Furosemida 40mg com 20 Comprimidos Genérico Geolab

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109980
Furosemida Geolab 40mg é um diurético eficaz indicado para hipertensão e edemas. Benefícios incluem rápida ação diurética e controle da pressão alta, com custo acessível. Escolha considerando suas necessidades, consulte sempre um médico.
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Furosemida Geolab é um medicamento. Seu uso pode trazer riscos. Procure o médico e o farmacêutico. Leia a bula.

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Informações do produto

Para que serve

A furosemida é indicada nos casos de:

  • Hipertensão arterial leve a moderada;
  • Edema (inchaço) devido a distúrbios do coração, do fígado e dos rins;
  • Edema (inchaço) devido a queimaduras.

Como o Furosemida - Geolab funciona?


A furosemida apresenta efeito diurético (promove a excreção da urina) e anti-hipertensivo (auxilia no tratamento da pressão alta). O início da ação ocorre cerca de 60 minutos após a administração do produto.

Como usar

Você deve tomar os comprimidos com líquido, por via oral e com o estômago vazio.

É vantajoso tomar a dose diária de uma só vez, escolhendo-se o horário mais prático, de tal forma que não interfira no seu ritmo normal de vida, pela rapidez da diurese (desejo de urinar).

Posologia do Furosemida - Geolab


A dose deve ser a menor possível para atingir o efeito desejado.

A menos que seja prescrito de modo diferente, recomenda-se o seguinte esquema:

Adultos

O tratamento geralmente é iniciado com 20 a 80mg por dia. A dose de manutenção é de 20 a 40mg por dia.

A dose máxima depende da resposta do paciente. A duração do tratamento é determinada pelo médico.

Crianças

Se possível, a furosemida deve ser administrada por via oral para lactentes e crianças abaixo de 15 anos de idade.

A posologia recomendada é de 2mg/kg de peso corporal, até um máximo de 40mg por dia. A duração do tratamento é determinada pelo médico.

Não há estudos dos efeitos de furosemida administrado por vias não recomendadas. Portanto, por segurança e para garantir a eficácia deste medicamento, a administração deve ser somente por via oral.

O que devo fazer quando eu me esquecer de usar o Furosemida - Geolab? 


Caso esqueça de administrar uma dose, administre-a assim que possível. No entanto, se estiver próximo do horário da dose seguinte, espere por este horário, respeitando sempre o intervalo determinado pela posologia. Nunca devem ser administradas duas doses ao mesmo tempo.

Composição

Cada comprimido contém

Furosemida 40mg.

Excipientes: celulose microcristalina, croscarmelose sódica, povidona, estearato de magnésio e álcool etílico.

Apresentação do Furosemida - Geolab


Comprimido de 40mg

Embalagem contendo 20 comprimidos.

Precauções

O fluxo urinário deve ser sempre assegurado.

Em pacientes com obstrução parcial do fluxo urinário (ex: em pacientes com alterações de esvaziamento da bexiga, hiperplasia prostática ou estreitamento da uretra), a produção aumentada de urina pode provocar ou agravar a doença.

Deste modo, estes pacientes necessitam de monitorização cuidadosa, especialmente durante a fase inicial do tratamento.

O tratamento com a furosemida requer uma supervisão médica regular.

Uma cuidadosa vigilância se faz necessária principalmente em pacientes com:

  • Hipotensão (pressão baixa);
  • Com risco particular de pronunciada queda da pressão arterial (ex: pacientes com estenoses significativas das artérias coronárias ou das artérias que suprem o cérebro);
  • Diabetes mellitus latente ou manifesta: recomenda-se controle regular dos níveis de açúcar no sangue;
  • Gota (doença caracterizada pela deposição de cristais de ácido úrico junto a articulações e em outros órgãos) ouhiperuricemia (aumento do ácido úrico no sangue):
    • Recomenda-se controle regular do ácido úrico;
  • Insuficiência dos rins associada à doença severa do fígado (síndrome hepatorrenal);
  • Hipoproteinemia (baixos índices de proteínas do sangue), por exemplo, associada à síndrome nefrótica (o efeito da furosemida pode estar diminuído e sua ototoxicidade potencializada). É recomendada a titulação cuidadosa das doses de furosemida.

