Naproxeno 500 Mg Com 20 Comprimidos Genérico Teuto

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19324

O Naproxeno 500mg Genérico Teuto com 20 comprimidos é indicado para o tratamento de dores agudas decorrentes de inflamações, dor e febre, tais como: dor de dente, dor abdominal, dores musculares e articulares, doenças reumatológicas, cólica menstrual e de outras condições.

  • Genérico Medicamento Genérico
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Marca Teuto

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Informações do produto
- Fabricante: TEUTO
- Registro Min.Saude: 1037004460140
- Uso Oral
- Medicamento Genérico Lei- n°9.787 de 1999
- Uso sob prescrição médica.

Para que serve

O naproxeno é indicado para:

  • Dores agudas causadas por inflamação como por exemplo, dor de garganta;
  • Dor e febre em adultos, como por exemplo dor de dente, dor abdominal e pélvica, dor de cabeça, sintomas de gripe e resfriado;
  • Dores musculares e articulares, como por exemplo torcicolo, bursite, tendinite, dor nas costas, dor nas pernas, cotovelo do tenista, dor reumática;
  • Dor após traumas, entorses, distensões, contusões, lesões leves decorrentes de prática esportiva.

Como o Naproxeno - Teuto funciona?


O naproxeno é um anti-inflamatório (reduz a inflamação) com ação analgésica (alívio da dor) e antitérmica (reduz a febre). Seu mecanismo de ação envolve a inibição da síntese de prostaglandinas, substâncias envolvidas no processo da dor e inflamação.

Como usar

O naproxeno deve ser administrado em jejum ou com as refeições. O comprimido deve ser ingerido com um pouco de líquido, sem mastigar. A absorção pode ser retardada com alimentos.

Posologia do Naproxeno - Teuto


Comprimidos de 250mg

Tomar 1 comprimido 1 a 2 vezes por dia ou a critério médico.

Comprimidos de 500mg

Tomar 1 comprimido 1 vez por dia ou a critério médico.

A dose diária (24 horas) de 500mg não deve ser excedida, salvo prescrição médica.

Devem ser consideradas doses mais baixas nos idosos, em pacientes com grave insuficiência hepática, renal e/ ou cardíaca.

Duração do tratamento

O naproxeno deve ser utilizado na dose recomendada pelo menor tempo necessário para controlar os sintomas. Não é recomendado o uso de naproxeno por mais de 10 dias consecutivos, a não ser sob orientação médica. Se a dor ou a febre persistirem ou se os sintomas mudarem, o médico deverá ser consultado.

O que devo fazer quando eu me esquecer de usar o Naproxeno - Teuto?


Composição

Cada comprimido de 250mg contém

Naproxeno

250mg

Excipiente q.s.p

1 comprimido

Excipientes: álcool etílico, amido, estearato de magnésio, croscarmelose sódica, povidona e lactose monoidratada.

Cada comprimido de 500mg contém

Naproxeno

500mg

Excipiente q.s.p

1 comprimido

Excipientes: álcool etílico, amido, corante amarelo de tartrazina, estearato de magnésio, croscarmelose sódica, povidona e lactose monoidratada.

Apresentação do Naproxeno - Teuto


Comprimido 250mg

Embalagem contendo 15 comprimidos.

Comprimido 500mg

Embalagens contendo 10 e 20 comprimidos.

Precauções

Deve-se evitar o uso de naproxeno juntamente com outros anti-inflamatórios não esteroidais (AINEs).

Efeitos adversos podem ser minimizados utilizando-se a dose eficaz mais baixa pelo menor tempo necessário.

Como outros anti-inflamatórios não esteroidais (AINEs), naproxeno pode provocar sangramento, úlcera ou perfuração gastrintestinal durante o tratamento, especialmente em idosos e pacientes debilitados. O risco de sangramento, úlceras ou perfuração aumenta com a dose do anti-inflamatório nos pacientes idosos ou naqueles com antecedente de úlcera, especialmente se complicada por hemorragia ou perfuração.

Pacientes com histórico de doença inflamatória gastrintestinal (doença de crohn, colite ulcerativa), especialmente se idosos, devem relatar ao médico a ocorrência de quaisquer sintomas abdominais incomuns (especialmente sangramento gastrintestinal), principalmente no início do tratamento. Em caso de sangramento ou úlcera gastrintestinal, o tratamento deve ser interrompido.

