Ceftriaxona Dissódica 1G Genérico Teuto

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99966
Ceftriaxona Dissódica 1G Genérico Teuto é um antibiótico eficaz no combate a infecções sérias como sepse e meningite. Ideal para uso adulto e pediátrico, este medicamento é administrado via injeção, garantindo alívio rápido e seguro. Ao escolher, consulte um médico para adequar à sua condição.
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Informações do produto
- Uso adulto e pediátrico
- Uso Intramuscular
- Fabricante: Teuto
- Contém: 1 frasco-ampola e um diluente com 3,5ml

Para que serve

Este medicamento é indicado para o tratamento de infecções causadas por microrganismos sensíveis à Ceftriaxona (substância ativa), como:

  • Sepse;
  • Meningite;
  • Borreliose de Lyme disseminada (estágios iniciais e tardios da doença) (doença de Lyme);
  • Infecções intra-abdominais (peritonites, infecções do trato gastrintestinal e biliar);
  • Infecções ósseas, articulares, tecidos moles, pele e feridas;
  • Infecções em pacientes imunocomprometidos;
  • Infecções renais e do trato urinário;
  • Infecções do trato respiratório, particularmente pneumonia e infecções otorrinolaringológicas;
  • Infecções genitais, inclusive gonorreia;
  • Profilaxia perioperatória de infecções.

Como usar

Administração intramuscular

Dissolver Ceftriaxona (substância ativa) IM 500 mg em 2 mL e Ceftriaxona (substância ativa) IM 1g em 3,5 mL de uma solução de lidocaína a 1% e injetar profundamente na região glútea ou em outro músculo relativamente grande. Recomenda-se não injetar mais do que 1 g em um sítio de administração.

O diluente de Ceftriaxona (substância ativa) IM, composto de uma solução de lidocaína, nunca deve ser administrado por via intravenosa. Dessa forma, sempre utilize Ceftriaxona (substância ativa) IM somente por via intramuscular, nunca por via intravenosa.

Administração intravenosa

Dissolver Ceftriaxona (substância ativa) IV 500 mg em 5 mL e Ceftriaxona (substância ativa) IV 1 g em 10 mL de água para injetáveis e então administrar por via intravenosa direta, durante 2 a 4 minutos.

Infusão contínua

A infusão deve ser administrada durante, no mínimo, 30 minutos. Para infusão intravenosa, 2 g de Ceftriaxona (substância ativa) são dissolvidos em 40 mL das seguintes soluções que não contenham cálcio: cloreto de sódio 0,9%, cloreto de sódio 0,45% + dextrose 2,5%, dextrose 5%, dextrose 10%, dextram 6% em dextrose 5%, amino-hidroxi-etil 6% – 10%, água para injetáveis. A solução de Ceftriaxona (substância ativa) não deve ser diluída em frasco com outros antimicrobianos ou com outras soluções que não as citadas acima, devido à possibilidade de incompatibilidade.

Incompatibilidades

Diluentes que contêm cálcio, como as soluções de Ringer ou Hartmann, não devem ser utilizados para a reconstituição de Ceftriaxona (substância ativa) ou para diluições posteriores de soluções reconstituídas para administração IV, pois pode ocorrer formação de precipitado. A precipitação de Ceftriaxona (substância ativa) cálcica também pode ocorrer quando Ceftriaxona (substância ativa) é misturado com soluções que contêm cálcio no mesmo equipo de administração IV. Ceftriaxona (substância ativa) não deve ser administrado simultaneamente com soluções IV que contêm cálcio, inclusive infusões contínuas que contêm cálcio, tais como as de nutrição parenteral, através de equipo em Y. No entanto, em outros pacientes, exceto em recémnascidos, Ceftriaxona (substância ativa) e soluções que contenham cálcio podem ser administrados sequencialmente, entre as infusões, se as linhas de infusão forem bem lavadas com um líquido compatível.

