Risperidona 1mg/ml 30ml com Seringa Dosadora Genérico Prati Donaduzzi
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Medicamento Genérico
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Medicamento Tarja Vermelha
Para que serve
Este medicamento é usado para tratar as assim chamadas psicoses (por exemplo, esquizofrenia). Isto significa que ele tem um efeito favorável sobre um certo número de transtornos relacionados ao pensamento, às emoções e/ou às atividades, tais como confusão, alucinações, distúrbios da percepção (por exemplo, ouvir vozes de alguém que não está presente), desconfiança incomum, isolamento da sociedade, ser excessivamente introvertido, etc. Este medicamento também melhora a ansiedade, a tensão e o estado mental alterado por estes transtornos. Risperidona pode ser usada tanto em quadros de início súbito (agudos) como nos de longa duração (crônicos). Além disso, após o alívio dos sintomas, este medicamento é usado para manter os distúrbios sob controle, isto é, para prevenir recaídas. A substância ativa deste medicamento é a risperidona.
Este medicamento também é usado, por até 12 semanas, em demência relacionada à doença de Alzheimer moderada a grave, especificamente para controlar agitação, agressividade ou sintomas psicóticos (tais como acreditar em coisas que não são verdadeiras, ou ver, sentir ou ouvir coisas que não existem).
Outra condição para a qual você pode receber este medicamento é a mania, caracterizada por sintomas como humor elevado, expansivo ou irritável, autoestima aumentada, necessidade de sono reduzida, pressão para falar, pensamento acelerado, redução da atenção e concentração ou diminuição da capacidade de julgamento, incluindo comportamentos inadequados ou agressivos. Este medicamento também pode ser usado para o tratamento de irritabilidade associada ao transtorno autista, em crianças e adolescentes, incluindo sintomas de agressão a outros, autoagressão deliberada, crises de raiva e angústia e mudança rápida de humor.
Como o Risperidona Solução Oral - Prati-Donaduzzi funciona?
Os medicamentos antipsicóticos afetam compostos químicos que permitem a comunicação entre as células nervosas (neurotransmissores). Estes compostos químicos são a dopamina e a serotonina. Não se sabe exatamente como este medicamento funciona. Entretanto, parece reajustar o equilíbrio entre a dopamina e a serotonina no organismo. O controle dos sintomas é observado com o decorrer do tratamento.
Como usar
Este medicamento é apresentado na forma de solução que deve ser tomada por via oral.
A solução oral contém 1 mg de risperidona por mL. A solução é acondicionada em frascos de 30 mL, acompanhado de uma seringa dosadora, com a qual você pode retirar a quantidade exata da solução. Uma seringa cheia contém 3 mL de solução. A menor quantidade que você poderá retirar do frasco com a seringa é 0,5 mL, o que corresponde a 0,5 mg de risperidona.
Você pode tomar este medicamento com as refeições ou entre elas. A solução oral pode ser adicionada a qualquer bebida não alcoólica, com exceção de chá.
É muito importante que a quantidade correta deste medicamento seja tomada, mas isto varia de pessoa para pessoa. É por isto que seu médico ajustará a quantidade de solução oral, até que o efeito desejado seja obtido. Então, siga as instruções de seu médico cuidadosamente e não altere ou interrompa a dose sem consultá-lo.
Instruções para a utilização da seringa dosadora
- Abrir o frasco do medicamento e desembalar a seringa dosadora e o adaptador de frasco. Colocar o adaptador no bocal do frasco com firmeza.
- Adaptar a seringa dosadora no adaptador de frasco.
- Virar o frasco e aspirar a medida desejada. Puxar cuidadosamente o êmbolo, medindo a quantidade em mL ou em mg, conforme a posologia recomendada pelo seu médico.
- Retirar a seringa dosadora. Esvaziar a seringa em qualquer bebida não alcoólica, exceto chá, deslizando o anel superior até o final da seringa.
- Tampar o frasco sem retirar o adaptador.
Posologia do Risperidona Solução Oral - Prati-Donaduzzi
Esquizofrenia
Adultos
Este medicamento pode ser administrado uma ou duas vezes ao dia. A dose inicial recomendada é de 2 mg/dia. A dose pode ser aumentada para 4 mg no segundo dia. A partir de então a dose deve permanecer inalterada, ou ser posteriormente individualizada, se necessário. A maioria dos pacientes beneficiase de doses entre 4 e 6 mg/dia. Em alguns pacientes uma titulação mais lenta ou uma dose inicial e de manutenção mais baixa pode ser apropriada. Doses acima de 10 mg/dia não se mostraram superiores em eficácia em relação a doses mais baixas, e podem provocar mais sintomas extrapiramidais. A segurança de doses superiores a 16 mg/dia não foi avaliada e, portanto, não devem ser usadas. Um benzodiazepínico pode ser associado à risperidona quando uma sedação adicional for necessária.
