IMBRUVICA 140MG COM 90 CÁPSULAS
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O Imbruvica é um medicamento eficaz para o tratamento do Linfoma das Células do Manto e da Leucemia Linfocítica Crônica em adultos. Seu uso só pode ser iniciado após avaliação de um médico especialista.
No organismo, o medicamento bloqueia uma proteína que auxilia as células cancerígenas a sobreviver e crescer, ajudando a reduzir sua quantidade e retardando o agravamento da doença.
Após prescrição médica, o paciente pode adquirir o Imbruvica 140 mg com 90 cápsulas para iniciar o tratamento. Os comprimidos devem ser ingeridos inteiros, com um copo de água, todos os dias no mesmo horário.
A duração do tratamento dependerá do tipo de câncer e da resposta do paciente ao medicamento.
Produzido pelo laboratório Janssen-Cilag, o Imbruvica é vendido apenas com prescrição médica. O preço do Imbruvica 140 mg com 90 cápsulas está na faixa de medicamentos especiais e pode ser parcelado em até três vezes.
Os pacientes podem comprar o Imbruvica 140 mg com 90 cápsulas em farmácias físicas ou optar por adquiri-lo online na Drogaria Nova Esperança, uma alternativa mais prática, com entrega para todo o Brasil.
O tratamento com Imbruvica pode causar alguns efeitos colaterais, como:
Febre;
Arrepios;
Dores no corpo;
Cansaço;
Sintomas de constipação ou gripe;
Falta de ar;
Infecções no nariz, seios nasais ou garganta;
Pequenas manchas vermelhas ou roxas devido a sangramento sob a pele.
O Imbruvica é contraindicado para menores de 18 anos e para pacientes alérgicos a qualquer componente da fórmula. Além disso, pacientes que fazem uso de medicamentos à base de Erva de São João não devem utilizá-lo.
Graças aos avanços da medicina e da farmacêutica, o Imbruvica foi desenvolvido para tratar dois tipos de câncer. Mesmo sendo um medicamento especial, seus benefícios têm demonstrado resultados promissores. Para maior comodidade, é possível comprar o Imbruvica online na Drogaria Nova Esperança, com entrega para todo o Brasil.
ISTO É UM MEDICAMENTO, NÃO USE SEM PRESCRIÇÃO MÉDICA E ORIENTAÇÃO DO FARMACÊUTICO. AO PERSISTIREM OS SINTOMAS, O MÉDICO DEVERÁ SER CONSULTADO.
Imbruvica é um medicamento contra o câncer que contém a substância ativa ibrutinibe.
Imbruvica é usado para tratar os seguintes cânceres do sangue em adultos:
Imbruvica funciona bloqueando uma proteína no corpo que ajuda as células do câncer a viver e crescer.
Esta proteína é chamada de tirosina quinase de Bruton (BKT). Através do bloqueio desta proteína, Imbruvica pode ajudar a matar e reduzir o número de células cancerosas e pode também retardar a disseminação do câncer.
O tempo mediano para a resposta inicial ao tratamento foi de 1,8 meses, variando de 1,4 meses a 12,2 meses em LLC/LLPC e de 1,9 meses, variando de 1,7 a 13,7 meses em LCM.
Não tome Imbruvica se você for alérgico (hipersensibilidade) ao ibrutinibe ou a quaisquer dos ingredientes de sua composição.
Se você não tiver certeza disso, fale com seu médico antes de tomar Imbruvica.
Se você apresentar quaisquer sinais de reação alérgica (urticária, dificuldade para respirar, ou inchaço no seu rosto, língua ou garganta), durante o tratamento com Imbruvica, procure socorro médico imediatamente.
Imbruvica® ibrutinibe
Cápsulas gelatinosas duras com 140 mg de ibrutinibe em frasco com 90 ou 120 cápsulas. USO ORAL USO ADULTO
Cada cápsula gelatinosa dura contém 140 mg de ibrutinibe. Excipientes: croscarmelose sódica, estearato de magnésio, celulose microcristalina, laurilsulfato de sódio, gelatina, dióxido de titânio. Informações técnicas aos profissionais de saúde
Linfoma de célula do manto (LCM) Imbruvica® é indicado para o tratamento de pacientes adultos com LCM que receberam no mínimo um tratamento anterior contendo rituximabe. Leucemia linfocítica crônica/Linfoma linfocítico de pequenas células (LLC/LLPC) Imbruvica® é indicado para o tratamento de pacientes que apresentam Leucemia linfocítica crônica/Linfoma linfocítico de pequenas células (LLC/LLPC) que receberam no mínimo um tratamento anterior. Macroglobulinemia de Waldenström (MW) Imbruvica® é indicado para o tratamento de pacientes com Macroglobulinemia de Waldenström (MW), que receberam no mínimo um tratamento anterior para a patologia.
