Levoxin 250Mg C/ 3 Comprimidos

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14781
Levoxin 250Mg é um antibiótico eficaz no tratamento de sinusite, pneumonia comunitária e infecções urinárias. Orientado por prescrição médica, sua escolha deve considerar alergias e condições de saúde pessoal, garantindo um uso seguro.
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Marca Levoxin

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Informações do produto
-Fabricante: APSEN
-Registro Min.Saude: 1011801490082
Uso Oral
-Uso sob prescrição médica

Para que serve

Levoxin® (levofloxacino) 750 mg é indicado para o tratamento de sinusite aguda bacteriana (infecção aguda por bactérias das cavidades aeradas dos ossos da face), pneumonia adquirida na comunidade (pneumonia em pessoas que não estão internadas), infecções do trato urinário (bexiga e canais onde passa a urina) complicadas e pielonefrite aguda (infecção aguda dos rins) causadas por cepas susceptíveis de bactérias, em pacientes com funcionamento normal dos rins.

Como o Levoxin funciona?


Levoxin® (levofloxacino) 750 mg é um medicamento pertencente ao grupo dos antibióticos. Levoxin® (levofloxacino) 750 mg é indicado para uso oral, no tratamento de infecções causadas por germes sensíveis ao levofloxacino.

Como usar

Levoxin® pode ser ingerido com ou sem alimentos. Você deve tomar Levoxin® da mesma forma todos os dias (com ou sem alimentos) aproximadamente no mesmo horário, conforme orientado por seu médico.

A posologia recomendada para pacientes adultos com função renal normal é de 1 comprimido (750 mg) uma vez ao dia por 3 a 5 dias ou de acordo com a indicação médica:

Sinusite aguda bacteriana

1 comprimido uma vez ao dia por 5 dias.

Pneumonia adquirida na comunidade

1 comprimido uma vez ao dia por 5 dias.

Infecções do trato urinário complicadas

1 comprimido uma vez ao dia por 5 dias.

Pielonefrite aguda

1 comprimido uma vez ao dia por 5 dias.

Nos pacientes com diminuição do funcionamento dos rins, as doses devem ser ajustadas pelo médico.

Não ultrapasse as dosagens recomendadas, exceto com orientação médica.

O que devo fazer quando eu me esquecer de usar o Levoxin?


Caso você se esqueça de tomar uma das doses, tome-a assim que possível, no entanto, se estiver próximo do horário da dose seguinte, espere por este horário,respeitando sempre o intervalo determinado pela posologia. Nunca tome duas doses de uma só vez.

Composição

Cada comprimido revestido contém:

Levofloxacino (equivalente a 768,69 mg de levofloxacino hemi-hidratado)

750 mg

Excipientes q.s.p.

1 comprimido

Excipientes: lactose, povidona, croscarmelose sódica, dióxido de silício, estearato de magnésio, hipromelose, macrogol, dióxido de titânio, óxido de ferro vermelho, óxido de ferro amarelo.

Apresentação do Levoxin


Comprimidos revestidos de 750 mg

Caixas com 5, 7, e 14 comprimidos.

Precauções

Este medicamento foi prescrito somente para você. Não compartilhe Levoxin® (levofloxacino) com ninguém, mesmo se eles apresentarem sintomas semelhantes aos seus.

Informe seu médico caso você tenha ou já tenha apresentado problemas de saúde ou alergias, problemas no tendão ou caso você utilize medicamentos para convulsão.

Pacientes predispostosà convulsão

Como com qualquer outra quinolona, o Levoxin® (levofloxacino) deve ser utilizado com extrema cautela em pacientes predispostos à convulsão.

Estes pacientes podem estar com lesão pré-existente do sistema nervoso central, ou em tratamento concomitante com fenbufeno e anti-inflamatórios não-esteroidais similares, ou com fármacos que diminuem o limiar da convulsão cerebral, como a teofilina.

Colite pseudomembranosa

A ocorrência de diarreia, particularmente grave, persistente e/ou com sangue, durante ou após o tratamento com levofloxacino, pode ser indicativa de colite pseudomembranosa devido ao microrganismo Clostridium dificile. Na suspeita de colite pseudomembranosa, a administração de Levoxin® (levofloxacino) deve ser interrompida imediatamente.

