Apixabana 2,5mg Com 20 Comprimidos Genérico Sandoz
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Medicamento Genérico
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Medicamento Tarja Vermelha
Para que serve
Valsartana + Hidroclorotiazida + Besilato de Anlodipino (substância ativa) é indicado para o tratamento da hipertensão em pacientes cuja pressão arterial não foi adequadamente controlada com a valsartana associada à hidroclorotiazida ou com a valsartana associada ao besilato de anlodipino.
Como usar
Os comprimidos de besilato de anlodipino devem ser engolidos inteiros, sem mastigar, com líquido. A alimentação não interfere com a ação deste medicamento, podendo o mesmo ser ingerido juntamente com alimentos.
Posologia
Pacientes cuja pressão arterial não esteja adequadamente controlada com a valsartana associada à hidroclorotiazida ou com a valsartana associada ao besilato de anlodipino, podem ter seu tratamento mudado para Valsartana + Hidroclorotiazida + Besilato de Anlodipino (substância ativa).
A dose inicial recomendada de Valsartana + Hidroclorotiazida + Besilato de Anlodipino (substância ativa) para o tratamento da hipertensão é Valsartana + Hidroclorotiazida + Besilato de Anlodipino (substância ativa) (160/12,5 mg + 5 mg) uma vez ao dia. Nos pacientes que não apresentarem controle adequado da pressão arterial com a dose inicial diária recomendada, esta pode ser aumentada para Valsartana + Hidroclorotiazida + Besilato de Anlodipino (substância ativa) (160/12,5 mg + 10 mg) ou Valsartana + Hidroclorotiazida + Besilato de Anlodipino (substância ativa) (160/25 mg + 5 mg) ou Valsartana + Hidroclorotiazida + Besilato de Anlodipino (substância ativa) (160/25 mg + 10 mg), uma vez ao dia.
O efeito anti-hipertensivo máximo da valsartana + hidroclorotiazida manifesta-se dentro de 2 a 4 semanas.
Valsartana + hidroclorotiazida
Insuficiência renal
Não é necessário ajustar a dose em pacientes com insuficiência renal leve a moderada (Taxa de Filtração Glomerular (TFG) > 30 mL/min). Devido ao componente hidroclorotiazida, Valsartana + Hidroclorotiazida + Besilato de Anlodipino (substância ativa) é contraindicado em pacientes com anúria.
Insuficiência hepática
Nenhum ajuste de dose é necessário para pacientes com insuficiência hepática leve a moderada.
Pacientes pediátricos (abaixo de 18 anos)
A segurança e a eficácia de valsartana + hidroclorotiazida não foi estabelecida.
Anlodipino
Adultos
A dose oral anti-hipertensivo inicial habitual de amlodipina é de 5 mg uma vez por dia com uma dose máxima de 10 mg uma vez por dia.
Insuficiência Renal
Não é necessário ajuste da dose em pacientes com insuficiência renal.
Insuficiência Hepática
O anlodipino deve ser administrado com cautela em pacientes com insuficiência hepática.
Crianças
A segurança e a eficácia do anlodipino em crianças não foram estabelecidas.
Pacientes Idosos
Não é necessário ajuste da dose inicial.
Dose Omitida
Caso o paciente esqueça de administrar Valsartana + Hidroclorotiazida + Besilato de Anlodipino (substância ativa) no horário estabelecido, deve fazê-lo assim que lembrar.
Entretanto, se já estiver perto do horário de administrar a próxima dose, deve desconsiderar a dose esquecida e utilizar a próxima. Neste caso, o paciente não deve tomar a dose duplicada para compensar doses esquecidas.
O esquecimento da dose pode comprometer a eficácia do tratamento.
Precauções
Valsartana + hidroclorotiazida
Alterações dos eletrólitos séricos
O uso concomitante com diuréticos poupadores de potássio, suplementos de potássio, substitutos do sal que contenham potássio ou outros medicamentos que aumentem o nível sérico de potássio (heparina, etc.) deve ser realizado com cautela.
Tem sido relatada a ocorrência de hipocalemia em pacientes sob tratamento com diuréticos tiazídicos. Portanto, recomenda-se monitorização frequente do potássio sérico.