Até o momento não houve relatos de interação entre Ceftriaxona (substância ativa) e produtos orais contendo cálcio ou interação entre Ceftriaxona (substância ativa) intramuscular e produtos que contêm cálcio (IV ou oral).

Baseado em artigos da literatura, Ceftriaxona (substância ativa) não deve ser diluída em frasco com outros antimicrobianos tais como, amsacrina, vancomicina, fluconazol e aminoglicosídeos.

500 mg

5,36 mL

1 g

10,72 mL

500 mg

2,36 mL

1 g

4,22 mL

Quantidade nominal de substância ativa

500 mg

614,4 mg

8,8 mg/kg

1 g

1228,8 mg

17,5 mg/kg

* Para esee cálculo, foi considerado o peso médio corpóreo de 70 kg.

Adultos e crianças acima de 12 anos

A dose usual é de 1 – 2 g de Ceftriaxona (substância ativa) em dose única diária (cada 24 horas). Em casos graves ou em infecções causadas por patógenos moderadamente sensíveis, a dose pode ser elevada para 4 g, uma vez ao dia.

Recém-nascidos (abaixo de 14 dias)

Dose única diária de 20 – 50 mg/kg. Não ultrapassar 50 mg/kg. Ceftriaxona (substância ativa) é contraindicado a neonatos prematuros com idade pós-menstrual (idade gestacional + idade cronológica) de até 41 semanas. Ceftriaxona (substância ativa) também é contraindicado a recém-nascidos (≤ 28 dias) caso eles requeiram (ou possam requerer) tratamento com soluções IV que contêm cálcio, incluindo infusão de cálcio contínua como a nutrição parenteral, devido ao risco de precipitação de Ceftriaxona (substância ativa) cálcica.

Recém-nascidos, lactentes e crianças (15 dias até 12 anos)

Dose única diária de 20 – 80 mg/kg. Para crianças de 50 kg ou mais, deve ser utilizada a posologia de adultos. Doses intravenosas maiores ou iguais a 50 mg/kg de peso corpóreo, em lactentes e crianças com até 12 anos de idade, devem ser administradas por períodos de infusão iguais ou superiores a 30 minutos. Em neonatos, doses intravenosas devem ser administradas durante 60 minutos para reduzir o risco potencial de encefalopatia bilirrubínica.

Pacientes idosos

As doses para adultos não precisam ser alteradas para pacientes idosos, desde que o paciente não apresente insuficiência renal e hepática graves.

Duração do tratamento

O tempo de tratamento varia de acordo com a evolução da doença. Como se recomenda na antibioticoterapia em geral, a administração de Ceftriaxona (substância ativa) deve ser mantida durante um período mínimo de 48 a 72 horas após o desaparecimento da febre ou após obterem-se evidências de erradicação da bactéria.

Terapêutica associada

Tem sido demonstrado, em condições experimentais, um sinergismo entre Ceftriaxona (substância ativa) e aminoglicosídeos, para muitos bacilos Gram-negativos. Embora não se possa prever sempre um aumento de atividade com essa associação, esse sinergismo deve ser considerado nas infecções graves com risco de morte causadas por microrganimos, como Pseudomonas aeruginosa. Por causa da incompatibilidade química entre Ceftriaxona (substância ativa) e aminoglicosídeos, esses medicamentos devem ser administrados separadamente, nas doses recomendadas. A incompatibilidade química também foi observada na administração intravenosa da ansacrina, vancomicina e fluconazol com Ceftriaxona (substância ativa).

Instruções posológicas especiais

Meningite

Na meningite bacteriana de lactentes e crianças, deve-se iniciar o tratamento com 100 mg/kg em dose única diária (dose máxima de 4 g). Logo que o germe responsável tenha sido identificado e sua sensibilidade determinada, pode-se reduzir a posologia.

4 dias

6 dias

7 dias

Borreliose de Lyme (doença de Lyme)

A dose preconizada é de 50 mg/kg até o total de 2 g em crianças e adultos, durante 14 dias, em dose única diária.

