Cloridrato de Propranolol 40 Mg Com 30 Comprimidos Genérico União Química

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31787
O Cloridrato de Propranolol 40 Mg, fabricado pela União Química, é indicado para tratar hipertensão, angina, arritmias, enxaqueca e ansiedade. Para escolher o produto certo, consulte um médico para avaliar suas necessidades de saúde específicas.
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Informações do produto
-Fabricante: UNIAO QUIMICA -Registro Min.Saude: 1049713140028 -Cloridrato de Propranolol 40 mg c/ 30 Comprimidos
Medicamento Genérico Lei- n°9.787 de 1999
Uso Oral

Para que serve

O cloridrato de propranolol é um betabloqueador indicado para:

  • Controle de hipertensão (pressão alta);
  • Controle de angina pectoris (sensação de pressão e dor no peito);
  • Controle das arritmias cardíacas (alterações no ritmo dos batimentos cardíacos);
  • Prevenção da enxaqueca (dor de cabeça forte);
  • Controle do tremor essencial;
  • Controle da ansiedade e taquicardia (aumento dos batimentos cardíacos) por ansiedade;
  • Controle adjuvante da tireotoxicose (aumento da secreção da glândula tireoide) e crise tireotóxica;
  • Controle da cardiomiopatia hipertrófica obstrutiva (aumento do volume do coração e problemas no seu funcionamento);
  • Controle de feocromocitoma (tipo de tumor, geralmente benigno, localizado na glândula suprarrenal).

Neste caso, o tratamento com cloridrato de propranolol deve apenas ser iniciado na presença de um bloqueio alfa efetivo.

Como o Cloridrato de Propranolol - União Química funciona?


O cloridrato de propranolol é um medicamento betabloqueador, ou seja, inibe a estimulação dos receptores beta-adrenérgicos (beta-1 e beta-2) presentes no organismo (como no coração e nos vasos sanguíneos).

Como usar

Os comprimidos de cloridrato de propranolol devem ser administrados por via oral, engolidos inteiros com água.

Posologia do Cloridrato de Propranolol - União Química


Adultos

Hipertensão

Dose inicial de 80 mg, duas vezes ao dia, que pode ser aumentada em intervalos semanais, de acordo com a resposta. A dose usual está na faixa de 160-320 mg por dia. A administração em conjunto com diuréticos ou outros medicamentos anti-hipertensivos causa uma diminuição adicional da pressão arterial. O limite máximo diário de administração de cloridrato de propranolol para o tratamento da hipertensão é de 640 mg.

Angina, ansiedade, enxaqueca e tremor essencial

Dose inicial de 40 mg, duas ou três vezes ao dia, que pode ser aumentada em igual quantidade, em intervalos semanais, de acordo com a resposta do paciente. Uma resposta adequada para ansiedade, enxaqueca e tremor essencial é geralmente observada na faixa de 80-160 mg/dia e, para angina, na faixa de 120-240 mg/dia. A mínima dose diária para tremor essencial pode ser de 40 mg.

O limite máximo diário de administração de cloridrato de propranolol para cada um dos tratamentos listados abaixo é de:
  • Angina pectoris - 480 mg;
  • Ansiedade - 160 mg;
  • Enxaqueca - 240 mg;
  • Tremor - 160 mg.

Arritmia, taquicardia por ansiedade, cardiomiopatia hipertrófica obstrutiva e tireotoxicose

Dose de 10 a 40 mg, três ou quatro vezes ao dia.

O limite máximo diário de administração de cloridrato de propranolol para cada um dos tratamentos listados abaixo é de:
  • Arritmia - 240 mg;
  • Taquicardia por ansiedade - 160 mg;
  • Cardiomiopatia - 160 mg;
  • Tireotoxicose - 160 mg.

Feocromocitoma (O cloridrato de propranolol deve ser usado apenas na presença de efetivo bloqueio alfa)

Pré-operatório:

Recomendam-se 60 mg diários, por três dias.

Casos malignos inoperáveis:

30 mg diários.

O limite máximo diário de administração de cloridrato de propranolol para o tratamento do feocromocitoma é de 60 mg para pré-operatório e de 30 mg para casos malignos inoperáveis.

- Dose mínima/dia
160 mg

640 mg

80 mg

480 mg

30 mg

240 mg

80 mg

240 mg

40 mg

160 mg

80 mg

160 mg

30 mg

160 mg

30 mg

160 mg

30 mg

160 mg

60 mg (pré-operatório)

60 mg

30 mg (manutenção)

30 mg

Pacientes idosos

A dosagem de cloridrato de propranolol deve ser determinada individualmente, de acordo com a resposta clínica.

Crianças

A dose deve ser determinada individualmente.

As doses recomendadas são:

Arritmias, feocromocitoma, tireotoxicose

Dose de 0,25 a 0,50 mg/kg, três ou quatro vezes ao dia, como for necessário.