O tratamento com diuréticos tiazídicos tem sido associado à hiponatremia e alcalose hipoclorêmica. Os tiazídicos aumentam a excreção urinária de magnésio, o que pode resultar em hipomagnesemia.
Pacientes com depleção de sódio e/ou de volume
Em pacientes com depleção grave de sódio e/ou hipovolemia, como nos que estejam recebendo altas doses de diuréticos, pode ocorrer, em casos raros, hipotensão sintomática após o início da terapia com valsartana + hidroclorotiazida. A depleção de sódio e/ou a hipovolemia devem ser corrigidas antes do início do tratamento com valsartana + hidroclorotiazida. Se ocorrer hipotensão, manter o paciente em posição supina e, se necessário, administrar infusão de solução salina fisiológica por via intravenosa. O tratamento com valsartana + hidroclorotiazida pode ser reintroduzido assim que a pressão arterial estiver estabilizada.
Pacientes com estenose arterial renal
O uso de valsartana + hidroclorotiazida não está estabelecido em pacientes com estenose de artéria renal unilateral ou bilateral ou estenose em rim único.
Pacientes com insuficiência renal
Nenhum ajuste de dose é necessário em pacientes com insuficiência renal leve a moderada (TFG ≥ 30 mL/min).
O uso de bloqueadores do receptor de angiotensina (BRAs) – incluindo valsartana – ou inibidores da ECA juntamente com alisquireno deve ser evitado em pacientes com insuficiência renal grave (TFG < 30 mL/min).
Pacientes com insuficiência hepática
Em pacientes com insuficiência hepática leve a moderada não é necessário ajuste de dose.
Angioedema
Angioedema, incluindo inchaço da laringe e glote, causando a obstrução da via aérea e/ou inchaço da face, lábios, faringe e/ou língua foi reportado em pacientes tratados com valsartana; alguns destes pacientes apresentaram angioedema previamente com outros medicamentos incluindo inibidores da ECA. Valsartana + Hidroclorotiazida + Besilato de Anlodipino (substância ativa) deverá ser descontinuado imediatamente em pacientes que desenvolverem angioedema, e Valsartana + Hidroclorotiazida + Besilato de Anlodipino (substância ativa) não deverá ser administrado novamente.
Lúpus eritematoso sistêmico
Tem sido relatado que os diuréticos tiazídicos, incluindo a hidroclorotiazida, exacerbam ou ativam o lúpus eritematoso sistêmico.
Outros distúrbios metabólicos
Os diuréticos tiazídicos, incluindo a hidroclorotiazida, podem alterar a tolerância à glicose e podem elevar os níveis séricos do colesterol e dos triglicérides.
Como outros diuréticos, a hidroclorotiazida pode elevar os níveis séricos de ácido úrico devido ao clearance (depuração) reduzido de ácido úrico e pode causar ou exacerbar a hiperuricemia e precipitar a gota em pacientes susceptíveis.
Os diuréticos tiazídicos diminuem a excreção urinária de cálcio e podem causar leve elevação de cálcio sérico na ausência de distúrbios conhecidos do metabolismo de cálcio. Uma vez que a hidroclorotiazida pode elevar as concentrações séricas de cálcio, esta deve ser utilizada com cautela em pacientes com hipercalcemia. Hipercalcemia marcada não responsiva à retirada de tiazídicos ou ≥ 12 mg/dL pode ser evidência de um processo hipercalcêmico subjacente independente de tiazídicos.
Alterações patológicas na glândula da paratireoide de pacientes com hipercalcemia e hipofosfatemia foram observadas em alguns pacientes sob terapia prolongada com tiazídicos. Se ocorrer hipercalcemia, esclarecimentos diagnósticos serão necessários.
Geral
Reações de hipersensibilidade à hidroclorotiazida são mais prováveis em pacientes com alergia e asma.