O tratamento com antibiótico específico apropriado deve ser iniciado imediatamente (por exemplo: vancomicina oral, teicoplanina oral ou metronidazol). Produtos que inibem o peristaltismo, ou seja, inibem a motilidade gastrintestinal, sãocontraindicadosnesta situação.

Tendinite

A tendinite, raramente observada com quinolonas, pode ocasionalmente levar a ruptura envolvendo particularmente o tendão de Aquiles. Este efeito indesejado pode ocorrer nas 48 horas do início do tratamento e pode ser bilateral. Os pacientes idosos estão mais predispostos à tendinite. O risco de ruptura de tendão pode ficar aumentado na administração concomitante de corticosteroides. Na suspeita de tendinite, o tratamento com Levoxin® (levofloxacino) deve ser interrompido imediatamente. O tratamento apropriado (por exemplo: imobilização) deve ser iniciado no tendão afetado.

Risco de aneurisma e dissecção da aorta

Estudos epidemiológicos relatam um aumento do risco de aneurisma e dissecção da aorta após a ingestão de fluoroquinolonas, particularmente na população idosa. Portanto, as fluoroquinolonas devem ser usadas apenas após avaliação cuidadosa do benefício-risco e após consideração de outras opções terapêuticas em pacientes com história familiar positiva de aneurisma, ou em pacientes diagnosticados com aneurisma aórtico pré-existente e /ou dissecção aórtica, ou na presença de outros fatores de risco ou condições predisponentes para aneurisma e dissecção da aorta (por exemplo, síndrome de Marfan, síndrome de Ehlers-Danlos vascular, arterite de Takayasu, arterite de células gigantes, doença de Behcet, hipertensão, aterosclerose conhecida).

Em caso de dor súbita abdominal, no peito ou nas costas, os pacientes devem ser aconselhados a consultar imediatamente um médico.

Gravidez

Não há estudos adequados e bem controlados sobre o uso de levofloxacino em mulheres grávidas. Em estudos experimentais utilizando fluorquinolonas, incluindo o levofloxacino, foi verificado o risco de danos nas cartilagens de organismos em crescimento.

Amamentação

Devido ao potencial de ocorrência de reações adversas graves nos lactentes de mães em tratamento com fluorquinolonas, incluindo o levofloxacino hemi-hidratado, nas cartilagens de organismos em crescimento Levoxin® (levofloxacino) 750 mg não deve ser utilizado por mulheres que estejam amamentando.

Crianças e adolescentes

A segurança e a eficácia da utilização do levofloxacino em crianças e adolescentes não foram estabelecidas. No entanto, já foi demonstrado que as quinolonas, classe dos antibióticos à qual pertence Levoxin® (levofloxacino), produzem erosão nas articulações que suportam peso, bem como outros sinais de doença das articulações, em animais jovens de várias espécies. Portanto, a utilização do levofloxacino nessas faixas etárias é contraindicada.

Efeitos sobre a capacidade de dirigir veículos e operar máquinas

Levoxin® pode provocar efeitos neurológicos adversos como vertigem e tontura, portanto, você não deve dirigir veículos, operar máquinas ou dedicar-se a outras atividades que exijam coordenação e alerta mental até que se saiba qual a reação individual frente ao medicamento.

Alterações dos níveis de glicose sanguínea, incluindo hiperglicemia (aumento) e hipoglicemia (diminuição), foram relatadas em pacientes tratados concomitantemente com quinolônas e agentes antidiabéticos. Portanto, recomenda-se monitoração cuidadosa da glicose sanguínea quando esses agentes forem administrados em conjunto.

Reações adversas

As informações fornecidas abaixo estão baseadas nos dados de estudos clínicos, em 5244 pacientes tratados com levofloxacino e em extensa experiência pós-comercialização internacional desta molécula nesta concentração.

De acordo com as recomendações, têm-se utilizado os seguintes índices de frequência:

  • Muito Comum: Acima de 10%;
  • Comum: de 1% a 10%;
  • Incomum: de 0,1% a 1%;
  • Raro: de 0,01% a 0,1%;
  • Muito raro: menos que 0,01%;
  • Casos isolados.

Reações alérgicas ou na pele

Comum

Erupções na pele (rash), coceira.

Incomum

Erupções na pele, inflamação de veias,reações alérgicas.

