Etira 500 Mg Com 30 Comprimidos

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99763
Etira 500 mg é um tratamento eficaz para epilepsia, indicado para crises parciais e generalizadas em pacientes com 6 anos ou mais. Benefícios incluem fácil administração oral e ajustes de dose. Escolha conforme idade e tipo de crise, consulte seu médico.
  • Referência Medicamento Referência
  • Tarja Vermelha Medicamento Tarja Vermelha
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Informações do produto
- USO ORAL
- USO ADULTO E PEDIÁTRICO ACIMA DE 1 MÊS

Para que serve

Etira é indicado como monoterapia (não combinado com outros medicamentos antiepilépticos) para o tratamento de crises parciais, com ou sem generalização secundária, em pacientes com 16 anos ou mais e diagnóstico recente de epilepsia.

Etira é indicado como terapia adjuvante (utilizado com outros medicamentos antiepilépticos) para o tratamento de:

  • Crises parciais, com ou sem generalização, em adultos, adolescentes e crianças com idade acima de 6 anos e peso igual ou superior a 50 kg, com epilepsia;
  • Crises mioclônicas em adultos, adolescentes e crianças com idade superior a 12 anos e peso igual ou acima de 50 kg, com epilepsia mioclônica juvenil;
  • Crises tônico-clônicas primárias generalizadas em adultos, adolescentes e crianças com mais de 6 anos de idade e peso igual ou superior a 50 kg com epilepsia idiopática generalizada.

Exclusivo Comprimido

Para bebês e crianças com menos de 50 kg o tratamento deve ser iniciado com levetiracetam solução oral.

Como o Etira funciona?


O mecanismo de ação do levetiracetam não está totalmente esclarecido.

Como usar

Comprimido

Engolir os comprimidos de Etira com uma quantidade suficiente de líquido (exemplo: um copo com água). A dosagem diária deve ser administrada em duas doses igualmente divididas (a cada 12 horas), aproximadamente no mesmo horário de cada dia.

Etira pode ser ingerido com ou sem alimentos. Após a administração oral, o gosto amargo de levetiracetam pode ser sentido.

Doses para Monoterapia (não combinado com outros medicamentos antiepilépticos) no tratamento de crises parciais, com ou sem generalização secundária em pacientes a partir dos 16 anos com diagnóstico recente de epilepsia

Dose inicial recomendada é de 250 mg duas vezes ao dia, a qual pode ser aumentada para uma dose terapêutica inicial de 500 mg duas vezes ao dia, após duas semanas. Esta dose pode ser aumentada ainda em mais 250 mg duas vezes ao dia, a cada duas semanas, dependendo da sua resposta clínica. A dose máxima é de 1500 mg duas vezes ao dia. Seu médico deverá lhe orientar sobre ajustes de dose.

Não foram conduzidos estudos clínicos para Monoterapia no tratamento de crises parciais, com ou sem generalização secundária em pacientes com menos de 16 anos e diagnóstico recente de epilepsia.

Doses para Terapia adjuvante (combinado com outros medicamentos antiepilépticos) no tratamento de:

  • Crises parciais com ou sem generalização secundária em adultos, adolescentes e crianças com idade superior a 6 anos e peso igual ou superior a 50 kg, com epilepsia.
  • Crises mioclônicas em adultos, adolescentes e crianças com idade superior a 12 anos e peso igual ou acima de 50 kg, com epilepsia mioclônica juvenil.
  • Crises tônico-clônicas primárias generalizadas em adultos, adolescentes e crianças com mais de 6 anos de idade e peso igual ou superior a 50 kg, com epilepsia idiopática generalizada.

A dose terapêutica inicial é de 500 mg/duas vezes ao dia. Esta dose pode ser iniciada no primeiro dia de tratamento. Dependendo da sua resposta clínica e tolerância, a dose diária pode ser aumentada para até o máximo de 1500 mg/duas vezes ao dia. Estes ajustes de dose podem ser realizados com aumentos ou reduções de 500 mg/duas vezes ao dia, a cada duas a quatro semanas. Seu médico deverá lhe orientar sobre ajustes de dose.

O médico irá prescrever a forma farmacêutica, apresentação e concentração mais apropriadas para você, de acordo com seu peso, idade e dosagem.

