Clonazepam 2,5Mg/Ml Genérico Ems Gotas Com 20Ml

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31046
O Clonazepam Solução Oral EMS é um medicamento benéfico no controle de ansiedade, convulsões e distúrbios do sono. Para escolher o produto certo, consulte seu médico, essencialmente se tem histórico de glaucoma ou problemas respiratórios.
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Marca Ems

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Informações do produto
- Fabricante: EMS
- Tipo de Receituário: Notificação Azul de Controle Especial (B)
- Uso Oral

Para que serve

Distúrbio epiléptico

O clonazepam é indicado para tratar crises epilépticas e espasmos infantis (Síndrome de West).

O clonazepam também é indicado para:

  • Síndrome das pernas inquietas (desconforto ou dor nas pernas que leva a necessidade de movimentá-las, prejudicando o sono).
  • Vertigem e distúrbios do equilíbrio como náuseas, vômitos, desmaios, quedas, zumbidos e distúrbios auditivos.
  • Síndrome da boca ardente (sensação de queimação na parte interna da boca, sem alterações físicas).

Transtornos de ansiedade

  • Como ansiolítico em geral.
  • Distúrbio do pânico com ou sem medo de espaços abertos.
  • Fobia social (medo de situações como falar em público).

Transtornos do humor

  • Transtorno afetivo bipolar (fases de depressão e mania), tratamento da mania.
  • Depressão maior associado a antidepressivos na depressão ansiosa e início do tratamento.

Síndromes psicóticas

Acatisia (inquietação extrema, geralmente provocada por medicamentos psiquiátricos).

Como o Clonazepam Solução Oral - EMS funciona?


O Clonazepam pertence à classe dos benzodiazepínicos, medicamentos que causam inibição leve do sistema nervoso, com consequente ação anticonvulsivante, sedativa leve, relaxante muscular e tranquilizante.

A ação do clonazepam oral dose única inicia em 30 a 60 minutos e se estende por 6 a 8 h em crianças e 8 a 12h em adultos.

Como usar

  1. Gotejar com o frasco na vertical e bater levemente no fundo para iniciar o gotejamento. 
  2. Dissolver as gotas em um pouco de líquido não alcoólico.
  3. Nunca administre as gotas diretamente na boca.

A tampa possui lacre inviolável. Caso o lacre esteja rompido, não receba o frasco ou retorne ao local da compra.

A dose de clonazepam depende da doença, resposta clínica, idade e tolerabilidade.

Recomenda-se, que o tratamento inicie com doses mais baixas, que podem ser aumentadas se necessário. Siga a orientação médica.

Instruções especiais de administração

O clonazepam pode ser usado com outros antiepilépticos. Nesse caso, seu médico ajustará a dose de cada medicamento para atingir o efeito ideal.

Não pare de tomar clonazepam subitamente, você pode ter novas crises epilépticas. Somente seu médico poderá orientar a interrupção do tratamento reduzindo gradualmente a dose utilizada.

Posologia do Clonazepam Solução Oral - EMS


Distúrbios epilépticos

Adultos

Dose inicial Não exceder 1,5 mg/dia, dividida em 3 doses. Aumentar a critério médico
Dose de manutenção Será definida pelo seu médico, de acordo com sua resposta
Dose diária máxima recomendada 20 mg

Se você já usa outro anticonvulsivante, avise seu médico.

Recém-nascidos e crianças até 10 anos de idade ou 30 kg de peso

Dose inicial média

0,01 a 0,03 mg/kg/dia. Não exceder 0,05 mg/kg/dia, dividido em 2 ou 3 doses diárias.

Crianças entre 10 e 16 anos de idade

Dose inicial

1 a 1,5 mg/dia, dividido em 2 a 3 doses. A dose pode ser aumentada, a critério médico, até atingir a dose de manutenção individual, usualmente de 3 a 6 mg/dia.

Sempre que possível, dividir a dose diária em 3 doses iguais. Caso não seja possível, a maior dose deve ser tomada antes de deitar.