Idosos (65 anos ou mais)
A dose inicial recomendada é de 0,5 mg, duas vezes ao dia. Esta dose pode ser ajustada com incrementos de 0,5 mg, duas vezes ao dia, até uma dose de 1 a 2 mg, duas vezes ao dia
Pacientes pediátricos (13 a 17 anos)
Recomenda-se uma dose inicial de 0,5 mg por dia, administrada em dose única diária pela manhã ou à noite. Se indicado, essa dose pode ser então ajustada em intervalos de no mínimo 24 horas com incrementos de 0,5 ou 1 mg/dia, conforme tolerado, até a dose recomendada de 3 mg/dia. A eficácia foi demonstrada em doses de 1 a 6 mg/dia. Doses maiores do que 6 mg/dia não foram estudadas. Os pacientes que apresentarem sonolência persistente podem se beneficiar da administração de metade da dose diária, duas vezes por dia. Não existem estudos sobre o uso deste medicamento em crianças menores de 13 anos de idade.
Transferência de outros antipsicóticos para risperidona
Quando medicamente apropriado, é recomendado que seja feita uma descontinuação gradativa do tratamento anterior, quando a terapia com este medicamento é iniciada. Se for também medicamente apropriado, iniciar a terapia com risperidona no lugar da próxima injeção programada de antipsicóticos “depot”. A manutenção de medicamentos antiparkinsonianos deve ser periodicamente reavaliada pelo médico.
Agitação, agressividade ou sintomas psicóticos em pacientes com demência relacionada à doença de Alzheimer
A dose inicial recomendada é de 0,25 mg duas vezes ao dia. Esta dose pode ser ajustada individualmente, com incrementos de 0,25 mg duas vezes ao dia, com intervalo mínimo de 2 dias, se necessário. A dose ótima é 0,5 mg duas vezes ao dia para a maioria dos pacientes. No entanto, alguns pacientes podem beneficiar-se com doses de até 1 mg duas vezes ao dia. Uma vez que o paciente atingiu a dose ótima, a administração uma vez ao dia pode ser considerada. Como para todos os tratamentos sintomáticos, o uso contínuo deste medicamento deve ser avaliado e justificado periodicamente.
Transtorno do humor bipolar (mania)
Adultos
Para uso associado a estabilizadores do humor, recomenda-se uma dose inicial deste medicamento de 2 mg uma vez ao dia. Esta dose pode ser ajustada individualmente com incrementos de até 2 mg/dia, com intervalo mínimo de 2 dias. A maioria dos pacientes irá se beneficiar de doses entre 2 e 6 mg/dia. Para uso em monoterapia, recomenda-se uma dose inicial deste medicamento de 2 ou 3 mg uma vez ao dia. Se necessário, a dose pode ser ajustada em 1 mg ao dia, em intervalo não inferior a 24 horas. Recomenda-se uma dose de 2-6 mg/dia.
Populações especiais
Pacientes pediátricos (10 a 17 anos):
Recomenda-se uma dose inicial de 0,5 mg por dia, administrada em dose única diária pela manhã ou à noite. Se indicado, essa dose pode ser então ajustada em intervalos de no mínimo 24 horas com incrementos de 0,5 ou 1 mg/dia, conforme tolerado, até a dose recomendada de 2,5 mg/dia. A eficácia foi demonstrada em doses de 0,5 e 6 mg/dia. Doses maiores do que 6 mg/dia não foram estudadas.
Os pacientes que apresentarem sonolência persistente podem se beneficiar da administração de metade da dose diária duas vezes por dia. Assim como todos os tratamentos sintomáticos, o uso contínuo deste medicamento deve ser avaliado e justificado constantemente. Não existem estudos sobre este medicamento no tratamento de mania em crianças com menos de 10 anos de idade.
Autismo
Pacientes pediátricos (5 a 17 anos)
A dose deste medicamento deve ser individualizada de acordo com as necessidades e a resposta do paciente. O tratamento deve ser iniciado com 0,25 mg/dia para pacientes com peso < 20 kg e 0,5 mg/dia para pacientes com peso ≥ 20 kg. No dia 4, a dose deve ser aumentada em 0,25 mg/dia para pacientes com peso < 20 kg e em 0,5 mg/dia para pacientes com peso ≥ 20 kg. Essa dose deve ser mantida e a resposta deve ser avaliada ao redor do 14º dia. Apenas para os pacientes que não obtiverem resposta clínica suficiente, aumentos adicionais da dose devem ser considerados. Os aumentos da dose devem ser realizados em intervalos ≥ 2 semanas em aumentos de 0,25 mg para pacientes < 20 kg ou 0,5 mg para pacientes ≥ 20 kg. Em estudos clínicos, a dose máxima estudada não excedeu uma dose diária total de 1,5 mg em pacientes < 20 kg, 2,5 mg em pacientes ≥ 20 kg ou 3,5 mg em pacientes > 45 kg. Doses inferiores a 0,25 mg/dia não se mostraram efetivas nos estudos clínicos.
| Peso | Dias 1-3 | Dias 4-14+ | Incrementos quando for necessário aumentar a dose | Intervalo posológico |
| < 20 kg | 0,25 mg | 0,5 mg | + 0,25 mg em intervalos ≥ 2 semanas | 0,5 mg – 1,5 mg |
| ≥ 20 kg | 0,5 mg | 1,0 mg | + 0,5 mg em intervalos ≥ 2 semanas | 1,0 mg – 2,5 mg* |
*Pacientes pesando > 45 kg podem necessitar de doses maiores; a dose máxima avaliada foi 3,5 mg/dia.
