Venlaxin Xr 150mg Com 30 Cápsulas Eurofarma

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92597
Venlaxin XR 150mg trata depressão, ansiedade e pânico, com ação rápida. A venlafaxina aumenta serotonina, norepinefrina e dopamina no cérebro. Escolha considerando condições pessoais e sempre consulte um médico para uso seguro e eficaz.
  • Referência Medicamento Referência
  • Tarja Vermelha Medicamento Tarja Vermelha
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Venlaxin é um medicamento. Seu uso pode trazer riscos. Procure o médico e o farmacêutico. Leia a bula.

Marca Venlaxin XR

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Informações do produto
- USO ORAL

- USO ADULTO

- CÁPSULAS DE LIBERAÇÃO CONTROLADA

Para que serve

Venlaxin (cloridrato de venlafaxina) está indicado para o tratamento da depressão, incluindo depressão com ansiedade associada, e para prevenção de recaída e recorrência da depressão. Também está indicado para o tratamento, incluindo tratamento a longo prazo, do transtorno de ansiedade generalizada, do transtorno de ansiedade social (também conhecido como fobia social) e do transtorno do pânico.

Como o Venlaxin funciona?


A venlafaxina, substância presente no Venlaxin (cloridrato de venlafaxina), e a O-desmetilvenlafaxina, (metabólito ativo da venlafaxina), são inibidores da recaptação neuronal de serotonina, norepinefrina e dopamina, ou seja, o cloridrato de venlafaxina aumenta a quantidade de determinadas substâncias (serotonina, norepinefrina e dopamina) no sistema nervoso levando à melhora sintomática dentro das indicações presentes nessa bula. O tempo estimado para início da ação terapêutica do medicamento é de 3 a 4 dias.

Como usar

Recomenda-se a administração de Venlaxin (cloridrato de venlafaxina) junto com alimentos, aproximadamente no mesmo horário todos os dias. As cápsulas devem ser tomadas inteiras com algum líquido e não devem ser divididas, trituradas, mastigadas ou dissolvidas, ou podem ser administradas cuidadosamente abrindo-se a cápsula e espalhando todo o conteúdo em uma colher de purê de maçã. Esta mistura de medicamento e alimento deve ser engolida imediatamente sem mastigar e deve ser seguida de um copo de água para assegurar que você engoliu todo o medicamento.

Depressão Maior

A dose inicial recomendada para Venlaxin (cloridrato de venlafaxina) é de 75 mg, administrada uma vez por dia (1x/dia). Os pacientes que não respondem à dose inicial de 75 mg/dia podem se beneficiar com o aumento da dose até, no máximo, 225 mg/dia.

Transtorno de Ansiedade Generalizada

A dose inicial recomendada para Venlaxin (cloridrato de venlafaxina) é de 75 mg, administrada uma vez por dia (1x/dia). Os pacientes que não respondem à dose inicial de 75 mg/dia podem se beneficiar com o aumento da dose até, no máximo, 225 mg/dia.

Fobia Social

A dose inicial recomendada para Venlaxin (cloridrato de venlafaxina) é de 75 mg, administrada uma vez por dia (1x/dia). Não há evidências de que doses maiores proporcionem algum benefício adicional.

Transtorno do Pânico

Recomenda-se que a dose de 37,5 mg/dia de Venlaxin (cloridrato de venlafaxina) seja usada por 7 dias. Depois, a dose deve ser aumentada para 75 mg/dia. Os pacientes que não respondem à dose inicial de 75 mg/dia podem se beneficiar com o aumento da dose até, no máximo, 225 mg/dia.

Descontinuando o uso de Venlaxin (cloridrato de venlafaxina)

Recomenda-se que Venlaxin (cloridrato de venlafaxina) não seja interrompido bruscamente. A dose deve ser reduzida progressivamente de acordo com as instruções do seu médico. O período necessário para descontinuação gradativa pode depender da dose, da duração do tratamento e de cada paciente individualmente.

Uso em Pacientes com Insuficiência Renal

A dose diária total de Venlaxin (cloridrato de venlafaxina) deve ser reduzida em 25% a 50% nos pacientes com insuficiência renal com taxa de filtração glomerular (TFG) de 10 a 70 mL/min. A dose diária total de Venlaxin (cloridrato de venlafaxina) deve ser reduzida em até 50% nos pacientes em hemodiálise.

Uso em Pacientes com Insuficiência Hepática

A dose diária total de Venlaxin (cloridrato de venlafaxina) deve ser reduzida em até 50% em pacientes com insuficiência hepática leve a moderada. Em alguns pacientes, reduções maiores que 50% podem ser adequadas.

