Keppra 100Mg/Ml Solução Oral 150Ml
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Medicamento Referência
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Medicamento Tarja Vermelha
Exclusivo para clientes cadastrados no programa. Saiba mais
- FABRICANTE: UCB
- USO ADULTO E PEDIÁTRICO A PARTIR DE 1 MÊS
- UTILIZAR A SERINGA DE 3 ML INCLUÍDA NA EMBALAGEM.
Para que serve
Keppra é indicado como monoterapia (não combinado com outros medicamentos antiepilépticos) para o tratamento de crises convulsivas parciais, com ou sem generalização secundária, em pacientes com 16 anos ou mais e diagnóstico recente de epilepsia.
Keppra é indicado como terapia adjuvante (utilizado com outros medicamentos antiepilépticos) para o tratamento de:
- crises parciais, com ou sem generalização, em adultos, adolescentes e crianças com idade superior a 6 anos, com epilepsia;
- crises mioclônicas em adultos, adolescentes e crianças com idade superior a 12 anos, com epilepsia mioclônica juvenil;
- crises tônico-clônicas primárias generalizadas em adultos, adolescentes e crianças com mais de 6 anos de idade com epilepsia idiopática generalizada.
Para bebês e crianças com menos de 20 kg o tratamento deve ser preferencialmente iniciado com Keppra solução oral.
Como este medicamento funciona?
O mecanismo de ação do levetiracetam não está totalmente esclarecido.
Como usar
Comprimido
Os comprimidos revestidos devem ser tomados por via oral, engolidos com líquido. Levetiracetam (substância ativa) pode ser ingerido com ou sem comida. A dose diária é administrada em duas doses igualmente divididas (a cada 12 horas), aproximadamente no mesmo horário de cada dia.
Solução Oral
A solução oral pode ser administrada diretamente ou diluída em água. Keppra pode ser ingerido com ou sem comida. A dosagem diária deve ser administrada em duas doses igualmente divididas (a cada 12 horas), aproximadamente no mesmo horário de cada dia.
Instruções de utilização
- Abra o frasco: pressione o fecho e rode no sentido anti-horário (figura 1).
- Separe o adaptador da seringa (figura 2). Insira o adaptador no gargalo do frasco (figura 3). Assegure-se que está bem fixo
- Pegue a seringa e coloque-a na abertura do adaptador (figura 4). Inverta o frasco (figura 5).
- Encha a seringa com uma pequena quantidade de solução, puxando o êmbolo para baixo.
- Em seguida puxe o êmbolo para cima para remover qualquer eventual bolha (figura5B). Finalmente, puxe o êmbolo para baixo até atingir a marca da graduação correspondente a quantidade em mililitros (mL), prescrita pelo seu médico (figura 5C).
- Volte a colocar o frasco com o gargalo para cima (figura 6A). Remova a seringa do adaptador (figura 6B).
- Despeje o conteúdo da seringa em um copo com água ou no copo/frasco do bebê empurrando o êmbolo da seringa até o fundo (figura 7).
- Beba o conteúdo total do copo/mamadeira do bebê.
- Feche o frasco com a tampa de rosca plástica.
- Lave a seringa com água apenas (figura 8).
Posologia do Levetiracetam
Doses para Monoterapia no tratamento de crises parciais, com ou sem generalização secundária em pacientes a partir dos 16 anos com diagnóstico recente de epilepsia
A dose inicial recomendada é de 250 mg (2,5 mL) duas vezes ao dia, a qual poderá ser aumentada para uma dose terapêutica inicial de 500 mg (5 mL) duas vezes ao dia, após duas semanas. A dose pode ainda ser aumentada em incrementos de 250 mg (2,5 mL) duas vezes ao dia, a cada duas semanas, dependendo da resposta clínica. A dose máxima é de 1500 mg duas vezes ao dia.
Não foram conduzidos estudos clínicos para Monoterapia no tratamento de crises parciais, com ou sem generalização secundária em pacientes com menos de 16 anos e diagnóstico recente de epilepsia.
