Junno 100mg com 30 Cápsulas Moles
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Medicamento Tarja Vermelha
Para que serve
Via oral
Junno é destinado para o tratamento de:
- Distúrbios da ovulação relacionados à deficiência de progesterona, como dor e outras alterações do ciclo menstrual, amenorreia secundária (ausência de menstruação) e alterações benignas da mama;
- Insuficiência lútea (diminuição de progesterona na segunda fase do ciclo);
- Estados de deficiência de progesterona, na pré-menopausa e na reposição hormonal da menopausa (como complemento à terapia com estrogênio).
Via vaginal
Junno é indicado para:
- Suporte de progesterona durante a insuficiência ovariana ou carência ovariana completa de mulheres com diminuição da função ovariana (doação de oócitos);
- Suplementação da fase lútea durante ciclos de fertilização in vitro ou ICSI (Injeção Intracitoplasmática de Espermatozóides);
- Suplementação da fase lútea durante ciclos espontâneos ou induzidos (uso de indutores da ovulação), em caso de subfertilidade ou infertilidade (dificuldade de engravidar) primária ou secundária particularmente devido à anovulação (suspensão ou cessação da ovulação);
- Ameaça de aborto precoce ou prevenção de aborto devido à insuficiência lútea (durante os primeiros três meses de gravidez).
Como o Junno funciona?
Junno tem como princípio ativo a progesterona, que é quimicamente idêntica ao hormônio progesterona de origem ovariana. Por isso, age como suplemento da produção de progesterona pelos ovários, quando necessário.
Os níveis de progesterona no sangue aumentam a partir da primeira hora e picos plasmáticos são obtidos em uma a três horas após a administração.
Como usar
Seu médico determinará qual via de administração, oral ou vaginal, é a mais apropriada para seu caso e, ainda, poderá modificar a dose e a duração do tratamento de acordo com a indicação considerada e a eficácia do medicamento.
Via oral
- Recomenda-se que a administração seja feita com um copo d’água, longe das refeições (com o estômago vazio), preferencialmente à noite, antes de dormir.
- Na insuficiência de progesterona, a dose média é de 200 a 300 mg de progesterona por dia.
- Na insuficiência lútea (síndrome pré-menstrual, doença mamária benigna, menstruação irregular e prémenopausa) o regime de tratamento usual é de 10 dias por ciclo, habitualmente do 16º ao 25º dia, devendo ser usados 200 a 300 mg por dia, do seguinte modo:
- 200 mg em dose única antes de dormir;
- 300 mg divididos em duas doses, 100 mg duas horas após o desjejum e 200 mg à noite, ao deitar.
- Em terapia de reposição hormonal para menopausa, a terapia estrogênica isolada não é recomendada pelo maior risco de hiperplasia endometrial. Consequentemente, a progesterona é combinada em dose de 100 a 200 mg por dia, da seguinte forma:
- Dose única de 100 mg à noite antes de dormir, de 25 a 30 dias por mês (neste caso, a maioria das pacientes pode não apresentar sangramento) ou;
- Divididos em duas doses de 100 mg, 12 a 14 dias por mês, ou nas últimas duas semanas de cada sequência do tratamento ou;
- Dose única de 200 mg à noite, antes de dormir, de 12 a 14 dias por mês, ou nas últimas duas semanas de cada sequência do tratamento.
Na dose de 200 mg é comum observar um sangramento de privação após o uso da progesterona.
Via vaginal
Cada cápsula gelatinosa deve ser introduzida profundamente na vagina.
Suporte de progesterona durante a insuficiência ovariana ou carência ovariana completa de mulheres com diminuição da função ovariana (doação de oócitos).
O regime de tratamento (como um complemento para a terapia adequada de estrogênio) é o seguinte:
- 200 mg de progesterona do 15º ao 25º dia do ciclo, em uma única dose ou divididos em duas doses de 100 mg e, em seguida;
- A partir do 26º dia do ciclo ou no caso de gravidez, esta dose pode ser elevada para o máximo de 600 mg por dia divididos em 3 doses. Esta dosagem deverá ser continuada até o 60º dia e, portanto, não deve ser administrada após a 12ª semana de gravidez.
- Suplementação da fase lútea durante ciclos de fertilização in vitro ou ICSI. A dosagem recomendada é de 600 a 800 mg por dia, divididos em três ou quatro doses (a cada 6h ou 8h), iniciados no dia da captação ou no dia da transferência, até a 12ª semana de gravidez.
- Suplementação da fase lútea durante ciclos espontâneos ou induzidos, em caso de subfertilidade ou infertilidade primária ou secundária particularmente devido à anovulação. A dosagem recomendada é de 200 a 300 mg por dia, divididos em duas doses, a partir do 16º dia do ciclo, durante 10 dias. O tratamento será rapidamente reiniciado se a menstruação não ocorrer novamente e, sendo diagnosticada uma gravidez, até a 12ª semana desta.
- Ameaça de aborto precoce ou prevenção de aborto devido à insuficiência lútea. A dose recomendada é de 200 a 400 mg por dia divididos em duas doses até a 12ª semana de gravidez.
O que devo fazer quando eu me esquecer de usar o Junno?
Em caso de esquecimento, não tome uma dose extra para repor a que foi esquecida. Apenas siga com o tratamento, tomando normalmente a próxima dose.