Durante tratamento com furosemida é geralmente recomendada a monitorização regular dos níveis de sódio, potássio e creatinina no sangue; é necessária monitorização particularmente cuidadosa em casos de pacientes com alto risco de desenvolvimento de alterações dessas substâncias ou em caso de perda adicional significativa de fluidos (ex: devido a vômitos, diarreia ou suor intenso). Hipovolemia (diminuição do volume líquido circulante nos vasos sanguíneos) ou desidratação, bem como qualquer alteração significativa eletrolítica ou ácido – base, devem ser corrigidas. Isto pode requerer a descontinuação temporária do medicamento.

Existe a possibilidade de agravar ou iniciar manifestação de lúpus eritematoso sistêmico (doença que apresenta manifestações na pele, coração, rins, articulações, entre outras).

Gravidez e amamentação

A furosemida atravessa a barreira placentária. Portanto, não deve ser administrada durante a gravidez a menos que estritamente indicada e por curtos períodos de tempo. O tratamento durante a gravidez requer controle periódico do crescimento fetal.

No período da amamentação, quando o uso de furosemida for considerado necessário, deve ser lembrado que a furosemida passa para o leite e inibe a lactação. É aconselhável interromper a amamentação durante o uso de furosemida.

Alteração na capacidade de dirigir veículos e operar máquinas

Alguns efeitos adversos (ex: queda acentuada indesejável da pressão sanguínea) podem prejudicar a capacidade em se concentrar e reagir e, portanto, constitui um risco em situações em que suas habilidades são especialmente importantes, como dirigir ou operar máquinas.

Sensibilidade cruzada

Pacientes hipersensíveis (alérgicos) à antibióticos do tipo sulfonamidas ou sulfonilureias podem apresentar sensibilidade cruzada com o medicamento.

Reações adversas

A seguinte taxa de frequência é utilizada, quando aplicável:

  • Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento).
  • Reação comum (ocorre entre 1% a 10% dos pacientes que utilizam este medicamento).
  • Reação incomum (ocorre entre 0,1% a 1% dos pacientes que utilizam este medicamento).
  • Reação rara (ocorre entre 0,01% a 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento).
  • Reação muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento).
  • Desconhecido: não pode ser estimado a partir dos dados disponíveis.

Distúrbios metabólico e nutricional

Muito comum

Distúrbios eletrolíticos, incluindo sintomáticos (variação de eletrólitos causando efeitos no organismo), desidratação e hipovolemia, especialmente em pacientes idosos, aumento nos níveis de creatinina e triglicérides no sangue.

Comum

Hiponatremia, hipocloremia (redução nos níveis de cloreto no sangue), hipopotassemia (redução nos níveis de potássio no sangue), aumento nos níveis de colesterol e ácido úrico no sangue, crises de gota e aumento no volume urinário.

Incomum

Tolerância à glicose diminuída; o diabetes mellitus latente pode se manifestar.

Desconhecido

Hipocalcemia (redução nos níveis de cálcio no sangue), hipomagnesemia, aumento nos níveis de ureia no sangue e alcalose metabólica (desequilíbrio ácido-básico no sangue), Síndrome de Bartter (grupo raro de doenças que afetam os rins) no contexto de uso inadequado e/ou a longo prazo da furosemida.

Distúrbios vasculares

Muito comum (para infusão intravenosa)

Hipotensão incluindo hipotensão ortostática (queda significativa da pressão arterial após assumir a posição de pé).

Raro

Vasculite (inflamação da parede de um vaso sanguíneo).

Desconhecido

Trombose.

Distúrbios nos rins e urinário

Comum

Aumento no volume urinário.

Raro

Nefrite tubulointersticial (um tipo de inflamação nos rins).

Desconhecido

Aumento nos níveis de sódio e cloreto na urina, retenção urinária (em pacientes com obstrução parcial do fluxo urinário); nefrocalcinose/nefrolitíase em crianças prematuras e falência renal.

Distúrbios gastrointestinais

Incomum

Náuseas.

Raro

Vômitos, diarreia.

Muito raro

Pancreatite aguda (inflamação no pâncreas).

Distúrbios hepatobiliares

Muito raro

Colestase (parada ou dificuldade da excreção da bile), aumento nas transaminases (uma enzima presente nas células do fígado).

