Glibenclamida 5 Mg Com 30 Comprimidos Genérico Ems

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26553
Glibenclamida EMS é um medicamento genérico eficaz para controlar a diabetes tipo 2. Reduz o açúcar no sangue com uma dose diária oral fácil de ser administrada, garantindo comodidade. Contudo, é fundamental consultar um médico para avaliar a necessidade específica e evitar automedicação. A escolha do produto certo inclui considerar fatores como tolerância individual, acompanhamento médico e adesão ao tratamento associado à dieta e exercícios.
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Informações do produto
-Fabricante: EMS -Registro Min.Saude: 1023506610017 -Glibenclamida 5 mg c/ 30 Comprimidos Genérico Ems Uso Adulto.

- Uso Oral;

-Medicamento genérico Lei n°9.787, de 1999

Para que serve

Este medicamento é destinado ao tratamento de diabetes mellitus não insulino-dependente (tipo 2 ou diabetes do adulto), quando os níveis de glicose no sangue não podem ser controlados apenas por dieta, exercício físico e redução de peso.

Como o Glibenclamida - EMS funciona?


A glibenclamida é um antidiabético oral do grupo das sulfonilureias, com potente ação hipoglicemiante (diminuição de açúcar no sangue) e ótima tolerabilidade.

Após dose única matinal, o efeito hipoglicemiante permanece detectável por aproximadamente 24 horas.

O início da ação ocorre aproximadamente em 1 hora a 90 minutos.

Como usar

Você deve tomar os comprimidos inteiros, sem mastigar, com quantidade suficiente de líquido, por via oral.

Posologia do Glibenclamida - EMS


A princípio, a dose de Glibenclamida é determinada pelo nível de glicemia desejado. A dosagem de Glibenclamida deve ser a menor dose eficaz possível.

O tratamento com Glibenclamida deve ser iniciado e monitorado pelo médico. Você deve tomar Glibenclamida nos horários e doses prescritos pelo médico.

Se for identificada a administração de uma dose muito alta ou uma dose extra de Glibenclamida, você deve notificar seu médico imediatamente.

Dose inicial e titulação da dose

Dose inicial usual

½ a 1 comprimido de Glibenclamida 5 mg uma vez ao dia.

Recomenda-se que o tratamento seja iniciado com a menor dose eficaz possível. Isto se aplica particularmente aos pacientes que apresentam uma tendência a hipoglicemia ou que pesam menos que 50 kg.

Se necessário, a dose diária pode ser aumentada gradativamente, isto é, um acréscimo de, no máximo, ½ comprimido de Glibenclamida 5 mg em intervalos de uma a duas semanas, e que este aumento seja guiado através do monitoramento da glicemia plasmática.

Variação de dose em pacientes com diabetes bem controlada; doses máximas

Dose única usual

Glibenclamida 5 mg:

½ a 2 comprimidos. Uma dose única de 2 comprimidos de Glibenclamida 5 mg não deve ser excedida.

Doses maiores devem ser divididas em no mínimo duas doses.

Dose diária usual

Glibenclamida 5 mg:

1 ou 2 comprimidos. Exceder a dose diária total de 3 comprimidos não é recomendado, uma vez que doses diárias maiores, de até 4 comprimidos de Glibenclamida 5 mg, são mais eficazes apenas em casos excepcionais.

Distribuição das doses

As doses e os horários devem ser decididos pelo médico levando-se em consideração o estilo de vida do paciente.

Normalmente uma dose única diária de Glibenclamida é suficiente.

É recomendado que doses diárias de até 2 comprimidos de Glibenclamida 5 mg sejam administradas antes do desjejum (café da manhã) substancial ou antes da primeira refeição principal, e qualquer porção remanescente da dose diária total seja administrada antes do jantar.

É muito importante não pular as refeições depois de ter tomado um comprimido.

Dose em adultos jovens com diabetes mellitus tipo 2

A dose é basicamente a mesma que para os adultos mais velhos.

Ajuste de dose secundário

Como a melhora do controle do diabetes é, por si própria, associada a uma maior sensibilidade à insulina, as necessidades de Glibenclamida podem diminuir com a evolução do tratamento.

Para evitar hipoglicemia, reduções momentâneas ou a suspensão do tratamento com Glibenclamida devem ser consideradas.