Doses para Terapia adjuvante no tratamento de:
- Crises focais/parciais com ou sem generalização secundária em adultos, adolescentes e crianças com idade superior a 6 anos, com epilepsia;
- Crises mioclônicas em adultos, adolescentes e crianças com idade superior a 12 anos, com epilepsia mioclônica juvenil;
- Crises tônico-clônicas primárias generalizadas em adultos, adolescentes e crianças com mais de 6 anos de idade, com epilepsia idiopática generalizada.
Terapia adjuvante em adultos (≥ 18 anos) e adolescentes (12 a 17 anos) com peso igual ou superior a 50 kg
A dose terapêutica inicial é de 500 mg/duas vezes ao dia (5mL/duas vezes ao dia). Esta dose poderá ser iniciada no primeiro dia de tratamento.
Dependendo da resposta clínica e tolerabilidade, a dose diária poderá ser aumentada até o máximo de 1500 mg/duas vezes ao dia (15 mL/duas vezes ao dia). A alteração das doses pode ser efetuada com aumentos ou reduções de 500 mg/duas vezes ao dia (5 mL duas vezes ao dia), a cada duas a quatro semanas.
Terapia adjuvante em crianças (dos 6 aos 11 anos) e adolescentes (dos 12 aos 17 anos) com peso inferior a 50 kg
A dose terapêutica inicial é de 10 mg/kg (0,1 mL/kg) duas vezes ao dia.
Dependendo da resposta clínica e tolerabilidade, a dose pode ser aumentada até 30 mg/kg (0,3 mL/kg) duas vezes ao dia. A alteração das doses não deve exceder aumentos ou reduções de 10 mg/kg (0,1 mL/kg) duas vezes ao dia, a cada duas semanas. Deve ser utilizada a dose eficaz mais baixa.
A posologia em crianças com peso igual ou superior a 50 kg é igual à dos adultos.
| Comprimido | ||
| Dose inicial: 10 mg/kg duas vezes ao dia | ||
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20 kg (1) |
200 mg duas vezes ao dia |
600 mg duas vezes ao dia |
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25 kg |
250 mg duas vezes ao dia |
750 mg duas vezes ao dia |
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A partir de 50 kg (2) |
500 mg duas vezes ao dia |
1500 mg duas vezes ao dia |
| Solução Oral | ||
| Dose inicial: 10 mg/kg (0,1 mL/kg) duas vezes ao dia | ||
| 6 kg (1) | 60 mg (0,6 mL) duas vezes ao dia | 180 mg (1,8 mL) duas vezes ao dia |
| 10 kg (1) | 100 mg (1,0 mL) duas vezes ao dia | 300 mg (3,0 mL) duas vezes ao dia |
| 15 kg (1) | 150 mg (1,5 mL) duas vezes ao dia | 450 mg (4,5 mL) duas vezes ao dia |
| 20 kg (1) | 200 mg (2,0 mL) duas vezes ao dia | 600 mg (6,0 mL) duas vezes ao dia |
| 25 kg | 250 mg (2,5 mL) duas vezes ao dia | 750 mg (7,5 mL) duas vezes ao dia |
| A partir de 50 kg (2) | 500 mg (5,0 mL) duas vezes ao dia | 1500 mg (15 mL) duas vezes ao dia |
(1) Crianças com peso igual ou inferior a 25 kg devem, preferencialmente, iniciar o tratamento com Levetiracetam (substância ativa), 100 mg/mL solução oral.
(2) A posologia em crianças e adolescentes com 50 kg ou mais é igual à dos adultos.
Ajustes de dose para populações especiais
Idosos (a partir de 65 anos)
É recomendado um ajuste de dose em pacientes idosos com alteração da função renal.
Pacientes com comprometimento renal
A dose diária de Levetiracetam (substância ativa) deverá ser individualizada de acordo com a função renal, pois a depuração está relacionada com a função renal. Para crianças com comprometimento renal, as doses de Levetiracetam (substância ativa) devem ser ajustadas com base na função renal, uma vez que sua depuração está relacionada com a função renal. Esta recomendação é baseada em um estudo com pacientes adultos com comprometimento renal.
