Mesacol 500mg 15 supositórios Takeda
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Medicamento Referência
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Medicamento Tarja Vermelha
Para que serve
Mesacol® é utilizado no tratamento das doenças inflamatórias intestinais.
Como o Mesacol Supositório funciona?
Supositório 250mg
Mesacol® é um medicamento que contém como princípio ativo a mesalazina, que atua nas doenças inflamatórias do intestino, acelerando a cicatrização dos processos inflamatórios e reduzindo o número de recidivas.
Supositório 500mg
Mesacol® contém mesalazina, um anti-inflamatório que atua no intestino tratando e prevenindo as recidivas das doenças inflamatórias intestinais. O exato mecanismo de ação de Mesacol® ainda não está totalmente estabelecido, mas sabe-se que exerce ação local reduzindo a inflamação e inibindo uma enzima (a cicloxigenase) responsável pela liberação de prostaglandinas pela mucosa do intestino grosso (cólon).
O ingrediente ativo de Mesacol® – mesalazina – é revestido por uma cobertura especial que só permite sua liberação quando ele alcança o intestino grosso, fazendo com que a substância ativa se distribua adequadamente ao longo de todo o cólon.
O início da redução dos sintomas da doença é esperado entre 3 e 21 dias após o começo do tratamento.
Como usar
O supositório destina-se a uso exclusivo por via anorretal.
Informações para abertura da embalagem
- Separe o supositório utilizando o picote.
- Segure a aba superior com as duas mãos e puxe-a para baixo levemente até removê-la completamente.
- Introduza o supositório no ânus pela ponta arredondada.
Supositório 250mg
Na fase aguda, recomendam-se 2 a 4 supositórios de 250 mg ao dia. Com a regressão dos sintomas, preconiza-se como dose de manutenção, dependendo da resposta de cada paciente, um supositório ao dia, em dias alternados ou mais espaçadamente.
Supositório 500mg
Os supositórios devem ser utilizados para tratamento da proctite e da proctosigmoidite.
A dose recomendada para adultos é de 1 – 2 supositórios de 500 mg até três vezes ao dia, após a defecação.
A dose depende da gravidade da doença e pode ser diminuída assim que houver melhora dos sintomas.
Na colite ulcerativa grave generalizada com afecção do reto ou retosigmóide e em casos de resposta lenta à terapia oral, recomendam-se um a dois supositórios de 500 mg pela manhã e à noite como adjunto da terapia oral.
Com a remissão da sintomatologia clínica, preconiza-se como dose de manutenção, na dependência da resposta individual, um supositório de Mesacol® 250 mg ao dia em dias alternados ou mais espaçadamente.
O que devo fazer quando eu me esquecer de usar o Mesacol Supositório?
Caso você tenha esquecido uma dose, deve retomar logo que possível o esquema posológico previamente estabelecido. Não utilize duas doses ao mesmo tempo para compensar uma dose perdida.
Composição
Cada supositório de 250mg contém:
250 mg de mesalazina.
Excipiente: mistura de glicérides de ácidos graxos saturados.
Cada supositório de 500mg contém:
500 mg de mesalazina.
Excipientes: mistura de glicérides de ácidos graxos saturados.
Apresentação do Mesacol Supositório
Supositório 250mg
Embalagem com 10 unidades.
Supositório 500mg
Embalagens com 10 unidades.
Precauções
Supositório 250mg
Pacientes com doenças pulmonares, particularmente asma, devem ser cuidadosamente acompanhados durante o tratamento. Acompanhamento rigoroso também deve ser exercido em pacientes com história de reações adversas a medicamentos contendo sulfassalazina. Informe o médico se durante o tratamento com Mesacol® ocorrerem hemorragias de causa incerta, manchas roxas na pele, anemia, febre ou laringite. É necessário cautela quando do uso do Mesacol® por pacientes portadores de condições que predisponham a determinadas doenças do coração (miocardite ou pericardite). É necessário interromper o tratamento imediatamente com Mesacol® caso ocorram sintomas como cólicas, dor abdominal aguda, diarreia com sangue, febre ocasional, dor de cabeça e inflamação da pele. Não foram estabelecidas a eficácia e a segurança de uso em pacientes pediátricos. O emprego em idosos requer cautela e a realização rotineira de exames de sangue.