Glaucoma agudo de ângulo fechado
A hidroclorotiazida, uma sulfonamida, foi associada com uma reação idiossincrática resultando em miopia aguda e glaucoma agudo de ângulo fechado transitórios. Os sintomas incluem início agudo da redução da acuidade visual ou dor ocular e tipicamente ocorrem dentro de horas a semanas após o início da terapia. Se não tratado, o glaucoma agudo de ângulo fechado pode levar a perda permanente da visão.
O tratamento primário é descontinuar a hidroclorotiazida o mais rápido possível. Tratamento médico ou cirúrgico imediatos podem precisar ser considerados se a pressão intraocular permanecer descontrolada. Fatores de risco para desenvolver o glaucoma agudo de ângulo fechado podem incluir histórico de alergia a sulfonamida ou a penicilina.
Pacientes com falência cardíaca/ pós-infarto do miocárdio
Em pacientes nos quais a função renal pode depender da atividade do sistema da renina-angiotensina-aldosterona (por ex.: pacientes com falência cardíaca congestiva grave), o tratamento com inibidores da enzima conversora de angiotensina ou antagonista dos receptores de angiotensina foi associado com oligúria e/ou azotemia progressiva, e em casos raros com falência renal aguda e/ou morte. Na avaliação de pacientes com falência cardíaca ou pós-infarto do miocárdio deve ser sempre incluída a avaliação da função renal.
Duplo Bloqueio do Sistema Renina-Angiotensina (SRA)
É necessário precaução na coadministração de BRAs, incluindo valsartana, com outros agentes inibidores do SRA como IECAs ou alisquireno.
Mulheres com potencial para engravidar
Assim como para qualquer medicamento que age diretamente no SRAA, o Valsartana + Hidroclorotiazida + Besilato de Anlodipino (substância ativa) não deverá ser utilizado em mulheres que estão planejando engravidar. Os profissionais de saúde prescrevendo qualquer agente que atue no SRAA devem orientar as mulheres com potencial para engravidar sobre os potenciais riscos destes agentes durante a gravidez. Não há informações sobre os efeitos do anlodipino na fertilidade humana. Estudos em ratas não demonstraram efeitos de anlodipino na fertilidade.
Gravidez
Assim como para qualquer medicamento que age diretamente no SRAA, o Valsartana + Hidroclorotiazida + Besilato de Anlodipino (substância ativa) não deverá ser utilizado em mulheres grávidas. Devido ao mecanismo de ação dos antagonistas de angiotensina II, o risco para o feto não deve ser excluído.
Em exposição do útero inibidores da enzima conversora de angiotensina (ECA) (uma classe específica de medicamentos que agem no sistema renina-angiotensina-aldosterona – SRAA), administrados a gestantes durante o segundo e terceiro trimestres da gestação, houve lesões e morte de feto em desenvolvimento.
Além disso, nos dados retrospectivos, o uso de inibidores da ECA no primeiro trimestre foi associado a um risco potencial de anomalias congênitas. Houve relatos de aborto espontâneo, oligodrâmnio e disfunção renal no recém-nascido quando a mulher grávida tomou a valsartana inadvertidamente. Os médicos que prescrevem qualquer agente que atue no SRAA devem aconselhar as mulheres com potencial de engravidar sobre o risco potencial destes agentes durante a gravidez.
A exposição intrauterina a diuréticos tiazídicos, incluindo a hidroclorotiazida, está associada com icterícia ou trombocitopenia fetal ou neonatal, e pode ser associada com outras reações adversas que ocorrem em adultos.
Se ocorrer gravidez durante o tratamento, valsartana + hidroclorotiazida deve ser descontinuado assim que possível.
Não há estudos clínicos adequados com anlodipino em mulheres grávidas. Estudos com anlodipino em animais mostraram toxicidade reprodutiva em doses 8 vezes maiores que a dose máxima recomendada de 10 mg para humanos. O risco potencial para humanos é desconhecido. Se for detectada gravidez durante o tratamento, anlodipino deve ser descontinuado assim que possível.
Lactação
Não se sabe se a valsartana é excretada no leite humano. A valsartana foi excretada no leite de ratas lactantes. A hidroclorotiazida atravessa a placenta e é excretada no leite humano. Portanto, não se recomenda o uso de valsartana + hidroclorotiazida em lactantes.