Consultar as tabelas a seguir e ajustar a dose conforme indicado. Para usar as tabelas de doseamento, uma estimativa da depuração da creatinina em pacientes (CLcr) em mL/min/1,73 m2 é necessária.
ks = 0,45 para recém nascidos de termo e bebês até 1 ano de idade; ks = 0,55 para crianças com menos de 13 anos de idade e adolescentes do sexo feminino; ks = 0,7 para adolescentes do sexo masculino.
| Depuração de creatinina (mL/min/1,73 m2) | ||
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Normal |
≥ 80 |
500 a 1500 mg/ duas vezes ao dia. |
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Leve |
50-79 |
500 a 1000 mg/ duas vezes ao dia |
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Moderado |
30-49 |
250 a 750 mg/ duas vezes ao dia |
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Grave |
< 30 |
250 a 500 mg/ duas vezes ao dia |
| - |
(1) É recomendada uma dose de ataque de 750 mg no primeiro dia de tratamento com Levetiracetam (substância ativa).
(2) Após a diálise, é recomendada uma dose suplementar de 250 a 500 mg.
| Comprimido | ||
| Depuração de creatinina (mL/min/1,73 m2) | ||
|
Normal |
> 80 |
10 a 30 mg/kg (0,10 a 0,30 mL/kg) duas vezes ao dia |
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Leve |
50 – 79 |
10 a 20 mg/kg (0,10 a 0,20 mL/kg) duas vezes ao dia |
|
Moderado |
30 – 49 |
5 a 15 mg/kg (0,05 a 0,15 mL/kg) duas vezes ao dia |
|
Grave |
< 30 |
5 a 10 mg/kg (0,05 a 0,10 mL/kg) duas vezes ao dia |
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Pacientes em fase terminal de doença renal sujeitos à diálise |
- | |
(1) Levetiracetam (substância ativa) solução oral deve ser usado para doses inferiores a 250 mg e para pacientes incapazes de deglutir comprimidos.
(2) É recomendada uma dose de ataque de 15 mg/kg (0,15 mL/kg) no primeiro dia de tratamento de Levetiracetam (substância ativa).
(3) É recomendada uma dose suplementar de 5 a 10 mg/kg (0,05 a 0,10 mL/kg) posteriormente à diálise.
| Solução Oral | |||
| Depuração de creatinina (mL/min/1,73 m2) | |||
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Normal |
> 80 | 7 a 21 mg/kg (0,07 a 0,21 mL/kg) duas vezes ao dia |
10 a 30 mg/kg (0,10 a 0,30 mL/kg) duas vezes ao dia |
|
Leve |
50 – 79 | 7 a 14 mg/kg (0,07 a 0,14 mL/kg) duas vezes ao dia |
10 a 20 mg/kg (0,10 a 0,20 mL/kg) duas vezes ao dia |
|
Moderado |
30 – 49 | 3,5 a 10,5 mg/kg (0,035 a 0,105 mL/kg) duas vezes ao dia |
5 a 15 mg/kg (0,05 a 0,15 mL/kg) duas vezes ao dia |
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Grave |
< 30 | 3,5 a 7 mg/kg (0,035 a 0,07 mL/kg) duas vezes ao dia |
5 a 10 mg/kg (0,05 a 0,10 mL/kg) duas vezes ao dia |
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Pacientes em fase terminal de doença renal sujeitos à diálise |
- | 7 a 14 mg/kg (0,07 a 0,14 mL/kg) uma vez ao dia(2) (4) | |
(1) Keppra solução oral deve ser usado para doses inferiores a 250 mg e para pacientes incapazes de deglutir comprimidos.
(2) É recomendada uma dose de ataque de 10,5 mg/kg (0,105 mL/kg) no primeiro dia de tratamento de Levetiracetam (substância ativa).
(3) É recomendada uma dose de ataque de 15 mg/kg (0,15 mL/kg) no primeiro dia de tratamento de Levetiracetam (substância ativa).
(4) É recomendada uma dose suplementar de 3,5 a 7 mg/kg (0,035 a 0,07 mL/kg) posteriormente à diálise.