Etira comprimidos não é adaptado para administração a bebês e crianças com menos de 6 anos e abaixo de 50 kg ou pacientes com dificuldade de deglutir comprimidos. Para estas populações, levetiracetam solução oral é mais apropriado. Além disso, as concentrações disponíveis de Etira em comprimidos não são apropriadas para o tratamento inicial de crianças com peso inferior a 50 kg, ou para administração de doses menores ou não múltiplas de 500 mg (250 mg, 750 mg e 1250 mg). Nestes casos o médico deverá avaliar a melhor alternativa.

Ajuste de dose para populações especiais

Nos casos em que o ajuste de dose for necessário, o médico indicará a dose de levetiracetam adequada.

Idosos

O ajuste de dose é recomendado em pacientes idosos com função renal reduzida.

Insuficiência renal (dos rins)

Uma vez que o levetiracetam é eliminado pelos rins, a dose diária de levetiracetam deve ser individualizada de acordo com a sua função renal. Para crianças com comprometimento da função renal, esta recomendação se baseia em um estudo realizado em pacientes adultos com insuficiência renal.

Seu médico irá determinar como está sua função renal para verificar se é necessário ajustar sua dose.

Insuficiência hepática (do fígado)

Não é necessário ajuste de dose em pacientes com insuficiência hepática leve a moderada. Em pacientes com insuficiência hepática grave, o ajuste de dose é recomendado.

Duração do tratamento

O tratamento com Etira deve ser continuado durante o tempo que o seu médico indicar.

Interrupção do tratamento

No caso de interrupção do tratamento, tal como para outros medicamentos antiepilépticos, Etira deverá ser descontinuado gradualmente. Seu médico irá orientar sobre a interrupção gradual de Etira.

Solução oral

A solução oral pode ser administrada diretamente ou diluída em água. Etira pode ser ingerido com ou sem alimentos. Após a administração oral, o gosto amargo de levetiracetam pode ser sentido. A dosagem diária deve ser administrada em duas doses igualmente divididas (a cada 12 horas), aproximadamente no mesmo horário de cada dia.

Instruções de utilização

  1. Abra o frasco. Rode no sentido anti-horário (figura 1).
  1. Separe o adaptador da seringa (figura 2). Insira o adaptador no gargalo do frasco (figura 3). Assegure-se que está bem fixo.

 

  1. Pegue a seringa e coloque-a na abertura do adaptador (figura 4). Inverta o frasco (figura 5).
  1. Encha a seringa com uma pequena quantidade de solução, puxando o êmbolo para baixo (figura 5A).
  1. Em seguida puxe o êmbolo para cima para remover qualquer eventual bolha (figura 5B). Finalmente, puxe o êmbolo para baixo até atingir a marca da graduação correspondente a quantidade em mililitros (mL), prescrita pelo seu médico (figura 5C).
  1. Volte a colocar o frasco com o gargalo para cima (figura 6A). Remova a seringa do adaptador (figura 6B).
  1. Despeje o conteúdo da seringa em um copo com água ou no copo/frasco do bebê empurrando o êmbolo da seringa até o fundo (figura 7).
  1. Beba o conteúdo total do copo/mamadeira do bebê.
  2. Feche o frasco com a tampa de rosca plástica.
  3. Lave a seringa com água apenas (figura 8).

Doses para Monoterapia (não combinado com outros medicamentos antiepilépticos) no tratamento de crises parciais, com ou sem generalização secundária em pacientes a partir dos 16 anos com diagnóstico recente de epilepsia

A dose inicial recomendada é de 250 mg (2,5 mL) duas vezes ao dia, a qual pode ser aumentada para uma dose terapêutica inicial de 500 mg (5 mL) duas vezes ao dia, após duas semanas. Esta dose pode ser aumentada ainda em mais 250 mg (2,5 mL) duas vezes ao dia, dependendo da sua resposta clínica. A dose máxima é de 1500 mg (15 mL) duas vezes ao dia. Seu médico deverá lhe orientar sobre ajustes de dose.

Não foram conduzidos estudos clínicos para Monoterapia no tratamento de crises parciais, com ou sem generalização secundária em pacientes com menos de 16 anos e diagnóstico recente de epilepsia.

Doses para Terapia adjuvante (utilizado com outros medicamentos antiepilépticos) no tratamento de:

  • Crises parciais em adultos, crianças e bebês com idade superior a 1 mês com epilepsia;
  • Crises mioclônicas em adultos e adolescentes com idade superior a 12 anos com epilepsia mioclônica juvenil;
  • Crises tônico-clônicas primárias generalizadas em adultos e crianças com mais de 6 anos de idade com epilepsia idiopática generalizada.

