Parkidopa 250 Mg + 25 Mg Com 30 Comprimidos

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19959
O Parkidopa 250 Mg + 25 Mg é um tratamento eficiente para a doença de Parkinson, combinando levodopa e carbidopa para repor dopamina e reduzir sintomas motores, elevando a qualidade de vida. Escolha com orientação médica para atender suas necessidades.
  • Referência Medicamento Referência
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Informações do produto
-Fabricante: CRISTALIA
-Registro Min.Saude: 1029801070019
Uso Oral
-Uso sob prescrição médica.

Para que serve

Este medicamento é destinado ao tratamento da doença de Parkinson e seus sintomas.

Como o Parkidopa funciona?

Os sintomas da Doença de Parkinson são decorrentes da falta de dopamina no sistema nervoso central (SNC). A dopamina é uma substância que ajuda a comunicação entre as células. O tratamento da doença se baseia na reposição da dopamina, feita pela administração deste medicamento, que é a associação de duas substâncias: a levodopa, que é convertida posteriormente em dopamina, e a carbidopa, que inibe a metabolização da levodopa, liberando assim mais levodopa para transporte ao cérebro e subseqüente conversão em dopamina.

Assim, ao tomar esta medicação, administra-se um precursor da dopamina que se transforma em dopamina no cérebro, melhorando os sintomas provocados pela falta de dopamina, mecanismo esse responsável pela sintomatologia na doença de Parkinson.

Como usar

A dose diária ideal deve ser administrada individualmente, segundo as necessidades de cada paciente.

Pacientes não recebendo levodopa

Inicial

½ comprimido de Parkidopa uma ou duas vezes ao dia.

Ajuste

Acrescente ½ comprimido de Parkidopa cada dia, ou em dias alternados, até ser atingida a dose ótima.

Manutenção

Um comprimido 3 a 4 vezes por dia. Se necessário, a posologia pode ser aumentada em 1/2 a 1 comprimido a cada dia, ou em dias alternados, até o máximo de 8 comprimidos por dia.

É limitada a experiência com doses diárias superiores a 200 mg de carbidopa.

Pacientes já recebendo levodopa

A administração de levodopa deve ser interrompida pelo menos 12 horas antes de ser iniciado o tratamento com a associação Parkidopa (24 horas para os preparados de liberação lenta de levodopa).

A posologia diária de Parkidopa escolhida deve ser a que proporciona 20% da posologia diária prévia de levodopa.

A terapia deve ser individualizada e ajustada de acordo com a resposta terapêutica desejada.

O que devo fazer quando eu me esquecer de usar o Parkidopa?

Se você esquecer de tomar uma dose, tome-a assim que se lembrar e retorne ao esquema de tratamento habitual.

Entretanto, se estiver quase no horário da próxima dose, pule a dose que você esqueceu e tome a próxima dose no horário habitual. Não tome dose dobrada para compensar a que você esqueceu.

Composição

Cada comprimido contém:

Levodopa 250 mg
Carbidopa 27 mg*
Excipiente qsp 1 comprimido

*Equivalente a 25 mg de carbidopa anidra.

Excipientes: povidona,celulose microcristalina, estearato de magnésio, dióxido de silício e croscarmelose sódica.

Precauções

Interrupção do tratamento

Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico. A interrupção abrupta pode produzir quadro semelhante à síndrome neuroléptica maligna, que se caracteriza por febre muito alta (acima de 40°), instabilidade autonômica (flutuações nas funções orgânicas controladas pelo sistema nervoso, tais como frequência cardíaca, pressão arterial, produção de suor,etc.), rigidez muscular acentuada e distúrbios psíquicos, com possíveis alterações laboratoriais, incluindo aumento de creatinofosfoquinase (CPK, enzima indicadora de dano muscular), e pode ser fatal.

Interações medicamentosas

Pode ocorrer pressão baixa quando Parkidopa for administrada a pacientes sob tratamento com alguns anti-hipertensivos. Há raros relatos de reações adversas, incluindo pressão alta e discinesia (movimentos involuntários), resultado do uso ao mesmo tempo de antidepressivos tricíclicos e Parkidopa.

As fenotiazidas e butirofenonas podem reduzir os efeitos terapêuticos da levodopa. Além disso, os efeitos benéficos da levodopa na doença de Parkinson foram revertidos pela fenitoína e papaverina, em alguns relatos. Os pacientes que usam estas medicações junto com Parkidopa devem ser cuidadosamente monitorados quanto à perda de resposta terapêutica.

Interações alimentares

A absorção deste medicamento pode ser prejudicada em alguns pacientes sob dieta rica em proteínas.

Reações adversas

Com o uso de Parkidopa podem ocorrer as seguintes reações adversas, que geralmente podem ser reduzidas pela diminuição da dose diária da medicação.

Distúrbios nos sistemas sanguíneo e linfático

Anemia hemolítica (hemoglobina insuficiente para manter oxigenação das células, decorrente de destruição de glóbulos vermelhos), leucopenia transitória (redução de glóbulos brancos do sangue) e trombocitopenia (redução das plaquetas, que são elementos do sangue importantes para a coagulação) têm sido relatados em casos raros.

Distúrbios nutricionais e do metabolismo

Anorexia (diminuição ou perda do apetite) foi relatada.