(5) É recomendada uma dose suplementar de 5 a 10 mg/kg (0,05 a 0,10 mL/kg) posteriormente à diálise.
Pacientes com comprometimento hepático
Não é necessário qualquer ajuste da dose em pacientes com comprometimento hepático leve a moderado. Em pacientes com comprometimento hepático grave, a depuração de creatinina poderá subestimar o comprometimento renal. Portanto, é recomendada uma redução de 50% da dose diária de manutenção, quando a depuração de creatinina for < 60 mL/min/1,73 m2.
Descontinuação do tratamento
No caso de interrupção do tratamento, tal como para outros medicamentos antiepilépticos, Levetiracetam (substância ativa) devera ser descontinuado gradualmente.
Exclusivo Comprimido
A forma farmacêutica comprimido revestido não é adaptada para bebês e crianças com menos de 6 anos. Levetiracetam (substância ativa) solução oral é a forma farmacêutica ideal para uso nesta população.
Além disso, as concentrações disponíveis de Levetiracetam (substância ativa) comprimidos revestidos não são apropriadas para o tratamento inicial em crianças com menos de 25 kg, para pacientes incapazes de deglutir comprimidos ou para administração de doses menores que 250 mg. Em todas estas situações deve ser utilizada a solução oral de Levetiracetam (substância ativa).
Exclusivo Solução Oral
Terapia adjuvante em bebês com mais de 1 mês e menos de 6 meses de idade
A dose terapêutica inicial é 7 mg/kg (0,07 mL/kg) duas vezes ao dia.
Dependendo da resposta clínica e tolerabilidade, a dose pode ser aumentada para um máximo de 21 mg/kg (0,21 mL/kg) duas vezes ao dia. Mudanças da dose não devem exceder aumentos ou diminuições de 7 mg/kg (0,07 mL/kg) duas vezes ao dia a cada 2 semanas. A menor dose eficaz deve ser usada.
A solução oral é a forma farmacêutica ideal para uso em bebês.
| Peso | Dose inicial (solução oral): 7 mg/kg (0,07 mL/kg) duas vezes ao dia | Dose máxima (solução oral): 21 mg/kg (0,21 mL/kg) duas vezes ao dia |
| 4 kg | 28 mg (0,3 mL) duas vezes ao dia | 84 mg (0,85 mL) duas vezes ao dia |
| 5 kg | 35 mg (0,35) mL duas vezes ao dia | 105 mg (1,05 mL) duas vezes ao dia |
| 7 kg | 49 mg (0,5 mL) duas vezes ao dia | 147 mg (1,5 mL) duas vezes ao dia |
Fonte: Bula do Profissional do Medicamento Keppra.
Precauções
Fale com o seu médico antes de tomar Keppra:
- Se você tiver doença renal ou hepática, siga as instruções do seu médico. Ele poderá decidir se a sua dose deve ser ajustada.
- Se você detectar um aumento na gravidade das crises (por exemplo, aumento do número), contate o seu médico.
- Um pequeno número de pessoas que iniciaram tratamento com antiepilépticos como Keppra teve pensamentos de autoagressão ou suicídio. Se você tiver algum sintoma de depressão ou ideias suicidas, contate de imediato o seu médico.
No caso de interrupção do tratamento, tal como para outros medicamentos antiepilépticos, Keppra deverá ser descontinuado gradualmente para evitar o aumento das crises. Consulte seu médico sobre como proceder.
Casos de diminuição na contagem de células sanguíneas - neutropenia (redução de neutrófilos), agranulocitose (redução acentuada de granulócitos), leucopenia (redução de glóbulos brancos), trombocitopenia (diminuição do número de plaquetas) e pancitopenia (número reduzido de todas as células do sangue) – foram descritos em associação com a administração de levetiracetam. Contagens completas de células sanguíneas são recomendadas em pacientes apresentando fraqueza, pirexia (febre), infecções recorrentes ou distúrbios de coagulação.