Terapia adjuvante em adultos e adolescentes (12 aos 17 anos) com peso igual ou superior a 50 kg

A dose terapêutica inicial é de 500 mg/duas vezes ao dia (5 mL/duas vezes ao dia). Esta dose pode ser iniciada no primeiro dia de tratamento. Dependendo da sua resposta clínica e tolerância, a dose diária pode ser aumentada para até 1500 mg/duas vezes ao dia (15 mL/duas vezes ao dia). Estes ajustes de dose podem ser realizados com aumentos de 500 mg/duas vezes ao dia (5 mL/duas vezes ao dia), a cada duas a quatro semanas. Seu médico deverá lhe orientar sobre ajustes de dose.

Terapia adjuvante em bebês (a partir dos 6 meses ate 23 meses), crianças (2 aos 11 anos) e adolescentes (12 aos 17 anos) com peso inferior a 50 kg

A dose terapêutica inicial é de 10 mg/ kg peso (0,1mL/kg peso) duas vezes ao dia. Dependendo da sua resposta clínica e tolerância, a dose pode ser aumentada para até 30 mg/kg peso (0,3 mL/kg peso) duas vezes ao dia. Estes ajustes de dose não podem ser realizados com aumentos ou decréscimos maiores que 10 mg/kg peso (0,1mL/kg peso) duas vezes ao dia, a cada duas semanas. A menor dose eficaz deve ser usada.

Dose inicial: 0,1 mL/kg duas vezes ao dia
0,6 mL duas vezes ao dia

1,8 mL duas vezes ao dia

1,0 mL duas vezes ao dia

3,0 mL duas vezes ao dia

1,5 mL duas vezes ao dia

4,5 mL duas vezes ao dia

2,0 mL duas vezes ao dia

6,0 mL duas vezes ao dia

25 kg

2,5 mL duas vezes ao dia

7,5 mL duas vezes ao dia

5,0 mL duas vezes ao dia

15 mL duas vezes ao dia

(1) Crianças com 25 kg ou menos devem preferencialmente iniciar o tratamento com Etira solução oral.
(2) Para crianças com peso corpóreo igual ou maior que 50 kg a dosagem é a mesma de adultos.

Terapia adjuvante em bebês (a partir de 1 mês e menos de 6 meses de idade)

A dose terapêutica inicial é de 7 mg/kg (0,07 mL/kg) duas vezes ao dia. Dependendo da resposta clínica e tolerabilidade, a dose pode ser aumentada até o máximo de 21 mg/kg (0,21 mL/kg) duas vezes ao dia.

Estes ajustes de dose não podem ser realizados com aumentos ou decréscimos maiores que 7 mg/kg (0,07 mL/kg) duas vezes ao dia a cada duas semanas. A menor dose eficaz deve ser usada. O médico deverá orientar sobre ajustes de dose.

Peso Dose inicial (solução oral): 0,07 mL/kg duas vezes ao dia

4 kg

0,3 mL duas vezes ao dia

0,85 mL duas vezes ao dia

5 kg

0,35 mL duas vezes ao dia

1,05 mL duas vezes ao dia

7 kg

0,5 mL duas vezes ao dia

1,5 mL duas vezes ao dia

O médico irá prescrever a forma farmacêutica, apresentação e concentração mais apropriadas para você.

Ajuste de dose para populações especiais

Nos casos em que o ajuste de dose for necessário, o médico indicará a dose de levetiracetam adequada.

Idosos

O ajuste de dose é recomendado em pacientes idosos com função renal comprometida.

Insuficiência renal (dos rins)

Uma vez que o levetiracetam é eliminado pelos rins, a dose diária de levetiracetam deve ser individualizada de acordo com a sua função renal. Para crianças com comprometimento da função renal, esta recomendação se baseia em um estudo realizado em pacientes adultos com insuficiência renal.

Seu médico irá determinar como está sua função renal para verificar se é necessário ajustar sua dose.

Insuficiência hepática (do fígado)

Não é necessário ajuste de dose em pacientes com insuficiência hepática leve a moderada.

Em pacientes com insuficiência hepática grave, o ajuste de dose é recomendado.

Duração do tratamento

O tratamento com Etira deve ser continuado durante o tempo que o seu médico indicar.

Interrupção do tratamento

No caso de interrupção do tratamento, tal como para outros medicamentos antiepilépticos, Etira deverá ser descontinuado gradualmente. Seu médico irá orientar sobre a interrupção gradual de Etira.

