Amplacilina 250mg/5ml Suspensão 60ml
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Medicamento Referência
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Medicamento Tarja Vermelha
Para que serve
A Amplacilina está indicada no tratamento de diversas infecções causadas por microorganismos sensíveis a este medicamento. São elas:
- Infecções do trato urinário (infecções urinárias);
- Infecções do trato respiratório (amidalites, sinusites, pneumonias);
- Infecções do trato digestivo e biliar (infecções intestinais e da vesícula biliar);
- Infecções localizadas ou sistêmicas (generalizadas), especialmente as causadas por germes do grupo enterococos, Haemophilus, Proteus, Salmonella e E. coli;
- Infecções bucais, extrações dentárias infectadas e outras intervenções cirúrgicas.
Como a Amplacilina funciona?
A ampicilina, princípio ativo da Amplacilina é um antibiótico derivado das penicilinas que provoca a morte dos microrganismos sensíveis. Sua ação inicia-se minutos após a administração de uma dose, mantendo-se adequada por 6 horas ou mais.
A Amplacilina (ampicilina) está indicada no tratamento de diversas infecções causadas por microrganismos sensíveis a este medicamento.
Como usar
Amplacilina Cápsulas
A ampicilina, princípio ativo deste medicamento, atinge níveis no sangue eficazes quando administrada por via oral. Sendo assim, deve-se preferir esta via de administração. Nos casos de impedimento, pode-se utilizar a via injetável e passar para a via oral assim que possível.
A critério médico e de acordo com a maior ou menor gravidade da infecção recomenda-se a seguinte posologia, de acordo com o tipo de infecção:
| Infecção | Posologia |
| Vias respiratórias (amidalites, sinusites, pneumonias) | 500 mg a cada 6 horas |
| Trato gastrintestinal (infecções intestinais) | 500 mg a cada 6 horas |
| Vias geniturinárias (infecções urinárias) | 500 mg a cada 6 horas |
Não devem ser utilizadas doses menores que as recomendadas na tabela acima. Em infecções graves o tratamento poderá ser prolongado por várias semanas, e doses mais elevadas poderão ser necessárias.
Mesmo após cessarem todos os sintomas ou tornarem-se negativas as culturas (exames que pesquisam a presença de bactérias), os pacientes devem continuar o tratamento pelo menos por 48 a 72 horas.
As amidalites bacterianas causadas pelos estreptococos hemolíticos (um tipo de bactéria) requerem um mínimo de 10 dias de tratamento para evitar manifestações de febre reumática (doença inflamatória que pode afetar coração, articulações e o cérebro) ou glomerulonefrite (inflamação dos glomérulos dos rins, ou seja, das minúsculas estruturas compostas de vasos e fibras nervosas que respondem diretamente pela filtração do sangue).
Nas infecções urinárias e gastrintestinais de natureza crônica são necessárias frequentes avaliações médicas onde podem ser indicados exames laboratoriais para a confirmação da cura bacteriológica (eliminação dos microrganismos).
Blenorragia (gonorreia)
Em adultos pode ser tratada com dose única de 2,0 g de ampicilina associada a 1,0 g de probenecida administradas simultaneamente. O seguimento, por meio de culturas bacterianas (4 a 7 dias em homens e de 7 a 14 dias em mulheres após o tratamento), a critério médico, é indicado. O tratamento da gonorréia pode mascarar os sintomas da sífilis.
Sendo assim, a possibilidade do paciente possuir ambas as doenças associadas não deve ser descartada.
Administração
As cápsulas de Amplacilina devem ser ingeridas com um pouco de líquido, preferencialmente água, cerca de 30 minutos a 1 hora antes das refeições.
Amplacilina pó para solução injetável
A ampicilina, princípio ativo deste medicamento, atinge níveis no sangue eficazes quando administrada por via oral. Sendo assim, deve-se preferir esta via de administração. Nos casos de impedimento, pode-se utilizar a via injetável e passar para a via oral assim que possível.
Este medicamento é indicado para o uso em adultos e crianças. Uma infecção mais grave pode determinar uma dosagem maior do que as usuais em adultos.
