Emistin Acetato de Dexametasona 1mg e Fumarato de Clemastina 0,5mg Creme Dermatológico Com 20g
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Medicamento Tarja Vermelha
Uso Tópico
Uso Adulto
Venda sob prescrição médica
Para que serve
Emistin é indicado como antialérgico, anti-inflamatório e analgésico, em caso de inflamações onde se faça necessária a terapêutica por meio de corticoides.
Emistin é destinado para o tratamento de dermatoses agudas, subagudas ou crônicas, de origem inflamatória e/ou alérgica, como eczemas (irritação na pele na qual ela fica avermelhada) e dermatites (inflamação na pele, pode ser de contato, atópica, por estase, amoniacal, radiodermatite ou outras).
Como o Emistin Creme funciona?
Emistin reúne em sua fórmula a clemastina, um anti-histamínico (medicamentos usados no alívio dos sintomas das manifestações alérgicas) de efeito prolongado e a dexametasona, um glicocorticoide sintético com reduzida atividade mineralocorticoide (classe de hormônios esteroides), nos casos de inflamações onde se faça necessária a terapêutica por meio de corticosteroides.
Como usar
Uma camada fina de Emistin deve ser aplicada sobre a parte afetada, cobrindo-a em seguida com gaze esterilizada. Repetir o curativo cada 12 horas, ou a critério médico.
O que eu devo fazer quando eu me esquecer de usar o Emistin Creme?
Aplique o medicamento assim que se lembrar. Entretanto, se estiver próximo o horário da dose seguinte, pule a dose esquecida e continue o tratamento conforme prescrito. Não utilize o dobro da dose para compensar uma dose esquecida.
Composição
Cada 1g de creme contém:
| Fumarato de clemastina* | 1,3 mg |
| Acetato de dexametasona** | 0,6 mg |
| Excipiente*** q.s.p | 1 g |
*Equivalente a 1,0 mg de clemastina.
**Equivalente a 0,5 mg de dexametasona.
***Simeticona, propilenoglicol, propilparabeno, metilparabeno, edetato dissódico di-hidratado, glicerol, citrato de sódio di-hidratado, oleato de decila, álcool etílico, álcool cetoestearílico, acetona, álcool cetoestearílico etoxilado, polissorbato 80, água purificada.
Apresentação do Emistin Creme
Fumarato de clemastina 1,0 mg e acetato de dexametasona 0,5 mg.
Embalagem contendo 1 bisnaga de 10 g ou 20g.
Precauções
Emistin creme não deve ser usado nos olhos ou próximo deles.
Doses médias e grandes de corticosteroides podem causar elevação da pressão arterial, retenção de sal e água e maior excreção de potássio.
Pode ser necessária a restrição dietética de sal e a suplementação de potássio. Todos os corticosteroides aumentam a excreção de cálcio.
A insuficiência adrenocortical secundária induzida por drogas pode resultar da retirada muito rápida de corticosteroides e pode ser minimizada pela redução posológica gradual. Tal insuficiência relativa pode persistir por meses após a interrupção do tratamento. Por isso, em qualquer situação de estresse que ocorra durante este período deve-se reinstituir a terapia corticosteroide ou pode haver a necessidade de aumentar a posologia em uso. Após terapia prolongada, a retirada dos corticoides pode resultar nos sintomas da síndrome da retirada de corticosteroides, compreendendo febre, mialgia (dor muscular), artralgia (dor em uma ou mais articulações) e mal estar. Isso pode ocorrer mesmo em pacientes sem sinais de insuficiência da suprarrenal.
Pode-se realizar processos de imunização em pacientes que estejam recebendo corticosteroides como terapia de substituição como, por exemplo, na doença de Addison.
Tuberculosos
Deve restringir-se aos casos de doença fulminante ou disseminada, em que se usa o corticosteroide para o controle da doença, em conjunção com adequado tratamento antituberculoso. Se houver indicação de corticosteroide em pacientes com tuberculose latente ou reação à tuberculina, torna-se necessária à observação, dada a possibilidade de ocorrer reativação da moléstia.
Durante o tratamento corticosteroide prolongado esses pacientes devem receber quimioprofilaxia.