Este medicamento pode ser administrado uma vez ao dia ou duas vezes ao dia.
Os pacientes que apresentarem sonolência podem se beneficiar de uma mudança na administração de uma vez ao dia para duas vezes ao dia ou uma vez ao dia ao deitar-se. Uma vez que uma resposta clínica suficiente tenha sido obtida e mantida, deve-se considerar a redução gradual da dose para obter um equilíbrio ótimo de eficácia e segurança. Não há experiência em crianças com menos de 5 anos de idade.
Insuficiência renal (dos rins) ou hepática (do fígado)
Pacientes com insuficiência renal ou hepática apresentam menor capacidade de eliminar a fração antipsicótica ativa do que adultos normais. Pacientes com disfunção hepática apresentam aumento na concentração plasmática da fração livre da risperidona. Sem considerar a indicação, tanto as doses iniciais como as consecutivas devem ser divididas e a titulação da dose deve ser mais lenta em pacientes com insuficiência renal ou hepática. Este medicamento deve ser usado com cautela nestes grupos de pacientes.
O que devo fazer quando eu me esquecer de usar o Risperidona Solução Oral - Prati-Donaduzzi?
Se você estiver no início do tratamento com este medicamento e esquecer de tomar uma dose do medicamento, você deve tomá-la assim que se lembrar, em vez de tomar a próxima dose. Continue a tomar as próximas doses conforme programado. Se você já estiver em tratamento com este medicamento há algum tempo, não tome a dose esquecida e tome a próxima dose conforme programado.
Nunca tome mais de 16 mg por dia.
Composição
Cada mL da solução contém
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Risperidona |
1 mg |
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Veículo q.s.p. |
1 mL |
Excipientes: ácido tartárico, ácido benzoico, hidróxido de sódio e água purificada.
Apresentação do Risperidona Solução Oral - Prati-Donaduzzi
Solução de 1 mg/mL em embalagem com 1 frasco de 30 mL acompanhado de seringa dosadora.
Precauções
Estudos em pacientes idosos com demência demonstraram que risperidona administrada isoladamente ou com furosemida, está associada a um maior índice de óbito. Informe seu médico se você estiver tomando furosemida. A furosemida é um medicamento utilizado para o tratamento de pressão alta ou inchaço de partes do corpo pelo acúmulo de excesso de fluido. Não houve aumento na incidência de mortalidade entre pacientes recebendo outros diuréticos concomitantemente com risperidona. Independentemente do tratamento, a desidratação foi um fator geral de risco para mortalidade e deve, portanto, ser evitada cuidadosamente em pacientes idosos com demência.
Em pacientes idosos com demência, alterações repentinas no estado mental, fraqueza repentina ou paralisia da face, braços ou pernas, especialmente de um lado ou casos de fala arrastada têm sido observados. Se algum destes sintomas ocorrer, mesmo que durante um curto período de tempo, procure seu médico imediatamente.
O uso de risperidona com medicamentos para o tratamento de pressão alta pode resultar em pressão baixa. Portanto, se você precisar usar risperidona e medicamentos para reduzir a pressão arterial, consulte o seu médico. Diga a seu médico se você ou alguém em sua família tem histórico de coágulos no sangue. Estes coágulos foram encontrados nos pulmões e pernas de pacientes que utilizam este medicamento. Coágulos de sangue nos pulmões podem ser fatais. Em poucas pessoas usando medicamentos chamados de “antagonistas alfa 1a-adrenérgicos”, incluindo a risperidona, durante um tratamento prolongado, este medicamento pode causar contraturas involuntárias no rosto. Se isto acontecer, consulte seu médico.
Este medicamento também pode provocar, muito raramente, um estado de confusão mental, redução da consciência, febre alta, ou sensação de contratura muscular. Nestes casos, procure seu médico imediatamente e informe que você está tomando risperidona. Como números perigosamente baixos de um certo tipo de células brancas do sangue, necessárias no combate a infecções no seu sangue, têm sido encontrados muito raramente em pacientes tomando este medicamento, seu médico deverá verificar sua contagem de células brancas. Diga a seu médico se você sabe que já apresentou níveis baixos de células brancas no passado (que podem ou não ter sido causados por outros medicamentos). Aumento de açúcar no sangue tem sido relatado muito raramente. Procure seu médico se você apresentar sintomas como sede excessiva ou aumento da vontade de urinar.