Gonorreia

Para o tratamento da gonorreia causada por cepas produtoras e não produtoras de penicilinase, recomenda-se uma dose única intramuscular de 250 mg.

Profilaxia no perioperatório

Para prevenir infecção pós-operatória em cirurgia contaminada ou potencialmente contaminada, recomenda-se dose única de 1 a 2 g de Ceftriaxona (substância ativa) 30 a 90 minutos antes da cirurgia. Em cirurgia colorretal, a administração de Ceftriaxona (substância ativa) com ou sem um derivado 5-nitroimidazólico (por exemplo, ornidazol) mostrou-se eficaz.

Insuficiência hepática e renal

Não é necessário diminuir a dose de Ceftriaxona (substância ativa) em pacientes com insuficiência hepática desde que a função renal não esteja prejudicada. Somente nos casos de insuficiência renal pré-terminal (depuração de creatinina < 10 mL/min), a dose de Ceftriaxona (substância ativa) não deve ser superior a 2 g/dia. Não é necessário diminuir a dose nos pacientes com insuficiência renal, desde que a função hepática não esteja prejudicada. A Ceftriaxona (substância ativa) não é removida por diálise peritoneal ou hemodiálise. Pacientes submetidos à diálise não necessitam de dose suplementar após o procedimento.

Insuficiência hepática e renal graves

No caso de insuficiência hepática e renal graves e concomitantes, recomendase realizar o monitoramento clínico da segurança e eficácia de Ceftriaxona (substância ativa).

Precauções

Hipersensibilidade

Assim como para todos os agentes antibacterianos betalactâmicos, reações de hipersensibilidade sérias e, ocasionalmente, fatais foram reportadas em pacientes tratados com Ceftriaxona (substância ativa). No caso de reações de hipersensibilidade graves, o tratamento com Ceftriaxona (substância ativa) deve ser descontinuado imediatamente e medidas de emergência adequadas devem ser iniciadas. Antes do início do tratamento, deve-se concluir se o paciente apresenta histórico de reações de hipersensibilidade à Ceftriaxona (substância ativa), outros cefalosporínicos ou qualquer outro tipo de agente betalactâmico. Deve-se tomar precauções, caso Ceftriaxona (substância ativa) seja administrado em pacientes com histórico de hipersensibilidade a outros agentes betalactâmicos.

Anemia hemolítica

Anemia hemolítica imune mediada foi observada em pacientes que receberam antibacterianos da classe das cefalosporinas, incluindo Ceftriaxona (substância ativa). Casos graves de anemia hemolítica, incluindo óbitos, foram relatados durante o tratamento em adultos e crianças. Caso um paciente desenvolva anemia durante o uso de Ceftriaxona (substância ativa), o diagnóstico de uma anemia associada à cefalosporina deve ser considerado e o uso da Ceftriaxona (substância ativa) interrompido até que a etiologia seja determinada.

Diarreia associada ao Clostridium difficile (CDAD)

CDAD foi relatada com o uso de quase todos os agentes antibacterianos, incluindo Ceftriaxona (substância ativa) , e pode variar na gravidade, de diarreia leve à colite fatal. O tratamento com agentes antibacterianos altera a flora normal do cólon, levando a um crescimento exacerbado do C. difficile.

C. difficile produz toxinas A e B, as quais contribuem para o desenvolvimento de CDAD. Cepas de C. difficile hiperprodutoras de toxina causam aumento da morbidade e mortalidade, pois essas infecções podem ser refratárias à terapia antimicrobiana, podendo requerer colectomia. CDAD deve ser considerada em todos os pacientes que apresentarem diarreia após uso de antibióticos. É necessário histórico médico cuidadoso porque já foi relatada a ocorrência de CDAD mais de dois meses após a administração de agentes antibacterianos.

Caso haja suspeita de CDAD ou o diagnóstico seja confirmado, o antibiótico não específico em uso contra C. difficile talvez necessite ser descontinuado. O manejo adequado de líquidos e eletrólitos, suplementação proteica, tratamento antibiótico para C. difficile e a avaliação cirúrgica devem ser instituídos.