Os esteroides devem ser utilizados com cautela em colite ulcerativa inespecífica (doença inflamatória no intestino), se houver probabilidade de iminente perfuração, abscessos ou outras infecções piogênicas, diverticulite (inflamação dos divertículos presentes no intestino grosso), anastomose intestinal recente (cirurgia recente), úlcera péptica ativa ou latente, insuficiência renal, hipertensão, osteoporose e miastenia grave (doença neuromuscular). Sinais de irritação do peritônio (membrana serosa que forra a parede abdominal), após perfuração gastrointestinal, em pacientes recebendo grandes doses de corticosteroides, podem ser mínimos ou ausentes.
A embolia gordurosa pode ser possível complicação com hipercortisonismo (desordem endócrina causada por níveis elevados de cortisol no sangue).
Hipotireoidismo e cirrose
Há maior efeito dos corticosteroides. Em alguns pacientes os esteroides podem aumentar ou diminuir a motilidade e o número de espermatozoides.
Os corticosteroides podem mascarar alguns sinais de infecção e novas infecções podem aparecer durante o seu uso.
Malária cerebral
O uso de corticosteroide está associado com um prolongamento do coma e à maior incidência de pneumonia e hemorragia gastrointestinal.
Os corticoides podem ativar amebíase latente. Portanto, é recomendado excluir a amebíase latente ou ativa antes de iniciar a terapia corticosteroide em qualquer paciente que passou algum tempo com diarreia inexplicada.
O uso prolongado do corticosteroide pode produzir catarata subcapsular posterior, glaucoma com possível lesão dos nervos ópticos e estimular o estabelecimento de infecções oculares secundárias devido a fungos ou vírus.
Herpes simples oftálmico
Corticosteroides devem ser usados com cuidado, devido à possibilidade de perfuração corneana.
O aumento da dor acompanhado de tumefação local, maior restrição no movimento articular, febre e mal estar são sugestivos de artrite séptica. Se ocorrer esta complicação e confirmar-se o diagnóstico e a infecção, deve-se instituir adequada terapia antimicrobiana.
Reações adversas
Reações muito comuns (ocorrem em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento)
Sonolência, secreções brônquicas (muco, catarro), hipersecreção gástrica, aumento do apetite, infecções, insônia, nervosismo.
Reações comuns (ocorrem entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento)
Diabetes mellitus, hemorragia gastrointestinal, hipercortisolismo (desordem endócrina causada por níveis elevados de cortisol no sangue), períodos menstruais irregulares, osteoporose (diminui da massa óssea).
Reações raras (ocorrem entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento)
Dor e inchaço abdominal, reações alérgicas (dermatite, anafilaxia, etc), anorexia (distúrbio alimentar em que a pessoa ingere quantidade insuficiente de alimentos), distúrbios sanguíneos, tontura, nariz e garganta e boca secos, disúria (dificuldade para urinar), excitação, extrassístole (falhas de um batimento cardíaco), alucinações, dores de cabeça, hiperidrose (excesso de suor), funções cognitivas prejudicadas, pesadelos, problemas na pele (prurido, fotossenssibilidade, rash, urticária), taquiarritmia (arritmia cardíaca que se apresenta com batimentos acelerados), zumbido (no ouvido), tremores, alterações visuais, xerostomia (redução de saliva), convulsões, testes de função hepática anormais, pancreatite aguda (processo inflamatório agudo do pâncreas), acne vulgar, hipertensão intracraniana benigna (aumento da pressão intracraniana), retenção de líquidos, bradicardia (diminuição na frequência cardíaca), parada cardíaca, catarata, embolia devido ao colesterol (obstrução de vasos), insuficiência cardíaca crônica, distúrbios da condução do coração, delírio, depressão, dispnéia (falta de ar), equimose (manchas roxas), edema (inchaço), eritema (herpes ou uma possível reação alérgica), úlcera esofágica ( úlcera no esôfago) e péptica, desmaios, falsa sensação de bemestar, rubor, fraturas, glaucoma ( aumento da pressão ocular), glicosúria (glicose é eliminada na urina), hepatomegalia (tamanho do fígado está aumentado), soluços, hirsutismo (crescimento excessivo de pêlos), hipertensão (pressão alta), cicatrização prejudicada, lipodistrofia (alterações na massa corpórea), letargia, alteração de humor, fraqueza muscular, miopatia (dores musculares), neuralgia (breves choque elétrico), neuropatia (doença do sistema nervoso), hipertensão ocular, parestesia, petéquias (pequenas manchas na pele devido a sangramento de pequenos vasos), edema pulmonar, descamação da pele, estrias, ruptura de tendão, ganho de peso, vertigem (sensação de uma tontura rotatória), vasculite (inflamação em vaso sanguíneo), distúrbios tromboembólicos (coágulos sanguíneos) e tromboflebite.