Correções de dosagem devem ser também consideradas sempre que:
  • O peso do paciente se altera;
  • O estilo de vida do paciente se altera;
  • Surgem outros fatores os quais causam aumento da tendência a hipo ou hiperglicemia.

Duração do tratamento

O tratamento com Glibenclamida é normalmente de longo prazo.

Substituição de outro Hipoglicemiante oral por Glibenclamida

Não existe nenhuma relação de dose entre Glibenclamida e outros hipoglicemiantes orais.

Quando houver a substituição por Glibenclamida, recomenda-se que seja adotado o mesmo procedimento utilizado para dose inicial, iniciando com doses diárias de ½ a 1 comprimido de Glibenclamida. Este procedimento se aplica até mesmo nos casos onde o paciente está trocando uma dose máxima de outro hipoglicemiante oral por Glibenclamida.

Deve-se considerar a potência e a duração da ação do agente hipoglicemiante previamente utilizado. Um intervalo na medicação pode ser necessário para evitar qualquer potencialização de efeitos, implicando em risco de hipoglicemia.

O médico irá lhe prescrever a dose de acordo com os resultados de exames laboratoriais (doseamento de glicose no sangue e na urina).

Risco de uso por via de administração não aprovada

Não há estudos dos efeitos de Glibenclamida administrado por vias não recomendadas. Portanto, por segurança e para garantir a eficácia deste medicamento, a administração deve ser somente por via oral, conforme recomendado pelo médico.

O que devo fazer quando eu me esquecer de usar o Glibenclamida - EMS?


É importante observar a correta ingestão de Glibenclamida. Erros de ingestão, como por exemplo, esquecimento de uma dose, nunca poderá ser compensado tomando-se uma dose maior mais tarde.

Medidas sobre como lidar com erros (particularmente esquecimentos da dose ou pular uma refeição) ou no caso da dose não poder ser administrada no horário prescrito, devem ser discutidas e combinadas entre o paciente e o médico antecipadamente.

Composição

Cada comprimido contém:

Glibenclamida

5mg

Excipiente*

1 comprimido

*Croscarmelose sódica, lactose monoidratada, estearato de magnésio, amido pré-gelatinizado, dióxido de silício, laurilsulfato de sódio.

Apresentação do Glibenclamida - EMS


Comprimidos 5 mg - Caixas contendo 30, 60 ou 450 (Embalagem Hospitalar) comprimidos.

Precauções

Para atingir o objetivo do tratamento com Glibenclamida, isto é, controle adequado da glicemia plasmática, a aderência à dieta, a prática de exercícios físicos regulares e suficientes e, se necessário, a redução de peso, são tão necessários quanto a administração regular de Glibenclamida.

Durante o tratamento com Glibenclamida os níveis de glicose (tipo de açúcar) no sangue e na urina devem ser medidos regularmente. Além disso, recomenda-se a realização de determinações regulares da proporção de hemoglobina glicada (porção no sangue que identifica o controle de glicose nos últimos 2 a 3 meses).

O monitoramento da glicemia no sangue e na urina também auxilia a detecção de falha terapêutica tanto primária quanto secundária.

De acordo com as diretrizes atuais (por exemplo, o consenso europeu para Diabetes Mellitus não insulino dependente NIDDM), o monitoramento de alguns outros parâmetros também é recomendado.

Quando iniciar o tratamento, o paciente deve ser informado quanto aos efeitos e os riscos de Glibenclamida e quanto às interações com a dieta e com os exercícios físicos; deve-se ressaltar a importância da cooperação adequada por parte do paciente.

Assim como com qualquer outro medicamento redutor de glicose no sangue, é necessário que o paciente e o médico estejam cientes do risco de hipoglicemia.

Os fatores que favorecem a hipoglicemia incluem:

  • Relutância (mais comumente em pacientes idosos) ou incapacidade do paciente cooperar;
  • Subnutrição, horários irregulares das refeições ou refeições perdidas;
  • Desequilíbrio entre esforço físico e ingestão de carboidratos;
  • Alterações na dieta;
  • Disfunção dos rins;
  • Disfunção grave do fígado;
  • Superdosagem com Glibenclamida;
  • Distúrbios descompensados do sistema endócrino afetando o metabolismo dos carboidratos e da contrarregulação da hipoglicemia (como, por exemplo, em certos distúrbios da função da tireóide e insuficiência na pituitária anterior ou adrenocortical);
  • Uso concomitante com outros medicamentos;
  • Tratamento com Glibenclamida na ausência de qualquer indicação.