Distúrbios auditivos e do labirinto

Incomum

Alterações na audição, embora geralmente de caráter transitório, particularmente em pacientes com insuficiência renal, hipoproteinemia (ex: síndrome nefrótica) e/ou quando furosemida intravenosa for administrada rapidamente. Casos de surdez, algumas vezes irreversível, foram reportados após administração oral ou IV de furosemida.

Muito raro

Tinido (zumbido no ouvido).

Distúrbios no tecido subcutâneo e pele

Incomum

Prurido, urticária, rash, dermatite bolhosas, eritema multiforme, penfigoide, dermatite esfoliativa, púrpura (erupções cutâneas diversas), reações de fotossensibilidade (sensibilidade exagerada da pele à luz).

Desconhecido

Síndrome de Stevens-Johnson (forma grave de reação alérgica caracterizada por bolhas em mucosas e grandes áreas do corpo), necrólise epidérmica tóxica (quadro grave, caracterizado por erupção generalizada, com bolhas rasas extensas e áreas de necrose epidérmica), pustulose exantemática generalizada aguda - PEGA (forma grave de reação alérgica caracterizada pelo desenvolvimento abrupto de pústulas não foliculares sobre áreas de vermelhidão, acompanhadas por febre alta e aumento do número de células brancas no sangue) e DRESS (rash ao fármaco com eosinofilia (aumento do número de um tipo de célula branca do sangue chamado eosinófilo) e sintomas sistêmicos)) e reações liquenoises. (reações imunológicas que ocorrem em mucosas).

Distúrbios do sistema imune (de defesa do organismo)

Raro

Reações anafiláticas (reação alérgica grave e imediata que pode levar à morte) ou Anafilactoides severas (ex: com choque – colapso circulatório ou estado fisiológico em que existe um fluxo sanguíneo inadequado para os tecidos e células do corpo).

Desconhecido

Agravamento ou início de manifestação de lúpus eritematoso sistêmico.

Distúrbios do sistema nervoso

Raro

Parestesia (sensação anormal como ardor, formigamento e coceira, percebidos na pele e sem motivo aparente).

Comum

Encefalopatia hepática (disfunção do sistema nervoso central em associação com falência do fígado) em pacientes com insuficiência na função do fígado.

Desconhecido

Vertigem (tontura), desmaio ou perda e consciência, cefaleia (dor de cabeça).

Distúrbios do sistema linfático e sanguíneo

Comum

Hemoconcentração.

Incomum

Trombocitopenia (diminuição no número de plaquetas sanguíneas).

Raro

Leucopenia (redução de células brancas no sangue), eosinofilia.

Muito raro

Agranulocitose (diminuição acentuada na contagem de células brancas do sangue), anemia aplástica (doença em que a medula óssea produz quantidade insuficiente de glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas), anemia hemolítica (diminuição do número de glóbulos vermelhos do sangue).

Distúrbios musculoesqueléticos e do tecido conjuntivo

Desconhecido

Casos de rabdomiólise (lesão muscular que pode levar a insuficiência renal aguda) foram relatados, muitas vezes na situação de hipopotassemia severa.

Distúrbios congênito e genético/familiar

Desconhecido

Risco aumentado de persistência do ducto arterioso quando furosemida for administrada a crianças prematuras durante as primeiras semanas de vida.

Distúrbios gerais

Raro

Febre.

População especial

Pacientes idosos

Em pacientes idosos, a eliminação de furosemida é diminuída devido à redução na função dos rins.

A ação diurética da furosemida pode levar ou contribuir para hipovolemia e desidratação, especialmente em pacientes idosos. A diminuição grave de fluidos pode levar a hemoconcentração (concentração do sangue com aumento da sua densidade e viscosidade) com tendência ao desenvolvimento de tromboses (formação, desenvolvimento ou presença de um trombo ou coágulo no interior de um vaso sanguíneo).

Crianças

Controle cuidadoso é necessário em crianças prematuras pela possibilidade de desenvolvimento de nefrolitíase (formação de pedra nos rins) e nefrocalcinose (deposição de sais de cálcio nos tecidos dos rins). Nestes casos, a função dos rins deverá ser controlada e uma ultrassonografia deverá ser realizada.

