ISTO É UM MEDICAMENTO, NÃO USE SEM PRESCRIÇÃO MÉDICA E ORIENTAÇÃO DO FARMACÊUTICO. AO PERSISTIREM OS SINTOMAS, O MÉDICO DEVERÁ SER CONSULTADO.
Aldazida (espironolactona, hidroclorotiazida) é indicada no tratamento da hipertensão essencial, insuficiência cardíaca congestiva, cirrose hepática (com ascite e/ou edema), síndrome nefrótica e outras condições edematosas; edema idiopático, na hipopotassemia induzida por diurético e no tratamento de pacientes com insuficiência cardíaca congestiva tomando digitálicos quando outras medidas forem consideradas impróprias ou inadequadas para manter o balanço eletrolítico. A aldosterona pode ser um fator etiológico em alguns casos de derrames de natureza maligna e resultados benéficos têm sido relatados com o uso de Aldazida.
ALDAZIDA 50
Composição - ALDAZIDA
cada comprimido contém: espironolactona: 50 mg;hidroclorotiazida: 50 mg; excipientes: sulfato de cálcio diidratado, amido de milho, polivinilpirrolidona, aroma de hortelã pimenta, estearato de magnésio.
Posologia e Administração - ALDAZIDA
os comprimidos deverão ser administrados junto com as refeições. Adultos: hipertensão1: a administração de 1 a 2 comprimidos diários será adequado para a maioria dos pacientes, desde que o tratamento seja mantido por duas semanas ou mais. A dose dos outros medicamentos anti- hipertensivos associados deve, em primeiro lugar, ser reduzida pelo menos em 50% quando Aldazida 50 é adicionada ao esquema terapêutico, e então reajustada conforme a necessidade individual. Se desejado, a dose diária poderá ser administrada em uma só tomada, ou dividida em 2 doses, no mínimo por 2 semanas. A dose deverá ser determinada para cada caso. Nas doenças acompanhadas por edema2: a administração diária de 2 comprimidos de Aldazida 50 em doses fracionadas será adequada à maioria dos pacientes, desde que o tratamento seja mantido por duas semanas ou mais; todavia, a dose terapêutica pode variar entre meio até quatro comprimidos diários. Se desejado, a dose diária poderá ser administrada em uma só tomada. A dose diária deve ser determinada para cada caso. Crianças: para edema2 em crianças, a dose diária de manutenção de Aldazida 50 deverá ser aquela que forneça 1,65 a 3,3 mg de espironolactona por quilo de peso. A dose deverá ser determinada com base na resposta e tolerabilidade. - Conduta na superdosagem: não existem antídotos específicos. No caso de ingestão acidental, induzir o vômito3 ou realizar cuidadosa lavagem gástrica4 e instituir as medidas assistenciais necessárias. Se houver desequilíbrio eletrolítico ou depleção de fluidos tratar adequadamente.
Precauções - ALDAZIDA
a administração concomitante de outros diuréticos5 poupadores de potássio, uso freqüente de suprimentos de potássio ou uma dieta rica em potássio não é recomendada, pois pode induzir hiperpotassemia. É aconselhável realizar uma avaliação periódica dos eletrólitos séricos tendo em vista a possibilidade de hiperpotassemia, hiponatremia e uma possível elevação transitória do nitrogênio uréico sangüíneo, especialmente em pacientes com diminuição prévia da função renal6 nos quais a relação risco/benefício deve ser sempre considerada. Cuidados devem ser tomados no tratamento de pacientes com insuficiência hepática7 aguda ou grave, especialmente pacientes com volume plasmático efetivo baixo. Pode haver também um aumento potencial de risco em precipitar o coma8 hepático em tais pacientes. A espironolactoma e a hidroclorotiazida reduzem a capacidade de resposta vascular9 a norepinefrina. Portanto, deve- se ter cuidado na sua administração a pacientes sujeitos à anestesia10 local ou geral enquanto tratados com Aldazida. Como a carbenoxolona pode causar retenção de sódio e provocar uma diminuição da eficácia da Aldazida, o uso concomitante desses dois agentes deve ser evitado. A ocorrência de acidose11 metabólica hiperclorêmica é relatada em alguns pacientes com cirrose12 hepática descompensada, mesmo com função renal6 normal. Deve-se ter cuidado no tratamento de pacientes com comprometimento hepático agudo13 ou severo, uma vez que a ênfase na terapia vigorosa com diuréticos5 pode precipitar encefalopatia hepática. Ficou demonstrado que a espironolactona aumenta a meia-vida plasmática da digoxina. Este fato pode resultar na elevação dos níveis de digoxina sérica, com a conseqüente toxicidade digitálica. Pode ser necessário reduzir as doses de digitalização e de manutenção digitálica, quando se associa a espironolactona. Além disso, o paciente deve ser cuidadosamente acompanhado para que se evite tanto a subdigitalização quanto a intoxicação digitálica. Na literatura médica apareceram vários relatos sobre uma possível interferência da espironolactona ou seus metabólitos nos radioimunensaios de digoxina. O alcance e o significado clínico potencial destes fatos não foram completamente determinados. A hiperpotassemia tem sido associada com o uso de indometacina, com inibidores da enzima14 conversora da angiotensina em