Você deve informar seu médico sobre os fatores citados acima e sobre episódios de hipoglicemia, uma vez que eles podem indicar a necessidade de um monitoramento cuidadoso. Se tais fatores de risco de hipoglicemia estiverem presentes, pode ser necessária uma alteração na dosagem de Glibenclamida ou do tratamento completo. Isto também se aplica em casos de surgimento de doença durante o tratamento ou toda vez que seu estilo de vida mudar.

Os pacientes idosos são particularmente susceptíveis à ação hipoglicêmica de medicamentos redutores de glicose. Pode ser difícil reconhecer hipoglicemia em idosos.

As doses iniciais e de manutenção devem ser conservadoras para evitar reações de hipoglicemia.

Estes sintomas de hipoglicemia, que refletem a contrarregulação adrenérgica corpórea (suor excessivo, pele úmida e fria, ansiedade, aceleração do ritmo cardíaco e palpitação), podem ser mais leves ou ausentes quando a hipoglicemia se desenvolve gradualmente, quando há neuropatia autonômica (doença que afeta os nervos do sistema nervoso autônomo) ou quando está recebendo tratamento concomitante com betabloqueadores, clonidina, reserpina, guanitidina ou outros medicamentos simpatolíticos.

A hipoglicemia quase sempre pode ser rapidamente corrigida através da ingestão imediata de carboidratos (glicose ou açúcar, tais como açúcar puro, suco de frutas ou chá adoçados com açúcar). Para esta finalidade, recomenda-se sempre levar consigo um mínimo de 20 g de glicose. Você poderá necessitar de auxílio de outras pessoas para evitar complicações.

Os adoçantes artificiais não são eficazes no controle da glicemia.

Apesar das medidas de controle terem sucesso inicialmente, a hipoglicemia pode ocorrer novamente; portanto, você deve estar sempre atento aos sinais e sintomas.

A hipoglicemia severa ou episódios prolongados, os quais somente podem ser temporariamente controlados utilizando açúcar, requerem tratamento imediato e acompanhamento médico e, em alguns casos, cuidados hospitalares.

Se outras doenças surgirem durante o tratamento com Glibenclamida, o médico que está orientando o tratamento deve ser imediatamente informado.

Se tratado por outro médico (por exemplo, internações hospitalares após acidente, doença num feriado), você deve informá-lo que é diabético e qual é o seu tratamento.

O tratamento dos pacientes com deficiência de G6PD (glicose-6-fosfato-desidrogenase) com sulfonilureias pode levar à anemia hemolítica (diminuição do número de células vermelhas do sangue em decorrência da destruição prematura das mesmas).

Uma vez que a Glibenclamida pertence à classe das sulfonilureias, deve-se ter cautela em pacientes com deficiência de G6PD, e deve ser considerada a utilização de um agente alternativo não-sulfonilureia.

Amamentação

A Glibenclamida não deve ser administrada durante a amamentação. Se necessário, o médico deve substituir o tratamento por insulina, ou deve interromper a amamentação.

Risco de dirigir veículos ou realizar outras tarefas que exijam atenção

O tratamento de diabetes com Glibenclamida requer monitoramento constante.

O estado de alerta e o tempo de reação podem ser prejudicados por episódios de hipo ou hiperglicemia especialmente no início ou após alteração no tratamento ou quando Glibenclamida não é tomada regularmente. Isto pode, por exemplo, afetar a habilidade de dirigir ou operar máquinas.

Advertências do Glibenclamida - EMS


Estudos epidemiológicos sugerem que a administração de Glibenclamida está associada a um aumento do risco de mortalidade cardiovascular quando comparado ao tratamento com metformina ou glicazida. Este risco é especialmente observado em pacientes com doença coronariana diagnosticada.

Os sinais clínicos da hiperglicemia (alta taxa de açúcar no sangue) são:

  • Aumento da frequência urinária;
  • Sede intensa;
  • Boca seca;
  • Pele seca.

E os sinais clínicos da hipoglicemia (baixa taxa de açúcar no sangue) são: fome intensa, transpiração intensa, tremor, agitação, irritabilidade, dores de cabeça, distúrbios do sono, depressão do humor e distúrbios neurológicos transitórios (ex.: alterações da fala, visão e sensação de paralisia).