As doses recomendadas para crianças destinam-se àquelas cujo peso não resulte em doses mais altas que para adultos.
A critério médico e de acordo com a maior ou menor gravidade da infecção recomenda-se a seguinte posologia:
| Infecção | Adultos | Crianças |
| Vias Respiratórias (amidalites, sinusites, pneumonias) | 200-500mg a cada 6 horas | 25-50 mg/kg/dia em doses iguais em cada 6 a 8 horas |
| Trato Gastrintestinal (infecções intestinais) | 500 mg a cada 6 horas | 50-100 mg/kg/dia em doses iguais em cada 6 a 8 horas |
| Vias Geniturinárias (infecções urinárias) | 500 mg a cada 6 horas | 50-100 mg/kg/dia em doses iguais em cada 6 a 8 horas |
| Meningite Bacteriana | 8 a 14 g a cada 24 horas | 100 a 200 mg/kg/dia |
Não devem ser utilizadas doses menores que as recomendadas na tabela acima. Em infecções graves o tratamento poderá ser prolongado por várias semanas, e doses mais elevadas poderão ser necessárias.
Mesmo após cessarem todos os sintomas ou tornarem-se negativas as culturas (exames que pesquisam a presença de bactérias), os pacientes devem continuar o tratamento pelo menos por 48 a 72 horas.
As amidalites bacterianas causadas pelos estreptococos hemolíticos (tipo de bactéria) requerem um mínimo de 10 dias de tratamento para evitar manifestações de febre reumática (doença inflamatória que pode afetar coração, articulações e o cérebro) ou glomerulonefrite (inflamação dos glomérulos dos rins, ou seja, das minúsculas estruturas compostas de vasos e fibras nervosas que respondem diretamente pela filtração do sangue).
Nas infecções crônicas das vias geniturinárias e gastrintestinais são necessárias frequentes avaliações bacteriológicas e clínicas, assim como exames pós-tratamento repetidos por vários meses, para confirmação de cura bacteriológica (eliminação dos microrganismos).
Blenorragia (gonorréia)
Em adultos pode ser tratada com dose única de 3,5 g de ampicilina associada a 1,0 g de probenecida administradas simultaneamente. O seguimento, por meio de culturas bacterianas (4 a 7 dias em homens e de 7 a 14 dias em mulheres após o tratamento), a critério médico, é indicado. O tratamento da gonorréia pode mascarar os sintomas da sífilis. Sendo assim, a possibilidade do paciente possuir ambas as doenças associadas não deve ser descartada.
Administração
O preparo e a administração da Amplacilina devem ser realizados de acordo com o descrito a seguir:
Administração intramuscular
Diluir com o diluente (água para injetáveis 3 mL) que acompanha cada frasco-ampola e aplicar em injeção intramuscular profunda. A solução deve ser utilizada em até uma hora após a reconstituição.
Administração intravenosa direta
Diluir cada frasco de 1g com 3 mL do diluente. Injetar lentamente, de modo que a injeção demore no mínimo 10 a 15 minutos. Administrações mais rápidas podem resultar em convulsões.
Administração intravenosa contínua
Diluir cada frasco de 1g com 3 mL do diluente. A seguir, a solução resultante deve ser misturada com fluidos próprios para infusão intravenosa, de tal forma que se obtenha uma concentração entre 2 e 30 mg/mL.
Estudos de estabilidade com a ampicilina sódica, em várias soluções para infusão intravenosa, indicam que este fármaco permanece estável em temperatura ambiente (entre 15ºC e 30ºC), nas seguintes soluções, concentrações e nos tempos indicados:
| Solução intravenosa | Concentração | Tempo |
| Solução de cloreto de sódio 0,9% | até 30 mg/mL | 8 horas |
| Solução M/6 lactato de sódio | até 30 mg/mL | 8 horas |
| Soro glicosado 5% | até 2 mg/mL | 4 horas |
| Soro glicosado 10% | até 2 mg/mL | 4 horas |
| Solução de Ringer com Lactato | até 30 mg/mL | 8 horas |
O que devo fazer quando eu me esquecer de usar o Amplacilina?