• Linfoma de célula do manto A segurança e a eficácia de Imbruvica® em pacientes com LCM que receberam no mínimo um tratamento anterior foram avaliadas em um único estudo de Fase 2, aberto, multicêntrico (PCYC-1104-CA) de 111 pacientes. A idade mediana foi de 68 anos (variação, 40 a 84 anos), 77% eram do sexo masculino e 92% eram caucasianos. O tempo mediano desde o diagnóstico foi 42 meses, e o número mediano de tratamentos anteriores foi 3 (variação, 1 a 5 tratamentos), incluindo 35% com uso prévio de quimioterapia de altas doses, 43% com uso prévio de bortezomibe, 24% com uso prévio de lenalidomida e 11% com transplante prévio de céluas estaminais (células tronco). Na visita basal, 39% dos pacientes apresentaram doença volumosa (≥ 5 cm), 49% tinham pontuação de alto risco pelo Índice de Prognóstico Internacional simplificado para LCM (MIPI) e 72% tinham doença avançada (envolvimento extranodal e/ou de medula óssea) na triagem. Imbruvica® foi administrado por via oral a 560 mg uma vez ao dia até a progressão da doença ou toxicidade inaceitável. A resposta do tumor foi avaliada de acordo com os critérios revisados do Grupo Internacional (IWG) de linfoma não Hodgkin (LNH). O desfecho primário neste estudo foi a taxa de resposta global avaliada pelo investigador (TRG). As respostas de Imbruvica® estão demostradas na tabela a seguir: Taxa de resposta global e duração da resposta baseada na avaliação do investigador em pacientes com linfoma de célula do manto
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Total N=111 |
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Taxa de resposta global (%) |
67,6 |
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IC de 95% |
(58,0; 76,1) |
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RC (%) |
20,7 |
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RP (%) |
46,8 |
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Mediana da duração da resposta (RCRP) (meses) |
17,5 (15,8, NA) |
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Tempo mediano para resposta inicial, meses (variação) |
1,9 (1,4-13,7) |
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Tempo mediano para resposta completa, meses (variação) |
5,5 (1,7-11,5) |
Os dados de eficácia foram adicionalmente avaliados por um Comitê de Revisão Independente demostrando uma taxa de resposta global de 69% com 21% de taxa de resposta completa e 48% de taxa de resposta parcial. A mediana da duração da resposta estimada pelo Comitê de Revisão Independente foi 19,6 meses. A resposta global para Imbruvica® foi independente de tratamento prévio, incluindo bortezomibe e lenalidomida ou risco/prognóstico subjacente, doença volumosa, gênero ou idade (figura a seguir). Análise de subgrupo da Taxa de Resposta Global pela avaliação do investigador (Estudo PCYC1104-CA; 560 mg) A segurança e eficácia de Imbruvica® foi demonstrada em um estudo de fase 3 randomizado, aberto, multicêntrico incluindo 280 pacientes com LCM que receberam pelo menos um tratamento prévio (Estudo MCL3001). Pacientes foram randomizados 1:1 para receber tanto Imbruvica® via oral, 560 mg uma vez ao dia em um ciclo de 21 dias, ou temsirolimo por via intravenosa na dose de 175 mg dos dias 1, 8, 15 do primeiro ciclo, seguido por 75mg nos dias 1, 8, 15 de cada ciclo de 21 dias subsequente. O tratamento em ambos os braços continuou até a progressão da doença ou toxicidade inaceitável. A idade mediana foi de 68 anos (variação, 34 a 88 anos), 74% eram homens e 87% eram caucasianos. O tempo mediano desde o diagnóstico foi de 43 meses e o número mediano de tratamentos prévios foi 2 (variação, 1 a 9 tratamentos), incluindo 51% com quimioterapia prévia de alta dose, 18% com bortezomibe prévio, 5% com lenalidomida prévia e 24% com transplante de células tronco prévio. Na visita basal, 53% dos pacientes tiveram doença volumosa (≥ 5cm), 21% tinham pontuação de alto risco pelo Índice de Prognóstico Internacional simplificado (MIPI), 60% tinham doença extranodal e 54% tinham envolvimento de medula óssea na triagem. Sobrevida livre de progressão (SLP) conforme avalidado pelo CRI (Comitê de Revisão Independente) de acordo com os critérios revisados do IWG de linfoma não Hodgkin (LNH) demostraram uma redução estatisticamente significante de 57% no risco de morte ou progressão para pacientes no braço de Imbruvica®. Resultados de eficácia para o estudo MCL3001 são demonstrados na tabela a seguir e a curva de Kaplan Meier para SLP na figura a seguir. Resultados de Eficácia no estudo MCL3001