Em situações excepcionais de estresse (por exemplo, traumas, cirurgias, infecções febris), o controle da glicemia (taxa de açúcar no sangue) pode não ser adequado e a substituição temporária por insulina pode ser necessária para manter um bom controle metabólico.

As pessoas alérgicas a outros derivados de sulfonamidas também podem desenvolver uma reação alérgica à Glibenclamida.

Reações adversas

As frequências das reações adversas estão listadas a seguir de acordo com a seguinte convenção:

  • Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento);
  • Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento);
  • Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento);
  • Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento);
  • Reação muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento);
  • Reação desconhecida (não pode ser estimada a partir dos dados disponíveis).

Distúrbios de Metabolismo e Nutrição

Hipoglicemia (reação muito comum), às vezes prolongada e até mesmo com risco de vida, pode ocorrer como resultado da ação redutora da glicose sanguínea de Glibenclamida. Isto ocorre quando existe um desequilíbrio entre a dose de Glibenclamida e a ingestão de carboidratos (dieta), a realização de exercício físico e outros fatores que interfiram no metabolismo.

Os possíveis sintomas de hipoglicemia incluem:

  • Dor de cabeça;
  • Fome exagerada;
  • Enjoo;
  • Vômito;
  • Cansaço;
  • Sonolência;
  • Distúrbios do sono;
  • Inquietação;
  • Agressividade;
  • Incapacidade de concentração;
  • Vigilância e reação;
  • Depressão;
  • Confusão;
  • Dificuldade de comunicação (fala, escrita, etc.);
  • Afasia;
  • Distúrbios visuais;
  • Tremor;
  • Paresia (grau leve a moderado de fraqueza muscular);
  • Distúrbios sensoriais;
  • Tontura;
  • Desamparo;
  • Perda do autocontrole;
  • Delírio;
  • Convulsões cerebrais e perda de consciência incluindo coma;
  • Respiração superficial;
  • Bradicardia (frequência cardíaca baixa).

Além disso, podem estar presentes sinais de contrarregulação adrenérgica, tais como sudorese, pele pegajosa, ansiedade, taquicardia (frequência cardíaca alta), hipertensão (pressão arterial elevada), palpitações, angina pectoris (dor no peito, relacionada à doença das artérias coronárias) e arritmias cardíacas (descompasso dos batimentos do coração).

O quadro clínico de um ataque hipoglicêmico severo (reação muito comum) pode assemelhar-se ao de um derrame.

Os sintomas de hipoglicemia quase sempre diminuem quando a hipoglicemia é corrigida.

Em casos isolados, a concentração de sódio no sangue pode diminuir (frequência desconhecida).

Distúrbios Visuais

Especialmente no início do tratamento podem ocorrer distúrbios visuais temporários (frequências desconhecidas) devido à alteração dos níveis de glicose sanguínea.

A causa é uma alteração temporária na turgidez e, portanto, do índice refrativo das lentes, o qual é dependente da glicemia.

Distúrbios Gastrintestinais

Podem ocorrer sintomas gastrointestinais tais como

  • Dor abdominal (reação comum);
  • Vômito (frequência desconhecida);
  • Diarreia (reação comum);
  • Náusea (reação comum);
  • Distensão abdominal (reação incomum).

Entretanto, apesar da manutenção do tratamento, estes sintomas frequentemente diminuem e normalmente não há necessidade de descontinuar o tratamento com Glibenclamida.

Distúrbios Hepatobiliares

  • Pode haver doença do fígado;
  • Elevação do nível das enzimas hepáticas (frequências desconhecidas) e/ou colestase (diminuição do fluxo da bile produzida no fígado, devido a obstruções nos canais que transportam a mesma, frequência desconhecida);
  • Icterícia (coloração amarelada da pele, frequência desconhecida), as quais podem regredir depois da suspensão de Glibenclamida, embora possam levar a risco de vida por insuficiência hepática (alteração do funcionamento do fígado, frequência desconhecida).