O esquecimento da administração da Amplacilina, resultando em uso com intervalos maiores do que o recomendado entre as doses, pode comprometer o resultado do tratamento.
Composição
Amplacilina Cápsula
Cada cápsula contém:
| Ampicilina (na forma anidra) | 500 mg |
| Excipientes* q.s.p | 1 cápsula |
*Excipientes: lactose, metilcelulose, ácido esteárico e estearato de magnésio.
Amplacilina pó para solução injetável
Cada frasco-ampola de pó para solução injetável 1 g contém:
| Ampicilina sódica | 1 g |
Cada ampola de diluente contém:
| Água para injetáveis | 3 mL |
Precauções
Recomenda-se a realização de testes antes do início do tratamento com antibióticos, para determinar os microrganismos causadores da infecção (culturas) e provas de sensibilidade destes microrganismos contra o antibiótico, no caso a ampicilina (antibiograma).
Deve-se ressaltar que isso pode não ser necessário em todos os casos, pois há critérios médicos que determinam, para cada caso, a indicação destes exames.
A forma injetável da medicação deve ser reservada para casos de infecções de maior gravidade (meningites, infecções generalizadas, infecções em partes do coração), ou ainda, para pacientes inaptos a receber a forma oral. Reações de hipersensibilidade (alergia) sérias e ocasionalmente fatais foram registradas em pacientes sob tratamento com penicilinas (classe de antibióticos da ampicilina).
Ainda que o risco seja maior na terapêutica injetável, há casos relatados na administração oral de penicilinas. Os indivíduos com tendência a desenvolver quadros alérgicos por vários fatores e com maior frequência são mais susceptíveis a estas reações. Histórico de alergias prévias, tanto a medicamentos, como a outros tipos de substâncias deve ser considerado antes do início do tratamento com Amplacilina.
Caso ocorram reações alérgicas, o paciente deve procurar imediatamente o médico para iniciar o tratamento adequado e a interrupção do uso da Amplacilina deve ser considerada. Reações anafiláticas (alérgicas) intensas requerem tratamento de emergência em unidades médicas especializadas.
Quando este medicamento for utilizado por tempo prolongado, existe a possibilidade de se desenvolver quadros infecciosos graves por fungos ou mesmo bactérias, portanto estes tratamentos devem ser avaliados criteriosamente.
Sugere-se maior espaçamento das doses (a cada 12 ou 16 horas) para o tratamento de infecções sistêmicas (generalizadas).
Nos portadores de insuficiência grave dos rins, pode haver acúmulo de ampicilina. Seu médico deve ser comunicado se você for portador de mau funcionamento dos rins.
Exames laboratoriais
Assim como para qualquer fármaco (princípio ativo) potente, avaliações periódicas das funções renal (dos rins), hepática (do fígado) e análises das células sanguíneas podem ser indicadas, especialmente durante tratamentos prolongados. Deve-se ressaltar que isso pode não ser necessário em todos os casos, pois há critérios médicos que determinam, para cada caso, a indicação destes exames.
Reações adversas
Assim como com outras penicilinas, a maioria das reações adversas estão essencialmente limitadas a reações alérgicas. Estas ocorrem com maior probabilidade em indivíduos que demonstraram reações prévias de alergia a urticária (coceira).
Podem ser atribuídas ao uso da ampicilina as seguintes reações adversas:
Reações comuns (>1/100 e <1/10)
- - Sistema Nervoso Central: dor de cabeça;
- - Sistema digestivo: estomatite (feridas que podem atingir desde a cavidade oral até o estômago) por Candida (um tipo de fungo), náusea, vômito, diarreia;
- - Sistema geniturinário: vulvovaginite (inflamação da vulva e vagina) por Candida.
Reações incomuns (>1/1000 e <1/100)
- - Sistema cardiovascular: hipotensão arterial (pressão baixa);
- - Pele: vermelhidão na pele, urticária (coceira), dermatite esfoliativa (descamação da pele);
- - Equilíbrio hidroeletrolítico: inchaço;
- - Sistema respiratório: falta de ar;
- - Sistema digestivo: dor na região do estômago.