Uso em Crianças

Não há experiência suficiente com o uso de Venlaxin (cloridrato de venlafaxina) em pacientes com menos de 18 anos de idade.

Uso em Idosos

Não há recomendação específica para ajuste da dose do Venlaxin (cloridrato de venlafaxina) de acordo com a idade do paciente.

O que devo fazer quando eu me esquecer de usar o Coques? 


Caso você esqueça de tomar Venlaxin (cloridrato de venlafaxina) no horário estabelecido pelo seu médico, tome-o assim que lembrar. Entretanto, se já estiver perto do horário de tomar a próxima dose, pule a dose esquecida e tome a próxima, continuando normalmente o esquema de doses recomendado pelo seu médico. Neste caso, não tome o medicamento 2 vezes para compensar doses esquecidas. Se você esquecer uma dose você pode comprometer o resultado do tratamento.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Composição

Apresentação

Cápsula de liberação controlada.

Embalagens com 10 ou 30 cápsulas de liberação controlada contendo 37,5 mg, 75 mg ou 150 mg de cloridrato de venlafaxina.

Composição

Cada cápsula de cloridrato de venlafaxina 37,5 mg contém:

Cloridrato de venlafaxina* 42,38 mg
Excipientes** 1 cápsula

 *Equivalente a 37,5 mg de venlafaxina base.

**Excipientes: sacarose(1), amido, talco, hipromelose, etilcelulose e triacetina.

(1) Cada cápsula de cloridrato de venlafaxina 37,5 mg contém aproximadamente 35,89 mg de sacarose.

Cada cápsula de cloridrato de venlafaxina 75 mg contém:

Cloridrato de venlafaxina* 84,75 mg
Excipientes** 1 cápsula

 *Equivalente a 75 mg de venlafaxina base.

**Excipientes: sacarose(2), amido, talco, hipromelose, etilcelulose e triacetina.

(2) Cada cápsula de cloridrato de venlafaxina 75 mg contém aproximadamente 71,60 mg de sacarose.

Cada cápsula de cloridrato de venlafaxina 150 mg contém:

Cloridrato de venlafaxina* 169,50 mg
Excipientes** 1 cápsula

 *Equivalente a 150 mg de venlafaxina base.

**Excipientes: sacarose(3), amido, talco, hipromelose, etilcelulose e triacetina.

(3) Cada cápsula de cloridrato de venlafaxina 150 mg contém aproximadamente 143,21 mg de sacarose.

Precauções

Recomenda-se que Venlaxin (cloridrato de venlafaxina) não seja interrompido bruscamente. A dose deve ser reduzida progressivamente de acordo com as instruções do seu médico. As cápsulas de Venlaxin (cloridrato de venlafaxina) contêm pequenos grânulos que liberam o medicamento lentamente no intestino. A parte destes grânulos que não é absorvida pelo organismo é eliminada e pode ser vista nas fezes.

Pacientes tratados devem ser apropriadamente monitorados e atentamente observados quanto à piora clínica e risco de suicídio. Pacientes, familiares e cuidadores devem ficar alertas e informar ao médico sobre aparecimento de ansiedade, agitação, ataques de pânico, insônia, irritabilidade, hostilidade, agressividade, impulsividade, outras alterações incomuns de comportamento, piora da depressão e ideação suicida, principalmente no início do tratamento ou durante qualquer alteração de dose.

Embora o uso de Venlaxin (cloridrato de venlafaxina) não tenha demonstrado intensificar as alterações mentais e motoras causadas pelo álcool, pacientes devem evitar consumir bebidas alcoólicas enquanto em tratamento com Venlaxin (cloridrato de venlafaxina).

Venlaxin (cloridrato de venlafaxina) deve ser usado com cuidado em pacientes portadores de insuficiência renal (prejuízo na função dos rins) ou hepática (prejuízo na função do fígado). Siga rigorosamente a orientação do seu médico.

Foi observada elevação da pressão arterial em alguns pacientes usando altas doses de Venlaxin (cloridrato de venlafaxina) e, por este motivo, deve-se fazer monitoramento regular da pressão arterial e acompanhamento médico.

Pode ocorrer midríase (dilatação da pupila) associada ao tratamento com Venlaxin (cloridrato de venlafaxina). Recomenda-se acompanhamento rigoroso dos pacientes com pressão intraocular (do olho) elevada ou com risco de glaucoma (aumento rápido, abrupto, da pressão ocular).