Superinfecções

Superinfecções com os microrganismos sensíveis podem ocorrer como com outros agentes antibacterianos.

Precipitados de Ceftriaxona (substância ativa) cálcica

Precipitados de Ceftriaxona (substância ativa) cálcica na vesícula biliar foram observados durante exames ultrassonográficos em pacientes que, particularmente, estavam recebendo doses de Ceftriaxona (substância ativa) iguais ou superiores a 1 g/dia. A probabilidade de surgimento desses precipitados, aparentemente, é maior em pacientes pediátricos. Os precipitados desaparecem após descontinuação do tratamento com Ceftriaxona (substância ativa) e são raramente sintomáticos. Em casos sintomáticos, o gerenciamento não cirúrgico conservador é recomendado e a descontinuação do tratamento com Ceftriaxona (substância ativa) deve ser considerada pelo médico com base na avaliação individual do risco-benefício.

À luz da evidência científica atual, não foram observados casos de precipitações intravasculares em pacientes, exceto em recém-nascidos tratados com Ceftriaxona (substância ativa) e soluções ou produtos que contenham cálcio. No entanto, Ceftriaxona (substância ativa) não deve ser misturado ou administrado simultaneamente com soluções ou produtos que contenham cálcio, a qualquer paciente, mesmo por diferentes cateteres ou acessos venosos para infusão.

Pancreatite

Casos de pancreatite, possivelmente de etiologia biliar obstrutiva, foram raramente relatados em pacientes tratados com Ceftriaxona (substância ativa). A maior parte desses pacientes apresentava fatores de risco para estase / aglutinação biliar, como tratamento prévio intenso, doença grave e nutrição parenteral total. O papel de fator desencadeante ou de cofator de Ceftriaxona (substância ativa) relacionado à precipitação biliar não pode ser descartado.

Monitoramento hematológico

Durante tratamentos prolongados, hemograma completo deve ser feito regularmente.

Dessa forma, sempre utilize Ceftriaxona (substância ativa) IM somente por via intramuscular, nunca por via intravenosa.

Gravidez e lactação

Apesar dos estudos não demonstrarem defeitos físicos no feto ou indução de mutação genética, é necessário cautela nos três primeiros meses de gestação, a não ser em casos absolutamente necessários.

Ceftriaxona (substância ativa) atravessa a barreira placentária. A segurança durante a gravidez não foi estabelecida em seres humanos.

Estudos de reprodução em animais não evidenciaram embrio ou fetotoxicidade nem teratogenicidade, ou eventos adversos sobre a fertilidade (tanto masculina quanto feminina), o nascimento ou o desenvolvimento peri ou pósnatal. Em primatas, não foi observada embriotoxicidade ou teratogenicidade.

Como Ceftriaxona (substância ativa) é excretado no leite humano em baixas concentrações, é recomendada cautela em mulheres que amamentam.

Uso em idosos

As doses para adultos não precisam ser alteradas para pacientes geriátricos.

Uso em pacientes pediátricos

Estudos mostraram que a Ceftriaxona (substância ativa), assim como outras cefalosporinas, pode deslocar a bilirrubina da albumina sérica. Ceftriaxona (substância ativa) não é recomendado para neonatos, especialmente prematuros, que apresentem risco de desenvolver encefalopatia por causa da hiperbilirrubinemia.

Efeitos sobre a capacidade de dirigir e operar máquinas

Durante o tratamento com Ceftriaxona (substância ativa) , efeitos indesejados podem ocorrer (por exemplo, tontura), os quais podem influenciar a habilidade de dirigir e operar máquinas. Pacientes devem ser cautelosos ao dirigir ou operar máquinas.

Reações adversas

Estudos clínicos

As reações adversas mais frequentemente reportadas para Ceftriaxona (substância ativa) são eosinofilia, leucopenia, trombocitopenia, diarreia, erupção cutânea e aumento das enzimas hepáticas. Os dados para determinar a frequência das reações adversas de Ceftriaxona (substância ativa) foram obtidos de estudos clínicos.