Enxaqueca

Abaixo de 12 anos - 20 mg, duas ou três vezes ao dia.

Acima de 12 anos - a mesma dose de adultos.

Insuficiência hepática ou renal

Uma vez que a meia-vida pode ser aumentada em pacientes com insuficiência hepática ou renal significativa, deve-se ter cuidado quando estiver iniciando o tratamento e selecionando a dose inicial nestes pacientes.

O que devo fazer quando eu me esquecer de usar o Cloridrato de Propranolol - União Química?


Se você esquecer de tomar uma dose, tome-a assim que lembrar. Não tome duas doses do medicamento ao mesmo tempo.

Composição

Cada comprimido contém:

40 mg de cloridrato de propranolol.

Excipientes: estearato de magnésio, gelatina, lactose monoidratada, celulose microcristalina e amido.

Apresentação do Cloridrato de Propranolol - União Química


Comprimido 40 mg

Embalagem contendo 30 ou 40 comprimidos.

Precauções

Em caso de cirurgia, informar ao médico anestesista que você está em tratamento com cloridrato de propranolol.

Informe seu médico se você tem problemas pulmonares, circulatórios, cardíacos, hepáticos, renais ou de tireoide, ou se teve sintomas de baixa taxa de açúcar no sangue (hipoglicemia). Informe também se você tem diabetes, inchaço nos tornozelos, falta de ar e feocromocitoma (tipo de tumor, geralmente benigno, localizado na glândula suprarrenal) que ainda não está sendo tratado com outros medicamentos. Informe ainda se você está de jejum ou se esteve em jejum recentemente.

O cloridrato de propranolol pode bloquear/modificar os sinais e sintomas da hipoglicemia (baixa quantidade de açúcar no sangue), especialmente taquicardia (aumento dos batimentos cardíacos). O cloridrato de propranolol pode causar hipoglicemia, mesmo em pacientes não diabéticos, por exemplo, recém-nascidos, lactentes (crianças em fase de amamentação), crianças, pacientes idosos, pacientes submetidos à hemodiálise, pacientes com doença hepática crônica (doença no fígado) e pacientes com superdosagem. Deve-se ter cuidado ao administrar cloridrato de propranolol concomitantemente com terapia hipoglicêmica em pacientes diabéticos. O cloridrato de propranolol pode prolongar a resposta hipoglicêmica à insulina.

O cloridrato de propranolol pode mascarar os sinais da tireotoxicose.

Informe seu médico caso você apresente sintomas de redução da frequência cardíaca (diminuição dos batimentos cardíacos). Neste caso pode ser necessária a redução da dosagem.

Se você sofre de doença cardíaca isquêmica (problemas no coração devido à circulação deficiente), o tratamento com cloridrato de propranolol não deve ser interrompido de repente. Neste caso ou pode-se substituir o tratamento com cloridrato de propranolol por doses equivalentes de outro medicamento ou suspende-se gradualmente o tratamento com cloridrato de propranolol.

Antes de iniciar seu tratamento com cloridrato de propranolol informe seu médico se você possui histórico de reações anafiláticas (reações alérgicas).

Informe seu médico se você tem problemas com cirrose descompensada.

Houve relatos sugerindo que o tratamento com propranolol pode aumentar o risco de desenvolvimento de encefalopatia hepática.

Efeitos sobre a capacidade de dirigir automóveis e operar máquinas

O uso de cloridrato de propranolol provavelmente não resultará em comprometimento da capacidade de dirigir automóveis ou operar máquinas. Entretanto, deve ser levado em consideração que ocasionalmente vertigem e fadiga podem ocorrer. Se você sentir um destes sintomas, não deve dirigir automóveis ou operar máquinas.

Reações adversas

O cloridrato de propranolol é geralmente bem tolerado.

As seguintes reações adversas têm sido relatadas com o uso de cloridrato de propranolol:

Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento):

Fadiga (cansaço) e/ou lassitude (relaxamento) frequentemente passageira, bradicardia (diminuição dos batimentos cardíacos), extremidades frias, fenômeno de Raynaud (palidez, dormência e dor nos dedos), distúrbios do sono e pesadelos.

Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento):

Distúrbios gastrintestinais náuseas, vômito e diarreia.

Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento):

Vertigem (tontura), trombocitopenia (diminuição no número de plaquetas no sangue), piora da insuficiência cardíaca (problemas no funcionamento do coração), precipitação do bloqueio cardíaco (bloqueio nos impulsos elétricos do coração), hipotensão postural (diminuição da pressão sanguínea ao passar para a posição ereta), alucinações, psicoses (problemas mentais que geralmente causam mudança de personalidade), alterações de humor, confusão, púrpura (manchas na pele), alopecia (queda de cabelo), reações cutâneas psoriasiformes (manchas vermelhas na pele cobertas com escamas), agravamento da psoríase (manchas vermelhas na pele cobertas com escamas), exantema (erupções na pele), parestesia (sensação anormal de picada e formigamento na pele), olhos secos, distúrbios visuais (alterações na visão), broncoespasmo (contração dos brônquios do pulmão) em pacientes com asma brônquica ou história de queixas asmáticas (algumas vezes com resultado fatal).