Direção de veículos e operação de máquinas
Os efeitos de Mesacol® supositórios sobre a capacidade de dirigir veículos ou de operar máquinas são nulos ou insignificantes.
Supositório 500mg
Assim como todos os salicilatos, a mesalazina deve ser utilizada com cautela em pacientes com úlceras gástricas ou duodenais, por pacientes asmáticos e por pacientes com função renal prejudicada em razão das reações de hipersensibilidade.
Podem ocorrer reações de hipersensibilidade cardíaca (miocardite e pericardite). Usar com cautela em pacientes que tenham predisposição a essas condições.
Em pacientes com doenças tromboembólicas ou outros fatores de risco recomenda-se monitoramento dos parâmetros hematológicos.
Pacientes com hipersensibilidade à sulfassalazina devem usar o produto com cautela e observação médica por risco de reação cruzada.
Em caso de problemas na função pulmonar, especialmente asma, os pacientes precisam ser cuidadosamente monitorados.
Em pacientes com histórico de hipersensibilidade à sulfassalazina, a terapia deve ser iniciada somente sob supervisão médica cuidadosa. O tratamento deve ser interrompido imediatamente se sintomas agudos de intolerância ocorrerem, tais como cólicas, dor abdominal, febre, dor de cabeça severa, ou rash.
Casos muito raros de alterações na contagem de células do sangue foram reportados. Investigações hematológicas, incluindo contagem sanguínea completa, devem ser realizadas antes do início e durante a terapia, de acordo com a avaliação médica. Tais testes são recomendados 14 dias após o início do tratamento com 2-3 medições após outras 4 semanas. Se os resultados forem normais, recomenda-se realizar o exame a cada 3 meses. No caso do aparecimento de doenças adicionais, mais testes de controle são necessários. Este procedimento deve ser seguido especialmente se o paciente desenvolver sinais e sintomas sugestivos de alterações no sangue durante o tratamento, tais como sangramentos sem explicação, hematomas, púrpura, anemia, febre persistente ou dor de garganta. O tratamento com Mesacol deve ser interrompido imediatamente se houver suspeita ou evidência de discrasia sanguínea e os pacientes devem procurar orientação médica imediata.
A diminuição da contagem e da função dos espermatozoides observada com a sulfassalazina parece não estar associada à mesalazina.
Reações adversas
Supositório 250mg
Como todos os medicamentos, Mesacol® pode causar algumas reações desagradáveis; no entanto, estas não ocorrem em todas as pessoas. Caso você tenha uma reação alérgica, deve parar de usar o medicamento.
Podem ocorrer as seguintes reações desagradáveis descritas a seguir:
Reações comuns (ocorrem entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento):
Dor de cabeça, reações cutâneas, diarreia.
Reações incomuns (ocorrem entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento):
Coceira, dor de estômago, diarreia com perda de sangue, cólicas e dores abdominais.
Reações raras (ocorrem entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento):
Vertigens, flatulência, vômitos, fotossensibilidade (sensibilidade aumentada da pele ao sol e aos raios ultravioleta).
Reações muito raras (ocorrem em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento):
Distúrbios do coração (pericardite, miocardite), distúrbios do sangue (leucopenia, neutropenia, trombocitopenia, anemia aplástica, agranulocitose, pancitopenia), distúrbios do sistema imune (reações de hipersensibilidade como exantema alérgico, febre medicamentosa, síndrome de lúpus eritematoso, pancolite), distúrbios hepatobiliares (alterações nos parâmetros da função hepática, aumento das transaminases e dos parâmetros da colestase, hepatite, hepatite colestática), pancreatite, distúrbios renais (nefrite intersticial, síndrome nefrótica e insuficiência renal), distúrbios do sistema nervoso (neuropatia periférica), distúrbios da pele (alopecia), distúrbios do sistema reprodutivo (oligosmermia reversível), distúrbios respiratórios (pneumonia eosinófila, pneumonia intersticial, reações alérgicas e fibróticas do pulmão, incluindo dispneia, tosse, broncoespasmo, alveolite, eosinofilia pulmonar, infiltração pulmonar, pneumonite), febre alta, dores musculares e articulares.