Reações adversas
Estudos clínicos
Levetiracetam (substância ativa) foi administrado em mais de 3000 indivíduos e pacientes. Mil e vinte e três (1023) pacientes com epilepsia participaram dos estudos clínicos controlados. Dados combinados de segurança desses estudos conduzidos em pacientes adultos mostraram que 46,4% e 42,2% dos pacientes tiveram reações adversas nos grupos Levetiracetam (substância ativa) e placebo, respectivamente, e que 2,4% e 2% dos pacientes experimentaram reações adversas sérias nos grupos Levetiracetam (substância ativa) e placebo, respectivamente.
As reações adversas mais comumente reportadas foram sonolência, astenia e tontura. Na análise combinada de segurança não houve evidência da relação dose-resposta, mas a incidência e severidade de reações adversas relacionadas ao Sistema Nervoso Central diminuíram com o tempo.
Na monoterapia, 49,8% dos pacientes apresentaram pelo menos uma reação adversa. As reações adversas mais frequentemente relatadas foram fadiga e sonolência.
Um estudo conduzido em pacientes pediátricos (4 a 16 anos) mostrou que 55,4% dos pacientes do grupo Levetiracetam (substância ativa) e 40,2% dos pacientes do grupo placebo relataram reações adversas. Reações adversas sérias foram relatadas por 0,0% dos pacientes do grupo Levetiracetam (substância ativa) e 1% dos pacientes do grupo placebo.
Os eventos adversos mais comumente reportados foram sonolência, hostilidade, nervosismo, instabilidade emocional, agitação, anorexia, astenia e dor de cabeça na população pediátrica. Os resultados de segurança em pacientes pediátricos foram consistentes com o perfil de segurança de Levetiracetam (substância ativa) em adultos, exceto pelas reações adversas de comportamento e psiquiátricas, que foram mais comuns em crianças que em adultos (38,6% versus 18,6%). Entretanto, o risco relativo foi similar em crianças se comparado aos adultos.
Um estudo de segurança pediátrico duplo cego, placebo controlado com um desenho de não-inferioridade avaliou os efeitos cognitivos e neuropsicológicos de Levetiracetam (substância ativa) em crianças de 4 a 16 anos de idade com crises parciais. Concluiu-se que Levetiracetam (substância ativa) não foi diferente (não inferior) do placebo considerando-se a alteração em relação ao basal na pontuação do teste Leiter-R Atenção e Memória (Memory Screen Composite) na população por-protocolo. Os resultados relacionados ao funcionamento comportamental e emocional indicaram uma piora nos pacientes tratados com Levetiracetam (substância ativa) no comportamento agressivo, como mensurado de forma padronizada e sistemática, utilizando um instrumento validado (CBCL – Achenback Child Behavior Checklist). Os pacientes, no entanto, que receberam Levetiracetam (substância ativa) no estudo aberto de acompanhamento de longo prazo não apresentaram piora no funcionamento comportamental e emocional.
Um estudo conduzido em adultos e adolescentes com crises mioclônicas (12 a 65 anos) mostrou que 33,3% dos pacientes do grupo Levetiracetam (substância ativa) e 30% dos pacientes no grupo placebo relataram reações adversas. As reações adversas mais comumente relatadas foram dor de cabeça e sonolência. A incidência de reações adversas em pacientes com crises mioclônicas foi mais baixa do que em pacientes adultos com crises parciais (33,3% versus 46,4%).
Um estudo conduzido em adultos e crianças (4 a 65 anos) com epilepsia idiopática generalizada com crises tônico-clônicas primárias generalizadas mostrou que 39,2% dos pacientes do grupo Levetiracetam (substância ativa) e 29,8% dos pacientes do grupo placebo relataram reações adversas. A reação adversa mais comumente relatada foi fadiga.
Exclusivo Solução Oral
Um estudo conduzido em pacientes pediátricos (1 mês e menos de 4 anos) com crises focais/parciais mostrou que 21,7% dos pacientes do grupo Levetiracetam (substância ativa) e 7,1% dos pacientes do grupo placebo apresentaram reações adversas. Nenhum evento adverso sério foi relatado em pacientes do grupo Levetiracetam (substância ativa) ou placebo. Durante o estudo de acompanhamento de longo prazo N01148, as reações adversas mais frequentes no grupo 1m - <4y (1 mês a 4 anos) foram: irritabilidade (7,9%), convulsão (7,2%), sonolência (6,6%), hiperatividade psicomotora (3,3%), desordem do sono (3,3%) e agressividade (3,3%). Os resultados de segurança em pacientes pediátricos foram consistentes com o perfil de segurança de Levetiracetam (substância ativa) em crianças de 4 a 16 anos.