Caso a furosemida seja administrada a crianças prematuras durante as primeiras semanas de vida, pode aumentar o risco de persistência de ducto de Botallo (persistência do canal arterial, um tipo de malformação cardíaca congênita).

Superdosagem

Sintomas

O quadro clínico da superdose aguda e crônica com furosemida depende fundamentalmente da extensão e consequências da perda de eletrólitos e fluidos como, por exemplo, hipovolemia, desidratação, hemoconcentração, arritmias cardíacas (descompasso dos batimentos do coração). Os sintomas destas alterações incluem queda severa da pressão sanguínea (progredindo para choque), insuficiência aguda dos rins, trombose, estado de delírio, paralisia flácida (paralisia na qual os músculos afetados perdem o tônus e pode ocorrer diminuição dos reflexos), apatia (sem emoção, insensível) e confusão.

Tratamento

Não se conhece antídoto específico para a furosemida. Caso a ingestão tenha acabado de ocorrer, deve-se tentar limitar a posterior absorção sistêmica do princípio ativo através de medidas como lavagem gástrica ou outras com o objetivo de reduzir a absorção (ex: carvão ativado).

Interação alimentícia

Pode ocorrer alteração da absorção de Furosemida (substância ativa) quando administrada com alimentos, portanto, recomenda-se que os comprimidos sejam tomados com o estômago vazio.

Contra indicações

A furosemida não deve ser usada em pacientes com:

  • Insuficiência dos rins com anúria (parada total da eliminação de urina);
  • Pré-coma e coma devido a problemas associados com encefalopatia do fígado (disfunção do sistema nervoso central em associação com falência do fígado);
  • Hipopotassemia severa (redução nos níveis de potássio no sangue);
  • Hiponatremia severa (redução nos níveis de sódio no sangue);
  • Desidratação ou hipovolemia (diminuição do volume líquido circulante nos vasos sanguíneos), com ou sem queda da pressão sanguínea;
  • Alergia à furosemida, às sulfonamidas ou a qualquer componente da fórmula.

Perguntas Frequentes
  1. Para que serve a Furosemida Geolab 40mg?

    A Furosemida Geolab 40mg é indicada para tratar hipertensão leve a moderada e edemas causados por problemas no coração, fígado e rins, além de edemas decorrentes de queimaduras.
  2. Como devo tomar a Furosemida Geolab?

    Tome os comprimidos com líquido e com o estômago vazio. A dose inicial é de 20 a 80mg por dia. A manutenção é de 20 a 40mg. Siga orientação médica para melhor eficácia.
  3. Quais são as contraindicações da Furosemida Geolab?

    Não utilize se houver anúria, coma hepático, hipopotassemia severa, hiponatremia severa, desidratação, alergia à furosemida, sulfonamidas ou a qualquer componente do medicamento.
  4. Quais são os principais benefícios da Furosemida Geolab?

    A Furosemida Geolab oferece redução da pressão alta, alívio do inchaço, rápida ação diurética, administração fácil e acessível, sendo um genérico confiável.
  5. A Furosemida Geolab interage com outros medicamentos?

    Sim, evite usá-la com hidrato de cloral e antibióticos aminoglicosídicos devido ao risco de ototoxicidade e toxicidade renal, conforme orientação médica.
  6. Quais precauções devo ter ao usar Furosemida Geolab?

    Monitorize fluxo urinário, especialmente se houver condições como obstruções urinárias ou pressões baixas. A supervisão médica é essencial durante o tratamento.
  7. Há cuidados específicos para idosos e crianças?

    Sim, em idosos, pode ocorrer desidratação e trombose. Para crianças, atenção a pedras nos rins e alterações cardíacas congênitas. Monitorização médica é recomendada.
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Categorias
EAN 7899095250949
Tipo de Medicamento Genérico
Forma de Administração Via Oral
Classe Terapêutica Diuréticos De Alça Puros
Princípio Ativo Furosemida
Doenças e Complicações Para Edema, Para Pressão Alta
Forma Farmacêutica Comprimido
Prescrição Médica Sem Retenção De Receita
Parte do Corpo Para Sistema Circulatório
Apresentação Em Comprimido
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