100 mg:
Embalagens com 10 e 30 comprimidos.
Composição
Cada comprimido revestido de AAS Protect contém:
100 mg de Ácido acetilsalicílico.
Excipientes: celulose microcristalina, lactose monoidratada, amido de milho, dióxido de silício, hipromelose, macrogol 400, ácido cítrico, dióxido de titânio, Eudragit L-30D, polissorbato 80, talco, trietilcitrato, simeticona.
Precauções
Nos seguintes casos AAS Protect só deve ser usado em caso de absoluta necessidade e sob cuidados especiais.
Consulte um médico se alguma das situações abaixo for o seu caso ou já se aplicou no passado:
- Alergia a outros medicamentos analgésicos, antiinflamatórios e antirreumáticos ou presença de outras alergias;
- Uso de medicamentos anticoagulantes (medicamentos para evitar o coágulo sanguíneo);
- Em pacientes com problema nos rins ou na circulação cardiovascular (por exemplo, doença vascular renal, insuficiência cardíaca congestiva, diminuição do volume sanguíneo circulante (depleção do volume), cirurgia de grande porte, septicemia ou evento hemorrágico importante), uma vez que o ácido acetilsalicílico pode aumentar o risco de problema nos rins ou insuficiência aguda dos rins;
- Em pacientes que sofrem de deficiência grave de uma enzima chamada glicose-6-fosfato desidrogenase (G6PD), o ácido acetilsalicílico pode induzir a hemólise (ruptura dos glóbulos vermelhos com liberação de hemoglobina) ou anemia hemolítica. Fatores que podem aumentar o risco de hemólise são, por exemplo, altas doses, febre ou infecções agudas;
- Úlceras gastrintestinais (úlceras do estômago ou intestino), incluindo crônicas ou recorrentes ou sangramento gastrintestinal; mau funcionamento do fígado;
- Uso de medicamentos antiinflamatórios não-esteroidais (AINEs) como ibuprofeno e naproxeno (medicamentos para dor, febre ou inflamação) pode interferir nos efeitos inibitórios do ácido acetilsalicílico sobre a agregação plaquetária;
- Pacientes com asma brônquica. O ácido acetilsalicílico pode desencadear broncoespasmo (crise de falta de ar) e induzir ataques de asma ou outras reações de hipersensibilidade. Os fatores de risco são a presença de asma preexistente, rinite alérgica sazonal (febre do feno), inchaço das mucosas nasais (pólipos nasais) ou doença respiratória crônica. Esse conceito aplica-se também aos pacientes que apresentam reações alérgicas (por exemplo, reações cutâneas, prurido e urticária) a outras substâncias;
- O ácido acetilsalicílico pode conduzir a uma tendência de aumento de sangramento durante e após cirurgias (inclusive cirurgias de pequeno porte, como por exemplo, extração dentária);
- O ácido acetilsalicílico, mesmo em baixas doses, reduz a eliminação do ácido úrico e pode desencadear crises de gota em pacientes predispostos.
Reações adversas
As reações adversas listadas são baseadas em relatos espontâneos pós-comercialização com todas as formulações de ácido acetilsalicílico, incluindo tratamento oral de curto e longo prazo, assim, a organização de acordo com as categorias de frequências CIOMS III não se aplica.
Distúrbios do trato gastrintestinal superior e inferior, tais como sinais e sintomas comuns de indisposição estomacal (dispepsia), dor abdominal e gastrintestinal. Raramente inflamação e úlcera gastrintestinal, potencialmente, mas muito raramente levando a úlcera gastrintestinal com sangramento e perfuração, com os respectivos sinais e sintomas clínicos e laboratoriais.
Devido ao seu efeito inibitório sobre as plaquetas, o ácido acetilsalicílico pode ser associado ao aumento do risco de sangramento. Observaram-se sangramentos tais como hemorragia perioperatória, hematomas, sangramento nasal (epistaxe), sangramento do aparelho urinário/genital (urogenital) e sangramento da gengiva.
Foram raros a muito raros os relatos de sangramentos graves, como hemorragia do trato gastrintestinal, hemorragia cerebral (especialmente em pacientes com pressão alta não controlada 5 e/ou em uso concomitante de anticoagulante (anti-hemostáticos), que em casos isolados podem apresentar potencial risco para a vida do paciente.
Hemorragia pode resultar em anemia pós-hemorrágica/ anemia por deficiência de ferro (devido a, por exemplo, microssangramento oculto) aguda e crônica, com respectivos sinais e sintomas clínicos e laboratoriais, como fraqueza (astenia), palidez e hipoperfusão (pouco fluxo nas extremidades). Hemólise (ruptura dos glóbulos vermelhos) e anemia hemolítica foram relatadas em pacientes com forma grave de deficiência de glicose-6-fosfato desidrogenase (G6PD).