Composição
Cada cápsula gelatinosa de 100 mg contém:
Progesterona 100 mg.
Excipientes: óleo de amendoim, lecitina de soja. Componentes da cápsula: gelatina, glicerol, dióxido de titânio.
Cada cápsula gelatinosa de 200 mg contém:
Progesterona 200 mg.
Excipientes: óleo de amendoim, lecitina de soja. Componentes da cápsula: gelatina, glicerol, dióxido de titânio.
Apresentação do Junno
100mg
Cápsulas gelatinosas moles – progesterona 100 mg – embalagem com 30 cápsulas.
200mg
Cápsulas gelatinosas moles – progesterona 200 mg – embalagem com 14 cápsulas.
Precauções
- Este medicamento não trata todas as causas de aborto espontâneo precoce e, particularmente, não tem ação sobre abortos provenientes de problemas genéticos, os quais correspondem a mais da metade das causas de aborto;
- Junno não é um contraceptivo;
- Informe seu médico caso apresente alguma condição que possa ser agravada pela retenção de líquidos (distúrbios cardíacos ou renais), epilepsia, depressão, diabetes, cisto ovariano, disfunção hepática (fígado), asma brônquica, intolerância a glicose (aumento do açúcar por dificuldade de ação da insulina) ou enxaqueca;
- Não é recomendável dirigir ou operar máquinas após a administração deste medicamento.
Informe seu médico se está amamentando.
Reações adversas
Reações muito comuns (ocorrem em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento):
Cansaço, inchaço, dor de cabeça, alterações no peso, alterações no apetite (diminuição ou perda), metrorragia (sangramento vaginal intenso), inchaço abdominal e período menstrual irregular. Sonolência pode ocorrer de 1 a 3 horas após a ingestão deste produto. Nesse caso, a dose por ingestão deve ser reduzida ou readaptada (por exemplo, para uma dose diária de 200 mg, tomar os 200 mg em única ingestão ao dormir, longe das refeições), ou a via vaginal deve ser utilizada.
Reações incomuns (ocorrem entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento):
Irritabilidade. Tontura pode ocorrer de 1 a 3 horas após a ingestão deste produto. Nesse caso, a dose por ingestão deve ser reduzida ou readaptada (por exemplo, para uma dose diária de 200 mg, tomar os 200 mg em única ingestão ao dormir, longe das refeições), ou a via vaginal deve ser utilizada.
Reações raras (ocorrem entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento):
Enjoos, hepatite, insônia, depressão, cistite (infecção urinária), galactorreia (leite não associado à amamentação), dor nas mamas, acne (espinhas), aumento ou diminuição dos pelos corporais, cloasma (manchas escuras na face), prurido (coceira), erupção cutânea, dor nas costas, dor torácica, alterações visuais, dor nas pernas e tromboflebite (presença de um coágulo sanguíneo nos vasos com inflamação).
Reações alérgicas podem ocorrer devido à presença de óleo de amendoim e lecitina de soja (ex.: urticária, reação alérgica generalizada).
Estudos clínicos não relataram a ocorrência de intolerâncias locais no uso vaginal.
Superdosagem
No caso da ingestão de grande quantidade deste medicamento de uma só vez entre em contato imediatamente com seu médico.
Em algumas pacientes a posologia habitual pode se revelar excessiva, seja devido à persistência ou ao reaparecimento de uma secreção endógena instável de progesterona, seja por uma sensibilidade particular ao produto.
Faz-se então conveniente, nestes casos, a critério médico, diminuir a dose e/ou modificar o ritmo da administração.
Contra indicações
Você não deve administrar Junno nas seguintes situações:
- Câncer de mama ou dos órgãos genitais;
- Sangramento genital de origem não determinada;
- Acidente vascular cerebral (derrame);
- Doenças do fígado;
- Aborto incompleto (permanência de restos no útero da gestação);
- Câncer do fígado;
- Doenças tromboembólicas (deslocamento de coágulo de sangue no interior do vaso);
- Tromboflebite (presença de um coágulo sanguíneo nos vasos com inflamação);
- Porfiria (doença metabólica do sangue);
- Hipersensibilidade (alergia) a qualquer um dos componentes da fórmula.
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Para que serve o Junno 100mg com 30 Cápsulas Moles?
Junno é usado para tratar distúrbios da ovulação relacionados à deficiência de progesterona, suportar fases de fertilização, e ajudar na reposição hormonal na menopausa. -
Quais são as contraindicações do Junno?
Junno é contraindicado em casos de câncer de mama, problemas hepáticos, sangramento não diagnosticado e alergia a componentes da fórmula. -
Quais os principais benefícios do Junno?
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Como o Junno deve ser administrado?
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Junno pode causar efeitos colaterais?
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Junno é recomendado durante a amamentação?
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Quais são as interações medicamentosas do Junno?
| Categorias | |
|---|---|
| EAN | 7898040323899 |
| Tipo de Medicamento | Outros |
| Forma de Administração | Via Oral |
| Classe Terapêutica | Progestógenos Excluindo G3a, G3f |
| Princípio Ativo | Progesterona |
| Doenças e Complicações | Para Desequilíbrio Hormonal |
| Forma Farmacêutica | Cápsula |
| Prescrição Médica | Sem Retenção De Receita |
| Parte do Corpo | Para Sistema Endócrino |
| Apresentação | Em Cápsula |
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