Este medicamento deve ser usado com cuidado e apenas após a consulta com o seu médico, se você tiver problemas de coração, particularmente ritmo cardíaco irregular, anormalidades da atividade elétrica do coração (síndrome do intervalo QT longo) ou se usar medicamentos que podem alterar a atividade elétrica do coração. Durante uma operação nos olhos por turvação do cristalino (catarata), a pupila (círculo preto no meio do olho) pode não aumentar de tamanho conforme necessário. Além disso, durante a cirurgia, a íris (parte colorida do olho) pode se tornar flácida, provocando danos nos olhos. Informe seu médico que você está fazendo o uso deste medicamento, caso esteja planejando uma operação nos olhos. Alguns medicamentos (bloqueadores alfa-adrenérgicos) provocam ereção prolongada e dolorosa do pênis, a qual foi relatada, também, com risperidona no período de vigilância pós-comercialização.
Este medicamento apresenta efeito antiemético (inibição do vômito) que pode mascarar os efeitos e sintomas da superdosagem com certos medicamentos ou de condições como obstrução intestinal, síndrome de Reye e tumor cerebral. Como ocorre com outros antipsicóticos, este medicamento deve ser usado com cautela em pacientes com história de convulsões ou outras condições que potencialmente reduzem o limiar de convulsão. Portanto, informe ao médico se você tem ou já teve convulsões no passado ou outras condições que potencialmente reduzem o limiar de convulsão. Agentes antipsicóticos podem comprometer a capacidade do corpo de reduzir a temperatura central. Portanto, informe ao médico se você realiza exercícios intensos, se expõe a calor intenso, exerce atividades que causam desidratação ou faz uso concomitante de medicamentos com atividade colinérgica.
Ganho de peso
Tente comer moderadamente, pois este medicamento pode induzir ganho de peso.
Doenças cardiovasculares, diabetes, insuficiência renal (dos rins) ou hepática (do fígado), doença de Parkinson, demência de corpos de Lewy, ou epilepsia
Se você sofre de algum destes problemas, informe seu médico. Supervisão médica cuidadosa pode ser necessária durante o tratamento com este medicamento e a posologia talvez tenha que ser ajustada.
Idosos
Pessoas idosas devem tomar doses menores deste medicamento do que as prescritas para os demais pacientes adultos.
Efeitos na habilidade de dirigir veículos e operar máquinas
Este medicamento pode afetar sua vigilância ou sua capacidade para dirigir. Durante o tratamento você não deve dirigir veículos ou operar máquinas, antes de seu médico avaliar sua sensibilidade a risperidona, pois sua habilidade e atenção podem estar prejudicadas.
Gravidez
Se você está grávida ou planejando engravidar, você deve conversar com seu médico, que decidirá se você pode ou não tomar este medicamento.
Agitação, rigidez muscular e/ou fraqueza, sonolência, agitação, problemas respiratórios ou dificuldade na alimentação, podem ocorrer nos recém-nascidos de mães que usaram este medicamento no último trimestre de sua gravidez.
Amamentação
Não amamente se estiver tomando este medicamento. Consulte seu médico neste caso.
Reações adversas
Assim como todos os medicamentos, risperidona pode causar efeitos adversos. As reações adversas relacionadas ao tratamento com este medicamento estão listadas a seguir. Se você tiver algum desses sintomas, consulte seu médico.
Dados de estudos clínicos
Reações adversas geralmente observadas em estudos clínicos em paciente com transtorno autista
As seguintes reações adversas foram relatadas com este medicamento em 3 estudos clínicos em pacientes pediátricos tratados por irritabilidade associada ao transtorno autista, com incidência igual ou maior do que 5%.
Distúrbio gastrintestinal:
Vômito, constipação, boca seca, náusea, hipersecreção salivar.
Distúrbios gerais e condições no local da administração:
Fadiga, febre, sede.
Infecções e infestações:
Nasofaringite, rinite, infecção do trato respiratório superior.
Investigações:
Aumento de peso.
Distúrbios do metabolismo e nutrição:
Aumento de apetite.
Distúrbios do sistema nervoso:
Sedação, incontinência salivar, cefaleia, tremor, tontura, parkinsonismo*.
Distúrbios renal e urinário:
Enurese (incontinência urinária).
Distúrbios respiratório, torácico e do mediastino:
Tosse, coriza, congestão nasal.
Distúrbios da pele e tecido subcutâneo:
Erupção cutânea.
*Parkinsonismo inclui rigidez musculoesquelética, distúrbio extrapiramidal, rigidez muscular, rigidez em roda denteada e tensão muscular.
A seguir listamos as reações adversas observadas em estudos clínicos em pacientes adultos com vários transtornos psiquiátricos, pacientes idosos com demência e pacientes pediátricos. A maioria das reações adversas foi de intensidade leve a moderada.
Adultos
As seguintes reações adversas foram relatadas por ≥ 1% dos pacientes adultos tratados com este medicamento.
Infecções e infestações
Nasofaringite, infecção do trato respiratório superior, sinusite, infecção do trato urinário.
Distúrbios do sangue e do sistema linfático
Anemia
Distúrbios do sistema imunológico
Hipersensibilidade.
Distúrbios psiquiátricos
Insônia, ansiedade, nervosismo.