Raro

Coceira generalizada, necrólise epidermal tóxica, ou Síndrome de Lyell (doença rara e grave, na qual a camada superficial da pele se desprende em lâminas), obstrução da passagem de ar pelos brônquios pela alergia e falta de ar.

Muito raro

Inchaço dos vasos, pressão baixa, fotossensibilização (alterações na pele causadas pela luz).

Casos isolados

Erupções bolhosas graves como Síndrome de Steven’s Johnson, eritema multiforme exsudativo (doença alérgica composta de febre, úlceras e bolhas na pele), toxicidade pela luminosidade, choque anafilático/anafilactoide (reação alérgica grave).

Algumas vezes, asreações alérgicas e de pele/mucosas podem ocorrer mesmo após a primeira dose.

Gastrintestinal, metabolismo

Comum

Náusea, vômitos, diarreia, indigestão, constipação, dor abdominal.

Incomum

Anorexia (falta de apetite), dispepsia (acidez), hiperglicemia ou hipoglicemia (aumento ou diminuição dos níveis sanguíneos de glicose, respectivamente), hipercalemia (aumento dos níveis de potássio no sangue), pancreatite, estomatite (inflamação e inchaço da língua), diarreia comsangue, que emcasos muito raros pode serindicativa de infecção no intestino, incluindo colite pseudomembranosa (inflamação do intestino pela bactéria Clostridium dificille).

Neurológica/Psiquiátrica

Comum

Tontura, dor de cabeça, insônia

Incomum

Sonolência, desordens do sono, pesadelos, confusão, convulsões, tremor, ansiedade, depressão.

Raro

Reações psicóticas(por exemplo: alucinações), parestesia (dormência), agitação.

Muito raro

Neuropatia periférica sensorial ou sensório-motora (doença em alguns nervos dos membros, afetando a sensação e/ou movimentação), distúrbios visuais(como visão dupla) e auditivos, distúrbios no paladar e olfato.

Casos isolados

Reações psicóticas com comportamentos de auto-risco, incluindo atos ou idealizações suicidas, encefalopatia (alterações inflamatórias no cérebro), neuropatia periférica (certos nervos não funcionam corretamente), hipertensão intracraniana (aumento da pressão dentro do crânio), paranoia.

Cardiovascular

Comum

Dor no peito, inchaço.

Incomum

Arritmia ventricular (arritmia nos ventrículos cardíacos), taquicardia ventricular, parada cardíaca.

Raro

Taquicardia (aceleração dos batimentos cardíacos), pressão baixa, inflamação nos vasos sanguíneos.

Muito raro

Choque (quadros de alergia muito graves que podem levar à morte)

Casos isolados

Torsaide de pointes (tipo de arritmia cardíaca), prolongamento do intervalo QT (tipo de arritmia cardíaca).

Músculo-esquelética

Incomum

Alterações na marcha, dor, inchaço ou inflamação das articulações, dores e problemas musculares e nos tendões.

Muito raro

Fraqueza muscular, que pode ser de extrema importância em pacientes com miastenia grave (tipo de doença que afeta a musculatura).

Casos isolados

Rabdomiólise (lesão do tecido dos músculos), lesões musculares, exacerbação de miastenia gravis, ruptura do tendão (por exemplo: tendão de Aquiles).

Problemas no fígado e nos rins

Incomum

Aumento das enzimas hepáticas(exame de sangue que mostra lesão do fígado), aumento da bilirrubina (enzima do fígado) e creatinina sérica (exame que vê a função renal), alteração da função do fígado, insuficiência do funcionamento dosrins.

Raro 

Morte de células do fígado, hepatite, icterícia (amarelamento da pele e olhos devido ao mau funcionamento do fígado).

Muito raro

Outras alterações do fígado.

Casos isolados

Nefrite intersticial (lesão do tecido do rim), hepatotoxicidade (lesão do fígado), levando a insuficiência do fígado, com casos fatais.

Problemas sanguíneos

Incomum

Anemia (diminuição das células vermelhas do sangue), diminuição dos leucócitos (células de defesa do sangue) e das plaquetas(células que fazem a coagulação sanguínea).

Raro 

Neutropenia (diminuição de alguns tipos de células de defesa no sangue), diminuição de todas as células do sangue, anemia por destruição das células vermelhas, falta ou acentuada redução das células de defesa do sangue, falta de produção das células sanguíneas pela medula, púrpura trombocitopênica (diminuição do número de plaquetas no sangue).