Não se sabe se o anlodipino é excretado no leite materno. Portanto, não é aconselhado o uso de anlodipino em mulheres que estejam amamentando.
Fertilidade
Não há nenhuma informação sobre os efeitos de valsartana ou hidroclorotiazida na fertilidade humana. Estudos em ratos não demonstraram efeito de valsartana ou hidroclorotiazida na fertilidade.
Não há informações sobre os efeitos do anlodipino na fertilidade humana. Estudos em ratas não demonstraram efeitos de anlodipino na fertilidade.
Anlodipino
Pacientes com insuficiência hepática
O anlodipino é extensivamente metabolizado pelo fígado. Deve-se ter cuidado especial quando anlodipino é administrado a pacientes com insuficiência hepática.
Pacientes com Insuficiência Cardíaca
Em geral, bloqueadores do canal de cálcio, incluindo o anlodipino, devem ser utilizados com cautela em pacientes com insuficiência cardíaca congestiva grave (classe funcional III – IV da Associação Cardíaca de Nova Iorque (NYHA)).
Pacientes com infarto agudo do miocárdio
Piora da angina e infarto agudo do miocárdio podem se desenvolver após o início ou o aumento da dose de anlodipino, particularmente em pacientes com doença arterial coronariana obstrutiva severa.
Pacientes com estenose aórtica e da válvula mitral, cardiomiopatia hipertrófica obstrutiva
Assim como todos os outros vasodilatadores, é necessário cuidado especial quando se utiliza o anlodipino em pacientes que sofrem de estenose aórtica ou mitral ou de cardiomiopatia hipertrófica obstrutiva.
Efeitos sobre a habilidade de dirigir veículos e/ou operar máquinas
Assim como com outros agentes anti-hipertensivos, recomenda-se cautela ao se operar máquinas e/ou dirigir veículos.
A experiência clínica com besilato de anlodipino indica que é improvável o comprometimento da habilidade de dirigir ou operar máquinas.
Reações adversas
Valsartana + hidroclorotiazida
As reações adversas reportadas em estudos clínicos e em achados laboratoriais ocorrendo mais frequentemente com valsartana e hidroclorotiazida versus placebo e relatos individuais pós-comercialização estão apresentados abaixo de acordo com o sistema de classe de órgãos. As reações adversas conhecidas por ocorrerem com cada componente individualmente, mas que não foram vistas em estudos clínicos, podem ocorrer durante o tratamento de valsartana/hidroclorotiazida.
Reações adversas ao medicamento estão listadas por frequência, a mais frequente primeiro, utilizando a seguinte convenção
- Muito comum (> 1/10);
- Comum (> 1/100, < 1/10);
- Incomum (> 1/1.000, < 1/100);
- Rara (> 1/10.000, < 1/1.000);
- Muito rara (< 1/10.000),
- Desconhecida (não pode ser estimada pelos dados disponíveis).
Dentro de cada grupo de frequência, as reações adversas estão listadas em ordem decrescente de gravidade.
| Classe de órgãos | Categoria de frequência | Reações adversas |
| Distúrbios do sistema sanguíneo e linfático | Desconhecida | Neutropenia. |
| Distúrbios do metabolismo e nutrição | Incomum | Desidratação. |
| Desconhecida | Hipocalemia, hiponatremia. | |
| Distúrbios do sistema nervoso | Muito rara | Tontura. |
| Incomum | Parestesia. | |
| Desconhecida | Síncope. | |
| Distúrbios dos olhos | Incomum | Visão borrada. |
| Distúrbios do ouvido e do labirinto | Incomum | Zumbido. |
| Distúrbios vasculares | Incomum | Hipotensão. |
| Distúrbios respiratórios torácicos e mediastínicos | Incomum | Tosse. |
| Desconhecida | Edema pulmonar não cardiogênico. | |
| Distúrbios gastrointestinais | Muito rara | Diarreia. |
| Distúrbios musculoesqueléticos e do tecido conectivo | Incomum | Mialgia. |
| Muito rara | Artralgia. | |
| Distúrbios renais e urinários | Desconhecida | Comprometimento renal. |
| Distúrbios gerais e do local de administração | Incomum | Fadiga. |
| Laboratoriais | Desconhecida | Ácido úrico no sangue aumentado, bilirrubina no sangue e creatinina no sangue aumentadas, ureia sanguínea aumentada. |
Os eventos a seguir também foram observados durante os estudos clínicos em pacientes hipertensos independente da relação causal com o medicamento do estudo: dor abdominal, dor no abdômen superior, ansiedade, artrite, astenia, dor nas costas, bronquite, bronquite aguda, dor no peito, tontura postural, dispepsia, dispneia, boca seca, epístaxe, disfunção erétil, gastroenterite, dor de cabeça, hiper-hidrose, hipoestesia, gripe, insônia, estiramento do ligamento, espasmo muscular, tensão muscular, congestão nasal, nasofaringite, náusea, dor no pescoço, edema, edema periférico, otite média, dor nas extremidades, palpitações, dor faringolaríngea, polaciúria, pirexia, sinusite, congestão sinusal, sonolência, taquicardia, infecções do trato respiratório superior, infecções do trato urinário, vertigem, infecções virais, distúrbios visuais.