A incidência de reações adversas relatadas dos estudos clínicos foi:
Reação muito comum (> 1/10)
Distúrbios do Sistema Nervoso:
Sonolência e dor de cabeça.
Infecções e infestações:
Nasofaringite.
Reação comum (> 1/100 e < 1/10)
Distúrbios gastrointestinais:
Dor abdominal, diarreia, dispepsia, náusea, vômito.
Distúrbios do Sistema Nervoso:
Crise convulsiva, distúrbio de equilíbrio, tontura, tremor.
Distúrbios psiquiátricos:
Agressividade, depressão, hostilidade, insônia, irritabilidade, nervosismo.
Distúrbios do metabolismo e nutrição:
Anorexia.
O risco de anorexia é maior quando topiramato é coadministrado com Levetiracetam (substância ativa).
Distúrbios do ouvido e do labirinto:
Vertigem.
Distúrbios respiratórios, torácicos e do mediastino:
Tosse.
Distúrbios da pele e tecido subcutâneo:
Rash.
Reação incomum (≥ 1/1000 a < 1/100)
Distúrbios do sangue e do sistema linfático:
Trombocitopenia.
Distúrbios do metabolismo e nutrição:
Aumento de peso.
Distúrbios psiquiátricos:
Instabilidade emocional/mudança de humor, agitação.
Distúrbios do Sistema Nervoso:
Amnésia, coordenação anormal/ataxia cerebelar, distúrbio de atenção, prejuízo de memória.
Distúrbios oculares:
Diplopia, visão borrada.
Distúrbios da pele e tecido subcutâneo:
Eczema, prurido.
Distúrbios musculoesqueléticos e do tecido conectivo:
Mialgia.
Injúria, envenenamento e complicações do procedimento:
Ferimento.
Reação rara (≥ 1/10000 a < 1/1000)
Infecções e infestações:
Infecção.
Distúrbios psiquiátricos:
Distúrbios de personalidade, pensamento anormal.
Distúrbios do Sistema Nervoso:
Hipercinesia.
Experiência pós-comercialização
Na experiência pós-comercialização, distúrbios psiquiátricos e do sistema nervoso foram as mais frequentemente relatadas.
Adicionalmente às reações adversas relatadas durante os estudos clínicos e listadas acima, as seguintes reações adversas foram reportadas na experiência pós comercialização. Os dados são insuficientes para suportar uma estimativa da incidência na população a ser tratada.
Distúrbios do sangue e do sistema linfático:
Leucopenia, neutropenia, pancitopenia (com supressão da medula óssea identificada em alguns dos casos) e agranulocitose.
Distúrbios do sistema imune:
Reação ao medicamento com eosinofilia e sintomas sistêmicos (DRESS), reações anafiláticas.
Distúrbios do metabolismo e nutrição:
Hiponatremia.
Distúrbios psiquiátricos:
Comportamento anormal, raiva, delírio, ataque de pânico, ansiedade, estado de confusão, alucinação, distúrbios psicóticos, suicídio, tentativa de suicídio e ideação suicida.
Distúrbios do sistema nervoso:
Parestesia, coreoatetose, discinesia, letargia, distúrbio de marcha.
Distúrbios da pele e do sistema subcutâneo:
Necrólise tóxica epidérmica, síndrome de StevensJohnson, eritema multiforme, alopecia e angioedema.
Em vários casos de alopecia, a recuperação foi observada com a descontinuação do Levetiracetam (substância ativa).
Distúrbios do tecido conectivo e musculoesquelético:
Fraqueza muscular, rabdomiólise e aumento da enzima creatina-fosfoquinase no sangue.
Distúrbios gastrointestinais:
Pancreatite.
