Naxotec 500Mg Com 24 Cápsulas
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Medicamento Similar
- USO ADULTO.
- USO ORAL.
Para que serve
- Dores agudas, causadas por inflamação como por exemplo, dor de garganta;
- Dor e febre em adultos, inclusive para mães que não estejam amamentando:
- Por exemplo, dor de dente, dor abdominal, sintomas da gripe e resfriado;
- Dores musculares e articulares, como por exemplo, torcicolo, bursite, tendinite, sinovite, tenosinovite, dor nas costas, dor na perna, cotovelo do tenista;
- Doenças reumatológicas:
- Artrite reumatoide, osteoartrite, espondilite anquilosante, gota, artrite reumatoide juvenil;
- Cólica menstrual;
- Tratamento e prevenção de enxaqueca, dor de cabeça;
- Após cirurgias, inclusive ortopédicas e extrações dentárias;
- Dor após traumas:
- Entorses, distensões, contusões, dor decorrente da prática esportiva.
Como o Naxotec funciona?
Naxotec é um anti-inflamatório (reduz a inflamação) com ação analgésica (alívio da dor) e antitérmica (reduz a febre). Seu mecanismo de ação envolve a inibição da síntese de prostaglandinas, substâncias envolvidas no processo da dor e inflamação.
Como usar
Naxotec deve ser administrado por boca em jejum ou com as refeições. O comprimido deve ser ingerido com um pouco de líquido, sem mastigar.
Não é recomendado o uso de Naxotec por mais de 10 dias consecutivos, a não ser sob orientação médica.
Posologia do Naxotec
Dores crônicas com componente inflamatório
Por exemplo, osteoartrite, artrite reumatoide e espondilite anquilosante (inflamação crônica nas articulações). Naxotec 250 mg ou Naxotec 500 mg, duas vezes ao dia ou de 500 mg a 1.000 mg em uma dose única diária.
Uso geral
Por exemplo para analgesia (alívio da dor), dismenorreia (dor menstrual), condições musculoesqueléticas agudas (dor muscular aguda). A dose inicial recomendada de Naxotec é de 500 mg seguido por Naxotec 250 mg a cada 6 à 8 horas, conforme necessidade.
Crise de gota aguda
Naxotec pode ser usado numa dose inicial de 750 mg, seguida por 250 mg a cada 8 horas até que a crise tenha cedido.
Enxaqueca
Para o tratamento da enxaqueca aguda, a dose é de Naxotec 750 mg no primeiro sintoma de um ataque iminente. Após meia hora da dose inicial pode ser utilizada uma dose adicional de Naxotec 250 mg a 500 mg no decorrer do dia, se necessário.
Para a profilaxia da enxaqueca, a dose de Naxotec é de 500 mg duas vezes ao dia. Se não ocorrer melhora dentro de 4 a 6 semanas, o medicamento deve ser descontinuado.
O que devo fazer quando eu me esquecer de usar o Naxotec?
Composição
Cada comprimido 250 mg contém
Naproxeno 250 mg.
Excipientes: amido, dióxido de silício, estearato de magnésio e povidona.
Cada comprimido 500 mg contém
Naproxeno 500 mg.
Excipientes: amido, dióxido de silício, estearato de magnésio e povidona.
Apresentação do Naxotec
Comprimido 250 mg
Embalagem contendo 24 comprimidos.
Comprimido 500 mg
Embalagem contendo 24 comprimidos.
Precauções
Advertências e precauções Deve-se evitar o uso de Naxotec juntamente com outros anti-inflamatórios não esteroidais (AINEs). Efeitos adversos podem ser minimizados utilizando-se a dose eficaz mais baixa pelo menor tempo necessário.
Como outros anti-inflamatórios não esteroidais (AINEs), o naproxeno pode provocar sangramento, úlcera ou perfuração gastrintestinal durante o tratamento, especialmente em idosos e pacientes debilitados. O risco de sangramento, úlceras ou perfuração aumenta com a dose do anti-inflamatório nos pacientes idosos ou naqueles com antecedente de úlcera, especialmente se complicada por hemorragia ou perfuração.
Pacientes com histórico de doença inflamatória gastrintestinal (doença de Crohn, colite ulcerativa), especialmente se idosos, devem relatar ao médico a ocorrência de quaisquer sintomas abdominais incomuns (especialmente sangramento gastrintestinal), principalmente no início do tratamento. Em caso de sangramento ou úlcera gastrintestinal, o tratamento deve ser interrompido.
Embora raros, há relatos de reações com manifestações cutâneas (na pele). O uso de Naxotec deve ser interrompido ao primeiro aparecimento de erupção cutânea, lesões das mucosas ou qualquer outro sinal de hipersensibilidade (alergia).
Reações anafilactoides podem ocorrer em pacientes com antecedente de quadros de hiper-reatividade brônquica (asma, por exemplo), rinite ou pólipos nasais e até mesmo naqueles sem antecedente de hipersensibilidade ou exposição ao ácido acetilsalicílico ou a outros anti-inflamatórios não esteroidais (AINEs). Crises de broncoespasmo podem ser desencadeadas em pacientes com história de asma, doença alérgica ou sensibilidade ao ácido acetilsalicílico.