Embora raros, há relatos de reações com manifestações cutâneas (na pele). O uso de naproxeno deve ser interrompido ao primeiro aparecimento de erupção cutânea, lesões das mucosas ou qualquer outro sinal de hipersensibilidade (alergia).

Reações anafilactoides podem ocorrer em pacientes com antecedente de quadros de hiperreatividade brônquica (asma, por exemplo), rinite ou pólipos nasais e até mesmo naqueles sem antecedente de hipersensibilidade ou exposição ao ácido acetilsalicílico ou a outros anti-inflamatórios não esteroidais (AINEs). Crises de broncoespasmo podem ser desencadeadas em pacientes com história de asma, doença alérgica ou sensibilidade ao ácido acetilsalicílico.

O naproxeno deve ser usado com cautela em pacientes com a função renal comprometida ou com histórico de doença renal, bem como em pacientes com hipovolemia (diminuição do volume de sangue corpóreo), insuficiência cardíaca (alteração da função do coração), alterações do funcionamento do fígado (disfunção hepática), depleção de sal, idosos e em uso de diuréticos, sendo recomendado o monitoramento da creatinina sérica e da depuração de creatinina.

Durante a terapia com naproxeno, pacientes com alterações da coagulação ou em tratamento medicamentoso que interfira na coagulação devem ser monitorados atentamente.

Recomenda-se cautela e monitoramento do uso de naproxeno em pacientes com histórico de hipertensão (aumento da pressão arterial) e/ou insuficiência cardíaca (alteração da função do coração) leve ou moderada, pois há risco de retenção de líquidos e desenvolvimento de edema (inchaço) associado ao tratamento com anti-inflamatórios não esteroidais (AINEs). Um pequeno incremento no risco de eventos trombóticos (infarto do miocárdio ou derrame cerebral) durante o uso de AINEs tem sido sugerido por estudos clínicos e dados epidemiológicos. Embora o risco pareça ser menor durante o uso de naproxeno, o risco não pode ser totalmente afastado. Portanto, o uso de naproxeno em pacientes com hipertensão (aumento da pressão arterial) não controlada, insuficiência cardíaca congestiva (alteração da função do coração), doença cardíaca isquêmica estabelecida, doença arterial periférica, doença cérebro vascular e com fatores de risco para doenças cardiovasculares (hipertensão, dislipidemias, diabetes e tabagismo) somente deve ser feito após criteriosa avaliação médica.

Este medicamento pode interferir na fertilidade; deve-se, portanto considerar a interrupção do uso em mulheres com dificuldade para engravidar ou em investigação de infertilidade.

Capacidade para dirigir veículos e operar máquinas

Alguns pacientes podem sentir sonolência, tontura, vertigens, insônia ou depressão com o uso deste medicamento. Se forem observados estes ou outros efeitos adversos semelhantes, recomenda-se cuidado ao exercer atividades que exijam atenção.

Reações adversas

Como outros medicamentos, naproxeno pode causar reações adversas tais como

Relacionadas aos vasos e coração (cardiovasculares)

Inchaço, aumento da pressão arterial, insuficiência cardíaca. Há um pequeno aumento do risco de eventos trombóticos como infarto e derrame relacionado ao uso de anti-inflamatórios;

Relacionadas ao estômago e intestino (gastrintestinais)

São os efeitos adversos mais frequentes. Podem ocorrer ulcerações, perfurações e sangramentos, especialmente em pacientes idosos. Náuseas, vômitos, diarreia, flatulência (aumento de gases), prisão de ventre (obstipação), indigestão (dispepsia), dor no abdômen, presença de sangue nas fezes (melena) ou nos vômitos (hematemese), estomatite ulcerativa e exacerbação de algumas doenças intestinais inflamatórias como doença de Crohn e colite podem ocorrer. Menos frequentemente observou-se gastrite.

Relacionadas à pele e ao tecido subcutâneo

Muito raramente têm ocorrido relatos de reações bolhosas, como síndrome de Stevens-Johnson e necrólise epidérmica tóxica. O naproxeno pode causar um leve aumento transitório e dose-dependente, no tempo de sangramento. Entretanto, frequentemente esses valores não excedem o limite superior da faixa de referência.