Distúrbios Hematológicos e no Sistema Linfático

Podem ocorrer alterações hematológicas potencialmente graves. Elas podem incluir

  • Casos de trombocitopenia (apresentando como púrpura - extravasamento de sangue para fora dos capilares da pele ou mucosa formando manchas roxas) leve a severa;
  • Pancitopenia (diminuição de glóbulos brancos, vermelhos e plaquetas), devido à mielossupressão (diminuição da função de produção de células sanguíneas pela medula espinhal);
  • Agranulocitose (diminuição de granulócitos);
  • Leucopenia (diminuição das células de defesa do sangue);
  • Eritrocitopenia (diminuição de eritrócitos);
  • Granulocitopenia (alteração nas células de defesa do sangue, frequência desconhecida);
  • Anemia hemolítica (alteração nos glóbulos vermelhos do sangue, frequência desconhecida).

A princípio, estas reações são reversíveis com a suspensão do tratamento com Glibenclamida.

Distúrbios do Sistema Imunológico

Podem ocorrer reações de hipersensibilidade, reações alérgicas ou pseudoalérgicas (frequências desconhecidas).

Podem ser diretamente devido à Glibenclamida, mas também podem ser desencadeadas pelos excipientes.

A alergia aos derivados de sulfonamida também pode ser responsável por reações alérgicas à Glibenclamida.

Reações leves em forma de urticária (erupção na pele, geralmente de origem alérgica, que causa coceira, frequência desconhecida), podem evoluir para reações graves que implicam em risco de vida com dispneia (dificuldade respiratória, falta de ar) e queda da pressão arterial, algumas vezes, evoluindo para choque (colapso circulatório ou estado fisiológico em que existe um fluxo sanguíneo inadequado para os tecidos e células do corpo, frequência desconhecida).

Em casos de urticária, o médico deverá ser imediatamente notificado.

Distúrbios da Pele e Tecido Subcutâneo

  • Foi observado prurido (coceira e/ou ardência, reação desconhecida);
  • Erupções cutâneas (manchas na pele, reação comum);
  • Reações bolhosas (bolhas na pele, frequência desconhecida);
  • Eritema multiforme (distúrbio da pele resultante de uma reação alérgica frequência desconhecida);
  • Dermatite esfoliativa (alteração da pele acompanhada de descamação frequência desconhecida).

Pode ocorrer hipersensibilidade da pele à luz (frequência desconhecida).

Em casos isolados pode surgir vasculite alérgica (inflamação da parede do vaso sanguíneo, frequência desconhecida) e, em algumas circunstâncias, pode implicar em risco de vida.

Investigações

A Glibenclamida como todas as sulfoniluréias, pode causar ganho de peso (reação comum).

Se estas reações ocorrerem, o médico deve decidir se a terapia com Glibenclamida deve ser descontinuada ou não.

População especial

Gravidez

A Glibenclamida não deve ser administrada durante a gravidez.

Caso a paciente fique grávida, o médico deverá ser avisado rapidamente e o tratamento com Glibenclamida deverá ser substituído por insulina durante o período de gestação.

Caso você planeje engravidar, deve informar ao seu médico. Neste caso, recomenda-se que o médico substitua o tratamento por insulina.

Pacientes idosos

A hipoglicemia ocorre com maior frequência em pacientes idosos que usam Glibenclamida. Recomenda-se o uso de doses conservadoras em pacientes idosos para evitar hipoglicemia.

Insuficiência renal

A Glibenclamida não deve ser utilizada por pacientes com disfunção grave nos rins ou no fígado.

Superdosagem

Em caso de superdose acidental, procure imediatamente atendimento médico de emergência.

Sintomas

A superdose aguda bem como o tratamento com elevadas doses de Glibenclamida a longo prazo podem levar a hipoglicemia severa, prolongada, com risco de vida.

Tratamento

Tão logo a superdose de Glibenclamida seja identificada, o médico deve ser notificado imediatamente e você deve ingerir açúcar imediatamente, se possível na forma de glicose, a menos que o médico já tenha assumido o tratamento desta superdose.

Um monitoramento cuidadoso é essencial e deve ser dispensado até que o médico considere que você esteja fora de perigo.

É importante lembrar que os sinais clínicos da hipoglicemia podem ocorrer novamente após sinais de uma recuperação inicial.

Algumas vezes, pode ser necessária a internação hospitalar, mesmo por medida de precaução. Em particular, superdoses significativas e reações severas com sintomas como perda de consciência ou outros distúrbios neurológicos sérios são emergências médicas e requerem tratamento e internação imediatos.