Transtornos de ansiedade

Distúrbio do pânico (adultos)

Dose inicial 0,5 mg/dia, dividida em 2 doses. Pode-se aumentar a dose a critério médico
Dose de manutenção Critério médico, de acordo com sua resposta. A dose tomada ao deitar reduz a inconveniência da sonolência e pode ser desejável no início do tratamento. A retirada deve ser gradual, até que o medicamento seja totalmente suspenso

Como ansiolítico em geral

Dose inicial 0,25 mg a 4,0 mg/dia
Dose de manutenção 0,5 a 1,5 mg/dia (dividida em 3x/dia)

Fobia social

Dose inicial 0,25 mg/dia até 6,0 mg/dia (2,0 mg, 3x/dia)
Dose de manutenção 1,0 a 2,5 mg/dia

Transtornos do humor

Transtorno afetivo bipolar (tratamento da mania)

Dose inicial 1,5 mg a 8 mg/dia
Dose de manutenção 2,0 a 4,0 mg/dia

Depressão maior (associado a antidepressivos)

Dose inicial 0,5 a 6,0 mg/dia
Dose de manutenção 2,0 a 4,0 mg/dia

Síndromes psicóticas

Acatisia

Dose inicial 0,5 mg a 4,5 mg/dia
Dose de manutenção 0,5 a 3,0 mg/dia

Síndrome das pernas inquietas

Dose inicial 0,5 mg a 2,0 mg/dia

Vertigem e distúrbios do equilíbrio

Dose inicial 0,5 mg a 1,0 mg ao dia (2x/dia)

Doses diárias superiores a 1,0 mg não são recomendáveis.

Síndrome da boca ardente

Dose inicial 0,25 a 6,0 mg/dia
Dose de manutenção 1,0 a 2,0 mg/dia

Uso em idosos

A dose mais baixa possível deve ser utilizada em idosos. Deve-se ter especial cuidado durante as alterações na dose.

Comprometimento do fígado

Pacientes com comprometimento do fígado grave não devem ser tratados com clonazepam e pacientes com comprometimento hepático leve a moderado devem receber a dose mais baixa possível.

O que devo fazer quando eu me esquecer de usar o Clonazepam Solução Oral - EMS?


Nunca dobre a dose na próxima tomada. Apenas continue com a próxima dose no tempo determinado.

Composição

Solução oral de 2,5 mg/mL (1 gota = 0,1 mg):

Clonazepam* 2,5 mg/mL
Excipiente 1 frasco

Excipientes: sacarina sódica, essência de damasco, ácido acético e propilenoglicol.

*Cada 1 mL de clonazepam solução oral equivale a cerca de 26 gotas.

Apresentação do Clonazepam Solução Oral - EMS


Solução oral de 2,5 mg/mL. Frasco com 10 e 20 mL.

Precauções

Antes de tomar clonazepam, informe seu médico se você tem ou teve:

  • Outros problemas de saúde, como doenças nos rins ou fígado (p/ ex.: cirrose hepática), distúrbio neuromuscular ou respiratório, porfiria (doença onde ocorre deficiência de enzimas específicas na via da biossíntese do heme);
  • Sinais ou sintomas de depressão e/ou tentativa de suicídio;
  • Intolerância à galactose (açúcar) ou deficiência de lactase (enzima que quebra a lactose);
  • Ataxia cerebelar ou espinhal (descoordenação dos movimentos por problema do cerebelo ou medula);
  • Uso regular ou intoxicação aguda por álcool ou drogas.

Não tome clonazepam com álcool e/ou depressores do sistema nervoso central, essa combinação pode aumentar os efeitos de clonazepam, com potencial sedação grave que pode resultar em coma ou morte, depressão cardiovascular e/ou respiratória.

Caso ocorram reações paradoxais durante o tratamento, fale com seu médico, pois o uso do medicamento deve ser descontinuado.

Pode ocorrer amnésia anterógrada (perda da habilidade de criar novas memórias e absorver novas informações) com o uso de benzodiazepínicos em doses terapêuticas.

O clonazepam pode precipitar o estado de mal epiléptico (crises epilépticas em sequência rápida). Fale com seu médico antes de aumentar a dose ou interromper abruptamente esta medicação.

