Plabel 10mg Com 20 Comprimidos Belfar

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21911
O Plabel 10mg Com 20 Comprimidos da Belfar é ideal para adultos, aliviando náuseas e vômitos e facilitando exames digestivos. Para escolher o certo, considere seu estado de saúde, histórico e qualquer interação medicamentosa. Sempre consulte um profissional.
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Plabel Comprimido é um medicamento. Seu uso pode trazer riscos. Procure o médico e o farmacêutico. Leia a bula.

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Informações do produto
- USO ORAL.

- USO ADULTO.

Para que serve

Este medicamento é destinado ao tratamento de alterações da movimentação do sistema digestivo como em enjoos e vômitos de origem cirúrgica, doenças metabólicas e infecciosas, secundárias a medicamentos.

Plabel é utilizado também para facilitar os procedimentos radiológicos (que utilizam o raio-x no trato gastrintestinal).

Como Plabel Comprimido funciona?


A metoclopramida, substância ativa de Plabel é um medicamento que age no sistema digestório (grupo de órgãos do corpo, como por exemplo, estômago, intestino, entre outros, responsável pela digestão dos alimentos) no alívio de náuseas e vômitos.

Como usar

A administração de comprimidos deve ser feita 10 minutos antes das refeições.

Os comprimidos devem ser ingeridos inteiros sem mastigar, com quantidade suficiente de algum líquido.

Posologia do Plabel Comprimido


Uso em adultos

Plabel 10mg:

1 comprimido, 3 vezes ao dia, via oral, 10 minutos antes das refeições.

Populações especiais

Pacientes diabéticos:

A estase gástrica (dificuldade de esvaziamento gástrico) pode ser responsável pela dificuldade no controle de alguns diabéticos.

A insulina administrada pode começar a agir antes que os alimentos tenham saído do estômago e levar a uma queda dos níveis de açúcar no sangue (hipoglicemia).

Tendo em vista que a metoclopramida pode acelerar o trânsito alimentar do estômago para o intestino e, consequentemente, a porcentagem de absorção de substâncias, a dose  de insulina e o tempo de administração podem necessitar de ajustes em pacientes diabéticos.

Uso em pacientes com insuficiência renal:

Considerando-se que a excreção da metoclopramida é principalmente renal, em alguns pacientes, o tratamento deve ser iniciado com aproximadamente metade da dose recomendada. Dependendo da eficácia clínica e condições de segurança do paciente, a dose pode ser ajustada a critério médico.

Não interrompa o tratamento sem o conhecimento de seu médico.

O que devo fazer quando eu me esquecer de usar o Plabel Comprimido?


Caso esqueça de administrar uma dose, administre-a assim que possível. No entanto, se estiver próximo do horário da dose seguinte, espere por este horário, respeitando sempre o intervalo determinado pela posologia.

Nunca devem ser administradas duas doses ao mesmo tempo.

Composição

Apresentação

Embalagem com 20 comprimidos.

Composição

Cada comprimido contém:

Cloridrato de metoclopramida monoidratado

10,53mg*

Excipiente q.s.p.

1 comprimido

*Equivalente a 10mg de cloridrato de metoclopramida anidro.

Excipientes: celulose microcristalina, lactose, amido pré gelatinizado, dióxido de silício, estearato de magnésio.

Precauções

Podem aparecer sintomas extrapiramidais (tremor de extremidade, aumento do estado de contração do músculo, rigidez muscular), particularmente em crianças e adultos jovens e/ou quando são administradas altas doses. Essas reações são completamente revertidas após a interrupção do tratamento. Tratamento dos sintomas pode ser necessário.

Na maioria dos casos, consistem de sensação de inquietude; ocasionalmente podem ocorrer movimentos involuntários dos membros e da face; raramente se observa torcicolo, crises oculógiras (contração de músculos extra-oculares, mantendo olhar fixo para cima ou lateral), protrusão rítmica da língua (movimentos involuntários rítmicos da língua), fala do tipo bulbar (lenta) ou trismo (contração do músculo responsável pela mastigação).

O tratamento com Plabel não deve exceder 3 meses devido ao risco de ocorrer discinesia tardia.

Respeite o intervalo de tempo de ao menos 6 horas, especificado na seção "Como devo usar este medicamento", entre cada administração de Plabel, mesmo em casos de vômito e rejeição da dose, de forma a evitar sobredose.