Abuso e dependência

Estudos clínicos não evidenciaram comportamento de busca por drogas, desenvolvimento de tolerância, ou elevação indevida de dose da venlafaxina durante o período de uso.

Reações adversas

As reações adversas estão relacionadas abaixo de acordo com as categorias de frequência. 

Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento)

Insônia, dor de cabeça, tontura, sedação, náusea, boca seca, constipação, hiperidrose (suor excessivo).

Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento)

Diminuição do apetite, sonhos anormais, nervosismo, diminuição da libido, agitação, anorgasmia (falta de prazer sexual ou orgasmo), acatisia (incapacidade de se manter quieto), tremor, parestesia (dormência e formigamento), disgeusia (alteração do paladar), deficiência visual, distúrbio de acomodação, midríase (pupila dilatada), tinido (zumbido no ouvido), taquicardia (aceleração dos batimentos cardíacos), palpitação, hipertensão (pressão alta), ondas de calor, dispneia (falta de ar), bocejos, diarreia, vômito, erupção cutânea (lesão na pele), prurido (coceira), suor noturno, hipertonia (aumento da contração muscular), hesitação urinária, retenção urinária, polaciúria (aumento da frequência urinária), disfunção erétil, ejaculação anormal, fadiga, astenia (fraqueza), calafrios, perda de peso, aumento de peso.

Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento)

Estado de confusão, mania, hipomania, despersonalização, alucinação, orgasmo anormal, bruxismo, apatia (ausência de emoção), síncope (desmaio), mioclonia (espasmos musculares), distúrbio do equilíbrio, coordenação anormal, discinesia (movimentos involuntários, principalmente dos músculos da boca, língua e face, ocorrendo exteriorização da língua e movimentos de um canto a outro da boca), hipotensão ortostática (diminuição da pressão arterial ao levantar), hipotensão (pressão baixa), sangramento gastrintestinal, teste de função hepática anormal, urticária (alergia de pele), alopecia (perda de cabelo), equimose (manchas arroxeadas), reação de fotossensibilidade (sensibilidade à luz), incontinência urinária (dificuldade em controlar a urina), metrorragia (sangramento vaginal fora do período menstrual), menorragia (sangramento menstrual excessivo ou prolongado), aumento do colesterol no sangue, fratura óssea.

Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento)

Agranulocitose (ausência de células de defesa: neutrófilos, basófilos e eosinófilos), anemia aplástica (diminuição da produção de glóbulos vermelhos do sangue), pancitopenia (diminuição de todas as células do sangue), neutropenia (diminuição de um tipo de células de defesa no sangue: neutrófilos), reação anafilática, secreção inapropriada do hormônio antidiurético (alteração na secreção do hormônio ADH), hiponatremia (redução da concentração de sódio no sangue), delírio, síndrome neuroléptica malígna (contração muscular grave, febre, aceleração dos batimentos do coração, tremor), síndrome da serotonina (alterações do estado mental, dos movimentos entre outras), convulsão, distonia (contração involuntária da musculatura, lenta e repetitiva), glaucoma de ângulo fechado, torsade de pointes, taquicardia ventricular, fibrilação ventricular, eletrocardiograma com prolongamento do intervalo QT, doença pulmonar intersticial, eosinofilia pulmonar, pancreatite (inflamação no pâncreas), hepatite (inflamação do fígado), Síndrome de Stevens-Johnson (reação alérgica grave), necrólise epidérmica tóxica (descamação grave da camada superior da pele), angioedema (inchaço das partes mais profundas da pele ou da mucosa, geralmente de origem alérgica), eritema multiforme (manchas vermelhas, bolhas e ulcerações em todo o corpo), rabdomiólise (destruição das células musculares).

Reação muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento)

Trombocitopenia (diminuição das plaquetas do sangue), prolactina aumentada no sangue, discinesia tardia, hemorragia da mucosa, tempo de sangramento aumentado.

Os seguintes sintomas foram relatados em associação com a repentina interrupção ou redução de dose ou retirada de tratamento:

Hipomania, ansiedade, agitação, nervosismo, confusão, insônia ou outros distúrbios do sono, fadiga (sensação de cansaço), sonolência, parestesia (formigamento), tontura, convulsão, vertigem, cefaleia (dor de cabeça), sintomas de gripe, tinido, coordenação e equilíbrio prejudicados, tremor, sudorese, boca seca, anorexia, diarreia, náusea e vômito.