Distúrbios do sistema nervoso
Parkinsonismo (movimento lento ou comprometido, sensação de rigidez ou tensão dos músculos, tornando seus movimentos irregulares e, algumas vezes, até mesmo a sensação de movimento “congelado” e depois reiniciando.
Outros sinais de Parkinsonismo incluem movimento lento e embaralhado, tremor em descanso, aumento da saliva, e perda da expressão do rosto)*, acatisia (incapacidade de permanecer sentado, inquietação motora e sensação de tremor muscular)*, sonolência, tontura, sedação, tremor*, distonia (contração involuntária lenta ou sustentada dos músculos que pode envolver qualquer parte do corpo e resultar em postura anormal, embora, geralmente, os músculos da face estejam envolvidos, incluindo movimentos anormais dos olhos, boca, língua ou mandíbula)*, letargia, tontura postural, discinesia* (movimentos involuntários dos músculos, podendo incluir movimentos repetitivos, espásticos ou contorcidos ou contorções), síncope (desmaio).
Distúrbios oftalmológicos
Visão turva.
Distúrbios auditivos e do labirinto
Dor de ouvido.
Distúrbios cardíacos
Taquicardia (batimentos acelerados do coração).
Distúrbios vasculares
Hipotensão ortostática (pressão baixa ao se levantar), hipotensão (pressão baixa).
Distúrbios respiratórios, torácicos e do mediastino
Congestão nasal, dispneia (encurtamento da respiração), epistaxe (sangramento pelo nariz), congestão sinusal.
Distúrbios gastrintestinais
Náusea, constipação, dispepsia, vômitos, diarreia, hipersecreção salivar (secreção excessiva de saliva), boca seca, desconforto abdominal, dor abdominal, desconforto estomacal, dor na região superior do abdome.
Distúrbios da pele e do tecido subcutâneo
Erupção cutânea, pele seca, caspa, dermatite seborreica, hiperqueratose.
Distúrbios musculoesqueléticos e do tecido conjuntivo
Dor nas costas, artralgia (dor nas articulações), dor nas extremidades.
Distúrbios renais e urinários
Oncontinência (falta de controle) urinária.
Distúrbios do sistema reprodutor e das mamas
Falha na ejaculação.
Distúrbios gerais
Fadiga, astenia, febre, dor torácica.
Testes
Aumento da creatina fosfoquinase no sangue, aumento da frequência cardíaca.
*Parkinsonismo inclui distúrbio extrapiramidal, rigidez musculoesquelética, Parkinsonismo, rigidez em roda denteada, acinesia, bradicinesia, hipocinesia, face em máscara, rigidez muscular e Doença de Parkinson. Acatisia inclui acatisia e agitação. Distonia inclui distonia, espasmos musculares, contrações musculares involuntárias, contratura muscular, oculogiração, paralisia da língua. Tremores incluem tremores e tremor Parkinsoniano de repouso. Discinesia inclui discinesia, espasmos musculares involuntários, coreia e coreoatetose.
Idosos
As seguintes reações adversas foram relatadas por ≥ 1% dos pacientes idosos com demência tratados com este medicamento, incluindo apenas as reações não mencionadas anteriormente ou as reações adversas com frequência maior ou igual a duas vezes a frequência das reações adversas mencionadas anteriormente.
Infecções e infestações
Infecção do trato urinário, pneumonia, celulite.
Distúrbios nutricionais e do metabolismo
Diminuição do apetite.
Distúrbios psiquiátricos
Estado confusional.
Distúrbios do sistema nervoso
Letargia, ataque isquêmico transitório, nível deprimido de consciência, produção excessiva de saliva, acidente vascular cerebral (perda repentina do suprimento de sangue ao cérebro).
Distúrbios oftalmológicos
Conjuntivite.
Distúrbios vasculares
Hipotensão (pressão baixa).
Distúrbios respiratórios, torácicos e do mediastino
Tosse, rinorreia (secreção nasal).
Distúrbios gastrintestinais
Disfagia (dificuldade para engolir), fecaloma (fezes muito duras).
Distúrbios da pele e do tecido subcutâneo
Eritema (vermelhidão da pele).
Distúrbios musculoesqueléticos e do tecido conjuntivo
Postura anormal, inchaço articular.
Distúrbios gerais
Edema periférico, febre, distúrbio de marcha, edema depressível.
Testes
Aumento da temperatura corporal.
Pacientes pediátricos
As seguintes reações adversas foram observadas por ≥ 1% dos pacientes pediátricos tratados com este medicamento, incluindo apenas as reações não mencionadas para os pacientes adultos ou as reações adversas com frequência maior ou igual a duas vezes a frequência das reações adversas mencionadas para os pacientes adultos.
Infecções e infestações
Infecção do trato respiratório superior, rinite, gripe.
Distúrbios nutricionais e do metabolismo
Apetite aumentado.
Distúrbios psiquiátricos
Insônia de manutenção, apatia.
Distúrbios do sistema nervoso
Sonolência, cefaleia, sedação, tontura, tremores, produção excessiva de saliva, disartria (problemas com a fala), distúrbio da atenção, distúrbio do equilíbrio, hipersonia (períodos de sono excessivamente longos).