O que devo fazer quando eu me esquecer de usar o Etira?


Caso tenha se esquecido de tomar Etira:

Contatar o seu médico se você se esqueceu de tomar uma ou mais doses.

Não tome uma dose em dobro para compensar um comprimido que você se esqueceu de tomar.

Composição

Cada comprimido de Etira 500 mg contém:

500 mg de levetiracetam.

Excipientes: macrogol, dióxido de silício, croscarmelose sódica, estearato de magnésio, álcool polivinílico, talco, dióxido de titânio, óxido de ferro amarelo.

Cada comprimido de Etira 1000 mg contém:

1000 mg de levetiracetam.

Excipientes: macrogol, dióxido de silício, croscarmelose sódica, estearato de magnésio, álcool polivinílico, talco, dióxido de titânio.

Cada mL de solução oral de Etira contém:

100 mg de levetiracetam.

Excipientes: citrato de sódio di-hidratado, metilparabeno, propilparabeno, glicirrizinato de amônio, glicerol, sucralose, acessulfamo potássico, aroma de uva, água purificada.

Apresentação do Etira


Comprimidos revestidos 500 mg

Embalagens com 30 comprimidos.

Comprimidos revestidos 1000 mg

Embalagens com 30 comprimidos.

Solução oral 100 mg/mL

Frasco de vidro âmbar com 100 mL + seringa dosadora de 5 mL para administração.

Precauções

Fale com o seu médico antes de tomar Etira:

  • Se você tiver doença renal ou hepática ou for idoso, siga as instruções do seu médico. Ele poderá decidir se a sua dose deve ser ajustada.
  • Se você detectar um aumento na gravidade das crises (por exemplo, aumento do número), contate o seu médico.
  • Um pequeno número de pessoas que iniciaram tratamento com antiepilépticos como levetiracetam teve pensamentos de autoagressão ou suicídio. Se você tiver algum sintoma de depressão ou ideias suicidas, contate de imediato o seu médico.

No caso de interrupção do tratamento, tal como para outros medicamentos antiepilépticos, Etira deverá ser descontinuado gradualmente para evitar o aumento das crises. Consulte seu médico sobre como proceder.

Casos de diminuição na contagem de células sanguíneas - neutropenia (redução de neutrófilos), agranulocitose (redução acentuada de granulócitos), leucopenia (redução de glóbulos brancos), trombocitopenia (diminuição do número de plaquetas) e pancitopenia (número reduzido de todas as células do sangue) – foram descritos em associação com a administração de levetiracetam. Contagens completas de células sanguíneas são recomendadas em pacientes apresentando fraqueza, febre, infecções recorrentes ou distúrbios de coagulação.

Gravidez e Amamentação

Etira não deve ser utilizado durante a gravidez, a menos que seja clinicamente necessário. O risco potencial de malformações hereditárias não pode ser completamente excluído. O tratamento com múltiplos medicamentos antiepilépticos está associado com um maior risco de malformações hereditárias em comparação com a monoterapia, portanto, esta pode ser considerada.

Como acontece com outros medicamentos antiepilépticos, alterações durante a gravidez podem afetar a concentração do levetiracetam. Houve relatos de diminuição de concentração do levetiracetam durante a gravidez. Esta diminuição é maior durante o terceiro trimestre. A descontinuação do tratamento com antiepilépticos pode resultar em piora da doença, que pode ser prejudicial à mãe e ao bebê. Mulheres em tratamento com Etira devem ser monitoradas pelo médico.

O levetiracetam é eliminado no leite materno, por isso, a amamentação não é recomendada durante o tratamento. Entretanto, se o tratamento com Etira for necessário durante a amamentação, você e seu médico deverão decidir se o uso de Etira e a amamentação devem continuar.

Efeito sobre a capacidade de dirigir veículos e operar máquinas

Etira pode reduzir a sua capacidade de dirigir veículos ou operar máquinas, dado que Etira pode fazê-lo sentir-se sonolento ou apresentar outros sintomas relacionados ao sistema nervoso central, no início do tratamento ou após um aumento da dose. Desta forma, recomenda-se cautela aos pacientes na execução destas atividades.

Reações adversas

Comprimido

Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento):

  • Astenia (fraqueza);
  • Sonolência, fadiga (sensação de cansaço);
  • Dor de cabeça.

Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento):

  • Trombocitopenia (diminuição do número de plaquetas);
  • Anorexia* (perda de apetite), aumento de peso;
  • Depressão, hostilidade, agressividade, insônia, nervosismo, irritabilidade, distúrbios de personalidade, pensamentos anormais, instabilidade emocional/alterações no humor, agitação;
  • Convulsão, desordem do equilíbrio, tontura, tremor, amnésia (perda de memória), falha da memória, coordenação anormal/ataxia (impedimento dos movimentos coordenados), distúrbio de atenção (perda da concentração), hipercinesia (hiperatividade);
  • Vertigem (sensação de estar rodando);
  • Diplopia (visão dupla), visão borrada;
  • Mialgia (dor no músculo);
  • Infecção, nasofaringite (inflamação aguda ou crônica da mucosa nasal da nasofaringe);
  • Injúria;
  • Tosse;
  • Dor abdominal, diarreia, dispepsia (indigestão), vômito, náusea;
  • Rash (erupção na pele), eczema (inflamação na pele), prurido (coceira na pele).

*O risco de anorexia é mais alto quando o topiramato é administrado com levetiracetam.

Reações adversas com frequências não conhecidas:

  • Pancitopenia (número reduzido de todas as células do sangue e plaquetas), com supressão da medula óssea em alguns casos;
  • Agranulocitose (redução acentuada de granulócitos, um tipo de glóbulo branco);
  • Leucopenia (redução de glóbulos brancos);
  • Neutropenia (redução de neutrófilos, um tipo de glóbulo branco);
  • Reação ao medicamento com eosinofilia (redução do número de eosinófilos, um tipo de glóbulo branco) e sintomas sistêmicos, reações anafiláticas;
  • Hiponatremia (baixa concentração de sódio no sangue);
  • Perda de peso;
  • Suicídio, tentativa de suicídio e ideação suicida, distúrbios psicóticos, alterações do comportamento, alucinação, ira, ansiedade, confusão, ataque de pânico;
  • Parestesia (sensação de formigamento), coreoatetose (associação de movimentos involuntários contínuos, uniformes e lentos e rápidos), discinesia (movimentos repetitivos involuntários), letargia, alteração na maneira de andar;
  • Teste anormal da função hepática, falência hepática, hepatite;
  • Alopecia (perda de cabelo), síndrome de Stevens-Johnson (erupção extensa com bolhas e descamação da pele), necrólise epidérmica tóxica (forma mais grave da síndrome de Stevens- Johnson), eritema multiforme (erupção cutânea, que pode formar bolhas e assemelha-se a alvos pequenos) e angioedema;
  • Fraqueza muscular, rabdomiólise (destruição de fibras musculares) e aumento da enzima creatina fosfoquinase no sangue;
  • Pancreatite (inflamação do pâncreas);
  • Dano renal agudo.

A prevalência de rabdomiólise e aumento da enzima creatina-fosfoquinase no sangue é significativamente mais alta em pacientes japoneses em relação aos pacientes não japoneses.

Solução oral

Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento):

  • Dor de cabeça, sonolência;
  • Nasofaringite (inflamação aguda ou crônica da mucosa nasal da nasofaringe).

Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento):

  • Astenia (fraqueza);
  • Fadiga (sensação de cansaço);
  • Anorexia* (perda de apetite);
  • Depressão, hostilidade, agressividade, insônia, nervosismo, irritabilidade;
  • Convulsão, desordem do equilíbrio, tontura, tremor;
  • Vertigem (sensação de estar rodando);
  • Tosse;
  • Dor abdominal, diarreia, dispepsia (indigestão), vômito, náusea;
  • Rash (erupção na pele).

*O risco de anorexia é mais alto quando o topiramato é administrado com levetiracetam.

Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizaram este medicamento):

  • Trombocitopenia (aumento do número de plaquetas);
  • Aumento de peso;
  • Instabilidade emocional/mudança de humor, agitação;
  • Amnésia (perda de memória), coordenação anormal/ataxia cerebelar (impedimento dos movimentos coordenados), distúrbio de atenção (perda de concentração), prejuízo de memória;
  • Diplopia (visão dupla), visão borrada;
  • Eczema (inflamação na pele), prurido (coceira na pele);
  • Mialgia (dor no músculo);
  • Ferimento.

Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizaram este medicamento):

  • Infecção;
  • Distúrbios de personalidade, pensamento anormal;
  • Hipercinesia (hiperatividade).

