Combiron Fólico Com 45 Comprimidos

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O Combiron Fólico é essencial para corrigir anemia ferropriva e apoiar a saúde celular. Com ferrocarbonila, oferece absorção segura e eficiente de ferro, reduzindo riscos de intoxicação. Ideal para gestantes e lactantes, promove síntese de DNA e melhora a função imunológica. Ao escolher o Combiron Fólico, considere a necessidade de ferro e as condições de saúde. Consulte um médico para garantir que ele atende às suas necessidades personalizadas.
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Mais Vendido 9º em Anemia
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Informações do produto
- Fabricante: ACHE
- Uso Oral
- Uso adulto

Para que serve

Este medicamento é indicado no tratamento das anemias carenciais como: nas correções das anemias provocadas por distúrbios nutricionais ou medicamentosos (quando o uso de medicamentos que possuem interação com as vitaminas do complexo B ocasionam diminuição dos seus níveis no sangue); nas anemias causadas por perdas de ferro; no tratamento das anemias nos períodos gestacionais (gravidez), de lactação (amamentação) e puerpério (pós-parto).

Como o Combiron Fólico funciona?


Combiron Fólico é um medicamento que age de forma a corrigir a anemia carencial e restabelecer os índices normais de armazenamento de ferro corporal. As vitaminas do complexo B são essenciais para o metabolismo de carboidratos e proteínas. Combiron Fólico fornece ferro através de uma partícula pequena capaz de prover grande quantidade de ferro em comprimidos de reduzidas dimensões. O ferro é absorvido lentamente e em quantidade proporcional à deficiência de ferro, o que confere segurança na suplementação desse mineral. As principais funções do ferro estão envolvidas com o metabolismo e crescimento celulares. Além da produção energética decorrente do metabolismo de carboidratos, o ferro também participa de outras reações como: a síntese de DNA e colágeno, o metabolismo da vitamina A, o transporte de gorduras, a função imunológica e a desintoxicação de drogas pelo fígado. A suplementação de ferro gera um aumento nas concentrações de hemoglobina do sangue (parâmetro de avaliação laboratorial do grau de anemia) entre 0,15 e 0,25 mg/dia. Os efeitos da reposição desse metal podem ser evidenciados desde o primeiro dia de uso e o tempo de restabelecimento dos níveis normais de hemoglobina dependerá do grau de anemia evidenciada, respeitando a velocidade de acréscimo anteriormente citada.

O ácido fólico tem uma função específica no metabolismo intracelular, onde converte homocisteína em metionina e serina em glicina, é essencial para a formação das hemácias e leucócitos na medula óssea e para a maturação do heme. Participa da síntese de timidilato, que é etapa limitante na síntese do DNA; do metabolismo da histidina, que age na conversão para o ácido glutâmico e da síntese das purinas.

Os seres humanos são incapazes de sintetizar folatos e, portanto, devem obtê-lo através de suas fontes nutricionais e suplementos, por meio da absorção intestinal.

A tiamina (vitamina B hidrossolúvel) age no metabolismo dos carboidratos, sua necessidade está relacionada com a velocidade metabólica e é aumentada quando o carboidrato é a fonte de energia. Portanto, está envolvida com o crescimento.

A riboflavina (vitamina B2) é vital no metabolismo como coenzima para flavoproteínas respiratórias, participando do processo da respiração celular.

A piridoxina (vitamina B6) exerce papel de coenzima no metabolismo para transformações metabólicas dos aminoácidos e participa de algumas etapas do metabolismo do triptofano, que é um aminoácido importante para a produção de serotonina, uma substância que age no cérebro.

A cianocobalamina (vitamina B12) é essencial para o crescimento e replicação das células e manutenção de uma mielina normal em todo o sistema nervoso central. Sua deficiência determinará um quadro de anemia e também é relacionada ao metabolismo do ácido fólico.

A nicotinamida (vitamina B3) é um metabólito da niacina, vital para uma ampla variedade de reações metabólicas, como a reação de oxidação-redução, essencial para a respiração tissular.

O pantotenato de cálcio é prontamente absorvido pelo trato gastrointestinal e distribuído em todos os tecidos do corpo. As vitaminas do complexo B e o ácido fólico, são importantes na formação da hemoglobina, esta que quando está com nível muito baixo, promove a anemia.

Como usar

Um comprimido, uma vez ao dia, antes das refeições ou a critério médico.

Observação: para reduzir um possível efeito no estômago ou intestino, este medicamento poderá ser ingerido durante as refeições.

O emprego por via não recomendada comprometerá a segurança do paciente e a eficácia do produto.

Dosagem máxima diária é limitada a 1 comprimido.

O que devo fazer quando eu me esquecer de usar o Combiron fólico?


Em caso de esquecimento da dose recomendada no dia, aguardar a dose seguinte e manter o uso regular do medicamento. Não aumentar a dose recomendada diária.