Foram relatados problemas nos rins e insuficiência renal aguda.
Reações alérgicas com suas respectivas manifestações clínicas e laboratoriais inclusive síndrome asmática, reações leves a moderadas que potencialmente afetam a pele, trato respiratório, trato gastrintestinal e sistema cardiovascular, incluindo sintomas como eritema, urticária, inchaço (edema), coceira (prurido), rinite, congestão nasal, dificuldade cardiorrespiratória e muito raramente, reações graves, incluindo choque anafilático.
Relatou-se muito raramente mau funcionamento transitório do fígado com aumento das transaminases hepáticas (usadas para investigar a função do fígado).
Relataram-se tontura e zumbido, que podem ser indicativos de superdose.
População especial
Crianças e adolescentes
Produtos contendo ácido acetilsalicílico, como AAS Protect, não devem ser utilizados por crianças e adolescentes para quadros de infecções virais com ou sem febre, sem antes consultar um médico. Em certas doenças virais, especialmente as causadas por varicela e vírus influenza A e B, há risco da Síndrome de Reye, uma doença muito rara, mas com potencial risco para a vida do paciente, que requer ação médica imediata. O risco pode aumentar quando o ácido acetilsalicílico é administrado concomitantemente na vigência desta doença embora a relação causal não tenha sido comprovada.
Vômitos persistentes na vigência destas doenças podem ser um sinal de Síndrome de Reye.
Crianças ou adolescentes não devem usar este medicamento para catapora ou sintomas gripais antes que um médico seja consultado sobre a síndrome de reye, uma rara, mas grave doença associada a este medicamento.
Efeitos sobre a capacidade de dirigir veículos e operar máquinas
AAS Protect não afeta a capacidade de dirigir veículos ou operar máquinas.
Gravidez e Amamentação
Informe imediatamente seu médico, se você descobrir que está grávida durante o tratamento com AAS Protect.
Não se recomenda o uso de medicamentos que contenham ácido acetilsalicílico durante o primeiro e o segundo trimestres de gravidez, a menos que seja realmente necessário. Em caso de necessidade de uso destes medicamentos por mulheres que pretendam engravidar ou durante o primeiro e o segundo trimestres de gravidez, as doses e a duração do tratamento devem ser as menores possíveis.
Durante o terceiro trimestre de gravidez, todos os inibidores da síntese de prostaglandinas podem expor:
O feto a:
- Toxicidade cardiopulmonar (coração e pulmão) (com fechamento prematuro do ducto arterioso e hipertensão pulmonar);
- Disfunção dos rins, que pode progredir para insuficiência dos rins, com oligohidrâmnios (baixa produção de líquido amniótico).
A mãe e a criança no final da gestação a:
- Possível prolongamento do tempo de sangramento, um efeito antiagregante que pode ocorrer mesmo após doses muito baixas;
- Inibição das contrações uterinas levando a atraso ou prolongamento do trabalho de parto.
Consequentemente, o ácido acetilsalicílico é contraindicado durante o terceiro trimestre de gestação.
Os salicilatos e seus metabólitos passam para o leite materno em pequenas quantidades. Como não foram observados até o momento efeitos adversos na criança (lactente) após uso eventual, em geral, é desnecessária a interrupção da amamentação. Entretanto, com o uso regular ou ingestão de altas doses de AAS Protect (mais que 150 mg/dia), a amamentação deve ser descontinuada precocemente.
Superdosagem
A toxicidade por salicilatos (> 100 mg/kg/dia por mais de 2 dias pode provocar toxicidade) pode ser resultado de intoxicação crônica terapeuticamente adquirida e de intoxicações agudas (superdose) com potencial risco para a vida do paciente, variando de ingestão acidental em crianças a intoxicações eventuais.
A intoxicação crônica por salicilatos pode ser insidiosa, visto que pode apresentar sinais e sintomas não específicos. A intoxicação crônica leve por salicilato, ou salicilismo, ocorre normalmente apenas após o uso repetido de doses elevadas. Os sintomas incluem tontura, vertigem, zumbido, surdez, sudorese (transpiração excessiva), náusea, vômito, dor de cabeça e confusão, e podem ser controlados com a redução da dose. Zumbidos podem ocorrer em concentrações plasmáticas de 150 a 300 microgramas/mL. Reações adversas mais graves ocorrem nas concentrações acima de 300 microgramas/mL.
A principal manifestação da intoxicação aguda é um distúrbio grave do equilíbrio ácido/base que pode variar de acordo com a idade e a gravidade da intoxicação. A acidose metabólica é a forma mais comum entre as crianças.