Se o paciente estiver inconsciente, indica-se uma injeção intravenosa de solução de glicose concentrada (por exemplo, para adultos iniciar com 40 mL de solução a 20%). Alternativamente em adultos, a administração de glucagon, por exemplo, em doses de 0,5 a 1,0 mg pela via intravenosa (IV), via subcutânea (SC) ou via intramuscular (IM), pode ser considerada.

Em particular quando houver o tratamento de hipoglicemia em bebês e crianças pequenas, a dose de glicose administrada deve ser cuidadosamente ajustada em vista da possibilidade de produzir uma hiperglicemia perigosa, e esta administração deve ser controlada através do monitoramento cuidadoso da glicemia.

Caso você tenha ingerido uma quantidade de Glibenclamida que possa implicar em risco de vida, deve requerer atendimento médico de urgência para desintoxicação (por exemplo, lavagem gástrica e o uso de carvão ativado).

Após a conclusão da reposição aguda de glicose, geralmente é necessária a administração de infusão de concentrações mínimas de glicose intravenosa, para evitar a recorrência de hipoglicemia.

Os níveis glicêmicos do paciente devem ser cuidadosamente monitorados por, no mínimo, 24 horas. Em casos severos com curso prolongado, a hipoglicemia ou a recaída da hipoglicemia pode persistir por vários dias.

Interação alimentícia

Álcool

A ingestão aguda ou crônica de bebidas alcoólicas pode atenuar ou aumentar a ação hipoglicemiante de Glibenclamida (substância ativa) de maneira imprevisível.

Alimentos

Até o momento não há dados disponíveis sobre a interferência de alimentos na ação de Glibenclamida (substância ativa).

Contra indicações

Você não deve utilizar Glibenclamida nos seguintes casos:

  • Ser portador de diabetes mellitus insulino-dependente (tipo 1 ou diabetes juvenil), por exemplo, diabéticos com histórico de cetoacidose;
  • Estiver em tratamento de cetoacidose diabética (altos níveis de açúcar sem presença suficiente de insulina para metabolizar);
  • Estiver em tratamento de pré-coma ou coma diabético;
  • Possuir disfunção dos rins e/ou do fígado graves;
  • Possuir alergia à Glibenclamida ou a qualquer um dos componentes da fórmula;
  • Estiver grávida ou amamentando;
  • Estiver utilizando medicamento a base de bosentana (substância usada no tratamento da pressão arterial elevada).

Perguntas Frequentes
  1. Para que serve Glibenclamida EMS 5mg?

    A Glibenclamida EMS é indicada para controlar o diabetes tipo 2, reduzindo o nível de glicose no sangue em pacientes cuja dieta e exercício não são suficientes.
  2. Quais são os principais benefícios da Glibenclamida EMS?

    Os principais benefícios incluem redução do açúcar no sangue, controle eficaz do diabetes tipo 2, administração oral fácil e bom custo-benefício por ser genérico.
  3. Quem não deve usar Glibenclamida EMS?

    Não use se possuir diabetes tipo 1, grávida, amamentando, com disfunção renal ou hepática grave, alergia a componentes, em cetose ou usando bosentana.
  4. Como Glibenclamida deve ser administrada?

    Tome os comprimidos inteiros por via oral com líquido, seguindo a dose prescrita pelo médico. Evite a automedicação e consulte seu médico para ajustar doses.
  5. Quais são as possíveis reações adversas da Glibenclamida?

    Pode causar hipoglicemia, dores de cabeça, náuseas e cansaço. Reações graves devem ser informadas ao médico. Hipoglicemia deve ser monitorada e tratada.
  6. Glibenclamida EMS tem interações medicamentosas?

    Sim, pode interagir com insulina, inibidores de ACE, e outros medicamentos que afetam a glicemia. Informe seu médico sobre outros medicamentos em uso.
  7. Posso consumir álcool durante o tratamento com Glibenclamida?

    O consumo de álcool pode afetar a ação da Glibenclamida de forma imprevisível, potencializando ou atenuando o efeito hipoglicemiante. Evite sem consultar seu médico.
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Categorias
EAN 7896004706474
Tipo de Medicamento Genérico
Forma de Administração Via Oral
Classe Terapêutica Antidiabéticos Sulfonilouréias Puros
Princípio Ativo Glibenclamida
Doenças e Complicações Para Diabetes
Forma Farmacêutica Comprimido
Prescrição Médica Sem Retenção De Receita
Parte do Corpo Para Sistema Circulatório
Apresentação Em Comprimido
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