Experiência pós-comercialização
Dados de pós-comercialização oriundos de medicamentos à base de mesalazina disponíveis nos EUA indicaram as reações adversas listadas abaixo. Não foi possível estimar a frequência, pois essas reações adversas foram reportadas de maneira voluntária pela população.
Corpo como um todo:
Fadiga, febre medicamentosa, reação tipo lúpus.
Distúrbios cardíacos:
Derrame pericárdico, miocardite, pericardite.
Alterações visuais:
Inchaço nos olhos.
Distúrbios gastrointestinais:
Cólicas, distensão abdominal, dor retal, desconforto retal, constipação, fezes descoloridas, flatulência, evacuações frequentes, muco nas fezes, sangramento gastrointestinal, náusea, dor ao defecar, pancreatite, desconforto estomacal, vômito, proctalgia retal, prurido anal.
Distúrbios hepáticos:
Icterícia colestática, hepatite, icterícia, síndrome tipo Kawasaki incluindo alteração das enzimas hepáticas, necrose hepática, insuficiência hepática.
Distúrbios da pele e tecido subcutâneo:
Alopecia, eritema, eritema nodoso, prurido, psoríase, pioderma gangrenoso, urticária.
Distúrbios hematológicos:
Agranulocitose, anemia aplástica, trombocitopenia.
Distúrbios neurológicos/ psiquiátricos:
Mielite transversa, neuropatia periférica, síndrome de Guillain-Barre.
Distúrbio renal:
Nefrite intersticial.
Distúrbios respiratórios, torácicos e do mediastino:
Pneumonia eosinófila.
Distúrbios urogenitais:
Oligospermia reversível.
Além dos relatos voluntários de pós-comercialização, verificou-se que, de acordo com os dados obtidos da literatura, é pertinente a menção das seguintes reações adversas relacionadas à mesalazina: tontura, dor retal, acne, colite e flatulência, fadiga, febre medicamentosa, reação tipo lúpus, derrame pericárdico, inchaço nos olhos, constipação, fezes descoloridas, evacuações frequentes, muco nas fezes, sangramento gastrointestinal, desconforto estomacal, vômito, proctalgia retal, prurido anal, icterícia colestática, icterícia, síndrome tipo Kawasaki incluindo alteração das enzimas hepáticas, necrose hepática, insuficiência hepática, alopecia, eritema nodoso, psoríase, pioderma gangrenoso, urticária, agranulocitose, mielite transversa, neuropatia periférica, síndrome de Guillain-Barre, oligospermia reversível.
Supositório 500mg
Ocorrem reações adversas tais como náuseas, diarréia, vômitos, dor abdominal e dor de cabeça em uma pequena proporção de pacientes que previamente não toleraram a sulfassalazina.Mesacol® pode estar associado com a piora dos sintomas da colite nos pacientes que tiveram previamente problemas com a sulfassalazina. Pode haver aumento dos níveis de meta-hemoglobina e alterações no humor. Porém, a frequência destas reações é desconhecida.
Há relatos das seguintes reações adversas:
Reações comuns (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento):
Dor abdominal.
Reações incomuns (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento):
Náusea, vômito, diarreia, febre, ineficácia do medicamento.