Informações adicionais sobre os componentes individualmente
As reações adversas previamente reportadas com os componentes individualmente, também podem ter efeitos indesejáveis com valsartana + hidroclorotiazida, mesmo que não tenham sido observadas nos estudos clínicos ou durante o período pós-comercialização.
Valsartana
| Classe de órgãos | Categoria de frequência | Reações adversas |
| Distúrbios do sangue e sistema linfático | Desconhecida | Hemoglobina diminuída, hematócrito diminuído, trombocitopenia. |
| Distúrbios do sistema imunológico | Desconhecida | Hipersensibilidade incluindo doença do soro. |
| Distúrbios do metabolismo e nutrição | Desconhecida | Potássio no sangue aumentado. |
| Distúrbios do ouvido e do labirinto | Incomum | Vertigem. |
| Distúrbios vasculares | Desconhecida | Vasculite. |
| Distúrbios gastrointestinais | Incomum | Dor abdominal. |
| Distúrbios hepatobiliares | Desconhecida | Testes da função hepática anormais. |
| Distúrbios da pele e tecidos subcutâneos | Desconhecida | Angioedema, dermatite bolhosa, rash prurido. |
| Distúrbios renais e urinários | Desconhecida | Falência renal. |
Os eventos a seguir também foram observados durante os estudos clínicos em pacientes hipertensos independentemente de sua relação causal com o medicamento do estudo
Artralgia, astenia, dor nas costas, diarreia, tontura, dor de cabeça, insônia, diminuição da libido, náusea, edema, faringite, rinite, sinusite, infecção do trato respiratório superior, infecção viral.
Hidroclorotiazida
| Classe de órgãos | Categoria de frequência | Reações adversas |
| Distúrbios do sistema sanguíneo e linfático | Rara | Trombocitopenia, algumas vezes com púrpura. |
| Muito rara | Leucopenia, agranulocitose, falência da medula óssea e anemia hemolítica. | |
| Desconhecida | Anemia aplástica. | |
| Distúrbios do sistema imunológico | Muito rara | Vasculite necrosante, reações de hipersensibilidade - desconforto respiratório, incluindo pneumonite e edema pulmonar. |
| Distúrbios do metabolismo e nutrição | Muito comum | Principalmente em altas doses, aumento dos lipídeos no sangue. |
| Comum | Hipomagnesemia, hiperuricemia e apetite diminuído. | |
| Rara | Hipercalcemia, hiperglicemia, glicosúria e piora do estado metabólico diabético. | |
| Muito rara | Alcalose hipoclorêmica. | |
| Distúrbios psiquiátricos | Rara | Distúrbios do sono. |
| Distúrbios do sistema nervoso | Rara | Dor de cabeça, tonturas, depressão e parestesia. |
| Distúrbios oculares | Rara | Comprometimento visual, particularmente nas primeiras semanas de tratamento. |
| Desconhecida | Glaucoma de ângulo fechado. | |
| Distúrbios cardíacos | Rara | Arritmias. |
| Distúrbios vasculares | Comum | Hipotensão ortostática, que pode ser agravada pelo álcool, anestésicos ou sedativos. |
| Distúrbios gastrintestinais | Comum | Náusea e vômitos leves. |
| Rara | Desconforto abdominal, constipação e diarreia. | |
| Muito rara | Pancreatite. | |
| Distúrbios hepatobiliares | Rara | Colestase ou icterícia. |
| Distúrbios da pele e tecidos subcutâneos | Comum | Urticária e outras formas de rash. |
| Rara | Reação de fotossensibilidade. | |
| Muito rara | Necrólise epidérmica tóxica, reações parecidas com lúpus eritematoso cutâneo, reativação do lúpus eritematoso cutâneo. | |