Reação comum (> 1/100 e < 1/10)

Eosinofilia, leucopenia, trombocitopenia, diarreia, fezes amolecidas, aumento das enzimas hepáticas e erupção cutânea.

Reação incomum (> 1/1.000 e < 1/100)

Infecção fúngica no trato genital, granulocitopenia, anemia, coagulopatia, cefaleia, tontura, náusea, vômito, prurido, flebite, dor no local da administração, febre e aumento da creatinina sérica.

Reação rara (> 1/10.000 e < 1/1.000)

Colite pseudomembranosa, broncoespasmo, urticária, hematúria, glicosúria, edema e calafrios.

Pós-comercialização

As reações adversas a seguir foram identificadas durante o período de pós-comercialização de Ceftriaxona (substância ativa). Essas reações foram reportadas por uma população de tamanho incerto, portanto, não é possível estimar com segurança sua frequência e/ou estabelecer uma relação causal com a exposição ao fármaco.

Problemas gastrintestinais

Pancreatite, estomatite e glossite.

Alterações hematológicas

Casos isolados de agranulocitose (< 500/mm3 ) foram relatados, a maior parte deles após 10 dias de tratamento e doses totais de 20 g ou mais.

Reações cutâneas

Pustulose exantemática generalizada aguda (PEGA) e casos isolados de graves reações cutâneas, como eritema multiforme, síndrome de Stevens Johnson ou síndrome de Lyell / necrólise epidérmica tóxica.

Alterações no sistema nervoso

Convulsão.

Infecções e infestações

Superinfecção.

Outros efeitos colaterais raros

Sedimento sintomático de Ceftriaxona (substância ativa) cálcica na vesícula biliar (litíase biliar), icterícia, kernicterus, oligúria, reações anafiláticas e anafilactoides.

Interação com cálcio

Dois estudos in vitro, um utilizando plasma de adultos e outro plasma neonatal do sangue do cordão umbilical, foram realizados para avaliar a interação de Ceftriaxona (substância ativa) e cálcio. Concentrações de Ceftriaxona (substância ativa) de até 1 mM (em excesso de concentrações obtidas in vivo, após administração de 2 g de Ceftriaxona (substância ativa) em perfusão durante 30 minutos) foram usadas em combinação com concentrações de cálcio de até 12 mM (48 mg/dL). A recuperação de Ceftriaxona (substância ativa) do plasma foi reduzida com concentrações de cálcio de 6 mM (24 mg/dL) ou superior no plasma de adultos ou 4 mM (16 mg/dL) ou superior no plasma neonatal. Isso pode ser reflexo da precipitação de Ceftriaxona (substância ativa) cálcica.

Em recém-nascidos que receberam Ceftriaxona (substância ativa) e soluções que continham cálcio, foi relatado um pequeno número de casos fatais, nos quais um material cristalino foi observado nos pulmões e rins durante a autópsia. Em alguns desses casos, a mesma linha de infusão intravenosa foi usada para Ceftriaxona (substância ativa) e para as soluções contendo cálcio e, em algumas dessas vias de infusão, foi observado um precipitado. Pelo menos uma fatalidade foi relatada com um recém-nascido no qual Ceftriaxona (substância ativa) e soluções que continham cálcio foram administrados em diferentes momentos, em vias de infusão diferentes; e nenhum material cristalino foi observado na autópsia desse neonato. Não houve relatos semelhantes em pacientes não neonatos.

Foram relatados casos de precipitação de Ceftriaxona (substância ativa) no trato urinário, principalmente em crianças que foram tratadas com altas doses (por exemplo, doses maiores ou iguais a 80 mg/kg/dia ou com dose total excedendo 10 g) e que apresentavam outros fatores de risco (por exemplo, desidratação, confinamento a cama). Esse evento pode ser assintomático ou sintomático, e pode levar à obstrução da uretra e insuficiência renal aguda, mas é geralmente reversível com a descontinuação de Ceftriaxona (substância ativa).