Distúrbios hepatobiliares:
Hepatite, insuficiência hepática.
Distúrbios do sistema renal e urinário:
Dano renal agudo.
Investigações:
Teste anormal da função hepática, perda de peso.
Descrição das reações adversas selecionadas
A prevalência de rabdomiólise e aumento da enzima creatina-fosfoquinase no sangue é significativamente mais alta em pacientes japoneses em relação aos pacientes não japoneses.
População especial
Gravidez e Amamentação:
Keppra não deve ser utilizado durante a gravidez a menos que seja clinicamente necessário. O risco potencial de mal-formações hereditárias não pode ser completamente excluído. O tratamento com múltiplos medicamentos antiepilépticos está associado com um maior risco de mal-formações hereditárias em comparação com a monoterapia, portanto, esta pode ser considerada.
Estudos em animais revelaram efeitos indesejáveis na reprodução.
Como acontece com outros medicamentos antiepilépticos, alterações durante a gravidez podem afetar a concentração do levetiracetam. Houve relatos de diminuição de concentração do levetiracetam durante a gravidez. Esta diminuição é maior durante o terceiro trimestre. A descontinuação do tratamento com antiepilépticos pode resultar em piora da doença, que pode ser prejudicial à mãe e ao bebê. Mulheres em tratamento com Keppra devem ser monitoradas pelo médico.
Se estiver grávida, ou achar que esta grávida, informe o seu médico.
O levetiracetam é eliminado no leite materno, por isso, a amamentação não é recomendada durante o tratamento. Entretanto, se o tratamento com Keppra for necessário durante a amamentação, você e seu médico deverão decidir se o uso de Keppra e a amamentação devem continuar.
Efeito sobre a capacidade de dirigir veículos e operar máquinas:
Keppra pode reduzir a sua capacidade de dirigir veículos ou operar máquinas, dado que Keppra pode fazê-lo sentir-se sonolento ou apresentar outros sintomas relacionados ao sistema nervoso central, no início do tratamento ou após um aumento da dose. Desta forma, recomenda-se cautela aos pacientes na execução destas atividades.
Superdosagem
Os efeitos secundários possíveis de uma superdose com Keppra são sonolência, agitação, agressão, diminuição do nível de consciência, depressão da respiração e coma.
Contate o seu médico se você tomou mais comprimidos do que deveria.
Interação alimentícia
A extensão de absorção do Levetiracetam (substância ativa) não sofreu qualquer alteração com a ingestão de alimentos, mas a taxa de absorção diminuiu ligeiramente.
Não estão disponíveis dados sobre a interação do Levetiracetam (substância ativa) com o álcool.
Contra indicações
Você não deve utilizar Keppra se você tem alergia ao levetiracetam ou a outros derivados de pirrolidona (ex., piracetam), ou a qualquer outro componente deste medicamento.
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Para que serve o Keppra 100Mg/Ml Solução Oral?
O Keppra é utilizado para tratar crises convulsivas parciais em pacientes com epilepsia, podendo ser utilizado em monoterapia ou como terapia adjuvante. -
Quais são os benefícios do Keppra 100Mg/Ml Solução Oral?
Oferece controle eficaz de crises epilépticas em adultos e crianças, é seguro para uso pediátrico e inclui uma seringa dosadora. -
Como usar a solução oral do Keppra corretamente?
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Quem não deve utilizar o Keppra 100Mg/Ml Solução Oral?
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Quais precauções tomar ao usar Keppra?
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Quais são os efeitos adversos comuns do Keppra?
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Keppra pode ser usado durante a gravidez?
| Categorias | |
|---|---|
| EAN | 5413787006793 |
| Tipo de Medicamento | Referência |
| Forma de Administração | Via Oral |
| Classe Terapêutica | Antiepilépticos |
| Princípio Ativo | Levetiracetam |
| Doenças e Complicações | Para Convulsão, Para Epilepsia |
| Prescrição Médica | Com Retenção de Receita C1 |
| Parte do Corpo | Para Sistema Nervoso |
| Apresentação | Em Comprimido |
Formulário de Login e Cadastro