Casos isolados

Eosinofilia (aumento dos eosinófilos, tipo de célula sanguínea), aumento do tempo de protrombina (exame que vê a coagulação).

Outros

Comum

Infecção por cândida nos órgãos genitais, inflamação da vagina, falta de ar.

Incomum

Fraqueza,supercrescimento de fungos e proliferação de outros microrganismosresistentes

Raro

Febre, doença do soro (reação alérgica tardia).

Muito raro

Pneumonite alérgica (inflamação dos pulmões por alergia).

Casos isolados

Alveolite extrínseca alérgica (inflamação do pulmão de origemalérgica).

Outros efeitos indesejáveis possivelmente relacionados à classe das fluorquinolonas (classe de antibióticos onde o levofloxacino se encaixa)

Muito raro

Sintomas extrapiramidais (dificuldades para se movimentar e perda de equilíbrio) e outras alterações na coordenação muscular, vasculite de hipersensibilidade (inflamação dos vasos por alergia) e crises de porfiria em pacientes comporfiria (doença que tem manifestações na pele e nervos).

Superdosagem

De acordo com estudos de toxicidade em animais, os sinais mais importantes após a ocorrência de superdose oral aguda com levofloxacino são: sintomas no sistema nervoso central como confusão (alteração da habilidade motora e atenção), vertigens (tonturas), alterações de consciência (perda de velocidade de raciocínio, dificuldade de concentração) e convulsões (contrações involuntárias dos músculos ou dos membros). Podem ocorrer reações gastrintestinais como náuseas e erosões da mucosa (gastrite e úlceras).

Emestudos de farmacologia clínica realizados com superdosesforamobservados aumento do intervalo QT.

Tratamento

Em caso de superdose, o paciente deve ser observado cuidadosamente (incluindo monitorização do ECG) e tratamento sintomático deve serimplementado.

Se ocorrer superdose aguda, deve-se considerar também a lavagem gástrica e podem-se utilizar antiácidos para a proteção da mucosa gástrica.

A hemodiálise, incluindo diálise peritoneal e CAPD (diálise peritoneal ambulatorial contínua) não são efetivas em remover o levofloxacino do corpo. Não existe antídoto específico.

Contra indicações

O uso deste medicamento é contraindicado em caso de hipersensibilidade conhecida ao levofloxacino, a outros antibióticos quinolônicos e/ou demais componentes da formulação.

Levoxin® (levofloxacino) não deve ser usado em crianças, adolescentes em fase de crescimento, durante a gravidez e em mulheres lactantes.

As doses recomendadas são válidas também para pacientes idosos. Não há necessidade de ajuste das doses, desde que esses pacientes não tenham doença renal.

Perguntas Frequentes
  1. Quais são os principais benefícios do Levoxin 250Mg?

    Levoxin 250Mg trata sinusite aguda, pneumonia comunitária e infecções urinárias, incluindo pielonefrite. É fácil de usar, com ação rápida e potente.
  2. O Levoxin 250Mg pode ser tomado sem prescrição médica?

    Não, Levoxin 250Mg exige prescrição médica. Consulte seu médico para uso seguro.
  3. Quais são as contraindicações do uso do Levoxin?

    É contraindicado em casos de alergia ao levofloxacino, uso em crianças, gravidez e lactantes. Consulte seu médico para mais informações.
  4. Como devo tomar o Levoxin 250Mg?

    Levoxin 250Mg deve ser ingerido, com ou sem alimentos, uma vez ao dia, conforme prescrição médica. Siga sempre as orientações do médico.
  5. Quais são as possíveis reações adversas ao Levoxin 250Mg?

    Reações comuns incluem náusea, vômito e diarreia. Pode haver erupção cutânea ou coceira. Em caso de sintomas, procure orientação médica.
  6. O Levoxin pode ser usado por idosos sem ajuste de dose?

    Sim, idosos podem usar Levoxin sem ajuste de dose, exceto em caso de doença renal. Siga as orientações médicas.
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Categorias
EAN 7896637022989
Tipo de Medicamento Referência
Classe Terapêutica Fluorquinolonas Orais
Princípio Ativo Levofloxacino Hemi-Hidratado
Forma Farmacêutica Comprimido
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