combinação com os diuréticos5 poupadores de potássio. Pode-se desenvolver hipopotassemia como resultado de uma diurese15 profunda, especialmente quando a Aldazida 50 é usada concomitantemente com diuréticos5 de alça, glicocorticóide ou ACTH. A hipopotassemia pode agravar os efeitos da terapia com digitálicos. A depleção de potássio pode induzir a sinais16 de intoxicação por digitálicos com níveis de doses previamente toleradas. A hidroclorotiazida pode aumentar a concentração do ácido úrico no sangue17. Um ajuste da dosagem na medicação antigota pode se fazer necessário. A hidroclorotiazida pode também aumentar as concentrações da glicose sangüínea18. Um ajuste da dosagem de insulina19 ou medicação hipoglicêmica pode ser necessário em pacientes diabéticos ou predispostos a diabetes20. O uso concomitante de diuréticos5 com lítio não é recomendável porque pode aumentar o risco de toxicidade causada pelo lítio. Pode ser necessário um ajuste na dose de lítio. O aumento do nível de colesterol21 e triglicérides22 pode ser associado ao uso da hidroclorotiazida. Uso na gravidez23: o uso seguro de espironolactona durante a gravidez23 não foi estabelecido. A espirinolactona ou seus metabólitos podem atravessar a barreira placentária. As tiazidas atravessam a barreira placentária. Podem diminuir a perfusão placentária, aumentar a inércia uterina e inibir o trabalho de parto, portanto, por esta razão, o uso de Aldazida em mulheres grávidas requer a avaliação prévia de seus benefícios em relação aos riscos que possam acarretar à mãe ou ao feto. Amamentação24: as tiazidas como também o canrenone (metabólito da espironolactona) aparecem no leite materno. Caso o uso do produto seja considerado essencial, um método alternativo de alimentação deve ser instituído. - Advertência: a administração concomitante de suplementos de potássio ou outros agentes poupadores de potássio não é recomendada pelos riscos de poder induzir a hiperpotassemia. Existem relatos de que os derivados sulfonamídicos, incluindo os tiazídicos, exacerbam ou ativam o lupus eritematoso sistêmico. Efeitos ao dirigir e operar máquinas: alguns pacientes têm apresentado sonolência e tontura25. Deve-se tomar cuidado ao dirigir maquinários até que a resposta inicial do tratamento seja determinada.
Reações adversas - ALDAZIDA
ginecomastia26 pode se desenvolver em associação com o uso da espironolactona e o médico deve estar alerta para seu possível aparecimento. O desenvolvimento da ginecomastia26 parece estar relacionado ao nível de posologia como a duração da terapêutica, e é normalmente reversível quando o uso de Aldazida é descontinuado. Em raras ocasiões, algum aumento das mamas pode persistir. Os seguintes efeitos adversos têm sido reportados em experiências pós- marketing com espironolactona e hidroclorotiazida, com freqüência € 1%. Trato gastrintestinal: vômito3, náuseas27, intolerância gastrintestinal incluindo cólica e diarréia28, dor abdominal. Corpo como um todo: astenia29, febre30, mal-estar, reação anafilactóide. Pele e apêndices: erupções cutâneas eritematosas ou maculopapular, dermatite31, fotossensibilidade, prurido32. Sistema nervoso33: tontura25, dor de cabeça, parestesia34. Distúrbios psiquiátricos: impotência35. Neoplasma: neoplasma no seio, incluindo malignidade. Desordens metabólicas e nutricionais: distúrbios eletrolíticos. Sistema reprodutivo: distúrbios menstruais. Sangue17: trombocitopenia36, agranulocitose37 e leucopenia38. Outros efeitos adversos relatados com o uso de tiazidas, incluindo Aldazida, foram pancreatite39 e icterícia40 colestática. Existe referência de que os tiazídicos diminuem a tolerância à glicose41 e induzem a hiperuricemia. As reações adversas são geralmente reversíveis após a descontinuação do tratamento com Aldazida.
Contra-Indicações - ALDAZIDA
insuficiência renal42 aguda, diminuição significativa da função renal6, anúria43, doença de Addison, hipercalcemia significativa, hiperpotassemia, além da hipersensibilidade à espironolactona, aos diuréticos5 tiazídicos e/ou a outras drogas derivadas da sulfonamida.
Indicações - ALDAZIDA
tratamento da hipertensão1 essencial; condições edematosas incluindo insuficiência cardíaca congestiva44; cirrose12 hepática (com ou sem ascite45) e síndrome nefrótica46; edema2 idiopático; na hipopotassemia induzida por diurético47 e no tratamento de pacientes com insuficiência cardíaca congestiva44 tornando digitálicos quando outras medidas forem consideradas impróprias ou inadequadas. A aldosterona pode ser um fator etiológico em alguns casos de derrames de natureza maligna e resultados benéficos têm sido relatados com o uso de Aldazida 50.
Apresentação - ALDAZIDA
embalagem com 20 comprimidos.
ALDAZIDA 50 - Laboratório
PFIZER
Av. Monteiro Lobato, 2270
Guarulhos/SP - CEP: 07190-001
Tel: 0800-16-7575
Site: http://www.pfizer.com.br
CNPJ nº 46.070.868/0001-69
Aproveite e Compre também
Os produtos abaixo são relacionados ao produto visitado, aproveite para conhecê-los.