Tabulação de efeitos adversos

Frequência

Sistema Imune

Muito rara <0,01% e relatos isolados

Anafilaxia/reações anafilactoides, incluindo choque desfecho fatal

Sangue

Muito rara <0,01% e relatos isolados

Distúrbios hematopoiéticos (leucopenia, trombocitopenia, agranulocitose, anemia aplástica, eosinofilia, anemia hemolítica)

Psiquiátrico

Muito rara <0,01% e relatos isolados

Distúrbios psiquiátricos, depressão, sonhos anormais, incapacidade de concentração

Neurológico

Frequente = 1% a <10%

Meningite asséptica, disfunção cognitiva, convulsões

Pouco frequente = 0,1% a <1%
Muito rara <0,01% e relatos isolados

Oculares

Muito rara <0,01% e relatos isolados

Distúrbios visuais, córnea opaca, papilite, neurite óptica retrobulbar, papiledema

Do ouvido e labirinto

Pouco frequente = 0,1% a <1%

Vertigem

Muito rara <0,01% e relatos isolados

Deficiência auditiva, zumbidos, distúrbios da audição

Cardíaco

Muito rara <0,01% e relatos isolados

Insuficiência cardíaca congestiva, hipertensão, edema pulmonar, palpitações

Vascular

Muito rara <0,01% e relatos isolados

Vasculite

Respiratório

Muito rara <0,01% e relatos isolados

Dispneia, asma, pneumonite eosinofílica

Gastrintestinal

Frequente = 1% a <10%

Dispepsia, náusea, azia, dor abdominal

Pouco frequente = 0,1% a <1%

Diarreia, obstipação, vômito

Rara = 0,01% a <0,1%

Úlcera péptica com ou sem sangramento ou perfuração, sangramento gastrintestinal, hematêmese, melena

Muito rara <0,01% e relatos isolados

Pancreatite, colite, úlcera aftosa, estomatite, esofagite, ulcerações intestinais

Hepatobiliar

Muito rara <0,01% e relatos isolados

Hepatite (inclusive casos fatais), icterícia

Pele e tecido subcutâneo

Pouco frequente = 0,1% a <1%

Exantema (erupção cutânea), prurido, urticária

Rara = 0,01% a <0,1%

Edema angioneurótico

Muito rara <0,01% e relatos isolados

Alopécia (geralmente reversível), fotossensibilidade, porfiria, eritema multiforme exsudativo, reações bolhosas incluindo síndrome de Steven’s-Johnson e necrólise epidérmica tóxica, eritema nodoso, erupção fixa à droga, liquen plano, reação pustulosa, erupções cutâneas, lúpus eritematoso sistêmico, reações de fotossensibilidade inclusive porfiria cutânea tardia (“pseudoporfiria”) ou epidermólise bolhosa, equimose, púrpura, sudorese

Renal e urinário

Rara = 0,01% a <0,1%

Comprometimento renal

Muito rara <0,01% e relatos isolados

Nefrite intersticial, necrose renal papilar, síndrome nefrótica, insuficiência renal, nefropatia, hematúria, proteinúria

Gestaciona

Muito rara <0,01% e relatos isolados

Indução de trabalho de parto

Congênito

Muito rara <0,01% e relatos isolados

Fechamento do ducto arterioso

Reprodutor

Muito rara <0,01% e relatos isolados

Infertilidade feminina

Distúrbios gerais

Rara = 0,01% a <0,1%

Edema periférico, particularmente nos hipertensos ou com insuficiência renal, pirexia (inclusive calafrios e febre)

Muito rara <0,01% e relatos isolados

Edema, sede, mal-estar

Laboratoriais

Muito rara <0,01% e relatos isolados

Aumento da creatinina sérica, alteração dos testes de função hepática, hipercalemia

População especial

Gravidez

Como com outros agentes deste tipo, o naproxeno provoca um atraso no parto em animais e também afeta o sistema cardiovascular fetal (fechamento do ducto arterioso).

O naproxeno não deve ser utilizado durante a gravidez, a não ser quando estritamente necessário. Não é recomendado o uso de naproxeno durante o trabalho de parto, pois pode afetar a circulação fetal e inibir as contrações, aumentando o risco de hemorragia uterina.

Amamentação

O naproxeno foi detectado no leite materno, portanto seu uso durante a amamentação não é recomendado.

Uso em idosos, crianças e outros grupos de risco

Pacientes idosos podem ter risco aumentado de apresentar efeitos indesejados. A segurança e a eficácia do uso em crianças abaixo de dois anos de idade não foi estabelecida.