Reações raras (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento):
Distúrbios no sangue, redução na contagem das células do sangue, redução na produção das células do sangue, anemia, inflamação do pâncreas (pancreatite), inflamação do miocárdio (miocardite), inflamação do pericárdio (pericardite), lúpus causado pelo medicamento [com inflamação do pericárdio (membrana que recobre o coração), inflamação da pleura (membrana que recobre os pulmões e cavidade torácica) e com sintomas como rash e dor nas articulações], problemas nos rins (nefrite intersticial, síndrome nefrótica, insuficiência renal - que pode ser revertida na interrupção do tratamento), aumento nos níveis de bilirrubina, dor no peito, reações alérgicas no pulmão (podendo ocorrer pneumonia e dificuldade de respirar), falta de ar, tosse, alterações nos resultados dos testes de função hepática, hepatite, piora dos sintomas da colite, queda de cabelo, palpitações, dilatação dos vasos sanguíneos, acne, queda de pelos, desordens nas unhas, sensibilidade à luz, ressecamento da pele, transpiração, urticária, perda de apetite, anormalidades nas fezes (alterações na cor e textura), aumento dos níveis de enzimas do fígado, aumento dos níveis da enzima lactato desidrogenase, constipação, dificuldade para engolir, distensão abdominal, arroto, sangramento gastrointestinal, sede, úlcera duodenal, úlcera esofágica, ulceração na boca, depressão, insônia, formigamento na pele, sonolência, tontura, presença de albumina na urina, fraqueza, aumento da amilase, aumento da lipase, conjuntivite, dores nas pernas, inchaço, sangue na urina, redução no fluxo menstrual, perda involuntária de urina, mal estar, sangramento uterino, síndrome de Kawasaki, aumento do número de plaquetas, inchaço sob a pele, inflamação no pulmão, reações de hipersensibilidade (que podem incluir aumento anormal de eosinófilos no sangue), reações anafiláticas, síndrome de Steven-Johnson e síndrome de DRESS (Drug Rash With Eosinophilia and Systemic Symptoms - Rash Medicamentoso com Eosinofilia e Sintomas Sistêmicos).
Reações de frequência desconhecida:
Inflamação fatal no coração, diminuição das células de defesa do organismo cirrose, icterícia, icterícia por fluxo irregular da bile nas vias biliares e possível dano ao fígado, que inclui necrose do fígado e insuficiência hepática. Alguns desses casos foram fatais. Houve um relato de síndrome de Kawasaki que levou a alterações da função do fígado.
Tem sido relatada reações de hipersensibilidade (como erupção cutânea, febre, broncoespasmo, lúpus e dor nas articulações).
Esses efeitos ocorreram independente da dose utilizada.
Dos efeitos indesejáveis acima, um número desconhecido está mais associado à doença intestinal do que à mesalazina. Isso é válido especialmente para os efeitos indesejáveis gastrointestinais e dor nas articulações.
Deve-se suspeitar da mesalazina em pacientes que desenvolverem problemas renais (que pode ser revertida na retirada do medicamento) durante o tratamento.
Para evitar alterações no sangue, os pacientes devem ser monitorados com cuidado.
A administração conjunta de mesalazina e medicamentos que inibem o sistema imune, tais como azatioprina e 6-Mercaptopurina pode precipitar a redução do número de células de defesa no sangue.
O uso concomitante de anti-inflamatórios não esteroidais pode aumentar o risco de reações renais.
População especial
Supositório 250mg
Insuficiência renal e hepática
O emprego de Mesacol® requer cautela em pacientes com insuficiência renal e hepática.
Recomenda-se cuidadosa avaliação da função renal de todos os pacientes antes de iniciar o tratamento com Mesacol® e periodicamente durante o tratamento, especialmente nos pacientes com história de doenças renais.
Gravidez e amamentação
Mesacol® somente deve ser utilizado na gravidez em caso de real necessidade e sob rigoroso acompanhamento médico; mesmo assim, o uso deverá ser evitado durante as últimas semanas da gestação. Devido à experiência limitada com mulheres amamentando tratadas com mesalazina, o uso de Mesacol® deve ser evitado durante a amamentação.
Supositório 500mg
Gravidez e amamentação
Informe ao seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término. Informe ao seu médico se estiver amamentando.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.
Pacientes idosos
Em pacientes idosos existe o risco de ocorrência de discrasias sanguíneas. O uso em idosos deve ser gerenciado com cuidado e somente em pacientes com função renal normal.
Pacientes pediátricos
Ainda não está estabelecida a segurança do produto em crianças.
Pacientes com insuficiência renal
Mesacol® não é recomendado para pacientes com função renal prejudicada. Deve-se ter cautela com pacientes com perda de proteínas na urina (proteinúria) ou cujos níveis sanguíneos de uréia estejam aumentados. Em caso de ocorrência de problemas renais durante o tratamento, deve-se suspeitar de nefrotoxicidade induzida pela mesalazina. Nestes casos recomenda-se monitorar a função renal, especialmente no início do tratamento.