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Desfecho |
01 Desfecho Ibrutinibe (substância ativa) N=139 |
Tensirolimo N=141 |
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Sobrevida Livre de Progressãoa |
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Número de eventos (%) |
73 (52,5) |
111 (78,7) |
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Mediana de Sobrevida Livre de Progressão (IC de 95%), meses |
14,6 (10,4; NE) |
6,2 (4,2; 7,9) |
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HR (IC de 95%) |
0,43 (0,32; 0,58) |
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Taxa de Resposta Global (RCRP) |
71,9% |
40,4% |
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Valor de p |
p<0,0001 |
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Taxa de resposta global (RCRP) (IC de 95% ) (%) |
78,4 (64,7; 88,7) |
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RC (%) |
3,9 |
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RP (%) |
74,5 |
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Taxa de resposta global incluindo Resposta Parcial com linfocitose (RPL) (%) |
92,2 |
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Mediana da duração da resposta (RCRP) |
NA1 |
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Tempo mediano para resposta inicial, meses (variação) |
1,8 (1,4-12,2) |
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Desfecho |
Ibrutinibe (substância ativa) N=195 |
Ofatumumabe N=196 |
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Sobrevida Livre de Progressão |
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Mediana de Sobrevida Livre de Progressão, meses |
Não alcançada |
8,1 |
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HRf (ICg de 95%) |
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Sobrevida Globala |
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HR (IC de 95%) |
0,434 (0,238;0,789)b |
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0,387 (0,216;0,695)c |
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Taxa de Resposta Globald,e (%) |
42,6 |
4,1 |
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Taxa de Resposta Global incluindo Resposta Parcial com Linfocitose (RPL)d (%) |
62,6 |
4,1 |
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Total (N=63) |
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TRG (%) |
87,3 |
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IC de 95% (%) |
(76,5; 94,4) |
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VGPR (%) |
14,3 |
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RP (%) |
55,6 |
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RM (%) |
17,5 |
| Duração da resposta mediana em meses (variação) |
NA (0,03, 18,8) |
Propriedades Farmacodinâmicas
Mecanismo de ação do Imbruvica®
O ibrutinibe é uma pequena molécula potente inibidora da tirosina quinase de Bruton (BTK). O ibrutinibe forma uma ligação covalente com um resíduo de cisteína (Cys-481) no sítio ativo da BTK, levando a inibição prolongada da atividade enzimática da BTK. A BTK, um membro da família Tec quinase, é uma importante molécula de sinalização do receptor antigênico da célula B (BCR) e vias de receptor de citocina. A via BCR está envolvida na patogênese de várias malignidades de células B, incluindo linfoma de células do manto (LCM), linfoma difuso de grandes células B, linfoma folicular e LLC de células B. O papel central da BTK na sinalização pelos receptores de superfície de células B resulta na ativação de vias necessárias para circulação de células B, quimiotaxia e adesão. Estudos préclínicos demonstraram que ibrutinibe inibe a proliferação e a sobrevida de células B malignas in vivo, bem como a migração celular e a adesão ao substrato in vitro. De acordo com o estudo PCYC-1102-CA o tempo mediano para a resposta inicial ao ibrutinibe foi de 1,8 meses, variando de 1,4 meses a 12,2 meses.Linfocitose