Composição

Cada comprimido revestido de Combiron Fólico contém:

Ferrocarbonila (como ferro elementar) 120mg
Nitrato de tiamina 4mg
Riboflavina 1mg
Cloridrato de piridoxina 1mg
Cianocobalamina 25mcg
Nicotinamida 10mg
Ácido fólico 2mg
Pantotenato de cálcio 2mg

Excipientes: celulose microcristalina, lactose monoidratada, croscarmelose sódica, dióxido de silício, estearato de magnésio, corante vermelho ponceau 4R laca de alumínio, corante vermelho FDC 3 laca de alumínio, corante azul de indigotina laca de alumínio, dióxido de titânio e Opadry II.

Apresentação do Combiron Fólico


Comprimidos revestidos. Embalagens com 15 e 45 comprimidos.

Precauções

Assim como outras preparações orais de ferro, este medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças para evitar superdosagem acidental por ferro.

Como todos os preparados contendo ferro, este medicamento deve ser administrado com cautela na presença de alcoolismo, infecções agudas e estados inflamatórios do trato gastrointestinal como enterite (inflamação do intestino), colite ulcerativa (inflamação do intestino com úlceras), pancreatite (inflamação do pâncreas) e úlcera péptica (úlcera do estômago ou intestino). A ingestão excessiva de álcool, causando incremento do depósito de ferro no fígado, aumenta a probabilidade de efeitos colaterais, quando em uso prolongado. Deve-se administrar compostos de ferro com cautela em pessoas com alteração da função dos rins e do fígado.

A administração do produto em pacientes submetidos a transfusões repetidas de sangue deve ser realizada sob rigoroso controle médico e observação do quadro sanguíneo, visto que a concomitância da aplicação de sangue com alto nível de ferro nas células vermelhas e sais de ferro por via oral pode resultar em sobrecarga de ferro. Recomenda-se a realização periódica de exames de sangue, adequando-se a terapia com os respectivos resultados obtidos, quando o tratamento for superior a 30 dias.

A ingestão prolongada de um só tipo de vitamina B pode resultar em desequilíbrio de outras vitaminas do complexo B. Por essa razão, as vitaminas B devem ser ingeridas sob a forma de complexos que contenham todas ou grande parte dessas vitaminas.

A cianocobalamina (vitamina B12) é considerada segura e não tóxica. A cianocobalamina poderá mascarar a deficiência de ácido fólico (vitamina B9), assim como altas doses de ácido fólico devem ser administradas com precaução, pois pode mascarar a deficiência de vitamina B12.

Altas doses de nicotinamida ou vitamina B3 (50 mg/dia ou mais) podem causar efeitos colaterais como rubor facial e do tronco. O uso de ácido acetilsalicílico (AAS) 30 minutos antes da ingestão da nicotinamida pode auxiliar a reduzir o risco de vermelhidão da pele e face. Em doses muito elevadas, a nicotinamida pode causar alteração da função do fígado e úlcera do estômago ou intestino. Recomenda-se cautela na prescrição da nicotinamida em pacientes portadores de úlcera do estômago ou intestino e doenças do fígado. Pessoas com gota não devem usar suplementos vitamínicos que contenham nicotinamida. Pessoas com diabetes mellitus e cálculo na vesícula biliar só devem usar a nicotinamida sob rigorosa supervisão médica.

A tiamina ou vitamina B1 é geralmente não tóxica. Doses muito elevadas dessa vitamina podem causar dor de estômago.

A suplementação com elevadas doses de piridoxina ou vitamina B6 (200 mg diários) pode levar a síndrome de abstinência.

A riboflavina ou vitamina B2 é considerada segura, mesmo em altas doses. No entanto, em razão de doses diárias acima de 10 mg poderem causar lesão ocular por exposição solar, pessoas que ingerem doses elevadas de riboflavina devem usar óculos escuros para proteger os olhos da luz ultra-violeta.

Não há riscos relatados com o uso em gestantes e lactantes, podendo ser usado com segurança. Recomenda-se não ultrapassar a posologia prescrita e não associar outros multivitamínicos durante a gravidez e amamentação.

Reações adversas

Reações adversas muito comuns (ocorre em 10% ou mais dos pacientes que utilizam esse medicamento)

Intolerância gastrointestinal (10%), caracterizada por náuseas (enjôos), distensão abdominal (aumento do volume da barriga), constipação (prisão de ventre), diarreia, anorexia (perda do apetite), pirose (azia ou queimação).

Reações adversas comuns (ocorre entre 1% e 10% ou mais dos pacientes que utilizam esse medicamento)

Prurido ou coceira (6%).