Reações adversas com frequência desconhecida:

  • Pancitopenia (número reduzido de todas as células do sangue), com supressão da medula óssea em alguns casos;
  • Agranulocitose (redução acentuada de granulócitos, um tipo de glóbulo branco);
  • Leucopenia (redução de glóbulos brancos);
  • Neutropenia (redução de neutrófilos, um tipo de glóbulo branco);
  • Reação ao medicamento com eosinofilia (redução do número de eosinófilos, um tipo de glóbulo branco) e sintomas sistêmicos, reações anafiláticas;
  • Hiponatremia (baixa concentração de sódio no sangue);
  • Perda de peso;
  • Suicídio, tentativa de suicídio e ideação suicida, distúrbios psicóticos, alterações do comportamento, alucinação, ira, delírio, ansiedade, confusão, ataque de pânico;
  • Parestesia (sensação de formigamento), coreoatetose (associação de movimentos involuntários contínuos, uniformes e lentos e rápidos), discinesia (movimentos repetitivos involuntários), letargia, alteração na maneira de andar;
  • Teste anormal da função hepática, falência hepática, hepatite;
  • Alopecia (perda de cabelo), síndrome de Stevens-Johnson (erupção extensa com bolhas e descamação da pele), necrólise epidérmica tóxica (forma mais grave da síndrome de Stevens-Johnson), eritema multiforme (erupção cutânea, que pode formar bolhas e assemelha-se a alvos pequenos) e angioedema;
  • Fraqueza muscular, rabdomiólise (destruição de fibras musculares) e aumento da enzima creatina-fosfoquinase no sangue;
  • Pancreatite (inflamação do pâncreas);
  • Dano renal agudo.

A prevalência de rabdomiólise e aumento da enzima creatina-fosfoquinase no sangue é significativamente mais alta em pacientes japoneses em relação aos pacientes não japoneses.

Superdosagem

Os efeitos secundários possíveis de uma superdose com levetiracetam são sonolência, agitação, agressão, diminuição do nível de consciência, depressão da respiração e coma.

Contate o seu médico se você tomou mais comprimidos do que deveria.

Interação alimentícia

A extensão de absorção do Levetiracetam (substância ativa) não sofreu qualquer alteração com a ingestão de alimentos, mas a taxa de absorção diminuiu ligeiramente. 

Não estão disponíveis dados sobre a interação do Levetiracetam (substância ativa) com o álcool.

Contra indicações

Você não deve utilizar Etira se você tem alergia ao levetiracetam ou a outros derivados de pirrolidona (ex., piracetam), ou a qualquer outro componente deste medicamento.

Perguntas Frequentes
  1. Para que serve o Etira 500 mg?

    Etira 500 mg é utilizado no tratamento de crises epilépticas parciais e generalizadas em pacientes com 6 anos ou mais. Indicado como monoterapia ou como terapia adjuvante em diferentes tipos de epilepsia.
  2. Como devo tomar o Etira 500 mg?

    Engula os comprimidos com água, duas vezes ao dia, aproximadamente no mesmo horário. Pode ser ingerido com ou sem alimentos. O ajuste de dosagem deve ser orientado por um médico.
  3. Quais são as contraindicações do Etira?

    Não use Etira se houver alergia ao levetiracetam ou a derivados de pirrolidona, ou qualquer componente da fórmula. Consulte seu médico para mais informações.
  4. Quais precauções devo ter ao tomar Etira?

    Informe seu médico sobre doenças renais ou hepáticas. Em caso de agravamento das crises, pensamentos suicidas ou depressão, contate seu médico imediatamente.
  5. Quais são os efeitos colaterais comuns do Etira?

    Possíveis efeitos incluem sonolência, dor de cabeça, fadiga, e fraqueza. Informe seu médico sobre qualquer reação adversa persistente ou preocupante.
  6. Como Etira interage com outros medicamentos?

    Não há interação significativa com medicamentos antiepilépticos comuns, anticoncepcionais ou alimentos. Evite bebida alcoólica e consulte seu médico sobre interações específicas.
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EAN 7896658029318
Tipo de Medicamento Referência
Forma de Administração Via Oral
Classe Terapêutica Antiepilépticos
Princípio Ativo Levetiracetam
Doenças e Complicações Para Epilepsia
Forma Farmacêutica Comprimido
Prescrição Médica Com Retenção de Receita C1
Parte do Corpo Para Sistema Nervoso
Apresentação Em Comprimido
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