Plabel não é recomendado em pacientes epiléticos, visto que esta classe de medicamentos pode diminuir o limiar convulsivo.

Como com neurolépticos, pode ocorrer a Síndrome Neuroléptica Maligna (SNM) caracterizada por hipertermia (febre), distúrbios extrapiramidais, instabilidade nervosa autonômica (alteração batimentos do coração, pressão alta, etc) e elevação de creatinofosfoquinase (que tem papel fundamental no transporte de energia nas células musculares). Portanto, deve-se ter cautela se ocorrer febre, um dos sintomas da Síndrome Neuroléptica Maligna (SNM) e a administração de Plabel deve ser interrompia se houver suspeita da Síndrome Neuroléptica Maligna (SNM).

Pacientes sob terapia prolongada devem ser reavaliados periodicamente pelo médico. Se você apresenta deficiência do fígado ou dos rins, é recomendada diminuição da dose.

Pode ocorrer metemoglobinemia, que pode estar relacionada à deficiência de NADH citocromo b5 redutase.

Nesses casos, Plabel deve ser imediatamente e permanentemente suspenso e o médico adotará medidas apropriadas.

Plabel pode induzir Torsade de Pointes (tipo de alteração grave nos batimentos cardíacos), portanto, recomenda-se cautela em pacientes que apresentam fatores de risco conhecidos para prolongamento do intervalo QT (intervalo medido no eletrocardiograma, que quando aumentado, associa-se ao aumento do risco de arritmias e até morte súbita), isto é:

  • Desequilíbrio eletrolítico não corrigido [por exemplo, hipocalemia (redução dos níveis de potássio no sangue) e hipomagnesemia (redução dos níveis de magnésio no sangue)];
  • Síndrome do intervalo QT longo;
  • Bradicardia (diminuição da frequência cardíaca).

Uso em pacientes diabéticos

A dificuldade de esvaziamento gástrico pode ser responsável pela dificuldade no controle de diabéticos.

A insulina pode começar a agir antes que os alimentos tenham saído do estômago e levar a uma queda dos níveis de açúcar no sangue. A metoclopramida pode acelerar o trânsito alimentar do estômago para o intestino facilitando a absorção de substâncias.

A dose de insulina e o tempo de administração podem necessitar de ajustes.

Uso em pacientes com insuficiência renal

A excreção da metoclopramida é principalmente renal. Em alguns pacientes, o tratamento deve ser iniciado com aproximadamente metade da dose recomendada, podendo a dose ser ajustada a critério médico.

Em pacientes com problemas moderados a severos nos rins (consulte seu médico para saber o grau de comprometimento dos seus rins) a dose diária deve ser reduzida em 50% ou conforme o critério de seu médico.

Uso em pacientes com câncer de mama

A metoclopramida pode aumentar os níveis do hormônio que estimula a produção de leite, o que deve ser considerado em pacientes com câncer de mama detectado previamente.

Uso em pacientes com insuficiência hepática

Em paciente com problemas severos nos fígados, a dose deve ser reduzida conforme em 50% ou conforme o critério de seu médico.

Interações medicamentosas

Combinação contraindicada

Levodopa e metoclopramida possuem ações contrárias.

Combinações a serem evitadas

Álcool aumenta o efeito calmante da metoclopramida.

Combinações a serem levadas em consideração

  • Anticolinérigicos e derivados da morfina possuem ações contrárias no esvaziamento do estômago;
  • Depressores do SNC (derivados da morfina, hipnóticos, ansiolíticos, anti-histamínicos H1 sedativos, antidepressivos sedativos, barbituratos, clonidina e substâncias relacionadas) aumentam o efeito calmante da metoclopramida;
  • Neurolépticos (a metoclopramida pode aumentar os efeitos neurolépticos em relação à ocorrência de desordens extrapiramidais (tremor de extremidade, aumento do estado de contração do músculo, rigidez muscular, etc));
  • Devido ao efeito da metoclopramida de acelerar a digestão, a absorção de certas drogas pode estar modificada;
  • A metoclopramida diminui a quantidade de digoxina circulante, sendo necessária monitorização da concentração de digoxina no sangue;
  • A metoclopramida aumenta a quantidade de ciclosporina circulante, sendo necessária monitorização da concentração de ciclosporina no sangue.
Inibidores potentes da CYP2D6 tal como fluoxetina:

Os níveis de exposição de metoclopramida são aumentados quando coadministrado com inibidores potentes da CYP2D6 como, por exemplo, a fluoxetina.