Naxotec deve ser usado com cautela em pacientes com a função renal comprometida ou com histórico de doença renal, bem como em pacientes com hipovolemia (diminuição do volume de sangue corpóreo), insuficiência cardíaca (alteração da função do coração), alterações do funcionamento do fígado (disfunção hepática), depleção de sal, idosos e em uso de diuréticos, sendo recomendado o monitoramento da creatinina sérica e da depuração de creatinina.
Durante a terapia com Naxotec, pacientes com alterações da coagulação ou em tratamento medicamentoso que interfira na coagulação devem ser monitorados atentamente.
Recomenda-se cautela e monitoramento do uso de Naxotec em pacientes com histórico de hipertensão (aumento da pressão arterial) e/ou insuficiência cardíaca (alteração da função do coração) leve ou moderada, pois há risco de retenção de líquidos e desenvolvimento de edema (inchaço) associado ao tratamento com anti-inflamatórios não esteroidais (AINEs). Um pequeno incremento no risco de eventos trombóticos (infarto do miocárdio ou derrame cerebral) durante o uso de AINEs tem sido sugerido por estudos clínicos e dados epidemiológicos. Embora o risco pareça ser menor durante o uso de naproxeno, o risco não pode ser totalmente afastado. Portanto, o uso de Naxotec em pacientes com hipertensão (aumento da pressão arterial) não controlada, insuficiência cardíaca congestiva (alteração da função do coração), doença cardíaca isquêmica estabelecida, doença arterial periférica, doença cerebrovascular e com fatores de risco para doenças cardiovasculares (hipertensão, dislipidemias, diabetes e tabagismo) somente deve ser feito após criteriosa avaliação médica.
O naproxeno pode interferir na fertilidade; deve-se, portanto considerar a interrupção do uso em mulheres com dificuldade para engravidar ou em investigação de infertilidade.
Capacidade para dirigir veículos e operar máquinas
Alguns pacientes podem sentir sonolência, tontura, vertigens, insônia ou depressão com o uso de naproxeno. Se forem observados estes ou outros efeitos adversos semelhantes, recomenda-se cuidado ao exercer atividades que exijam atenção.
Reações adversas
Os seguintes efeitos adversos foram relatados com anti-inflamatórios não esteroidais (AINEs) e naproxeno:
Gastrintestinais e hepáticas
Estomatite ulcerativa (inflamação da mucosa da boca), esofagite (inflamação do esôfago), úlceras pépticas, sangramento e/ou perfuração gastrintestinal, especialmente em idosos, ulceração gastrintestinal não péptica, hematêmese (vômitos com sangue), melena (sangue nas fezes), azia, náuseas, vômitos, diarreia, flatulência (aumento de gases), constipação (prisão de ventre), dispepsia (má digestão), dor abdominal, exacerbação de colite ulcerativa (inflamação no intestino) e da doença de Crohn, pancreatite, gastrite. Hepatite e icterícia (aumento da bilirrubina).
Infecciosas e imunológicas
Meningite asséptica, reações anafilactoides; - renais, urinárias e metabólicas: hipercalemia, hematúria (sangue na urina), nefrite intersticial, síndrome nefrótica, doenças renais, insuficiência renal (alteração da função renal), necrose renal papilar.
Hematológicas
Agranulocitose, anemia (diminuição das células vermelhas do sangue) aplástica, anemia (diminuição das células vermelhas do sangue) hemolítica, eosinofilia, leucopenia (diminuição dos leucócitos), trombocitopenia (diminuição das plaquetas).
Psiquiátricas e do sistema nervoso central
Depressão, distúrbios do sono, insônia, tonturas, sonolência, cefaleia (dor de cabeça), neurite óptica retrobulbar (inflamação do nervo óptico), disfunção cognitiva, convulsões, incapacidade de concentração.
Oculares
Distúrbios visuais, opacidade da córnea (aspecto turvo da córnea), papilite, papiledema.
Ouvido e labirinto
Distúrbios da audição, tinitos (zumbido), vertigens (tonturas), hipoacusia (diminuição da audição).
Cardiovasculares
Palpitações, insuficiência cardíaca congestiva, hipertensão (aumento da pressão arterial), vasculite, falência cardíaca (associado com anti-inflamatórios não esteroidais – AINEs).
Dermatológicas
Alopecia (queda de cabelos), necrólise epidérmica, equimoses (manchas arroxeadas), prurido (coceira), púrpura, erupções cutâneas e sudorese (aumento da transpiração). Mais raramente necrólise epidermal tóxica, eritema multiforme, reações bolhosas incluindo a Síndrome de Stevens- Johnson, eritema nodoso, liquen planus, erupção fixa da droga, reação pustular, rash cutâneo, lúpus eritematoso sistêmico, urticária, reações fotossensibilidade, incluindo alguns casos raros de pseudoporfiria ou epidermólise bolhosa, edema angioneurótico. Se ocorrer fragilidade cutânea, formação de bolhas ou outro sintoma sugestivo de pseudoporfiria, o tratamento deve ser descontinuado e o paciente monitorado.