Distúrbios cardíacos
Palpitações (vibração ou sensação anormal de esmagamento no peito).
Distúrbios respiratórios, torácicos e do mediastino
Tosse, rinorreia (secreção nasal), epistaxe (sangramento nasal), dor faringolaringeana (dor de garganta), congestão pulmonar.
Distúrbios gastrintestinais
Vômitos, dor na região superior do abdome, diarreia, hipersecreção salivar, desconforto estomacal, dor abdominal.
Distúrbios da pele e do tecido subcutâneo
Prurido, acne.
Distúrbios musculoesqueléticos e do tecido conjuntivo
Mialgia (dor muscular), dor no pescoço.
Distúrbios renais e urinários
Enurese (perda involuntária de urina), incontinência urinária, polaciúria (urinar com maior frequência).
Distúrbios do sistema reprodutor e das mamas
Galactorreia (produção anormal de leite).
Distúrbios gerais
Fadiga, febre, sensação anormal, letargia, desconforto torácico.
Testes
Aumento do peso, prolactina sanguínea aumentada (cujos sintomas podem incluir, nos homens, inchaço das mamas, dificuldade em obter ou manter ereções ou outra disfunção sexual, e, em mulheres, ausência de ciclos menstruais ou outros problemas com o ciclo menstrual).
Outros dados de estudos clínicos
A seguir listamos as reações adversas observadas em estudos clínicos, em ≥ 1% e <1% dos pacientes adultos, idosos com demência e pacientes pediátricos tratados com risperidona e/ou paliperidona (composto ativo resultante da metabolização da risperidona). As seguintes reações adversas foram observadas em ≥ 1% dos pacientes adultos, idosos com demência e pacientes pediátricos tratados com risperidona e/ou paliperidona.
Distúrbios psiquiátricos
Agitação, insônia*.
Distúrbios do sistema nervoso
Acatisia (incapacidade de permanecer sentado, inquietação motora e sensação de tremor muscular)*, discinesia (movimentos involuntários dos músculos, podendo incluir movimentos repetitivos, espásticos ou contorcidos ou contorções)*, distonia (contração involuntária lenta ou sustentada dos músculos que pode envolver qualquer parte do corpo e resultar em postura anormal, embora, geralmente, os músculos da face estejam envolvidos, incluindo movimentos anormais dos olhos, boca, língua ou mandíbula)*, Parkinsonismo (movimento lento ou comprometido, sensação de rigidez ou tensão dos músculos, tornando seus movimentos irregulares, e, algumas vezes, até mesmo a sensação de movimento “congelado” e depois reiniciando.
Outros sinais de parkinsonismo incluem movimento lento e embaralhado, tremor em descanso, aumento da saliva, e perda da expressão do rosto)*.
Distúrbios vasculares
Hipertensão (pressão alta).
Distúrbios musculoesqueléticos e do tecido conjuntivo
Dor musculoesquelética.
Distúrbios gerais e condições no local de administração
Marcha anormal, edema*, dor.
Lesões, envenenamento e complicações do procedimento
Queda.
*Insônia inclui insônia inicial, insônia média. Acatisia inclui hipercinesia, síndrome das pernas inquietas, inquietação. Discinesia inclui atetose, coreia, coreoatetose, distúrbio do movimento, contração muscular, mioclonia. Distonia inclui blefaroespasmo, espasmo cervical, emprostótono, espasmo facial, hipertonia, laringoespasmo, contrações musculares involuntárias, miotonia, crise oculógira, opistótono, espasmo orofaríngeo, pleurotótono, riso sardônico, tetania, paralisia da língua, espasmo da língua, torcicolo, trismo. Parkinsonismo inclui acinesia, bradicinesia, rigidez em roda denteada, produção de saliva aumentada, sintomas extrapiramidais, reflexo glabelar anormal, rigidez muscular, tensão muscular, rigidez musculoesquelética. Edema inclui edema generalizado, edema periférico, edema depressível.
As seguintes reações adversas foram observadas em < 1% dos pacientes adultos, idosos com demência e pacientes pediátricos tratados com risperidona e/ou paliperidona.
Infecções e infestações
Acarodermatite (inflamação da pele causada por ácaros), bronquite, cistite (infecção da bexiga), infecção de ouvido, infecção no olho, infecção, infecção localizada, onicomicose (micose nas unhas), infecção no trato respiratório, tonsilite, infecção viral.
Distúrbios do sangue e sistema linfático
Contagem aumentada de eosinófilos, redução do hematócrito, neutropenia, contagem reduzida de leucócitos.
Distúrbios endócrinos
Presença de glicose na urina, hiperprolactinemia (aumento do hormônio prolactina no sangue, cujos sintomas podem incluir, nos homens, inchaço das mamas, dificuldade em obter ou manter ereções ou outra disfunção sexual e, em mulheres, ausência de ciclos menstruais ou outros problemas com o ciclo menstrual).