Reação muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento):

Hipoglicemia (diminuição de açúcar no sangue), aumento dos anticorpos antinucleares (ANA) e miastenia grave (fraqueza muscular).

Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico. A interrupção, quando necessária, deve ser realizada gradualmente e sob supervisão médica.

População especial

Uso durante a gravidez e lactação

O cloridrato de propranolol não deve ser administrado durante a gravidez, a menos que seu uso seja essencial.

A maioria dos medicamentos da classe do propranolol passa para o leite materno embora em quantidades variáveis. Portanto, a amamentação não é recomendada após a administração desses compostos. Informar ao médico se está amamentando.

Superdosagem

Os sintomas de superdosagem podem incluir bradicardia (diminuição dos batimentos cardíacos), hipotensão (diminuição da pressão arterial), insuficiência cardíaca aguda (coração fraco) e broncoespasmo (contração dos brônquios do pulmão).

O tratamento geral deve incluir:

Monitorização cuidadosa, tratamento em unidade de terapia intensiva, o uso de lavagem gástrica, carvão ativado e um laxante para prevenir a absorção de qualquer fármaco ainda presente no trato gastrintestinal, o uso de plasma ou substitutos do plasma para tratar hipotensão e choque.

Contra indicações

O cloridrato de propranolol, assim como outros betabloqueadores, não deve ser utilizado na presença de:

  • Conhecida hipersensibilidade (alergia) ao propranolol e aos outros componentes da fórmula;
  • Hipotensão (pressão baixa);
  • Bradicardia (diminuição dos batimentos cardíacos);
  • Distúrbios graves da circulação arterial periférica (alterações na circulação sanguínea);
  • Síndrome do nó sinoatrial (um tipo de arritmia cardíaca);
  • Feocromocitoma (tipo de tumor, geralmente benigno, localizado na glândula suprarrenal) não tratado;
  • Insuficiência cardíaca descompensada (problemas no funcionamento do coração);
  • Angina de Prinzmetal (sensação de pressão e dor no peito em repouso);
  • Choque cardiogênico (problemas graves na circulação do coração);
  • Acidose metabólica (alto nível de ácidos no sangue);
  • Após jejum prolongado;
  • Bloqueio cardíaco de segundo ou terceiro grau (bloqueio nos impulsos elétricos do coração);
  • Histórico de asma brônquica ou broncoespasmo (contrações nos brônquios do pulmão).

O cloridrato de propranolol não deve ser utilizado por pacientes com predisposição à hipoglicemia, isto é, pacientes após jejum prolongado ou pacientes com reservas contraregulatórias restritas (nível de certos hormônios como glucagon e adrenalina).

Perguntas Frequentes
  1. Para que serve o Cloridrato de Propranolol União Química?

    É usado para controlar hipertensão, angina, arritmias, prevenir enxaquecas, reduzir tremores, tratar ansiedade e manejar condições como tireotoxicose e cardiomiopatia.
  2. Quais são as contraindicações do Cloridrato de Propranolol?

    Não use se tiver alergia ao propranolol, hipotensão, bradicardia, histórico de asma ou broncoespasmo, distúrbios circulatórios graves ou insuficiência cardíaca descompensada, entre outros.
  3. Quais são os possíveis efeitos colaterais do uso deste medicamento?

    Fadiga, extremidades frias, distúrbios do sono, náuseas, vertigem e bradicardia são comuns. Reações raras incluem alterações de humor, alucinações e psicoses.
  4. Como devo usar o Cloridrato de Propranolol?

    Admita os comprimidos por via oral, inteiros com água. As dosagens variam, por isso siga a orientação do seu médico para controle da condição específica a ser tratada.
  5. O Cloridrato de Propranolol pode ser usado durante a gravidez?

    Não é recomendado durante a gravidez ou lactação, a menos que seja essencial. Informe seu médico se estiver grávida ou amamentando.
  6. Como o Cloridrato de Propranolol funciona no organismo?

    Ele é um betabloqueador que inibe receptores beta-adrenérgicos, ajudando a controlar a pressão sanguínea e o ritmo cardíaco, além de tratar outras condições.
  7. O que devo fazer em caso de superdosagem?

    Procure atendimento médico imediatamente. O tratamento inclui monitorização, lavagem gástrica e medidas de suporte em unidade de terapia intensiva.
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Categorias
EAN 7896006245247
Tipo de Medicamento Genérico
Classe Terapêutica Betabloqueadores Puros
Princípio Ativo Cloridrato de Propranolol
Forma Farmacêutica Comprimido
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