A severidade da intoxicação não pode ser estimada apenas pela concentração plasmática. A absorção do ácido acetilsalicílico pode ser retardada devido à redução do esvaziamento gástrico, formação de concreções no estômago, ou como resultado da ingestão de preparações com revestimento gastrorresistente. O tratamento da intoxicação por ácido acetilsalicílico é determinado pela sua extensão, estágio e sintomas clínicos e de acordo com as técnicas de tratamento padrão para intoxicação. Dentre as principais medidas deve-se acelerar a eliminação do medicamento bem como o restabelecimento do metabolismo ácido/base e eletrolítico.
Devido aos complexos efeitos fisiopatológicos da intoxicação por salicilatos, sinais e sintomas / achados de investigações podem incluir:
| Sinais e Sintomas | Achados de investigações | Medidas Terapêuticas |
| Intoxicação leve a moderada | - | Lavagem gástrica, administração repetida de carvão ativado, diurese alcalina forçada |
| Taquipneia (respiração acelerada), hiperventilação, alcalose respiratória | Alcalose, alcalúria | Monitoramento de fluidos e eletrólitos |
| Sudorese (transpiração) | - | - |
| Náusea e vômito | - | - |
| Intoxicação moderada a grave | - | Lavagem gástrica, administração repetida de carvão ativado, diurese alcalina forçada, hemodiálise em casos graves |
| Alcalose respiratória com acidose metabólica compensatória | Acidose, acidúria | Monitoramento de fluidos e eletrólitos |
| Hiperpirexia (febre muito alta) | - | Monitoramento de fluidos e eletrólitos |
| Respiratórios (variando de hiperventilação, edema pulmonar não cardiogênico à parada respiratória, asfixia) | - | - |
| Cardiovasculares (variando de disritmia, pressão sanguínea baixa (hipotensão) à parada cardíaca) | Por exemplo, pressão arterial, alteração do eletrocardiograma | - |
| Perdas de fluidos e eletrólitos (desidratação, baixo volume urinário, oligúria à insuficiência renal) | Por exemplo, potássio sanguíneo baixo (hipocalemia), sódio sanguíneo alto (hipernatremia), sódio sanguíneo baixo (hiponatremia), função alterada dos rins (disfunção renal) | Monitoramento de fluidos e eletrólitos |
| Danos no metabolismo da glicose, cetose | Glicose sanguínea alta (Hiperglicemia), Glicose sanguínea baixa (hipoglicemia) (principalmente em crianças) Aumento dos níveis de cetona | - |
| Zumbidos, surdez | - | - |
| Gastrintestinal (sangramentos gastrintestinais) | - | - |
| Hematológicos (variando de inibição plaquetária à coagulopatia, alteração na coagulação sanguínea | Por exemplo, prolongamento do tempo de protrombina, hipoprotrombinemia | - |
| Neurológico (encefalopatia tóxica e depressão do Sistema Nervoso Central com manifestações que variam de letargia, confusão a coma e convulsões) | - | - |
Interação alimentícia
Álcool
Aumento do dano à mucosa gastrintestinal e prolongamento do tempo de sangramento devido a efeitos aditivos do Ácido Acetilsalicílico (substância ativa) e do álcool.
Contra indicações
Não tome AAS Protect se:
- For alérgico ao ácido acetilsalicílico ou a outros salicilatos ou a qualquer dos ingredientes do medicamento (se não tiver certeza se é alérgico ao ácido acetilsalicílico, consulte o seu médico);
- Tiver tendência para sangramentos (diátese hemorrágica);
- Tiver úlceras do estômago ou do intestino (úlceras gastrintestinais agudas);
- Já teve crise de asma induzida pelo uso de salicilatos ou outras substâncias semelhantes, especialmente anti-inflamatórios não-esteroidais;
- Estiver em tratamento com metotrexato em doses iguais ou superiores a 15 mg por semana;
- Tiver uma insuficiência grave do fígado;
- Tiver uma insuficiência grave dos rins;
- Tiver uma insuficiência grave do coração;
- Estiver no último trimestre de gravidez.
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Para que serve o AAS Protect 100mg?
O AAS Protect é indicado para reduzir o risco de eventos cardiovasculares, como infarto e trombose, agindo como inibidor da agregação plaquetária. -
Quais são as contraindicações do AAS Protect?
Não use se for alérgico ao ácido acetilsalicílico, tiver úlceras gastrintestinais, insuficiências graves do fígado, rins ou coração, ou se estiver no último trimestre de gravidez. -
Como devo tomar o AAS Protect 100mg?
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Quais os principais benefícios do AAS Protect?
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O AAS Protect é seguro para uso prolongado?
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Posso usar o AAS Protect com outros medicamentos?
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Crianças e adolescentes podem usar AAS Protect?
| Categorias | |
|---|---|
| EAN | 7897595903693 |
| Tipo de Medicamento | Referência |
| Classe Terapêutica | Inibidores Da Agregação Plaquetária, Ciclo-Oxigenase Inibidores |
| Princípio Ativo | Ácido Acetilsalicílico |
| Forma Farmacêutica | Comprimido |
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