Após o início do tratamento, foi observado um aumento reversível nas contagens de linfócitos (isto é, aumento de ≥ 50% em relação ao valor basal e uma contagem absoluta > 5000/mcL), frequentemente associado à redução da linfoadenopatia, na maior parte dos pacientes (66%) que apresentavam LLC/LLPC tratados com Imbruvica®. Este efeito também foi observado em alguns pacientes (35%) com LCM tratados com Imbruvica® como monoterapia. Esta linfocitose observada é um efeito farmacodinâmico e não deve ser considerado como progressão da doença na ausência de outros achados clínicos. Em ambos os tipos de doença, a linfocitose ocorre tipicamente durante o primeiro mês de terapia com Imbruvica® e tipicamente apresenta resolução no período mediano de 8 semanas em pacientes com LCM e de 14 semanas em pacientes com LLC/LLPC(variação 0,1 a 104 semanas). Foi observado um grande aumento do número de linfócitos circulantes (por exemplo, > 400000/mcL) em alguns pacientes. Linfocitose não foi observada em pacientes com MW tratados com Imbruvica®. Quando Imbruvica® foi administrado com quimioterapia, linfocitose não foi frequente (7% com Imbruvica® BR versus 6% com placebo BR).Agregação plaquetária in vitro
Em um estudo in vitro, o ibrutinibe demonstrou inibição na agregação plaquetária induzida por colágeno em amostras de coortes de indivíduos com disfunção renal usando varfarina, ou com indivíduos sadios. A magnitude da inibição da agregação plaquetária induzida pelo colágeno no coorte de indivíduos com aspirina foi menos pronunciada uma vez que a agregação plaquetária induzida pelo colágeno já estava reduzida sem o ibrutinibe. O ibrutinibe não mostrou inibição significativa da agregação plaquetária para os 4 agonistas adenosina difosfato (ADP), ácido araquidônico, ristocetina e do peptídeo-6 ativador do receptor de trombina (TRAP-6) em qualquer uma destes coortes de indivíduos ou indivíduos sadios.Efeito no intervalo QT/QTc e eletrofisiologia cardíaca
O efeito do ibrutinibe no intervalo QTc foi avaliado em 20 homens e mulheres saudávies em um estudo de QT minucioso randomizado, duplo cego, com placebo e controles positivos. Numa dose supraterapeutica de 1680 mg, ibrutinibe não prolongou o intervalo QT a nenhuma extensão clinicamente relevante. O limite superior mais alto do IC de 90% bicaudal para as diferenças médias ajustadas em relação ao basal entre ibrutinibe e placebo foi inferior a 10 ms. Observou-se no mesmo estudo, um encurtamento no intervalo QTc dependente da concentração [-5,3ms (IC de 90%: -9,4;-1,1) em um Cmáx de 719ng/mL seguido de uma dose supraterapêutica de 1680mg] que foi considerada clinicamente não relevante.Propriedades Farmacocinéticas
- Absorção O ibrutinibe é rapidamente absorvido após a administração oral, com Tmáx mediano de 1 a 2 horas. A biodisponibilidade absoluta em condições de jejum (n = 8) foi 2,9% (IC 90% = 2,1 – 3,9) e duplicou quando combinado com uma refeição. A farmacocinética de ibrutinibe não difere significativamente em pacientes que apresentam diferentes malignidades de células B. A exposição ao ibrutinibe aumenta com o incremento de doses até 840 mg. A AUC no estado de equilíbrio observada em pacientes com 560 mg é (média ± desvio) 953 ± 705 ng·h/mL. A administração de ibrutinibe em condições de jejum resulta em aproximadamente 60% da exposição (AUCúltima) quando comparado com 30 minutos antes, 30 minutos depois (condição de alimentação) ou duas horas após uma café da manhã hiperlipídico. Em um estudo clínico (Estudo CLL1001) em indivíduos saudáveis, a média da exposição em 3 diferentes condições de alimentação ( ibrutinibe 30 minutos após ou 30 minutos antes