Reações adversas sem frequência conhecida

Erupção maculopapular eritematosa (lesões de pele com vermelhidão local), descoloração das unhas, pioderma facial (lesão facial com infecção), fotossensibilidade (manchas na pele desencadeada por exposição solar), dermatite de contato (lesão de pele por contato), eritema facial (vermelhidão da face), urticária (alergia de pele com lesões avermelhadas), anafilaxia (inchaço dos lábios com falta de ar), úlcera péptica (úlcera do estômago ou intestino), exacerbação de sangramento gastrointestinal (piora de sangramento do estômago ou intestino), obstrução intestinal (em paciente com Doença de Chron), perfuração intestinal, perda do apetite, gosto amargo na boca, hepatoxicidade (lesão do fígado), urina alaranjada, redução da lactação, hiperglicemia (aumento do açúcar no sangue), redução do ácido fólico, deficiência de zinco, púrpura trombocitopênica, alteração da memória, parestesia (formigamento), neuropatia sensorial periférica (alteração dos nervos das extremidades ou membros), síndrome de abstinência, tontura, cefaleia (dor de cabeça), visão turva, alterações do sono, problemas de concentração, irritabilidade, ansiedade, depressão, confusão mental, incapacidade de julgamento, exacerbação (piora) de crises convulsivas, insuficiência respiratória (dificuldade de respiração).

Superdosagem

A possibilidade de ocorrência de intoxicação aguda por vitaminas ou sais minerais, neste caso, o elemento ferro, é bastante reduzida. Mas em casos desta ocorrência procurar um profissional médico ou uma Unidade de Saúde mais próxima para ser tomadas às devidas medidas. A superdosagem de ferro pode produzir vômitos (com ou sem sangue), lesão do fígado, aumento dos batimentos cardíacos e colapso dos vasos. No caso de superdosagem acidental, deve ser administrado um indutor de vômitos, o mais rápido possível, seguido de lavagem gástrica, se necessário. Podem ser empregados agentes quelantes (bloqueadores do ferro) e são preconizadas medidas gerais de suporte, visando combater desidratação, acidose e o choque. O ferro proveniente da ferrocarbonila é menos tóxico que outras formulações de ferro, em razão de sua velocidade de absorção limitada.

Interação alimentícia

Ferro

Gravidade moderada

Ácido fítico (fitatos) diminui a a absorção do ferro.

Gravidade menor - Diminuição da biodisponibilidade do ferro

  • Laticínios;
  • Proteína de soja;
  • Soja.

Vitamina B6

Gravidade moderada

Alimentos em geral podem causar redução da exposição à piridoxina.

Interações medicamento-bebida

Vitamina B9

Gravidade moderada - Podem induzir a deficiência de ácido fólico:
  • Chá verde;
  • Chá preto.

Contra indicações

Este medicamento é contraindicado em pacientes que apresentem hipersensibilidade a quaisquer dos componentes de sua fórmula. Não deve ser utilizado em pacientes que apresentem outras anemias que não sejam acompanhadas por deficiência de ferro como anemia perniciosa ou megaloblástica, anemia hemolítica ou talassemia, hemocromatose ou hemossiderose, e porfiria cutânea, uma vez que podem causar ou agravar um acúmulo de ferro no organismo, especialmente no território do fígado.

Perguntas Frequentes
  1. Para que serve o Combiron Fólico?

    Combiron Fólico é indicado para tratar anemias carenciais, melhorando níveis de ferro e vitaminas do complexo B, ideal para gestantes e lactantes. Consulte um médico para garantir o uso adequado.
  2. Quais são os benefícios do Combiron Fólico?

    Ele corrige anemia ferropriva, melhora a saúde celular e a função imunológica, apoia a síntese de DNA e é seguro durante a gravidez e lactação.
  3. Como devo tomar Combiron Fólico?

    Tome um comprimido por dia, antes das refeições ou conforme orientação médica. Para evitar desconforto estomacal, pode ser ingerido durante as refeições.
  4. Combiron Fólico tem contraindicações?

    Sim, é contraindicado para quem tem hipersensibilidade aos componentes ou anemias que não sejam por deficiência de ferro. Consulte um médico antes de usar.
  5. Posso tomar Combiron Fólico com outros medicamentos?

    Combiron pode interagir com medicamentos como levodopa, antibióticos e antiácidos. Informe seu médico sobre todos os medicamentos que você está tomando.
  6. Quais são as reações adversas comuns de Combiron Fólico?

    Reações comuns incluem náuseas, distensão abdominal e constipação. Coceira e vermelhidão são menos frequentes. Consulte um médico se houver desconforto.
  7. Qual a validade do Combiron Fólico?

    Verifique a data de validade na embalagem do produto para garantir sua eficácia e segurança. Mantenha armazenado conforme as instruções do fabricante.
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Categorias
EAN 7896658003653
Tipo de Medicamento Referência
Forma de Administração Via Oral
Classe Terapêutica Associações De Ferro
Princípio Ativo Ácido Fólico
Doenças e Complicações Para Anemia, Para Imunidade
Forma Farmacêutica Comprimido
Prescrição Médica Sem Retenção De Receita
Parte do Corpo Para Sistema Imune
Apresentação Em Comprimido
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