Superdosagem

Superdose do medicamento pode ser caracterizada por sonolência, vertigem, dor epigástrica, desconforto abdominal, indigestão, náuseas, vômitos, alterações transitórias da função hepática, hipoprotrombina, disfunção renal, acidose metabólica, apneia e desorientação.

O naproxeno é rapidamente absorvido, portanto os níveis plasmáticos (no sangue) devem ser avaliados antecipadamente. Existem alguns relatos de convulsões, no entanto, não foi estabelecida uma relação causal com o naproxeno.

Se houver a ingestão de grande quantidade de naproxeno, acidental ou propositadamente, deve-se efetuar o esvaziamento gástrico e empregar as medidas usuais de suporte. Pode ocorrer sangramento gastrintestinal. Raramente podem ocorrer hipertensão, falência renal aguda, depressão respiratória e coma após a ingestão de anti-inflamatórios não esteroidais (AINEs). Reações anafilactoides foram reportadas com a ingestão de antiinflamatórios não esteroidais (AINEs), e pode ocorrer seguida de uma superdose.

Os pacientes sintomáticos devem ser tratados conforme o suporte utilizado na superdose de anti-inflamatórios não esteroidais (AINEs). Não há antídotos específicos. A prevenção de uma maior absorção (por exemplo, uso de carvão vegetal ativado) pode ser indicado em pacientes atendidos no período dentro de 4 horas da ingestão com sintomas ou após uma superdose acentuada. A diurese forçada, alcalinização da urina, hemodiálise ou hemoperfusão podem não ser adequados devido ao elevado grau de ligação às proteínas.

Contra indicações

Este medicamento é contraindicado para:

  • Pacientes com hipersensibilidade (alergia) ao naproxeno ou a qualquer outro componente do medicamento;
  • Pacientes com histórico de asma, rinite, pólipos nasais ou urticária pelo uso de ácido acetilsalicílico ou outros anti-inflamatórios não esteroides (AINEs);
  • Pacientes com antecedente ou história atual de sangramento ou perfuração gastrintestinal relacionados a terapia anterior com anti-inflamatórios não esteroides;
  • Pacientes com antecedente ou história atual de hemorragia ou úlcera péptica ativa ou recorrente (dois ou mais episódios distintos de ulceração ou sangramento);
  • Pacientes com insuficiência cardíaca grave (alteração grave da função do coração);
  • Pacientes com insuficiência renal (alteração da função dos rins) com depuração de creatinina inferior a 30mL/min.

Perguntas Frequentes
  1. Para que serve o Naproxeno Teuto 500mg?

    O Naproxeno Teuto 500mg é usado para aliviar dores agudas, febre e inflamações, incluindo dores musculares, artrite, dismenorreia e sintomas de resfriado.
  2. Como devo tomar o Naproxeno Teuto?

    Tome o comprimido com um pouco de líquido em jejum ou com refeições. A dose diária não deve exceder 500mg, salvo prescrição médica.
  3. Quais são as contraindicações do Naproxeno Teuto?

    É contraindicado para pessoas com alergia ao naproxeno, problemas cardíacos graves, insuficiência renal ou histórico de úlceras gástricas.
  4. O Naproxeno Teuto pode ser usado por gestantes?

    Não é recomendado durante a gravidez, especialmente no terceiro trimestre, a não ser quando estritamente necessário e sob orientação médica.
  5. Quais são os efeitos colaterais do Naproxeno Teuto?

    Pode causar náuseas, dor abdominal, aumento da pressão arterial, entre outros efeitos. Efeitos mais graves devem ser relatados ao médico.
  6. Posso tomar Naproxeno Teuto com outros anti-inflamatórios?

    Evite o uso conjunto com outros anti-inflamatórios não esteroidais para prevenir aumento do risco de sangramento gastrintestinal.
  7. O Naproxeno Teuto é seguro para crianças?

    A segurança e eficácia em crianças menores de dois anos não foram estabelecidas, então consulte um médico antes de administrar.
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Categorias
EAN 7896112115175
Tipo de Medicamento Genérico
Forma de Administração Via Oral
Classe Terapêutica Anti-Reumáticos Não Esteroidais Puros
Princípio Ativo Naproxeno
Doenças e Complicações Para Inflamação
Forma Farmacêutica Comprimido
Parte do Corpo Para O Corpo, Para Sistema Imune
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