| Desconhecida | Eritema multiforme. | |
| Distúrbios musculoesqueléticos e do tecido conjuntivo | Desconhecida | Espasmo muscular. |
| Distúrbios renais e urinários | Desconhecida | Falência renal aguda, distúrbios renais. |
| Distúrbios do sistema reprodutivo e das mamas | Comum | Disfunção erétil. |
| Distúrbios gerais e condições no local de administração | Desconhecida | Pirexia, astenia. |
Anlodipino
Os eventos adversos relatados com a monoterapia de anlodipino, independente da sua associação casual com outra droga estudada, estão listados na Tabela 4, abaixo.
Como os estudos clínicos conduzidos com anlodipino foram realizados sob as mais diversas condições, as taxas de reações adversas observadas nos ensaios clínicos de um medicamento não podem ser diretamente comparadas com as taxas nos ensaios clínicos de um outro medicamento e podem não refletir as taxas observadas na prática.
As reações adversas (Tabela 4) estão listadas de acordo com as classes de sistemas de órgãos do MedDRA. Dentro de cada classe de sistemas de órgãos, as reações adversas são listadas por frequência, com as mais frequentes primeiro.
Dentro de cada grupo de frequência, as reações adversas são classificadas em ordem decrescente de gravidade. Além disso, a categoria da frequência correspondente também é dada para cada reação adversa, segundo a seguinte convenção (CIOMS III)
- Muito comum (≥ 1/10);
- Comum (≥ 1/100 e < 1/10);
- Iincomum (≥ 1/1.000 e < 1/100);
- Rara (≥ 1/10.000 e < 1/1.000);
- Muito rara (< 1/10.000).
| Classe de órgãos | Categoria de frequência | Reações adversas |
| Distúrbios do sistema sanguíneo e linfático | Muito rara | Leucopenia. |
| Muito rara | Trombocitopenia. | |
| Distúrbios do sistema imunológico | Muito rara | Reações alérgicas. |
| Distúrbios do metabolismo e nutrição | Muito rara | Hiperglicemia. |
| Distúrbios psiquiátricos | Incomum | Insônia. |
| Distúrbios do sistema nervoso | Incomum | Alterações do humor incluindo ansiedade. |
| Comum | Tontura. | |
| Comum | Dor de cabeça. | |
| Comum | Sonolência. | |
| Incomum | Tremor. | |
| Incomum | Hipoestesia. | |
| Incomum | Disgeusia. | |
| Incomum | Parestesia. | |
| Incomum | Síncope. | |
| Muito rara | Hipertonia. | |
| Muito rara | Neuropatia periférica. | |
| Distúrbios nos olhos | Incomum | Diplopia. |
| Incomum | Comprometimento visual. | |
| Distúrbios nos ouvidos e labirinto | Incomum | Zumbido. |
| Distúrbios cardíacos | Comum | Palpitações. |
| Muito rara | Arritmia. | |
| Muito rara | Fibrilação atrial. | |
| Muito rara | Bradicardia. | |
| Muito rara | Taquicardia ventricular. | |
| Muito rara | Infecção miocárdica. | |
| Distúrbios vasculares | Comum | Rubor. |
| Incomum | Hipotensão. | |
| Muito rara | Vasculite. | |
| Distúrbios respiratórios, torácicos e mediastínicos | Incomum | Dispneia. |
| Incomum | Rinite. | |
| Distúrbios gastrointestinais | Muito rara | Tosse. |
| Comum | Dor abdominal. | |
| Comum | Náusea. | |
| Incomum | Vômitos. | |
| Incomum | Dispepsia. | |
| Incomum | Boca seca. | |
| Incomum | Constipação. | |
| Incomum | Diarreia. | |
| Muito rara | Pancreatite. | |
| Muito rara | Gastrite. | |
| Muito rara | Hiperplasia gengival. | |