Efeitos colaterais locais

Em raros casos, reações de flebite ocorrem após administração intravenosa. Essas podem ser minimizadas pela prática de injeção lenta do produto (2 – 4 min).

Investigações

Resultados falso positivos para os testes de Coombs, galactosemia e métodos não enzimáticos para determinação da glicose.

Contra indicações

Hipersensibilidade

Ceftriaxona (substância ativa) é contraindicado a pacientes com conhecida hipersensibilidade à Ceftriaxona (substância ativa), a qualquer um dos excipientes da formulação ou a qualquer outro cefalosporínico. Pacientes com histórico de reações de hipersensibilidade à penicilina e outros agentes betalactâmicos podem apresentar maior risco de hipersensibilidade à Ceftriaxona (substância ativa).

Lidocaína

Contraindicações à lidocaína devem ser excluídas antes da administração de injeções intramusculares de Ceftriaxona (substância ativa), nas quais a solução de lidocaína deve ser utilizada como solvente. Favor consultar as contraindicações descritas na bula da lidocaína. Soluções de Ceftriaxona (substância ativa) que contém lidocaína nunca devem ser administradas por via intravenosa.

Neonatos prematuros

Ceftriaxona (substância ativa) é contraindicado a neonatos prematuros com idade pós-menstrual (idade corrigida) de até 41 semanas (idade gestacional + idade cronológica).

Recém-nascidos com hiperbilirrubinemia

Recém-nascidos com hiperbilirrubinemia não devem ser tratados com Ceftriaxona (substância ativa). Estudos in vitro mostraram que a Ceftriaxona (substância ativa) pode deslocar a bilirrubina de sua ligação com a albumina sérica, levando a um possível risco de encefalopatia bilirrubínica nesses pacientes.

Neonatos e soluções intravenosas que contém cálcio

Ceftriaxona (substância ativa) é contraindicado a neonatos (≤ 28 dias) caso eles requeiram (ou possam requerer) tratamento com soluções IV que contêm cálcio, incluindo infusão contínua de cálcio como a nutrição parenteral, por causa do risco de precipitação de Ceftriaxona (substância ativa) cálcica.

Perguntas Frequentes
  1. Para que serve a Ceftriaxona Dissódica 1G Genérico Teuto?

    É usada para tratar infecções como sepse, meningite, Lyme, e infecções respiratórias ou genitais, entre outras.
  2. Qual é o modo de administração da Ceftriaxona Dissódica 1G?

    A Ceftriaxona Dissódica é administrada via injeção intramuscular ou intravenosa, conforme orientação médica.
  3. Quais são as contraindicações deste medicamento?

    É contraindicado a pacientes com hipersensibilidade à ceftriaxona ou outros cefalosporínicos, a neonatos prematuros e recém-nascidos com hiperbilirrubinemia.
  4. Quais as reações adversas mais comuns da Ceftriaxona Dissódica?

    Eosinofilia, leucopenia, trombocitopenia, diarreia, erupção cutânea e aumento das enzimas hepáticas são as mais reportadas.
  5. Qual é o princípio ativo da Ceftriaxona Dissódica Teuto?

    O princípio ativo deste medicamento é a ceftriaxona, uma cefalosporina injetável.
  6. Pode ser usado em crianças a Ceftriaxona Dissódica?

    Sim, é indicado para uso pediátrico sob supervisão médica.
  7. Há alguma interação medicamentosa relevante?

    Não deve ser reconstituída com diluentes que contêm cálcio; aminos e função renal devem ser monitorados se usada com aminoglicosídeos.
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EAN 7896112196266
Tipo de Medicamento Genérico
Forma de Administração Injetáveis
Classe Terapêutica Cefalosporinas Injetáveis
Princípio Ativo Ceftriaxona Dissódica
Doenças e Complicações Para Infecção Bacteriana
Prescrição Médica Com Retenção De Receita
Parte do Corpo Para O Corpo
Apresentação Em Pó
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