Distúrbios psiquiátricos

Depressão, agitação, ansiedade, insônia, alucinações, delírios e desorientação temporal podem ocorrer particularmente em pacientes idosos e em pacientes com antecedentes psiquiátricos.

Distúrbios do sistema nervoso

Movimentos involuntários, contrações musculares, episódios de congelamento da marcha, deterioração de final da dose e efeito “liga-desliga” (fenômeno on off). Sonolência excessiva durante o dia e episódios de sono de início repentino são eventos raros.

Distúrbios cardíacos

Arritmias cardíacas (alteração do ritmo do batimento cardíaco) podem ocorrer ocasionalmente.

Distúrbios vasculares

Hipotensão ortostática (queda de pressão sanguinea ao se levantar) pode ocorrer ocasionalmente.

Distúrbios gastrointestinais

Náusea, vômito e diarreia.

Distúrbios do tecido subcutâneo e da pele

Reações alérgicas como coceira, erupção cutânea e rubor (vermelhidão) podem ocorrer em casos raros.

Exames laboratoriais

Aumento temporário de transaminases e fosfatase alcalina (indicadores de acometimento do fígado) pode ocorrer. Aumento de gamaglutamiltransferase (outro indicador de acometimento do fígado) e dos níveis sanguíneos de ureia (indicador de acometimento dos rins) foram observados.

Pode ocorrer alteração da cor da urina, passando, em geral, a avermelhada e mais escura, após um tempo em repouso.

População especial

Gravidez e lactação

A paciente deve informar ao médico se estiver grávida, amamentando, ou pretendendo engravidar.

Efeitos sobre a capacidade de dirigir veículos e operar máquinas

A levodopa tem sido associada com sonolência e episódios de sono de início repentino. Pessoas tratadas com levodopa e que apresentam sonolência e/ou episódios de sono de início repentino devem evitar dirigir veículos ou se comprometer em atividades nas quais a desatenção pode colocá-las ou outros em risco de ferimento grave ou morte (ex. operar máquinas) até que esses episódios recorrentes e sonolência sejam resolvidos.

Superdosagem

Os sinais e sintomas de superdose são similares aos efeitos adversos da Parkidopa em doses terapêuticas, mas é provável que sejam mais graves. Superdose pode levar a efeitos adversos cardiovasculares (como arritmia cardíaca - alteração da frequência ou o ritmo dos batimentos cardíacos), alterações de comportamento como confusão e insônia, efeitos gastrointestinais como enjôo e vômitos e movimentos involuntários anormais.

Interação alimentícia

A absorção deste medicamento pode ser prejudicada em alguns pacientes sob dieta rica em proteínas.

Contra indicações

Parkidopa é contra-indicada para pacientes com histórico de hipersensibilidade à carbidopa e à levodopa ou a qualquer componente da formulação. Também está contra-indicada para pacientes portadores de glaucoma, lesões de pele suspeitas de melanoma ou sem diagnóstico.

Não se deve usar simultaneamente medicações inibidoras da monoaminoxidase-A e Parkidopa (exceto inibidores da MAO-B em doses baixas). Esses inibidores devem ser interrompidos pelo menos duas semanas antes de se iniciar o tratamento com este medicamento.

Perguntas Frequentes
  1. O que é Parkidopa 250 Mg + 25 Mg?

    Parkidopa é um medicamento para tratar a doença de Parkinson. Combina levodopa e carbidopa para repor dopamina cerebral, aliviando sintomas motores.
  2. Como o Parkidopa funciona no organismo?

    Parkidopa funciona ao aumentar os níveis de dopamina no cérebro, essencial para a comunicação celular, ajudando a aliviar os sintomas da doença de Parkinson.
  3. Quem não deve usar Parkidopa?

    Parkidopa é contraindicado para quem tem hipersensibilidade a seus componentes, glaucoma, suspeita de melanoma ou usa inibidores da monoaminoxidase-A.
  4. Quais são as principais interações medicamentosas do Parkidopa?

    Parkidopa pode interagir com anti-hipertensivos, antidepressivos tricíclicos e antagonistas dopaminérgicos, podendo exigir ajuste de dosagem e monitoramento.
  5. Quais são os possíveis efeitos adversos do Parkidopa?

    Podem ocorrer distúrbios hematológicos, metabólicos e psiquiátricos, movimentos involuntários, arritmias cardíacas, distúrbios gastrointestinais e alérgicos.
  6. Como devo tomar Parkidopa?

    A dose de Parkidopa deve ser individualizada. Comece com ½ comprimido e ajuste conforme orientação médica. Não exceda 8 comprimidos ao dia.
  7. É seguro interromper o uso de Parkidopa abruptamente?

    Não interrompa o Parkidopa sem orientação médica, pois pode causar efeitos graves como a síndrome neuroléptica maligna.
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EAN 7896676410877
Tipo de Medicamento Referência
Forma de Administração Via Oral
Classe Terapêutica Antiparkinsonianos
Princípio Ativo Carbidopa
Doenças e Complicações Para Parkinsonismo
Forma Farmacêutica Comprimido
Prescrição Médica Com Retenção De Receita
Parte do Corpo Para Sistema Nervoso
Apresentação Em Comprimido
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