Abuso e dependência do medicamento

O uso de benzodiazepínicos pode levar ao desenvolvimento de dependência física e psicológica. O risco de dependência aumenta com a dose, tratamentos prolongados e em pacientes com história de abuso de álcool ou drogas.

Em caso de dependência, especialmente com doses elevadas, a descontinuação brusca do tratamento será acompanhada por sintomas de abstinência: psicoses, distúrbio de comportamento, tremor, sudorese, agitação, distúrbios do sono e ansiedade, dor de cabeça, diarreia, dores musculares, câimbras, ansiedade extrema, tensão, cansaço, inquietação, alteração de humor, confusão, irritabilidade e convulsões epiléticas que podem ser associadas à doença de base. Em casos graves, desrealização (sentimentos de estranhamento ou distanciamento em relação ao ambiente), despersonalização (processo psíquico, onde se tem a impressão de que se é estranho a si mesmo), hipersensibilidade ao som, luz ruídos e ao contato físico, sensações anormais, formigamentos, alucinações.

O risco dos sintomas de abstinência é maior após descontinuação súbita do tratamento, portanto a retirada brusca do medicamento deve ser evitada. O tratamento (mesmo de curta duração) deve ser interrompido pela redução gradativa da dose diária.

Abuso e dependência do medicamento

O uso de benzodiazepínicos pode levar ao desenvolvimento de dependência física e psíquica. O risco de dependência aumenta com a dose, tratamentos prolongados e em pacientes com história de abuso de álcool ou drogas.

Em caso de dependência, especialmente com doses elevadas, a descontinuação brusca do tratamento será acompanhada por sintomas de abstinência:

Psicoses, distúrbio comportamental, tremor, sudorese, agitação, distúrbios do sono, dor de cabeça, dores musculares, câimbras, ansiedade extrema, tensão, cansaço, confusão, irritabilidade e convulsões que podem ser associadas à doença de base. Em casos graves, desrealização (sentimentos de estranhamento ou distanciamento em relação ao ambiente), despersonalização, hipersensibilidade ao som, luz, ruídos e ao contato físico, sensações anormais, formigamentos, alucinações. O risco dos sintomas de abstinência é maior após descontinuação súbita do tratamento, portanto a retirada brusca do medicamento deve ser evitada. O tratamento - mesmo de curta duração - deve ser interrompido pela redução gradativa da dose diária.

Reações adversas

Algumas reações são transitórias e desaparecem espontaneamente no decorrer do tratamento ou com redução da dose.

As reações que ocorreram em ≥ 5% dos pacientes em estudos clínicos foram:

Sonolência, dor de cabeça, infecção das vias aéreas superiores, cansaço, gripe, depressão, vertigem, irritabilidade, insônia, perda da coordenação de movimentos e da marcha, perda do equilíbrio, náusea, sensação de cabeça leve, sinusite e concentração prejudicada.

Pós-comercialização

Distúrbios do sistema imunológico

Reações alérgicas e muito poucos casos de anafilaxia (reação alérgica grave).

Distúrbios endócrinos

Casos isolados, reversíveis, de puberdade precoce incompleta.

Distúrbios psiquiátricos

Amnésia, alucinações, histeria, psicose, tentativa de suicídio, despersonalização, distúrbio de memória,desinibição orgânica, ideias suicidas, lamentações, distúrbios emocionais e de humor, estado confusional e desorientação.

Depressão pode estar associada à doença de base.

Reações paradoxais

Inquietação, agitação, irritabilidade, agressividade, nervosismo, hostilidade, ansiedade, distúrbios do sono, delírio, raiva, pesadelos, sonhos anormais, alucinações, psicose, hiperatividade, comportamento inapropriado e outros efeitos comportamentais. Alterações da libido (casos raros). Dependência e retirada.

Distúrbios do sistema nervoso

Diminuição da concentração, sonolência, lentificação, hipotonia muscular, tonturas, ataxia são frequentes e geralmente transitórias. Dor de cabeça (raro).