Em tratamentos prolongados é também necessário monitorar regularmente a função renal, iniciando-se, geralmente, após 14 dias do início da medicação, com 2-3 medições após outras 4 semanas. Se os resultados forem normais, os testes são recomendados a cada 6 meses e anualmente após 5 anos. Se os resultados forem normais, recomenda-se realizar o exame a cada 3 meses. No caso do aparecimento de doenças adicionais, mais testes serão necessários. O tratamento com Mesacol deve ser interrompido imediatamente se houver evidência de insuficiência renal e os pacientes devem procurar orientação médica imediata. Há relatos de falência renal em pacientes com doença renal moderada ou grave. Portanto, recomenda-se cautela no uso do produto nesses pacientes. O médico deverá avaliar a relação risco-benefício para o seu uso.
Pacientes com insuficiência hepática
Em pacientes com doença hepática, existem relatos de insuficiência hepática com o uso de mesalazina. Portanto, recomenda-se cautela no uso do Mesacol® nesses pacientes.
O médico deverá avaliar a relação risco/benefício para o seu uso.
Superdosagem
Supositório 250mg
Se acidentalmente esta situação se verificar, contate o seu médico ou dirija-se ao serviço de emergência mais próximo.
Supositório 500mg
Em vista das propriedades farmacocinéticas da mesalazina, não se esperam efeitos tóxicos diretos. Deve-se ter cautela considerando os possíveis efeitos adversos gastrintestinais.
No caso de uso de doses muito acima das recomendadas, procure imediatamente assistência médica. Não tome nenhuma medida sem antes consultar um médico. Informe ao médico o medicamento que utilizou, a quantidade e os sintomas que está apresentando.
Interação alimentícia
Comprimido e Sachê
O trânsito e a liberação de Mesalazina (substância ativa) após administração oral são independentes da coadministração de alimento, enquanto que a absorção sistêmica será reduzida.
Enema e Supositório
Não há dados disponíveis até o momento sobre a interação de Mesalazina (substância ativa) Enema e Mesalazina (substância ativa) supositório com alimentos.
Alta concentração de etanol (40%) pode influenciar a liberação da droga de preparações de liberação modificada de Mesalazina (substância ativa) in vitro. Entretanto, não é esperada interação quando a Mesalazina (substância ativa) é consumida ocasionalmente com bebidas alcoólicas.
Contra indicações
Mesacol® não deve ser utilizado por pacientes com reconhecida hipersensibilidade (alergia) à mesalazina, aos salicilatos ou a qualquer um dos componentes da fórmula. Também é contraindicado em pacientes com problemas graves do fígado e dos rins, úlcera gástrica e duodenal e com tendência a sangramentos sem causa aparente.
Exclusivo Supositório 250mg
Mesacol® não deve ser utilizado durante as últimas semanas de gravidez e durante a amamentação.
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Para que serve o Mesacol Supositório?
O Mesacol Supositório é utilizado para tratar doenças inflamatórias intestinais, incluindo proctite e proctosigmoidite, acelerando a cicatrização e prevenindo recidivas através de ação anti-inflamatória local. -
Como usar o Mesacol Supositório 500mg?
O uso é por via anorretal. Recomenda-se 1 a 2 supositórios de 500mg até três vezes ao dia, após a defecação, conforme a gravidade. A dose pode ser ajustada com a melhora dos sintomas. -
Quais são as contraindicações do Mesacol?
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Quais são os principais benefícios do Mesacol Supositório?
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Preciso de orientação médica para usar Mesacol?
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Quais são as reações adversas comuns do Mesacol?
| Categorias | |
|---|---|
| EAN | 7896641813061 |
| Tipo de Medicamento | Referência |
| Forma de Administração | Via Retal |
| Classe Terapêutica | Produtos Aminosalicilatos para Alterações Intestinais |
| Princípio Ativo | Mesalazina |
| Doenças e Complicações | Para Inflamação |
| Prescrição Médica | Sem Retenção De Receita |
| Parte do Corpo | Para Sistema Imune |
| Apresentação | Em Supositório |
Formulário de Login e Cadastro