Distúrbios metabólicos e nutricionais
Anorexia (falta de apetite), aumento do colesterol sanguíneo, aumento do triglicérides sanguíneo, hiperglicemia (aumento do açúcar no sangue), polidipsia (sede excessiva), diminuição do peso.
Distúrbios psiquiátricos
Embotamento afetivo (falta de emoção), depressão, redução da libido (desejo sexual), pesadelo, distúrbio do sono.
Distúrbios do sistema nervoso
Distúrbio vascular cerebral (problemas nos vasos sanguíneos do cérebro), convulsão*, coordenação anormal, coma diabético (coma devido à diabetes não controlada), hipoestesia (sensibilidade diminuída ao estímulo), perda da consciência, parestesia (sensação de formigamento, pontadas ou dormência na pele), hiperatividade psicomotora, discinesia tardia (contorções ou movimentos involuntários na face, língua, ou outras partes do corpo que você não pode controlar), ausência de resposta a estímulos.
Distúrbios oftalmológicos
Olhos secos, crise oculógira, crosta na margem da pálpebra, glaucoma (aumento da pressão dentro do globo ocular), aumento do lacrimejamento, hiperemia ocular (vermelhidão dos olhos).
Distúrbios do ouvido e labirinto
Tinido, vertigem.
Distúrbios cardíacos
Bloqueio atrioventricular (interrupção da condução entre a parte superior e inferior do coração), bradicardia (batimentos lentos do coração), distúrbio de condução, eletrocardiograma anormal, eletrocardiograma com QT prolongado, arritmia sinusal.
Distúrbios vasculares
Rubor.
Distúrbios respiratórios, torácicos e do mediastino
Disfonia (dor ou dificuldade para falar), hiperventilação, pneumonia por aspiração, estertores, distúrbios respiratórios, congestão do trato respiratório, chiado.
Distúrbios gastrintestinais
Queilite (eritema e ulceração no canto da boca), incontinência fecal, flatulência, gastroenterite, inchaço da língua, dor de dente.
Distúrbios hepatobiliares
Aumento da gama-glutamiltransferase, aumento das enzimas hepáticas, aumento das transaminases.
Distúrbios da pele e do tecido subcutâneo
Eczema, descoloração da pele, distúrbio da pele, lesão da pele.
Distúrbios do tecido musculoesquelético e conjuntivo
Rigidez articular, fraqueza muscular, rabdomiólise (destruição das fibras musculares e dor nos músculos).
Distúrbios renais e urinários
Disúria (dificuldade ou dor ao urinar).
Distúrbios do sistema reprodutor e das mamas
Amenorreia (ausência de menstruação), secreção das mamas, distúrbio da ejaculação, disfunção erétil, ginecomastia (aumento das mamas), distúrbio da menstruação*, disfunção sexual, secreção vaginal.
Distúrbios gerais e condições no local de administração
Redução da temperatura do corpo, calafrios, desconforto, síndrome de abstinência (retirada do medicamento), edema de face, mal-estar, frieza nas extremidades, sede.
Lesões, envenenamento e complicações do procedimento
Dor do procedimento.
*Convulsão inclui convulsão do tipo grande mal. Distúrbio da menstruação inclui menstruação irregular, oligomenorreia (menstruação escassa).
As seguintes reações adversas foram relatadas com risperidona e/ou paliperidona em outros estudos clínicos, mas não relatadas por pacientes tratados com este medicamento.
Distúrbios do sistema imunológico
Reação anafilática (reação alérgica grave com inchaço que pode envolver a garganta e levar a dificuldade em respirar).
Distúrbios metabólicos e nutricionais
Hiperinsulinemia (aumento da insulina no sangue).
Distúrbios psiquiátricos
Catatonia (condição em que a pessoa não se mexe ou responde a estímulos embora esteja acordada; anorgasmia (incapacidade de alcançar o orgasmo).
Distúrbios do sistema nervoso
Instabilidade da cabeça, síndrome neuroléptica maligna (confusão, redução ou perda da consciência, febre alta, e rigidez muscular grave).
Distúrbios oftalmológicos
Distúrbio do movimento dos olhos, fotofobia (hipersensibilidade dos olhos à luz).
Distúrbios cardíacos
Síndrome da taquicardia postural ortostática.
Distúrbios gastrintestinais
Obstrução intestinal.
Distúrbios da pele e do tecido subcutâneo
Erupção medicamentosa, urticária.
Distúrbios do sistema reprodutor e das mamas
Desconforto das mamas, ingurgitamento das mamas, aumento das mamas, atraso na menstruação.
Distúrbios gerais e condições no local de administração
Endurecimento.
Dados pós-comercialização
As reações adversas observadas com a risperidona e/ou paliperidona durante a experiência após o início da comercialização deste medicamento estão descritas a seguir.
Reação muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento), incluindo relatos isolados
Distúrbios do sangue e do sistema linfático:
Agranulocitose (redução de um tipo de células brancas do sangue), trombocitopenia (redução das plaquetas, células do sangue que auxiliam na interrupção do sangramento).
Distúrbios endócrinos:
Secreção inapropriada do hormônio antidiurético (hormônio que controla o volume de urina).