ou 2 horas após um café da manhã hiperlipídico), foram similares àquelas obervadas em pacientes com LLC no estudo 1102 (ibrutinibe foi administrado pelo menos 30 minutos antes ou 2 horas após a refeição). Neste mesmo estudo, os dados disponíveis de segurança permitem o uso seguro de ibrutinibe em qualquer condição de alimentação. - Distribuição A ligação reversível de ibrutinibe às proteínas plasmáticas humanas in vitro foi de 97,3%, sem dependência da concentração na variação de 50 a 1000 ng/mL. O volume de distribuição (Vd) foi 683 L e o volume de distribuição aparente em estado de equilíbrio (Vd,ss/F) é de aproximadamente 10000 L. - Metabolismo O ibrutinibe é metabolizado primariamente pelo citocromo P450, CYP3A4/5, para produzir um metabólito di-hidrodiol com atividade inibidora de BTK aproximadamente 15 vezes inferior à de ibrutinibe. A exposição sistêmica em estado estável ao metabólito di-hidrodiol é comparável à do medicamento precursor. Estudos in vitro indicaram que o envolvimento de CYP2D6 no metabolismo oxidante de ibrutinibe é < 2%. Além disso, como parte do estudo de equilíbrio de massa em humanos, os pacientes genotipados como metabolizadores fracos para CYP2D6 apresentaram perfil farmacocinético semelhante ao dos metabolizadores intensos. Portanto, não são necessárias precauções em pacientes com diferentes genótipos de CYP2D6. - Eliminação A depuração intravenosa foi 62 e 76 L/h em condições de jejum e de alimentação, respectivamente. Em linha com o alto efeito de primeria passagem, a depuração aparente oral é aproximadamente 2000 e 1000 L/h em condições de jejum e de alimentação, respectivamente. A meia-vida de ibrutinibe é de 4 a 6 horas. Após uma administração oral única de [14C]-ibrutinibe radiomarcado em indivíduos saudáveis, aproximadamente 90% da radioatividade foram excretados no período de 168 horas, com a maior parte (80%) excretada nas fezes e menos de 10% na urina. O ibrutinibe não metabolizado totalizou aproximadamente 1% do produto de excreção radiomarcado nas fezes e nada na urina, com o restante da dose sendo metabólitos.Populações especiais
- Pacientes idosos (≥ 65 anos de idade) A farmacocinética da população indicou que em pacientes mais idosos (67 a 81 anos), é previsto um aumento 14% maior na exposição ao ibrutinibe. Não se justifica ajuste de dose por idade. - Pacientes pediátricos (≤ 18 anos de idade) Não foram realizados estudos farmacocinéticos com Imbruvica® em pacientes com menos de 18 anos de idade. - Sexo Os dados de farmacocinética da população indicaram que o sexo não influencia significativamente a eliminação de ibrutinibe da circulação. - Insuficiência renal O ibrutinibe possui depuração renal mínima; a excreção urinária dos metabólitos é < 10% da dose. Não foram realizados estudos clínicos específicos até o momento em pacientes com insufuciência renal. Não é necessário ajuste de dose para pacientes que apresentam insufuciência renal leve ou moderada (depuração de creatinina maior do que 30 mL/min). Não há dados em pacientes com insufuciência renal grave ou pacientes em diálise. - Insuficiência hepática O ibrutinibe é metabolizado no fígado. Um ensaio de insuficiência hepática foi realizado em pacientes sem câncer, administrada uma única dose de 140 mg de Imbruvica®, em condições de jejum. A AUCúltima de ibrutinibe aumentou 2,7-, 8,2- e 9,8- vezes em pacientes com insuficiência hepática leve (n=6; Child-Pugh classe A), moderada (n=10; Child-Pugh classe B) e severa (n=8; Child-Pugh classe C), respectivamente. As frações livres de ibrutinibe também aumentaram com o grau de insuficiência, com 3,0; 3,8 e 4,8% em pacientes com insuficiência hepática leve, moderada e severa, respectivamente, em comparação a 3,3% no plasma proveniente de controles saudáveis pareados dentro deste estudo. O aumento correspondente na exposição ao ibrutinibe não ligado (AUCnão ligado, última) é estimado para ser 4,1-, 9,8- e 13- vezes em pacientes com insuficiência hepática leve, moderada e severa, respectivamente.Eventos relacionados a sangramento