Distúrbios reversíveis

Dificuldade para articular a fala, incoordenação de movimentos e da marcha, movimento anormal dos olhos. Pode haver esquecimento de fatos recentes, associado a alteração de comportamento. Pode haver aumento das crises convulsivas em determinadas formas de epilepsia. Perda da voz, movimentos grosseiros e descoordenados de braços e pernas, coma, tremor, perda de força de um lado do corpo, sensação de cabeça leve, falta de energia e formigamento, alteração da sensibilidade nas extremidades.

Distúrbios oculares

Visão dupla reversível, aparência de “olho vítreo”.

Distúrbios cardiovasculares

Palpitações, dor torácica, insuficiência cardíaca (incluindo parada cardíaca).

Distúrbios respiratórios

Congestão pulmonar, congestão nasal, hipersecreção, tosse, falta de ar, bronquite, rinite, faringite. Pode ocorrer depressão respiratória. O clonazepam pode aumentar a produção de saliva ou de secreção brônquica (secreção nas vias aéreas) em lactentes e crianças.

Distúrbios gastrintestinais

Perda do apetite, língua saburrosa, constipação, diarreia, boca seca, incontinência fecal (perda do controle da evacuação), gastrite, aumento do fígado, apetite aumentado, gengivas doloridas, dor abdominal, inflamação gastrintestinal, dor de dente. Náuseas e sintomas epigástricos (raro) (sintomas na região do estômago).

Distúrbios da pele/tecido subcutâneo

Urticária (placas avermelhadas na pele que coçam bastante), coceira, erupção cutânea, perda de cabelo transitória, crescimento anormal de pelos, inchaço na face e tornozelo, alterações da pigmentação (raro).

Distúrbios musculoesqueléticos/tecido conectivo

Fraqueza muscular, frequente e geralmente transitória. Dor muscular, dor nas costas, fratura traumática, dor na nuca, deslocamentos e tensões.

Distúrbios renais/urinários

Dificuldade para urinar, perda urinária durante o sono, noctúria (levantar à noite para urinar), retenção urinária, infecção do trato urinário. Incontinência (raro).

Distúrbios do sistema reprodutivo

Cólicas menstruais, diminuição de interesse sexual, impotência (raro).

Distúrbios gerais

Fadiga frequente e geralmente transitória.

Lesões e envenenamento

Quedas e fraturas. Risco maior em pessoas usando outros sedativos incluindo bebidas alcoólicas e em idosos.

Exames complementares

Diminuição do número de plaquetas (raro). Diminuição dos glóbulos brancos e anemia, alterações dos exames da função do fígado.

Distúrbios do ouvido

Otite, vertigem.

Diversas

Desidratação, deterioração geral, febre, aumento dos gânglios linfáticos, ganho ou perda de peso, infecção viral.

População especial

Gravidez e amamentação

O clonazepam só deve ser administrado a gestantes se houver indicação absoluta e se os benefícios potenciais superarem os riscos para o feto.

O clonazepam pode prejudicar seu bebê. Informe seu médico se estiver grávida ou se está tentando engravidar. O uso de altas doses no último trimestre da gestação ou no trabalho de parto pode causar irregularidades no batimento cardíaco do feto e baixa temperatura corpórea, falta de tônus muscular, depressão respiratória e dificuldade de sucção no bebê. Tanto a gestação quanto a suspensão do clonazepam podem exacerbar a epilepsia.

Uso em crianças

Avaliar o risco/benefício do uso de clonazepam a longo prazo em pacientes pediátricos com distúrbios epilépticos.

O clonazepam pode aumentar a salivação e as secreções brônquicas em lactentes e crianças pequenas.

Não há dados de eficácia/segurança de clonazepam em menores de 18 anos com distúrbio do pânico.

Uso em idosos

Os efeitos dos benzodiazepínicos parecem ser maiores em pacientes idosos do que em pacientes mais jovens, mesmo em concentrações plasmáticas similares.

Efeitos sobre a capacidade de dirigir e operar máquinas

O clonazepam pode lentificar as reações, efeito agravado com o uso de álcool.

Durante o tratamento, o paciente não deve dirigir veículos ou operar máquinas, pois sua habilidade e atenção podem estar prejudicadas.