Reações adversas com frequência desconhecida
Euforia (estado emocional de excitação plena), irritabilidade, inquietação, confusão, cansaço, distúrbios de coordenação, sedação, palpitação, hipotensão, calafrios, labirintite aguda, histeria, neurite, diarreia, vômito, constipação, problemas urinários, aperto e chiado no peito, congestão nasal, angioedema, cardiomiopatia hipertrófica em lactentes, pele e cabelos secos e frágeis, redução da tolerância a glicose, aumento da necessidade de insulina ou agentes hipoglicêmicos orais em diabéticos, manifestações de diabetes mellitus latente, redução da resposta adrenocortical e pituitária, supressão do crescimento em pacientes pediátricos, perda de potássio, alcalose hipocalêmica, retenção de sódio, perfuração intestinal, balanço negativo de nitrogênio devido ao catabolismo de proteínas, necrose asséptica das cabeças do fêmur e úmero, perda muscular, osteoporose, mudanças no humor, exoftalmia, depósito anormal de gordura, redução da resistência a infecções, aumento ou redução da motilidade e número de espermatozoides, mal-estar e face de lua.
População especial
Uso em crianças
As crianças de qualquer idade, em tratamento prolongado de corticosteroides, devem ser cuidadosamente observadas quanto ao seu crescimento e desenvolvimento.
Pacientes Idosos
Não constam na literatura relatos sobre advertências ou recomendações especiais do uso adequado por pacientes idosos.
Gravidez e lactação
Pelo fato de não terem realizado estudos de reprodução humana com os corticosteroides, o uso destas substâncias na gravidez ou na mulher em idade fértil requer que os benefícios previstos sejam confrontados com os possíveis riscos para a mãe e o embrião ou o feto. Crianças nascidas de mães que durante a gravidez tenham recebido doses substanciais de corticosteroides devem ser cuidadosamente observadas quanto a sinais de hipoadrenalismo (função reduzida da glândula suprarrenal).
Os corticosteroides aparecem no leite materno e podem inibir o crescimento, interferir na produção endógena de corticosteróide ou causar outros efeitos indesejáveis. Mães que tomam doses farmacológicas de corticosteroides não devem amamentar.
Superdosagem
Topicamente aplicados, os corticosteroides podem ser absorvidos em doses que podem causar efeitos sistêmicos.
Deve-se suspender o uso do produto e os efeitos desaparecerão.
O paciente deve ser encaminhado a um centro médico.
Contra indicações
Emistin é contraindicado para pacientes que apresentam hipersensibilidade aos componentes da fórmula, nos casos de dermatoses provocadas por vírus ou por fungos, nas lesões cutâneas tuberculosas.
Pacientes que apresentam tuberculose, insuficiência cardíaca congestiva (condição patológica em que o coração não consegue bombear o sangue suficientemente para o corpo todo), úlcera duodenal em atividade, hipertensão arterial (pressão sanguínea alta), psicoses (condição mental em que há perda de contato com a realidade), diabetes, infecções graves e nos três (3) primeiros meses de gravidez não devem usar Emistin.
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Para que serve o Emistin Creme?
Emistin Creme é indicado para o tratamento de dermatoses agudas, subagudas ou crônicas, como eczemas e dermatites, oferecendo ação antialérgica e anti-inflamatória. -
Como se deve aplicar o Emistin Creme?
Aplique uma camada fina sobre a área afetada e cubra com gaze esterilizada. Repita o procedimento a cada 12 horas ou conforme orientação médica. -
Quais as contraindicações do Emistin Creme?
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Quais são os componentes ativos do Emistin Creme?
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Emistin Creme possui reações adversas?
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Pode usar Emistin Creme em crianças?
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Qual a classe terapêutica do Emistin Creme?
| Categorias | |
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| EAN | 7896004714295 |
| Tipo de Medicamento | Similar |
| Classe Terapêutica | Associações De Corticosteróides Sistêmicos |
| Princípio Ativo | Fumarato de Clemastina + Dexametasona |
| Forma Farmacêutica | Creme |
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