Houve relatos de eventos hemorrágicos em pacientes tratados com Imbruvica®, com e sem trombocitopenia. Estes incluem eventos hemorrágicos menores como equimose, epistaxe e petéquias; e eventos hemorrágicos importantes, alguns fatais, incluindo sangramento gastrintestinal, hemorragia intracraniana e hematúria. Os pacientes foram excluídos da participação nos estudos de Fases 2 e 3 com Imbruvica® caso necessitassem de varfarina ou outros antagonistas da vitamina K. A varfarina ou outros antagonistas da vitamina K não deverão ser administrados concomitantemente com Imbruvica®. Suplementos como óleo de peixe e preparações à base de vitamina E deverão ser evitadas. Em um estudo in vitro de função plaquetária, foram observados efeitos inibitórios de ibrutinibe sobre a agregação plaquetária induzida por colágeno (vide “Propriedades farmacodinâmicas”). O uso de Imbruvica® em pacientes que necessitam de outros anticoagulantes ou medicações que inibem a função plaquetária pode aumentar o risco de sangramento. Imbruvica® deverá ser suspenso no mínimo 3 a 7 dias antes e após cirurgia, dependendo do tipo de cirurgia e risco de sangramento. Pacientes que apresentam diátese hemorrágica congênita não foram estudados.Leucostase
Houve casos isolados de leucostase relatados em pacientes tratados com Imbruvica®. Um maior número de linfócitos circulantes (> 400.000/mcL) pode trazer maior risco. Considerar a suspensão temporária de Imbruvica®. Os pacientes deverão ser monitorados atentamente. Administrar tratamento de suporte, incluindo hidratação e/ou citorredução, conforme indicado.Infecções
Foram observadas infecções (incluindo sepse, infecções bacterianas, virais ou fúngicas) em pacientes tratados com Imbruvica®. Algumas destas infecções foram associadas à hospitalização e morte. Considerar profilaxia de acordo com o padrão de cuidados em pacientes que estão sob maior risco de infecções oportunistas. Embora a casualidade não tenha sido estabelecida, casos de leucoencefalopatia progressiva multifocal (LPM) ocorreram em pacientes tratados com Imbruvica®. Os pacientes deverão ser monitorados para sintomas (febre, calafrios, fraqueza e confusão) e a terapia adequada deverá ser instituída conforme indicado.Citopenias
Citopenia Grau 3 ou 4 (neutropenia, trombocitopenia e anemia) decorrente do tratamento foram reportadas em pacientes tratados com Imbruvica®. O hemograma completo deve ser monitorado mensalmente.Doença Pulmonar Intersticial (DPI)
Casos de DPI foram relatados em pacientes tratados com Imbruvica®. Os pacientes devem ser monitorados quanto a sintomas pulmonares indicativos de DPI. Se os sintomas se desenvolverem, o uso de Imbruvica® deve ser interrompido e a DPI deve ser controlada adequadamente. Se os sintomas persistirem, os riscos e benefícios envolvidos do tratamento de Imbruvica® devem ser considerados e as orientações de modicificação de dose seguidas.Fibrilação Atrial
Fibrilação atrial e ‘flutter’ atrial foram relatados em pacientes tratados com Imbruvica®, especialmente em pacientes com fatores de risco cardíaco, hipertensão, infeções agudas e histórico anterior de fibrilação atrial. Periodicamente, monitorar clinicamente os pacientes para fibrilação atrial. Pacientes que desenvolverem sintomas de arritmias (por exemplo, palpitações, tontura) ou um novo aparecimento de dispneia devem ser avaliados clinicamente e se indicado realizar um ECG. Para fibrilação atrial persistente, considerar os riscos e benefícios do tratamento de Imbruvica® e seguir as Diretrizes de modificação de dose.Síndrome de lise tumoral
A síndrome de lise tumoral foi reportada com o tratamento de Imbruvica®. Pacientes com risco da síndrome de lise tumoral são aqueles com alta carga tumoral antes do tratamento. Os pacientes devem ser monitorados atentamente e precauções apropriadas devem ser tomadas.Efeitos no Intervalo QT