Respiratórias
Dispneia (falta de ar), edema pulmonar (inchaço), asma, pneumonite eosinofílica.
Musculoesquelético e tecido conjuntivo
Fraqueza muscular, mialgia.
Sistema reprodutor e mamas
Distúrbios da fertilidade feminina.
Distúrbios gerais
Edema (inchaço), sede, pirexia (calafrios e febre), mal-estar.
Testes laboratoriais
Alteração dos testes de função hepática, aumento da creatinina sérica.
População especial
Gravidez
Como com outros agentes deste tipo, o naproxeno provoca um atraso no parto em animais e também afeta o sistema cardiovascular fetal (fechamento do ducto arterioso).
Naxotec não deve ser utilizado durante a gravidez, a não ser quando estritamente necessário. Não é recomendado o uso de Naxotec durante o trabalho de parto, pois pode afetar a circulação fetal e inibir as contrações, aumentando o risco de hemorragia uterina.
Amamentação
O naproxeno foi detectado no leite materno, portanto seu uso durante a amamentação não é recomendado.
Idosos
Pacientes idosos podem ter risco aumentado de apresentar efeitos indesejados.
Criança
A segurança e a eficácia do uso em crianças abaixo de dois anos de idade não foi estabelecida.
Superdosagem
Superdose do medicamento pode ser caracterizada por sonolência, vertigem, dor epigástrica, desconforto abdominal, indigestão, náuseas, vômitos, alterações transitórias da função hepática, hipoprotrombina, disfunção renal, acidose metabólica, apneia e desorientação.
O naproxeno é rapidamente absorvido, portanto os níveis plasmáticos (no sangue) devem ser avaliados antecipadamente. Existem alguns relatos de convulsões, no entanto, não foi estabelecida uma relação causal com o naproxeno.
Se houver a ingestão de grande quantidade de naproxeno, acidental ou propositadamente, deve-se efetuar o esvaziamento gástrico e empregar as medidas usuais de suporte.
Pode ocorrer sangramento gastrintestinal. Raramente podem ocorrer hipertensão, falência renal aguda, depressão respiratória e coma após a ingestão de anti-inflamatórios não esteroidais (AINEs). Reações anafilactoides foram reportadas com a ingestão de anti-inflamatórios não esteroidais (AINEs), e pode ocorrer seguida de uma superdose.
Os pacientes sintomáticos devem ser tratados conforme o suporte utilizado na superdose de antiinflamatórios não esteroidais (AINEs). Não há antídotos específicos. A prevenção de uma maior absorção (por exemplo, uso de carvão vegetal ativado) pode ser indicado em pacientes atendidos no período dentro de 4 horas da ingestão com sintomas ou após uma superdose acentuada. A diurese forçada, alcalinização da urina, hemodiálise ou hemoperfusão podem não ser adequados devido ao elevado grau de ligação às proteínas.
Contra indicações
- Pacientes com hipersensibilidade (alergia) ao naproxeno, naproxeno sódico ou a qualquer outro componente do medicamento;
- Pacientes com histórico de asma, rinite, pólipos nasais ou urticária pelo uso de ácido acetilsalicílico ou outros anti-inflamatórios não esteroides (AINEs);
- Pacientes com antecedente ou história atual de sangramento ou perfuração gastrintestinal relacionados a terapia anterior com anti-inflamatórios não esteroides;
- Pacientes com antecedente ou história atual de hemorragia ou úlcera péptica ativa ou recorrente (dois ou mais episódios distintos de ulceração ou sangramento);
- Pacientes com insuficiência cardíaca grave (alteração grave da função do coração);
- Pacientes com insuficiência renal (alteração da função dos rins) com depuração de creatinina inferior a 30 mL/min.
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Quais são as indicações do Naxotec 500mg?
O Naxotec é indicado para alívio de dores agudas por inflamação, cólicas menstruais, dores reumatológicas, musculares e febre. É recomendado após cirurgias e para prevenção de enxaqueca. -
Como o Naxotec 500mg deve ser administrado?
O Naxotec deve ser tomado por via oral, em jejum ou com alimentos. A dose inicial pode ser de 500 mg, seguindo com 250 mg a cada 6-8 horas, conforme a necessidade e orientação médica. -
Quais são as contraindicações do Naxotec 500mg?
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Qual é o princípio ativo do Naxotec 500mg?
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Posso usar Naxotec 500mg durante a gravidez?
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Quais os efeitos adversos possíveis do Naxotec 500mg?
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O Naxotec 500mg é recomendado para crianças?
| Categorias | |
|---|---|
| EAN | 7896006200987 |
| Tipo de Medicamento | Similar |
| Classe Terapêutica | Anti-Reumáticos Não Esteroidais Puros |
| Princípio Ativo | Naproxeno |
| Forma Farmacêutica | Cápsula |
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