Em estudos anteriores à comercialização, a maioria das reações à interrupção foi leve e resolvida sem tratamento.

População especial

Gravidez

A segurança do uso de Venlaxin (cloridrato de venlafaxina) durante a gravidez em humanos ainda não foi estabelecida. Venlaxin (cloridrato de venlafaxina) só deve ser administrado a mulheres grávidas se os benefícios esperados superarem os riscos possíveis. Se Venlaxin (cloridrato de venlafaxina) for usado durante a gravidez, o recém nascido deve ser monitorado pelo médico pelo risco de apresentar complicações.

Lactação

Se você está amamentando ou pretende amamentar, não é recomendado usar Venlaxin (cloridrato de venlafaxina), já que ele é excretado pelo leite e a segurança deste medicamento para as mulheres e crianças não é conhecida.

Uso em Idosos

Não há recomendação específica para ajuste de dose de Venlaxin (cloridrato de venlafaxina) de acordo com a idade do paciente.

Efeitos Sobre as Atividades que Requerem Concentração

Venlaxin (cloridrato de venlafaxina) pode prejudicar o julgamento, o raciocínio ou as habilidades motoras. Até que você saiba como Venlaxin (cloridrato de venlafaxina) lhe afeta, tenha cuidado ao realizar atividades que requeiram concentração, tais como dirigir ou operar máquinas.

Superdosagem

Recomendam-se medidas gerais de suporte e tratamento sintomático, além de monitorização do ritmo cardíaco e dos sinais vitais. Não se recomenda a indução de vômitos quando houver risco de aspiração. Pode haver indicação para lavagem gástrica caso essa lavagem seja realizada logo após a ingestão ou em pacientes sintomáticos. A administração de carvão ativado também pode limitar a absorção do fármaco. É provável que diurese forçada, diálise, hemoperfusão e exsanguíneo transfusão não apresentem benefícios. Não são conhecidos antídotos específicos do Venlaxin (cloridrato de venlafaxina).

Contra indicações

Venlaxin (cloridrato de venlafaxina) não deve ser utilizado por pacientes alérgicos a qualquer componente da formulação nem por pacientes recebendo antidepressivos da classe dos inibidores da monoaminoxidase (IMAOs), como por exemplo tranilcipromina, selegilina, rasagilina e linezolida. O tratamento com o Venlaxin (cloridrato de venlafaxina) não deve ser iniciado no período de, no mínimo, 14 dias após a descontinuação do tratamento com um inibidor da monoaminoxidase (IMAO). O Venlaxin (cloridrato de venlafaxina) deve ser descontinuado por, no mínimo, 7 dias antes do início do tratamento com qualquer inibidor da monoaminoxidase.

Perguntas Frequentes
  1. Qual é a ação principal do Venlaxin XR 150mg?

    O Venlaxin XR 150mg é usado para tratar depressão, ansiedade e pânico, aumentando os níveis de serotonina, norepinefrina e dopamina no cérebro.
  2. Como o Venlaxin XR deve ser administrado?

    O Venlaxin XR deve ser tomado oralmente com alimentos, de preferência no mesmo horário todos os dias, sem dividir ou mastigar as cápsulas.
  3. Quais são os efeitos colaterais comuns do Venlaxin XR?

    Os efeitos comuns incluem insônia, dor de cabeça, tontura, náusea, boca seca e suor excessivo.
  4. Existe alguma contraindicação ao uso do Venlaxin XR?

    Sim, é contraindicado para quem é alérgico a qualquer componente da fórmula e quem usa inibidores da monoaminoxidase (IMAO).
  5. Quanto tempo leva para o Venlaxin XR começar a fazer efeito?

    O início da ação terapêutica do Venlaxin XR é estimado entre 3 a 4 dias após o início do tratamento.
  6. Pode-se consumir álcool durante o tratamento com Venlaxin XR?

    Recomenda-se evitar o consumo de álcool enquanto estiver em tratamento com Venlaxin XR para não intensificar possíveis efeitos adversos.
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Categorias
EAN 7891317472337
Tipo de Medicamento Referência
Forma de Administração Via Oral
Classe Terapêutica Anti-Depressivos Snri
Princípio Ativo Cloridrato de Venlafaxina
Doenças e Complicações Para Ansiedade, Para Depressão, Para Transtorno do Pânico
Forma Farmacêutica Cápsula
Prescrição Médica Com Retenção de Receita C1
Parte do Corpo Para Sistema Nervoso
Apresentação Em Cápsula
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