Reações raras (>1/10000 e < 1/1000)
- - Sistema circulatório: trombose venosa (oclusão total ou parcial de uma veia), tromboflebite (trombose com inflamação);
- - Sistema digestivo: doença do fígado, aumento das enzimas produzidas pelo fígado, colite pseudomembranosa (inflamação do intestino grosso pela bactéria Clostridium difficile);
- - Sistema geniturinário: nefrite intersticial (inflamação do tecido dos rins), insuficiência renal aguda (mau funcionamento dos rins), cristalúria (formação de cristais na urina);
- - Pele: necrose epidérmica tóxica (doença grave em que a camada superficial da pele se solta), eritema multiforme (inflamação da pele, caracterizada por lesões avermelhadas, vesículas e bolhas), síndrome de Stevens-johnson (forma grave, às vezes fatal, do eritema multiforme);
- - Sistema nervoso central: confusão mental sem outra especificação, convulsões, febre;
- - Equilíbrio hidroeletrolítico: hipopotassemia (baixos níveis de potássio no sangue);
- - Hematológicas e linfáticas (alterações sanguíneas): Anemia e diminuição isolada dos elementos sanguíneos, como plaquetas e glóbulos brancos, têm sido ocasionalmente relatadas durante a terapêutica com penicilinas. Estas reações são usualmente reversíveis com interrupção do tratamento, e acredita-se serem fenômenos alérgicos;
- - Imunológicas: anafilaxia (reação alérgica grave);
- - Osteomuscular: exacerbação da miastenia gravis (doença rara que afeta os músculos);
- - Local da injeção: sintomas como vermelhidão ou dor no local da injeção.
População especial
Uso durante a gravidez
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.
Uso durante a lactação
Pequenas concentrações de ampicilina foram detectadas no leite materno. Os efeitos para o lactente, caso existam, não são conhecidos. A Amplacilina deve ser administrada com cautela para mulheres que estão em fase de amamentação.
Efeitos sobre a habilidade de dirigir veículos e/ou operar máquinas
Não há evidências de que a ampicilina diminua a habilidade de dirigir veículos e/ou operar máquinas.
Pacientes idosos
Devem ser seguidas as orientações gerais descritas anteriormente.
Superdosagem
As penicilinas não são muito tóxicas ao homem. Mesmo que em altas doses, é improvável que ocorram efeitos tóxicos graves.
Pacientes com doença nos rins são mais propensos a alcançar níveis sanguíneos tóxicos.
A ampicilina pode ser removida por hemodiálise.
Não havendo antídoto específico, o tratamento, quando necessário, deve ser de suporte. Portanto, deve-se procurar atendimento médico caso ocorra ingestão de altas doses deste medicamento.
Contra indicações
Amplacilina é contraindicada para pacientes com história de reações de hipersensibilidade (alergia) às penicilinas (classe de antibióticos onde a ampicilina se enquadra) e/ou demais componentes da formulação.
Também não deve ser administrada a pacientes sensíveis às cefalosporinas (outra classe de antibióticos) devido à ocorrência de reação alérgica cruzada.
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Quais são os principais usos da Amplacilina 250mg/5ml Suspensão 60ml?
A Amplacilina é usada no tratamento de infecções urinárias, respiratórias, digestivas, bucais e biliares causadas por microrganismos sensíveis. -
Como a Amplacilina deve ser administrada?
A Amplacilina atinge níveis eficazes via oral. Prefira esta via. Utilize a injetável para infecções graves ou se a forma oral for inviável. -
Quais são as contraindicações da Amplacilina?
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Quais são as principais reações adversas da Amplacilina?
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Posso usar a Amplacilina durante a gravidez ou amamentação?
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Qual a posologia recomendada para a Amplacilina?
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A Amplacilina pode ter interação com outros medicamentos?
| Categorias | |
|---|---|
| EAN | 7891317007584 |
| Tipo de Medicamento | Referência |
| Classe Terapêutica | Penicilinas Orais de Amplo Espectro |
| Princípio Ativo | Ampicilina Sódica |
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