Exames de laboratórios

Não há dados disponíveis até o momento sobre a interferência de cloridrato de metoclopramida em testes laboratoriais.

Reações adversas

A seguinte taxa de frequência é utilizada, quando aplicável:

  • Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento);
  • Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento);
  • Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento);
  • Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento);
  • Reação muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento);
  • Desconhecido (não pode ser estimado a partir dos dados disponíveis).

Distúrbios do sistema nervoso

Muito comum

Sonolência.

Comum

  • Sintomas extrapiramidais mesmo após administração de dose única, principalmente em crianças e adultos jovens;
  • Síndrome parkinsoniana;
  • Acatisia (inquietude).

Incomum

  • Discinesia (movimentos involuntários) e distonia aguda (estados de tonicidade anormal em qualquer tecido);
  • Diminuição do nível de consciência.

Raro

Convulsões.

Desconhecido

  • Discinesia tardia, durante ou após tratamento prolongado, principalmente em pacientes idosos;
  • Síndrome Neuroléptica Maligna.

Distúrbios psiquiátricos

Comum

Depressão.

Incomum

Alucinação.

Raro

Confusão.

Desconhecido

Ideias suicidas.

Distúrbio gastrintestinal

Comum

Diarreia.

Distúrbios do sistema linfático e sanguíneo

Desconhecido

  • Metemoglobinemia que pode estar relacionada à deficiência de NADH citocromo b5 redutase principalmente em recém-nascidos;
  • Sulfaemoglubinemia (caracterizada pela presença de sulfaemoglobina no sangue), principalmente com administração concomitante de altas doses de medicamentos liberadores de enxofre.

Distúrbios endócrinos*

Incomum

  • Amenorreia;
  • Hiperprolactinemia.

Raro

Galactorreia.

Desconhecido

Ginecomastia.

*Problemas endócrinos durante tratamento prolongado relacionados com hiperprolactinemia (aumento da concentração sanguínea do hormônio prolactina, que estimula a secreção de leite) [amenorreia (ausência de menstruação), galactorreia (produção de leite excessiva ou inadequada), ginecomastia (aumento das mamas em homens)].

Distúrbios gerais ou no local da administração

Comum

Astenia (fraqueza).

Incomum

Hipersensibilidade (alergia).

Desconhecido

Reações anafiláticas (incluindo choque anafilático particularmente com a formulação intravenosa).

Distúrbios cardíacos

Incomum

Bradicardia (diminuição da frequência cardíaca).

Desconhecido

  • Bloqueio atrioventricular (no coração) particularmente com a formulação intravenosa, para cardíaca, ocorrendo logo após o uso de Plabel injetável a qual pode ser após a bradicardia;
  • Aumento da pressão sanguínea em pacientes com ou sem feocromocitoma (tumor da glândula supra-renal);
  • Prolongamento do intervalo QT e torsade de pointes.

Distúrbios vasculares

Comum

Hipotensão (pressão baixa) especialmente com formulação intravenosa.

Incomum

  • Choque;
  • Síncope (desmaio) após uso injetável.

População especial

Gravidez e amamentação

Estudos em grávidas não indicaram má formação fetal ou toxicidade neonatal durante o primeiro trimestre da gravidez.

Uma quantidade limitada de informações em grávidas indicou não haver toxicidade neonatal nos outros trimestres.

Se necessário, o uso de metoclopramida pode ser considerado durante a gravidez.

A metoclopramida é excretada pelo leite materno e reações adversas no bebê não podem ser excluídas. Deve-se escolher entre interromper a amamentação ou abster-se do tratamento com metoclopramida, durante a amamentação.

Estudosem animais não indicaram toxicidade reprodutiva.

Devido às suas propriedades farmacológicas, assim como outras benzamidas, caso Plabel seja administrado antes do parto, distúrbios extrapiramidais em recém-nascidos não podem ser excluídas.

Pacientes idosos

Movimentos anormais ou perturbados foram relatados em pacientes idosos tratados por períodos prolongados.

Deve-se considerar redução da dose em pacientes idosos com base na função renal ou hepática e fragilidade geral.

Crianças e adultos jovens

As reações extrapiramidais (como inquietude, movimentos involuntários, fala enrolada, etc.) podem ser mais frequentes em crianças e adultos jovens, podendo ocorrer após uma única dose.