Superdosagem

Sintomas

Os benzodiazepínicos geralmente causam sonolência, ataxia (perda da coordenação dos movimentos), disartria, nistagmo, confusão mental, excitação e lentidão de movimento. A superdose de clonazepam está raramente associada com risco de morte, caso o medicamento tenha sido tomado isoladamente, mas pode levar à arreflexia (ausência de reflexos), apneia, hipotensão arterial, depressão cardiorrespiratória e coma. Se ocorrer coma, normalmente tem duração de poucas horas; porém, pode ser prolongado e cíclico, particularmente em idosos.

A depressão respiratória por benzodiazepínicos é mais séria em pacientes com doença respiratória.

Os benzodiazepínicos aumentam os efeitos de outros depressores do sistema nervoso central, incluindo o álcool.

Conduta

Monitorar sinais vitais e instituir medidas de suporte a critério médico.

O flumazenil não é indicado a pacientes com epilepsia que foram tratados com benzodiazepínicos.

Interação alimentícia

Interações com alimentos não foram estabelecidas. Em condições de sono laboratorial, cafeína e Clonazepam (substância ativa) têm efeitos mutuamente antagônicos, não tendo sido encontradas alterações sobre parâmetros relacionados ao sono (estágio de adormecimento e tempo total do sono), quando esses dois medicamentos são administrados simultaneamente. O suco de toranja diminui a atividade do citocromo P-450 3A4, que está envolvido no metabolismo de Clonazepam (substância ativa), e pode contribuir para o aumento das concentrações plasmáticas do fármaco.

Contra indicações

O clonazepam é contraindicado a pacientes com hipersensibilidade conhecida a clonazepam ou a qualquer dos excipientes do medicamento e a pacientes com insuficiência respiratória grave ou comprometimento hepático grave, pois os benzodiazepínicos podem levar à ocorrência de encefalopatia hepática.

O clonazepam gotas é contraindicado para o tratamento de transtornos do pânico em pacientes com histórico médico de apneia do sono.

O clonazepam é contraindicado a pacientes com glaucoma agudo de ângulo fechado. O clonazepam pode ser usado por pacientes com glaucoma de ângulo aberto, desde que estejam recebendo terapia apropriada.

Perguntas Frequentes
  1. Para que serve o Clonazepam Solução Oral EMS?

    É indicado para crises epilépticas, transtornos de ansiedade, distúrbios do sono, e controle de fobias. Consulte sempre um médico antes do uso.
  2. Quais são as contraindicações do Clonazepam Solução Oral EMS?

    Não use se tiver hipersensibilidade ao clonazepam, comprometimento hepático grave, glaucoma agudo de ângulo fechado, ou insuficiência respiratória grave.
  3. Como devo usar o Clonazepam Solução Oral EMS?

    Goteje com o frasco na vertical, dissolva as gotas em líquido não alcoólico. Nunca aplique diretamente na boca. Siga a orientação médica.
  4. Quais são os principais efeitos colaterais?

    Pode causar sonolência, dores de cabeça, vertigem, náusea e irritabilidade. Reações geralmente são transitórias e desaparecem com a continuidade do uso.
  5. O que fazer em caso de superdosagem de Clonazepam?

    Em caso de superdosagem, procure atendimento médico imediatamente. Sintomas incluem sonolência extrema, confusão e depressão respiratória.
  6. Posso usar Clonazepam durante a gravidez?

    O uso só é recomendado se os benefícios superarem os riscos. Informe seu médico se estiver grávida ou planejando engravidar.
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Categorias
EAN 7896004712932
Tipo de Medicamento Genérico
Forma de Administração Via Oral
Classe Terapêutica Antiepilépticos
Princípio Ativo Clonazepam
Doenças e Complicações Para Ansiedade, Para Enjoo, Para Epilepsia, Para Transtorno Bipolar, Para Transtorno do Pânico, Para Vertigem
Forma Farmacêutica Gota
Prescrição Médica Com Retenção de Receita C1
Parte do Corpo Para Sistema Nervoso
Apresentação Em Gota
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