Distúrbios metabólicos e nutricionais:
Diabetes mellitus, cetoacidose diabética (complicações da diabetes não controlada que podem ser fatais), hipoglicemia (diminuição do nível de açúcar no sangue), intoxicação por água.
Distúrbios psiquiátricos:
Mania (humor eufórico), sonambulismo, transtorno alimentar relacionado ao sono.
Distúrbios do sistema nervoso:
Disgeusia (perda do paladar ou sensação de gosto estranho).
Distúrbios oftalmológicos:
Síndrome de íris flácida (intraoperatória), uma condição que pode ocorrer durante a cirurgia de catarata em pacientes que utilizam ou já utilizaram risperidona.
Distúrbios cardíacos:
Fibrilação atrial (ritmo anormal do coração).
Distúrbios vasculares:
Trombose venosa profunda (coágulos de sangue nas pernas), embolia pulmonar (coágulos de sangue nos pulmões).
Distúrbios respiratórios, torácicos e do mediastino:
Síndrome da apneia do sono (dificuldade para respirar durante o sono).
Distúrbios gastrintestinais:
Pancreatite (inflamação do pâncreas), íleo (obstrução do intestino).
Distúrbios hepatobiliares:
Icterícia (pele e olhos amarelados).
Distúrbios da pele e do tecido subcutâneo:
Angioedema (reação alérgica grave caracterizada por febre, inchaço da boca, face, lábio ou língua, falta de ar, coceira, erupção cutânea e, algumas vezes, queda na pressão arterial), alopecia (queda de cabelo).
Distúrbios renais e urinários:
Retenção urinária.
Gravidez, puerpério e condições perinatais:
Síndrome de abstinência neonatal (síndrome de retirada do medicamento que ocorre em recém-nascidos).
Distúrbios do sistema reprodutor e das mamas:
Priapismo (ereção prolongada e dolorosa do pênis).
Distúrbios gerais:
Hipotermia (redução da temperatura do corpo).
Nota: Deve-se enfatizar que muitas pessoas não terão nenhum desses problemas. Então, não hesite em relatar qualquer efeito indesejável ao seu médico ou farmacêutico. Além disso, informe seu médico ou farmacêutico se você notar qualquer efeito adverso não mencionado nesta bula.
Superdosagem
Na superdosagem, um ou mais dos seguintes sinais podem ocorrer redução do nível de consciência, sonolência, sono, tremores excessivos, rigidez muscular excessiva, batimento cardíaco rápido e pressão arterial baixa. Foram relatados casos de condução elétrica anormal no coração (prolongamento do intervalo QT) e convulsão. A superdosagem pode acontecer se você tomar outros medicamentos juntos com a risperidona. Se você apresentar os sintomas acima, contate o seu médico.
Enquanto isso, você sempre pode começar a tratar esses distúrbios com carvão ativado, o qual absorve qualquer medicamento ainda presente no estômago.
Interação alimentícia
Os alimentos não afetam a absorção de Risperidona (substância ativa).
A Risperidona (substância ativa) é metabolizada principalmente através da CYPD26 e, em menor extensão, através da CYP3A4. Tanto a Risperidona (substância ativa) como seu metabólito ativo 9-hidróxi-Risperidona (substância ativa) são substratos da glicoproteína-P (P-gp). As substâncias que modificam a atividade da CYP2D6 ou as substâncias que inibem ou induzem fortemente a atividade da CYP3A4 e/ou da glicoproteína-P podem influenciar a farmacocinética da fração antipsicótica da Risperidona (substância ativa).
Contra indicações
Não tome risperidona se você for alérgico a este medicamento ou a qualquer componente de sua fórmula. A alergia pode ser reconhecida, por exemplo, por erupção da pele, coceira, encurtamento da respiração ou inchaço facial. Na ocorrência de qualquer um destes sintomas, contate seu médico imediatamente.
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Para que serve a Risperidona Solução Oral Prati-Donaduzzi?
É usada no tratamento de psicoses, esquizofrenia e pode ajudar na ansiedade, tensão e Alzheimer moderado, prevenindo recaídas. -
Como devo usar a Risperidona Solução Oral?
Tome a solução por via oral com a seringa dosadora fornecida, seguindo a orientação médica. Pode ser misturada com bebidas não alcoólicas, exceto chá. -
Quais são as contraindicações para o uso de Risperidona?
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Que precauções devo tomar ao usar este medicamento?
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Quais são os principais benefícios deste medicamento?
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Quais são as possíveis interações medicamentosas da risperidona?
| Categorias | |
|---|---|
| EAN | 7899547503647 |
| Tipo de Medicamento | Genérico |
| Forma de Administração | Via Oral |
| Classe Terapêutica | Antipsicóticos Atípicos |
| Princípio Ativo | Risperidona |
| Doenças e Complicações | Para Esquizofrenia, Para Psicose |
| Prescrição Médica | Com Retenção de Receita C1 |
| Parte do Corpo | Para Sistema Nervoso |
| Apresentação | Em Solução |
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