Alterações na capacidade de dirigir veículos e operar máquinas

Pode ocorrer sonolência após a administração de metoclopramida, potencializada por depressores do sistema nervoso central (SNC), álcool; a habilidade em dirigir veículos ou operar máquinas pode ficar prejudicada.

Superdosagem

Sinais e sintomas

Podem ocorrer reações extrapiramidais e sonolência, diminuição do nível de consciência, confusão e alucinações.

Gerenciamento

O tratamento para problemas extrapiramidais é somente sintomático. Os sintomas geralmente desaparecem em 24 horas.

A metemoglobinemia pode ser revertida pela administração intravenosa de azul de metileno.

Contra indicações

Plabel não deve ser utilizado nos seguintes casos:

  • Se você já teve alergia à metoclopramida ou a qualquer componente da fórmula;
  • Em que a estimulação da motilidade gastrintestinal (esvaziamento gástrico) seja perigosa, como por exemplo, na presença de hemorragia (sangramento), obstrução mecânica ou perfuração gastrintestinal;
  • Se você é epilético ou esteja recebendo outros fármacos que possam causar reações extrapiramidais (tremor de extremidade, aumento do músculo, rigidez muscular), uma vez que a frequência e intensidade destas reações podem ser aumentadas;
  • Em pacientes com feocromocitoma suspeito ou confirmado (tumor geralmente benigno na glândula supra-renal), pois pode desencadear crise hipertensiva (aumento da pressão arterial) suspeita ou confirmada, devido à provável liberação de catecolaminas (substância liberada após situação de estresse) do tumor;
  • Em pacientes com histórico de discinesia tardia (movimentos repetitivos, involuntários e não-intencionais que às vezes continua ou aparece mesmo após o fármaco não ser mais utilizado por um longo tempo) induzida por neurolépticos (medicamentos usados no tratamento de psicoses, como anestésicos e em outros distúrbios psíquicos) ou pela metoclopramida (princípio ativo de Plabel);
  • Em combinação com levodopa ou agonistas dopaminérgicos (medicamento usado no tratamento das síndromes parkinsonianas), devido às ações serem contraditórias;
  • Doença de Parkinson;
  • Histórico conhecido de metemoglobinemia (desordem caracterizada pela presença de um nível mais alto do que o normal de metemoglobina no sangue. A metemoglobina é uma forma de hemoglobina que não se liga ao oxigênio podendo ocasionar anemia e falta de oxigênio nos tecidos) com metoclopramida ou deficiência de NADH citocromo b5 redutase.

Perguntas Frequentes
  1. Para que serve o Plabel 10mg Comprimido?

    O Plabel é indicado para tratar náuseas e vômitos, alterações no sistema digestivo de origem cirúrgica ou medicamentosa, e facilitar exames radiológicos no trato gastrintestinal.
  2. Quais são os principais benefícios do Plabel 10mg?

    Os principais benefícios incluem alívio de náuseas, redução de vômitos e facilidade em exames digestivos. É de uso adulto seguro e prático para administração oral.
  3. Como deve ser administrado o Plabel Comprimido?

    Os comprimidos devem ser ingeridos inteiros, sem mastigar, 10 minutos antes das refeições, com líquido suficiente. A posologia recomendada é de 1 comprimido, 3 vezes ao dia.
  4. O Plabel possui contraindicações?

    Sim, Plabel é contraindicado em casos de alergia à metoclopramida, doenças como epilepsia, Parkinson, discinesia tardia, e outras condições onde a motilidade gastrintestinal seja perigosa.
  5. O uso de Plabel é recomendado durante a gravidez?

    O uso pode ser considerado na gravidez se necessário. Entretanto, deve-se ponderar sobre a amamentação, pois a metoclopramida é excretada no leite materno e pode causar reações.
  6. Quais interações medicamentosas existem com o Plabel?

    Plabel tem antagonismo com levodopa. Álcool aumenta sedação, e cuidados são necessários com depressores do SNC. Monitorar digoxina e ciclosporina ao usar com Plabel.
  7. Quais são as reações adversas mais comuns do Plabel?

    Reações comuns incluem sonolência, sintomas extrapiramidais e diarreia. Discuta qualquer efeito adverso com seu médico para o manejo adequado.
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Categorias
EAN 7897917000963
Tipo de Medicamento Similar
Classe Terapêutica Gastroprocinéticos
Princípio Ativo Cloridrato de Metoclopramida
Forma Farmacêutica Comprimido
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