| Distúrbios hepatobiliares | Muito rara | Hepatite. |
| Muito rara | Icterícia. | |
| Distúrbios da pele e tecidos subcutâneos | Incomum | Alopécia. |
| Incomum | Hiper-hidrose. | |
| Incomum | Prurido. | |
| Incomum | Erupção cutânea (rash). | |
| Incomum | Púrpura. | |
| Incomum | Descoloração da pele. | |
| Incomum | Fotossensibilidade. | |
| Muito rara | Angioedema. | |
| Muito rara | Urticária. | |
| Muito rara | Eritema multiforme. | |
| Muito rara | Síndrome de Stevens-Johnson. | |
| Distúrbios musculoesqueléticos e do tecido conectivo | Incomum | Dor nas costas. |
| Incomum | Espasmos musculares. | |
| Incomum | Mialgia. | |
| Incomum | Artralgia. | |
| Distúrbios renais e urinários | Incomum | Distúrbios da micção. |
| Incomum | Noctúria. | |
| Incomum | Polaciúria. | |
| Distúrbios do sistema reprodutivo e mamas | Incomum | Ginecomastia. |
| Incomum | Disfunção erétil. | |
| Distúrbios gerais e condições do local de administração | Comum | Edema. |
| Comum | Fadiga. | |
| Incomum | Astenia. | |
| Incomum | Dor. | |
| Incomum | Mal-estar. | |
| Incomum | Dor no peito. | |
| Laboratoriais | Incomum | Redução do peso. |
| Incomum | Aumento do peso. | |
| Muito rara | Aumento das enzimas hepáticas (a maioria compatível com colestase). |
Contra indicações
Hipersensibilidade conhecida a valsartana, hidroclorotiazida, anlodipino, di-hidropiridinas ou a qualquer um dos excipientes de Valsartana + Hidroclorotiazida + Besilato de Anlodipino (substância ativa).
Gravidez
Por causa da hidroclorotiazida, Valsartana + Hidroclorotiazida + Besilato de Anlodipino (substância ativa) é contraindicado para pacientes com anúria.
Pacientes com insuficiência hepática grave, cirrose biliar e colestase.
Insuficiência renal grave (clearance (depuração) de creatinina < 30 mL/min)
Uso concomitante de bloqueadores do receptor de angiotensina (BRA’s) – incluindo valsartana – ou inibidores da enzima conversora de angiotensina (IECAs) com alisquireno em pacientes com diabetes tipo 2.
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Para que serve a Apixabana 2,5mg Genérico Sandoz?
É usada para prevenir tromboembolismo, reduzir o risco de derrame cerebral e tratar embolia sistêmica. -
Quais os benefícios da Apixabana 2,5mg Genérico Sandoz?
Previne tromboembolismo, reduz isquemia cerebral e trata embolias, oferecendo proteção cardiovascular eficaz. -
Como devo usar a Apixabana 2,5mg Genérico Sandoz?
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Quais são as contraindicações da Apixabana 2,5mg Genérico Sandoz?
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Quais são as reações adversas da Apixabana 2,5mg Genérico Sandoz?
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A Apixabana 2,5mg Genérico Sandoz interage com outros medicamentos?
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Qual é a classe terapêutica da Apixabana 2,5mg Genérico Sandoz?
| Categorias | |
|---|---|
| EAN | 7897595634764 |
| Tipo de Medicamento | Genérico |
| Classe Terapêutica | Antagonistas Da Angiotensina Ii Associados A Antagonistas Do Cálcio |
| Princípio Ativo | Valsartana + Hidroclorotiazida + Besilato de Anlodipino |
| Forma Farmacêutica | Comprimido |
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