Em um estudo de fase 2, avaliações de ECG mostraram que Imbruvica® produz uma leve diminuição no intervalo QTcF (média 7,5ms). Embora o mecanismo subjacente e a importância para segurança deste achado sejam desconhecidos, os médicos devem usar avaliação clínica, analisando a prescrição de ibrutinibe para pacientes em risco de encurtar ainda mais seus períodos de duração QTc (exemplo: Sindrome congênita do QT curto ou pacientes com um histórico familiar de tal síndrome).Câncer de pele não melanoma
Cânceres de pele não melanoma ocorreram em pacientes tratados com Imbruvica®. Os pacientes devem ser monitorados para o aparecimento de câncer de pele não melanoma.Carcinogenicidade e mutagenicidade
Não foram realizados estudos de carcinogenicidade com ibrutinibe. O ibrutinibe não tem propriedades genotóxicas quando testado em bactéria, células de mamíferos ou em camundongos.Fertilidade
Nenhum efeito na fertilidade ou capacidade reprodutiva foram observadas em machos e fêmeas de ratos até a dose máxima testada, 100mg/kg/dia (dose equivalente em humano 16mg/kg/dia).Gravidez (Categoria D)
Não há estudos adequados e bem controlados de Imbruvica® em gestantes. Com base nos achados em animais, Imbruvica® poderá causar lesão fetal quando administrado a gestantes. Imbruvica® não deverá ser utilizado durante a gestação. Mulheres férteis devem usar medidas contraceptivas altamente eficazes enquanto estiverem sob tratamento com Imbruvica®. Aqueles que utilizam métodos hormonais de controle de natalidade, devem adicionar um método de barreira. Mulheres devem evitar engravidar durante a administração de Imbruvica® e por um mês após encerrar o tratamento. Caso este medicamento seja utilizado durante a gestação ou se a paciente engravidar durante a administração deste medicamento, a paciente deverá ser informada sobre a possível lesão fetal. O período após tratamento com Imbruvica® no qual é seguro engravidar é desconhecido. Os homens deverão ser aconselhados a não conceberem filhos ou doar esperma durante o tratamento com Imbruvica® e por 3 meses após a conclusão do tratamento. O ibrutinibe foi estudado para os efeitos no desenvolvimento embrio-fetal em ratas grávidas recebendo doses orais de 10, 40 e 80 mg/kg/dia. O ibrutinibe na dose de 80 mg/kg/dia (aproximadamente 14 vezes a AUC de ibrutinibe e 9,5 vezes a AUC do metabólito di-hidrodiol comparado a pacientes na dose de 560 mg diários) foi associado com aumento da perda pós implantação e aumento de malformações vicerais (coração e vasos maiores). O ibrutinibe na dose de ≥ 40 mg/kg/dia (≥ aproximadamente 5,6 vezes a AUC de ibrutinibe 4,0 vezes a AUC do metabólito di-hidrodiol comparado a pacientes na dose de 560 mg diários) foi associado com a diminuição do peso fetal. O ibrutinibe também foi administrado oralmente a coelhas grávidas durante o período de organogênese em doses orais de 5, 15, e 45 mg/kg/dia. O ibrutinibe a uma dose de 15 mg/kg/dia ou superior foi associada a malformações ósseas (precursor embrionário do esterno fundido) e ibrutinibe a uma dose de 45 mg/kg/dia foi associada ao aumento da perda pós-implantação. O ibrutinibe causou malformações em coelhos numa dose de 15 mg/kg/dia [aproximadamente 2,0 vezes a exposição (AUC) em pacientes com LCM recebendo ibrutinibe a uma dose de 560 mg por dia e 2,8 vezes a exposição em pacientes com LLC ou MW recebendo ibrutinibe a uma dose de 420 mg por dia].Amamentação
Não se sabe se ibrutinibe ou seus metabólitos são excretados no leite humano. Uma vez que muitos medicamentos são excretados no leite humano e devido ao potencial de reações adversas graves decorrentes de Imbruvica® em lactentes, a amamentação deve ser descontinuada durante o tratamento com Imbruvica®. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez.Efeitos sobre a capacidade de dirigir e operar máquinas Fadiga, tontura e astenia foram reportados em alguns pacientes tomando Imbruvica® e devem ser considerados quando avaliar a capacidade do paciente para dirigir e operar máquinas.ISTO É UM MEDICAMENTO, NÃO USE SEM PRESCRIÇÃO MÉDICA E ORIENTAÇÃO DO FARMACÊUTICO. AO PERSISTIREM OS SINTOMAS, O MÉDICO DEVERÁ SER CONSULTADO.
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