OLEPTAL 300MG COM 30 COMPRIMIDOS
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ISTO É UM MEDICAMENTO, NÃO USE SEM PRESCRIÇÃO MÉDICA E ORIENTAÇÃO DO FARMACÊUTICO. AO PERSISTIREM OS SINTOMAS, O MÉDICO DEVERÁ SER CONSULTADO.
Laboratório Torrent Apresentação de Oleptal emb. c/ 30 compr de 300 ou 600mg Oleptal - Informações Farmacodinâmica: a atividade farmacológica da oxcarbazepina é primariamente manifestada através do metabólito MHD (monohidroxi derivado) da oxcarbazepina (ver Farmacocinética - Biotransformação). Acredita-se que o mecanismo de ação da oxcarbazepina e do MHD seja baseado principalmente no bloqueio de canais de sódio voltagem-dependentes, resultando então na estabilização de membranas neurais hiperexcitadas, inibição de descarga neural repetitiva e diminuição da propagação de impulsos sinápticos. Adicionalmente, aumento na condutância de potássio e na modulação de canais de cálcio voltagem-dependentes ativados podem também contribuir para os efeitos anticonvulsivantes. A oxcarbazepina e seu metabólito ativo (MHD) são anticonvulsivantes potentes e eficazes em animais. Foram eficazes em roedores com crises tônico-clônicas generalizadas e, em menor grau, com crises clônicas, e aboliram ou reduziram a freqüência de crises parciais recorrentes cronicamente em macacos Rhesus com implantes de alumínio. Nenhuma tolerância foi observada (por exemplo: atenuação de atividade anti-convulsivante) nas crises tônico-clônicas quando camundongos e ratos forma tratados diariamente por 5 dias ou 4 semanas respectivamente, com oxcarbazepina ou MHD. Oleptal - Indicações Oleptal é indicado para o tratamento de crises parciais (as quais envolvem os subtipos simples, complexas e crises parciais evoluindo para crises com generalização secundária) e crises tônico-clônicas generalizadas. Oleptal é indicado como uma droga antiepiléptica de primeira linha para uso como monoterapia ou terapia adjuvante. Oleptal pode substituir outras drogas antiepilépticas quando o tratamento usado não for suficiente para o controle da crise (ver Farmacodinâmica). Contra-indicações de Oleptal Não deve ser usado em pacientes com conhecida hipersensibilidade à oxcarbazepina ou a qualquer componente presente na formulação. Reações adversas / Efeitos colaterais de Oleptal Freqüência estimada: muito comum: >= 10%; comum: >= 1% e < 10%; ocasional: = 0,1% e < 1%; rara = 0,01% e < 0,1%; muito rara: < 0,01%. Organismo como um todo: muito comum: fadiga. Comum: astenia. Muito raras: angioedema e distúrbios de hipersensibilidade em múltiplos órgãos (caracterizado como rash (erupção), febre, linfadenopatia, testes anormais da função hepática, eosinofilia, e artralgia ). Sistema nervoso central: muito comum: tontura, dor de cabeça e sonolência. Comum: agitação, amnésia, apatia, ataxia, concentração prejudicada, confusão, depressão, instabilidade emocional (por exemplo, nervosismo) nistagmo e tremor. Sistema cardiovascular: muito rara: arritmia (por exemplo, bloqueio atrioventricular). Sistema digestivo: muito comum: náusea e vômito. Comum: constipação, diarréia e dor abdominal. Reações hematológicas: ocasional: leucopenia. Muito rara: trombocitopenia. Fígado: ocasional: enzimas hepáticas elevadas como transaminases e/ou fosfatase alcalina. Muito rara: hepatite. Distúrbios nutricionais e metabólicos: comum: hiponatremia. Muito rara: hiponatremia associada a sinais e sintomas tais como convulsões, confusão, percepção prejudicada, encefalopatia (ver também Sistema Nervoso Central para outros eventos adversos), distúrbios de visão (por exemplo, visão borrada), vômito e náusea. Pele e anexos: comum: acne, alopecia e rash (erupção). Ocasional: urticária. Muito rara: síndrome de Stevens-Johnson, lúpus eritematoso e sistêmico. Órgãos dos sentidos: muito comum: diplopia. Comuns: vertigem e distúrbios de visão (por exemplo, visão borrada). Oleptal - Posologia Oleptal é indicado para uso em monoterapia ou em combinação com outros fármacos anticonvulsivantes. Em monoterapia e em terapia adjuvante, o tratamento com Oleptal deverá ser iniciado com a dose clinicamente efetiva administrada em duas doses divididas (ver Farmacodinâmica). A dose pode ser aumentada, dependendo da resposta clínica do paciente. Quando outras drogas antiepilépticas são substituídas por Oleptal, a dose das drogas antiepilépticas concomitantes devem ser reduzidas gradualmente com o início do tratamento com Oleptal. Na terapia adjuvante, como o total de droga antiepiléptica é aumentado, a dose das drogas concomitantes pode ser reduzida e/ou a dose de Oleptal pode ser aumentada mais lentamente.
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